Um Limite Entre Nós
Média
4,0
615 notas

74 Críticas do usuário

5
10 críticas
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12 críticas
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Sabrina Souza
Sabrina Souza

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de março de 2021
O que salva nesse filme é a ótima atuação dos atores nos personagens. Pois é um filme monótono, lento, que só tem diálogo. 2 horas intermitentes para ter um final regular... É só mais um filme que conta uma história de uma família qualquer, como a minha. Meu pai era um ótimo pai, mas quando bebia ficava violento já me deu um soco e já disse coisas horríveis, é super normal de gente depressiva com vícios. Nada de novidade.
Maria G.
Maria G.

10 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de março de 2021
Como alguém disse aqui, eu tb devo ser um ser sem sensibilidade, enredo do filme ate bom, mas lento de mais, tedioso e cansativo, uf
Cleiton H
Cleiton H

7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2021
Os primeiros 30 minutos do filme são bem entediantes, mas depois começa a melhorar.
As atuações são ótimas, mas o roteiro é fraco. Diálogos enormes, cheio de nomes de "conhecidos" dos personagens.
Cid V
Cid V

271 seguidores 661 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de outubro de 2020
zTroy (Washington) leva a vida trabalhando como lixeiro. Seu melhor amigo é o branco Bono (Henderson), sua mulher Rose (Davis), que vive entre afagos e tensões, o filho de outra união, Lyons (Hornsby), que ralha por não ganhar a vida ainda aos 34 anos e tentar fazê-lo como músico e o filho mais novo Cory (Adepo), de sua relação com Rose, em que o enfrentamento é maior, por conta do jovem querer ser um atleta do futebol americano, quando ele próprio não pode desenvolver seu talento no beisebol, pois quando foi admitido o ingresso de negros nas equipes ele já era demasiado velho.

Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2020/10/filme-do-dia-um-limite-entre-nos-2016.html
Matheus S.
Matheus S.

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2020
Excelentes atuações, todavia o filme tem um transcurso enfadonho e modorrendo em vários momentos. Ao mesmo tempo, os recortes nas vidas dos personagens são abruptos, ficam obscuros alguns fatos que poderiam tornar o filme mais atrativo. Entretenimento abaixo do esperado.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de junho de 2017
O filme em sí é bem chato, no entanto, os diálogos pesados e intermináveis, apresentam uma possível dificuldade em cenas que ficam perfeitas, com toda veracidade e sentimentos, sem mencionar o nível de interpretação, que realmente vemos os atores se transformarem naquelas pessoas. Viola Davis faz a ponte entre o protagonista insuportável e o mundo, merecendo todo o destaque e seu tão aguardado Oscar.
Fernanda S.
Fernanda S.

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de abril de 2017
Filme cansativo.....os atores são excelentes mas esperava mais.. ... pela sinopse parecia ser ótimo.. .e o final deixou a desejar
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de abril de 2017
Baseado na aclamada peça teatral escrita por August Wilson (que também fez a adaptação cinematográfica do texto) e vencedora do Pulitzer Prize for Drama e do Tony Award de Melhor Peça, Um Limite Entre Nós, filme dirigido e estrelado pelo ator Denzel Washington, mantém a essência teatral do texto, na medida em que sua força maior vem dos diálogos e das palavras escritas por Wilson.

O filme se passa na década de 50 e acompanha o relacionamento entre uma família afro-americana, que vive num bairro proletário e que se depara com os desafios de ser um negro naquela conjuntura histórica. O patriarca, Troy Maxson (Denzel Washington), é alguém cujos sonhos foram tolhidos pela falta de oportunidade que era dada aos negros norte-americanos. Entender isso é fundamental para compreender a relação que ele estabelece com o filho Cory (Jovan Adepo), um atleta em ascensão e que, ao mesmo tempo, é reprimido em casa pelas experiências frustradas do pai – que, curiosamente, não vai permitir que ele agarre as oportunidades de crescimento que se apresentam para ele.

Uma outra dinâmica importante do filme é a que se estabelece entre Troy e a sua esposa Rose (Viola Davis, em atuação vencedora do Oscar 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante). Ela oferece o contraponto necessário na relação deles com o filho Cory. Ela representa o amor, o perdão, a resiliência e a fé num futuro melhor para todos eles. É justamente nas interações entre eles que o lado mais positivo de Troy aparece.

Um Limite Entre Nós é um filme que se desenvolve de uma maneira bem interessante. O longa começa com uma verborragia sem fim, em que Troy tenta – forçosamente – parecer engraçado, quando ele não tem nada disso dentro dele. A história vai se encontrando na medida em ela se desenrola para nós da plateia e seu cerne central encontra-se na figura de Troy, um homem que é a representação exata de uma criação dura, o produto fiel de uma realidade inóspita e que aprendeu, da maneira mais difícil, quais eram as suas responsabilidades como homem e pai de família. Na sua cegueira diante do papel que exerce, ele se impede de enxergar as mudanças ao seu redor e de ter compaixão por aqueles que mais o amam. Essa é uma lição que a teimosia de Troy não vai deixá-lo aprender, mas que vai ser de muita valia para aqueles que estão ao seu redor.
Edinaldo Dias
Edinaldo Dias

3 seguidores 21 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de abril de 2017
Minha opinião de expectador. Apenas de expectador e minha, apenas minha opinião. As emoções estão presentes neste filme, as atuações são boas. Elenco repleto de estrelas em ascensão. Os diálogos são muitos e cansam, às vezes. Parecia que estava vendo um monólogo de Troy. Enfim, achei o filme regular.
JR Costa
JR Costa

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de março de 2017
"Denzel Washington - o diretor, que não consegue extrapolar os limites da mídia da qual o filme é adaptado: uma peça teatral. Diferentemente de outras adaptações dos palcos, como Moonlight: Sob a Luz do Luar ou Cavalo de Guerra, por exemplo, Um Limite Entre Nós se mantém restrito a cenários limitadíssimos e não explora recursos cinematográficos como composições visuais ou momentos de silêncio e contemplação. Tudo é muito falado, o tempo todo, se aproximando perigosamente do verborrágico."

Resenha completa em:
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