Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Leandro Tavares Vasconcelos
16 seguidores
82 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 2 de setembro de 2014
Gostei muito desse filme,muito divertido!!!É garantia de muitas risadas.Apesar da inspiraçâo em `Se Beber Nâo Case´,o filme tem identidade própria ao tratar sobre o tema dos concursos públicos no Brasil.Os atores estâo ótimos e deram um show de humor,com destaque ao Pedro Paulo Rangel.O mesmo nâo se pode dizer de Sabrina Sato,cujo apelo maior residia no seu belo sensual corpo.Uma comédia nacional que vai garantir boas risadas.
o resto do planeta pode nao ter gostado do filme, mas eu SIM, não sou nenhum diretor, figurinista, nem paguei, assisti no you tube mesmo sem nenhuma expectativa simplismente assisti, nem li a critica antes, na verdade nem sabia que o filme existia haha.. mas de uma coisa eu tenho certeza, eu gostei, eu gostei muito... e sim sou um adorador do cinema, de Sublime Obsessão (1954), a Guardiões da Galáxia (2014). Eu ri e me emocionei, e nao sou bobo...... :*
O filme é bem ruim. Apesar de ter bons atores e um comediante de primeira linha (Fabio Porchat), o filme chega até a ser infantil. Sabrina Sato não deveria mais atuar, precisa estudar muito para atingir o regular. História banal e sem graça. Meio que uma paródia mal feita de Se Beber Não Case.
Pelo a amor do cinema nacional “Pedro Vasconcelos", pare de fazer filmes. Com esse filme temos dois extremos do cinema nacional, o ápice "Cidade de Deus", e o subsolo "O Concurso" é difícil de alguém conseguir fazer pior.
O filme retrata de uma forma bem humorada a vida de concurseiros, a historia toda se passa em volta da fase final do concurso publico para juiz federal e nesse contexto se encaixam os personagens clichês e todas as desventuras que eles vivem. O filme se basei inicialmente em 4 perfis de concurseiros, temos Porchat sendo o filhinho de papai, ele é filho de um juiz federal, rico, mimado, gaúcho e tem de seguir o legado da família (pai, avô e etc foram juízes federais), Rizzi representa aquele concurseiro que que vive de promessas, ele promete mundos e fundos a diversos santos e orixás para passar em cada fase das provas, Danton é o tipico carioca malandro, ele é o simbolo da esperteza e ganha seus julgamentos assim, ele é finalista da prova e pretende usar muito essa malandragem para levar o cargo e, por fim, Pandolfo representando os concurseiros nerdinhos, aqueles que se matam de estudar e começam a perder sua vida social em função disso.
Temos quatro pilares desse mundo, porém não é de mesmice que se vive um roteiro, com o passar do filme situações vão surgindo e pouco a pouco esses quatro perfil se misturam desencadeando grandes confusões, aventuras e mudanças. Não há como não curtir o destino que cada personagem e as suas historias vão tendo e com cada dilema que eles vão vivendo. Porém, os pilares não são os únicos que tomam nossa atenção na serie, há outros personagens que figuram aos fundos porem mudam muito no fronte.
Temos a participação de Gigante Leo, “grande” humorista que foi vice-campeão do primeiro premio Multishow de humor. Ele interpreta o chefe do trafico no morro da samambaia e é a fonte que Caio usa para chegar ao tão buscado gabarito. Ele é durão e faz muito humor ao mandar e desmandar do seu capanga brutamontes, e, para aqueles que não se deram por satisfeitos, temos a hilariante cena da briga de anões protagonizada por Gigante.
Mais um filme de humor solido, mais um fruto da seleta nova safra de filmes nacionais, filme esse que explora um tema que, apesar de ser cotidiano, nunca foi citado ou explorado antes. O Concurso veio não só para divertir, ele veio para conquistar toda essa galera que curte comedias nacionais e para levar mais um assunto, que até então era cheio de seriedade, à chacota e à sátira da massa urbana.
Simplesmente horrível. As comédias brasileiras cada vez piores. Gosto muito do Fabio Porchat, mas esse filme fez ele cair no meu conceito, infelizmente.
Muito maçante. A história não consegue prender a atenção do público. O filme parece ser remendado, encaixado, não há uma fluidez harmoniosa dos fatos. Atuação de alguns atores, como a Sabrina Sato, deixou muito a desejar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade