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Rogerio C.
8 seguidores
8 críticas
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4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2020
Depois de ver na Netflix o filme, quis saber um pouco mais e acabei lendo a crítica do Lucas Salgado aqui no Adoro Cinema. Quanta asneira num só texto! Veja o filme. Apesar de um pouco longo e parecer dois filmes em um, vale a pena. Angelina Jolie me surpreendeu positivamente.
A MINHA "critica" é para Fernando M. ( quem é Fernando M? ahhaha) Falou um monte de m. E apostaria cada centavo q tenho que ele não seria capaz nem de dirigir uma peça teatral boa, quanto mais um filme. Então fica quieto fio.
Invencível é um bom filme. Você se identifica pelo personagem e torce por ele. O roteiro tem vários clichês, o que talvez seja o grande problema do filme, a trilha sonora também não é das melhores. As atuações no geral são boas, com exceção do general pássaro, é muito estranha. Invencível ganha força por conta muito de sua linda história, poderia ser um filme muito melhor, a carreira de atleta de Louis é mal construída, e o ato da deriva com tubarões é bastante Hollywoodizado. No mais temos uma linda fotografia e uma ótima edição e mixagem de som. Invencível é um bom filme, é daqueles filmes que o público deve gostar muito e deve ficar sem entender o porquê de uma nota tão baixa da crítica especializada, em minha opinião, é um bom filme, que consegue transmitir sua mensagem e consegue nos prender na tela.
FILME EMOCIONANTE DO COMEÇO AO FIM,TERMINEI DE VER AS 2 DA MATINA,EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E MUITA CORAGEM EM PERDOAR O AGRESSOR NO FINAL,DIGNO DE POUCOS SERES HUMANOS E O PERSONAGEM REAL APESAR DE TODAS AS DESGRAÇAS VIVEU ATÉ OS 97 ANOS..DEUS O TENHA
Com um roteiro desses é praticamente impossível fazer um filme que não seja impecável. Desde a escolha dos atores, apostando em Jack O'Conell como protagonista, até a sonorização e os efeitos. O filme me manteve ligado em seu todo, sempre atento ao que pudesse acontecer. É um filme longo, mas que começa nos primeiros 20 minutos com uma adrenalina extrema. E, realmente, não sei pode dizer que nas cenas em que esperamos um resultado, a consequência é outra, fazendo a nossa criatividade de fato trabalhar. E ao final, nós percebemos que nossa imaginação pode ir além, porque o filme vai além, e ele nada mais é do que uma história real muito bem dirigida e interpretada.
E hoje minha atenção vai... para Angelina Jolie, dirigindo um longa baseado em fatos reais, que pode ser descrito em uma palavra: SUPERAÇÃO, mas será que ele realmente conseguiu SUPERAR todos os critérios? A história é sobre Louis Zamperini, um atleta olímpico que vai lutar na Segunda Guerra Mundial, passa semanas no mar e depois é capturado por japoneses, mantido como prisioneiro de guerra por cerca de 2 anos. O filme tinha tudo para ser um excelente longa, começou muito bem eu diria, em uma batalha aérea onde os atores trabalharam bem, foram muito convincentes na atuação, despertando atenção e empolgação, depois foi feita uma ligação do protagonista em sua infância, fazendo o espectador viajar no tempo junto com o personagem. O filme então passa a ser repleto de exageros tais como: flashbacks que pouco acrescentam à narrativa, uma trilha sonora irritante e constante, nunca deixando à própria drama falar por si só. A partir do momento em que o protagonista fica preso no mar, o longa passa a ficar parado, entediante e sem ação, sem nada que desperte o interesse, ou traga de volta a atenção do espectador com a mesma intensidade. Podemos ver um belo trabalho de transformação corporal, para a encarnação dos personagens isolados no mar : Louis Zamperini (Jack O'Connell), Russell Allen 'Phil' Phillips (Domhnall Gleeson) e John Fitzgerald (Garrett Hedlund) superaram os limites dos seus corpos, e realmente é de tirar o chapéu. Depois o filme muda totalmente o rumo, da metade para o final, ficando o mais clichê possível, com personagens coadjuvantes desnecessários, frases mal colocadas, forçando um drama, com cenas que tentam emocionar o espectador, mas acabam não gerando nenhum tipo de emoção. Contamos com uma péssima atuação de Miyavi (Mutsushiro Watanabe) que participa de uma das principais cenas do filme, um momento de redenção do protagonista. Aquele era para ser um momento emocionante, que envolvesse o público, mas terminou sendo, uma mistura de exagero constrangimento e algo forçado, em que eu não consigo descrever com palavras. Sinceramente eu fiquei com vontade de rir, do quase choro de Miyavi. De forma geral o filma apresenta sim bons momentos, como a filmagem, o tema que deveria ser levado com mais frequência as telonas, mas faltou uma história em que flua bem, que empolgue a quem está assistindo, e que o público possa se identificar melhor com os personagens. Não conseguiu se manter a altura em que estava no primeiro ato e terminou se afundando.
O melhor de um filme é seu final. E é neste momento, quando acaba, com a mensagem ainda "quente", que é bom de opinar. O final deste filme, em especial, guarda uma surpresa, porque ele não é como qualquer filme, em que o final se pode prever. Aqui, além da surpresa em si, a mensagem trazida é imbatível, insuperável. Assista, você não perderá seu tempo. E, claro, se deixe tocar pela mensagem...
Baseado numa história real, este drama de guerra não empolga como deveria. Até que ponto um drama não empolgar o público é ruim? Até o ponto que o público não compra a ideia porque não se identifica ou se emociona com o personagem principal e suas situações. É isso que faz como que o público se apaixone ou se revolte, enfim reaja ao que está vendo. Esse é o maior problema deste filme. No mais a fotografia está lá, tem bons atores, (com exceção do tenente japonês), uma direção bem intencionada, para retratar a trama real do campeão olímpico Louis Zamperini. Curiosidade. Segundo longa-metragem da atriz Angelina Jolie. O primeiro, Na Terra de Amor e Ódio, foi uma produção pequena e pouco vista. Nota do público: 7.2 (IMDB) Nota dos críticos: 51%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $115 milhões Mundo - $163 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
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