Média
2,6
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Ótimo filme, mas esperava mais. O Danton Mello teve uma ótima atuação. Apesar que o Brasil vem com uma sequência de filmes bons, ainda não está com seu lugar ao sol.
Como li num comentário anterior, são ótimos atores desperdiçados num péssimo roteiro. Acredito que haviam ótimas idéias mesmo para se realizarem, mas parece que ninguém revisou a realização delas e ficou uma produção pobre, que valeria a pena não ter visto, durante o filme você fica se perguntando quando é que vai começar a graça, só que isso não acontece.
O concurso é o típico filme montanha russa. Alternando momentos bons e outros nem tanto, o nacional tem um elenco que mescla novos talentos com veteranos bastante experimentados e de sucesso. Vale a pena ver, só não espere sair da sala de cinema como maxilar doendo de tanto rir, porque é bom mas não é para tanto.
Fomos em grupo de 4 amigas....rimos muitoooooo!
Na verdade,o cinema nacional melhorou bastante,seja comédia ou drama!
Brasil têm cada vez mais ganhado o espaço na cinematografia,quanto ao filme,
Além de leve e divertidissimo, foi justo na representação bem humorada dos 4 cantos
do nosso Brasil tão guerreiro! spoiler:
Na verdade,o cinema nacional melhorou bastante,seja comédia ou drama!
Brasil têm cada vez mais ganhado o espaço na cinematografia,quanto ao filme,
Além de leve e divertidissimo, foi justo na representação bem humorada dos 4 cantos
do nosso Brasil tão guerreiro! spoiler:
bom mas poderia ser melhor mas infelizmente tem a parte ruim pois tem muito envolve muito preconceito
TÍTULO: Bem Vindo à Comédia Nacional.
As comédias brasileiras são cada vez mais constantes no cinema. O sucesso de público que elas promovem no atual cenário do box office das grandes capitais é assombroso. Essa realidade é, sem dúvida, muito positiva. Entretanto, deve-se sempre questionar quando algo é unânime por muito tempo. Temos observado filmes cuja preocupação é contar a piada, não importando como e de que forma ela seja demonstrada ao público. Isto é, pouco dos processos relacionados ao cinema importa, mas sim, o lucro que os risos promovem. O Concurso, primeiro longa do diretor Pedro Vasconcelos, foge a tal essência e introduz, não uma piada, mas um grande filme de comédia.
A produção tem grande valor artístico e esse é, provavelmente, um de seus mais importantes diferenciais. A caracterização dos quatro personagens em foco, interpretados por Danton Mello, Fabio Porchat, Rodrigo Pandolfo e Anderson Di Rizzi, respectivamente, o carioca malandro, o gaúcho enrustido, o "caipira" inocente e o nordestino sonhador são icônicos na cultura brasileira, assim como o enredo desejado por milhões, que é passar no concurso de juiz federal, e estão excelentemente representados na atuação dos mencionados. Essa formação dos personagens em si já é um elemento cômico que não se vê nos filmes mais "escrachados" da atualidade.
Já era sabido que o maior triunfo de Pedro Vasconcelos era a direção de atores, e acredita-se que essa qualidade seja uma das mais gritantes positivamente dentre todos os filmes do cinema brasileiro nesse ano de 2013. Principalmente quando se trabalha com arquétipos que poderiam ser caricatos e exagerados, mas não em O Concurso. Os personagens caminham levemente de forma bem natural pelas situações grotescas vividas e, tanto as situações quanto a presença dos personagens são altamente agradáveis. E, para os pouco entendidos, isso é comédia. De grande e boa qualidade.
Não vamos aqui desviar de alguns percalços. Há, como se é afirmado, alguns clichês comuns e algumas piadas cujo tempo ficou impreciso e até mesmo a compreensão e o conteúdo ficaram confusos. Em alguns momentos o espectador ficou esperando o clímax da cena que acabou não vindo. De fato, houve lacunas, mas nenhuma inquebrável.
No entanto, inferir, como visto em algumas críticas, a falta de verossimilhança, em algumas situações, como a piada escrita na introdução do filme ou na descaracterização dos traficantes, aliás, bem apresentado pelo talentoso Gigante Léo, fugindo ao modelo do anão-pastelão e mostrando valor como ator e comediante, não devem ser bem encaradas visto a posição satírica das duas colocações.
O roteiro é bom e inteligente, e se torna um pouco acelerado ao final, mas nada que comprometa. As cenas de piadas mais sexuais não são ofensivas e são bem distribuídas, como uma química despretensiosa, porém acertada entre Pandolfo e Sabrina Sato, que estréia no cinema, cumprindo seu papel de agradar comicamente.
O humor ligado ao homossexualismo não é desagradável, comprovando o talento fascinante de Porchat como, fundamentalmente, ator. O final, com um toque moralista também caiu bem, sem nenhuma “barra forçada” ou fora do contexto, premiando o bom e fiel brasileiro à justiça que, quase não lhe ocorre.
Enfim, a produção é original, bem feita e bastante agradável de assistir, não somente pelas piadas, ou pelo riso fácil, mas pela graça da relação entre os atores e suas personagens. Precisamos começar a perceber outras funções relacionadas às comédias. O Concurso não cumpre esse “modelinho básico” e, por isso, é muito bem vindo.
As comédias brasileiras são cada vez mais constantes no cinema. O sucesso de público que elas promovem no atual cenário do box office das grandes capitais é assombroso. Essa realidade é, sem dúvida, muito positiva. Entretanto, deve-se sempre questionar quando algo é unânime por muito tempo. Temos observado filmes cuja preocupação é contar a piada, não importando como e de que forma ela seja demonstrada ao público. Isto é, pouco dos processos relacionados ao cinema importa, mas sim, o lucro que os risos promovem. O Concurso, primeiro longa do diretor Pedro Vasconcelos, foge a tal essência e introduz, não uma piada, mas um grande filme de comédia.
A produção tem grande valor artístico e esse é, provavelmente, um de seus mais importantes diferenciais. A caracterização dos quatro personagens em foco, interpretados por Danton Mello, Fabio Porchat, Rodrigo Pandolfo e Anderson Di Rizzi, respectivamente, o carioca malandro, o gaúcho enrustido, o "caipira" inocente e o nordestino sonhador são icônicos na cultura brasileira, assim como o enredo desejado por milhões, que é passar no concurso de juiz federal, e estão excelentemente representados na atuação dos mencionados. Essa formação dos personagens em si já é um elemento cômico que não se vê nos filmes mais "escrachados" da atualidade.
Já era sabido que o maior triunfo de Pedro Vasconcelos era a direção de atores, e acredita-se que essa qualidade seja uma das mais gritantes positivamente dentre todos os filmes do cinema brasileiro nesse ano de 2013. Principalmente quando se trabalha com arquétipos que poderiam ser caricatos e exagerados, mas não em O Concurso. Os personagens caminham levemente de forma bem natural pelas situações grotescas vividas e, tanto as situações quanto a presença dos personagens são altamente agradáveis. E, para os pouco entendidos, isso é comédia. De grande e boa qualidade.
Não vamos aqui desviar de alguns percalços. Há, como se é afirmado, alguns clichês comuns e algumas piadas cujo tempo ficou impreciso e até mesmo a compreensão e o conteúdo ficaram confusos. Em alguns momentos o espectador ficou esperando o clímax da cena que acabou não vindo. De fato, houve lacunas, mas nenhuma inquebrável.
No entanto, inferir, como visto em algumas críticas, a falta de verossimilhança, em algumas situações, como a piada escrita na introdução do filme ou na descaracterização dos traficantes, aliás, bem apresentado pelo talentoso Gigante Léo, fugindo ao modelo do anão-pastelão e mostrando valor como ator e comediante, não devem ser bem encaradas visto a posição satírica das duas colocações.
O roteiro é bom e inteligente, e se torna um pouco acelerado ao final, mas nada que comprometa. As cenas de piadas mais sexuais não são ofensivas e são bem distribuídas, como uma química despretensiosa, porém acertada entre Pandolfo e Sabrina Sato, que estréia no cinema, cumprindo seu papel de agradar comicamente.
O humor ligado ao homossexualismo não é desagradável, comprovando o talento fascinante de Porchat como, fundamentalmente, ator. O final, com um toque moralista também caiu bem, sem nenhuma “barra forçada” ou fora do contexto, premiando o bom e fiel brasileiro à justiça que, quase não lhe ocorre.
Enfim, a produção é original, bem feita e bastante agradável de assistir, não somente pelas piadas, ou pelo riso fácil, mas pela graça da relação entre os atores e suas personagens. Precisamos começar a perceber outras funções relacionadas às comédias. O Concurso não cumpre esse “modelinho básico” e, por isso, é muito bem vindo.
Gaalera tô vendo que tão falando mal do filme demais, mais também não é pra tanto..
O Filme simplesmente é Bom, não posso dizer que é uma das melhores comédias do ano, mas é bonzinho..
kkk Fábio Porchat é uma bicha looka kkk.. e Sabrina aparece daqueele jeito U.u toda sensual kkk..
Tem um Nordestino, um Carioca, um do RS, e um Nerd lá, todos atrás de passar no Concurso..
Resumindo: Um bom filme pra ver no cinema!
O Filme simplesmente é Bom, não posso dizer que é uma das melhores comédias do ano, mas é bonzinho..
kkk Fábio Porchat é uma bicha looka kkk.. e Sabrina aparece daqueele jeito U.u toda sensual kkk..
Tem um Nordestino, um Carioca, um do RS, e um Nerd lá, todos atrás de passar no Concurso..
Resumindo: Um bom filme pra ver no cinema!
horrível, não tem graça nenhuma Fabio Porchat não demonstrou talento nenhum esse não pode sair do canal " PORTA DOS FUNDOS" porque todo filme que ele faz não tem graça, e ainda teve gente que gostou. . . deve ser muito bobos
filme que tem em seus personagens o retrato carinhosamente humorado de diferentes regiões do Brasil, talvez um pouco caricato, porém extremamente bem escrito , coerente e humanizado, uma comédia escrachada perfeito programa pra se ver com os amigos, o público se reconhece na história porque a busca de dias melhores está no cotidiano dos brasileiros.
Estereotipado e previsível. Bons atores porém papeis ruins.
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