Média
2,6
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"O concurso" tem ideia e personagens bem brasileiros o que por si, seria muito bem vindo, desde de que não usasse a comédia manjada que ninguém mais gosta do tipo "zorra total". Os esteriótipos nem são o problema do filme, por que nada mais natural do que tirar sarro das excentricidades culturais. A pior parte mesmo é o texto e o enredo levando à mesma, idiota e sem graça comédia que assola a muito tempo nosso país. Nem com atores da nova geração como Fabio Porchat(que faz uma bela apresentação) e Danton, o filme consegue sair do marasmo. A Sabrina faz o papel dela de aparecer seminua, mas sem interpretação nenhuma. "O concurso" com certeza não venceria concurso algum de comédia. ;D
Nunca vi filme pior que esse ,saí da sala triste e decepcionada
Nossa... Filme muito ruim! Tive que ver duas vezes, porque na primeira vez eu dormi com menos de 15 minutos de filme. Achei um saco. Muito fraco. E olha eu sou Fã de filmes nacionais... Tipo, Os Penetras e Vai que da Certo, foram comédias que me agradaram... Principalmente VqdC... Mas, esta praga aqui... QUE GRANDE MERDA... Piadas ao estilo de A Praça é Nossa, misturado com Casseta & Planeta (das últimas temporadas).
Resumo do filme com uma (ops, duas) palavra: um saco.
Resumo do filme com uma (ops, duas) palavra: um saco.
Ultimamente o cinema nacional traz diversas comédias,mas que sempre são bem parecidas nas histórias ou até mesmo,trazendo o mesmo isso esteja dando super ,O Concurso,é sempre o mas do has escrachadas,personagens engraçados e sempre contado histórias uma coisa é bem percebível,é maneira do filme não trazer um roteiro cheio palavrões,ao não ser pelas partes do Gigante Léo,que abusa até por o filme consegue manter boas cenas,que traz contrário de outros filmes nacionais,nenhuma atuação é bem destacada,apenas fracas atuações,em meio a um bom elenco.
Sabrina Sato é uma moça bonita, mas longe de ser atriz...tão pouco boa atriz...colocá-la ao lado de Danton Mello, Anderson di Rizzi e Rodrigo Pandolfo...acaba com o brilho dela...ou deles :/
Para uma comédia dar certo é preciso uma história da qual se possa criar uma série de situações inusitadas e engraçadas, ora com humor inteligente, ora pastelão. O Concurso consegue isso.
Uma das grande sacadas foi pegar um tema atual no Brasil, ou seja,gerar uma identificação fácil com o público. Isso se repete também nos personagens, com suas características marcantes. O gaúcho criado num contexto familiar rígido, que foi tolido de ser ele mesmo; o pai de família cearense, fervoroso devoto de vários santos, que enxerga na oportunidade, o milagre que pode lhe dar uma vida melhor; o caipira paulistano, que tenta fugir de uma vida medíocre no interior; o carioca malandro que na tenta resolver tudo no jeitinho brasileiro e acaba complicando a vida dos demais.
Um das revelações do filme foi Érico Brás, ele interpreta um travesti negro, o personagem roubou a cena, com atuação eficiente e engraçada. Sabrina Sato faz uma ex namorada ninfomaníaca, de um dos concurseiros e faz bem o papel de gostosona descerebrada.
Um dos pontos altos do filme, é a sequência em que o personagem de Fábio Porchat - o gaúcho - vestido de dragqueen, amarrada a uma árvore, tenta resistir ao impulso de dançar I Will survive, trilha sonora do filme Priscila, a rainha do deserto (quase um hino gay) e acaba "soltando a franga", literalmente. spoiler: E na sequência final, há uma hilária surpresa, um dos primeiros beijos gays masculinos, no cinema nacional, protagonizado por Fábio Porchat e Érico Brás.
Essas vidas tão diferentes se cruzam nesse concurso e o resultado dessa mistura brasileira é o riso garantido do público.
Uma das grande sacadas foi pegar um tema atual no Brasil, ou seja,gerar uma identificação fácil com o público. Isso se repete também nos personagens, com suas características marcantes. O gaúcho criado num contexto familiar rígido, que foi tolido de ser ele mesmo; o pai de família cearense, fervoroso devoto de vários santos, que enxerga na oportunidade, o milagre que pode lhe dar uma vida melhor; o caipira paulistano, que tenta fugir de uma vida medíocre no interior; o carioca malandro que na tenta resolver tudo no jeitinho brasileiro e acaba complicando a vida dos demais.
Um das revelações do filme foi Érico Brás, ele interpreta um travesti negro, o personagem roubou a cena, com atuação eficiente e engraçada. Sabrina Sato faz uma ex namorada ninfomaníaca, de um dos concurseiros e faz bem o papel de gostosona descerebrada.
Um dos pontos altos do filme, é a sequência em que o personagem de Fábio Porchat - o gaúcho - vestido de dragqueen, amarrada a uma árvore, tenta resistir ao impulso de dançar I Will survive, trilha sonora do filme Priscila, a rainha do deserto (quase um hino gay) e acaba "soltando a franga", literalmente. spoiler: E na sequência final, há uma hilária surpresa, um dos primeiros beijos gays masculinos, no cinema nacional, protagonizado por Fábio Porchat e Érico Brás.
Essas vidas tão diferentes se cruzam nesse concurso e o resultado dessa mistura brasileira é o riso garantido do público.
Sinceramente, quem ta dizendo aqui que gostou desse filme e que riu muito é porque quer que quem não assistiu se laske também kkkkkkk Eu perdi 1:20h assistindo essa m... vc vai perder também!
O filme tem muitas ideias boas, mas quando juntaram tudo ficou horrível, é uma pena, tinha tudo para ser um filme bom.
O filme tem muitas ideias boas, mas quando juntaram tudo ficou horrível, é uma pena, tinha tudo para ser um filme bom.
Comédia barata, roteiro fraco, personagens forçosamente estereotipados.
Nao consegui dar cinco risadas ! Decepcionado! Uma cópia muito mal feita do "Se beber nao case"!
Perda de tempo, filme ridículo, sem graça, todos os atores estão péssimos, um dos piores filmes nacionais! nota zero! não assistam! salvem seu tempo!
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