Não recomendado para menos de 14 anos
Vivendo em prisão domiciliar após ter sido condenado pela justiça iraniana, sob a acusação de denegrir a imagem do governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad com seus filmes, o cineasta Jafar Panahi tem seu cotidiano apresentado neste filme.
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4,0
Muito bom
Cortinas Fechadas
Ficção e realidade
por Francisco Russo
O cinema, por diversas vezes, serviu de palco para protestos. Seja ao refletir ideologias ou ao simplesmente documentar momentos turbulentos, onde a imagem filmada, mais do que nunca, vale mil palavras. Enclausurado em sua própria casa após ter feito propaganda contra o regime do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad em pleno período eleitoral, o diretor Jafar Panahi protesta da forma que pode e que não pode. O resultado mais recente é Cortinas Fechadas, drama feito na clandestinidade com a ajuda do amigo Kambozia Partovi. Sim, você leu bem: clandestinidade. Porque, além de cumprir prisão domiciliar, Panahi está proibido de rodar novos filmes, escrever roteiros, viajar ao exterior e conceder entrevistas. Por 20 anos.
Diante de tantas restrições, é claro que Cortinas Fechadas não é o filme que ele gostaria de rodar – é o cinema possível de ser feito neste momento de sua vida. Um cinema
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Cinema de resistência
É o 2º filme dirigido por Jafar Panahi desde que foi condenado à prisão domiciliar. O anterior foi Isto Não é um Filme (2011).
Premiado
Ganhou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Berlim 2013.
Nacionalidade
Irã
Distribuidor
Esfera Cultural
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Persa
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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