Média
3,2
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O roteiro é muito forçado e se enrola um pouco na narrativa. A narrativa é confusa e comete o grande erro de sempre querer dar um final feliz para as coisas, tornado assim certos acontecimentos previsíveis demais. O roteiro se perde a partir do ponto em que eles chegam em Las Vegas, pois acontecem muitas coisas improváveis seguidamente. Outra coisa que incomoda no roteiro é a troca de humor repentina. Por exemplo: Tino está demonstrando amor por sua mulher de uma forma romântica e subitamente ele faz alguma piada, cortando assim o momento de romantismo sem nenhum propósito para a história, apenas para lembrar ao público que é um filme de comédia. O roteiro deixa as coisas muito explícitas, de uma forma muito "mastigada", explicando cada acontecimento. As piadas (mesmo sendo bobas) são engraçadas e alguns trocadilhos são geniais. O filme possui a participação especial de Jerry Lewis (ícone da comédia americana) que não faz diferença para o enredo, mas diverte o espectador que sabe quem ele é. Também possui uma participação de Anderson Silva que parece sem sentido e existe referência à época em que Hassum fazia a série "Os Caras de Pau, quando seu ex-parceiro Marcius Mellem aparece e ambos se encaram.
O elenco é péssimo. Tirando Leandro Hassum que faz um ótimo papel, caricato e engraçado, os outros atores são bem fracos. Desde a mulher de Tino (que mudou do primeiro filme para esse), até o amigo que ajuda Tino todos possuem atuações fracas e não passam emoção nenhuma, demonstrando uma certa estranheza. Além disso os atores não são humoristas, o que deixa a responsabilidade toda para Hassum carregar o filme sozinho.
O diretor é regular e não aparece muito no filme. Tratando-se de uma comédia pastelão brasileira, ele é obrigado a focar nas piadas, deixando a ambientação de lado e a fotografia só é percebida nos planos gerais de Las Vegas. Tirando essa timidez na ambientação e na fotografia, o diretor faz o que precisa,
focando nos personagens e em seus diálogos.
O filme não possui nenhum efeito especial e os efeitos visuais também são pouco usados, mas quando são, ficam meio estranhos. Um exemplo claro é um tiro disparado que ficou muito "fake" e irrealista. O figurino é clichê dos filmes passados na cidade, mas não afetam nada.
O filme apesar dum roteiro confuso e irrealista, diverte o espectador duma forma muito boba, mas mesmo assim engraçada e usa a qualidade de Leandro Hassum para demonstrar boas piadas que seriam melhor usadas num "stand-up"e não na sétima arte. O filme parece uma continuação desnecessária, feita apenas para possuir uma grande bilheteria, em vez de contar uma boa história. Uma comédia brasileira situada nos Estados Unidos com um roteiro embolado e "mastigado" que só não é um completo desastre pela qualidade de Leandro Hassum.
O elenco é péssimo. Tirando Leandro Hassum que faz um ótimo papel, caricato e engraçado, os outros atores são bem fracos. Desde a mulher de Tino (que mudou do primeiro filme para esse), até o amigo que ajuda Tino todos possuem atuações fracas e não passam emoção nenhuma, demonstrando uma certa estranheza. Além disso os atores não são humoristas, o que deixa a responsabilidade toda para Hassum carregar o filme sozinho.
O diretor é regular e não aparece muito no filme. Tratando-se de uma comédia pastelão brasileira, ele é obrigado a focar nas piadas, deixando a ambientação de lado e a fotografia só é percebida nos planos gerais de Las Vegas. Tirando essa timidez na ambientação e na fotografia, o diretor faz o que precisa,
focando nos personagens e em seus diálogos.
O filme não possui nenhum efeito especial e os efeitos visuais também são pouco usados, mas quando são, ficam meio estranhos. Um exemplo claro é um tiro disparado que ficou muito "fake" e irrealista. O figurino é clichê dos filmes passados na cidade, mas não afetam nada.
O filme apesar dum roteiro confuso e irrealista, diverte o espectador duma forma muito boba, mas mesmo assim engraçada e usa a qualidade de Leandro Hassum para demonstrar boas piadas que seriam melhor usadas num "stand-up"e não na sétima arte. O filme parece uma continuação desnecessária, feita apenas para possuir uma grande bilheteria, em vez de contar uma boa história. Uma comédia brasileira situada nos Estados Unidos com um roteiro embolado e "mastigado" que só não é um completo desastre pela qualidade de Leandro Hassum.
Nem perco tempo em assistir filme nacional. Nem a direção do filme e atores estão preocupados com a opinião pública. O que interessa mesmo é o desvio de dinheiro público para encher bolsos de politicos corruptos e atores sem graça da Globo.
eu quero muito ver ate que a sorte nos separe2 ja vi o 1 na globo e queria ver o 2 pois nao tenho tenpo de ir ao cinema
É o tipo de filme que você ri do início ao fim, roteiro bem traçado, o desenrolar da história é dinâmico. As piadas são bem boladas. Gostei muito do filme e recomendo, sem dúvidas
Excelente filme, muito engraçado, eu sempre venho ver os comentários aqui.
Vale muito a pena ver, na minha opinião não deixa nada a desejar com o primeiro filme, chega até ser mais engraçado.
Vale muito a pena ver, na minha opinião não deixa nada a desejar com o primeiro filme, chega até ser mais engraçado.
o filme e melhor que o 1 e faltou dani viniits mas hassum e fikha vai ver amanha p elas vao gostar
Tem seus momentos , o Leandro Hassum é muito engraçado um bom programa para domingo ir ao cinema dar muitas risadas e comer pipoca .
Filme para ver e esquecer, mas vale o momento, dá para rir gostoso. Não é verdade que é plágio de se beber não case, tem pontos coincidentes em uma trama diversa.
Nâo foi tão emocionante quanto o primeiro, já que a atriz que interpretou Jane foi trocada :(
O filme infelizmente é fraco, piadas fracas, história fraca. Se ancora apenas na razoável atuação do Ator Leandro Hassum. Quando um filme de humor não te faz rir, tem algo errado.
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