Invencível
Média
4,3
1080 notas

93 Críticas do usuário

5
29 críticas
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25 críticas
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7 críticas
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Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de novembro de 2024
Esta é uma inspiradora história de sobrevivência, contada de forma envolvente e verdadeira. A ambientação do filme é muito legal, tanto em terra, quanto na água. A fotografia não deixa a desejar e as atuações são muito sinceras.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de novembro de 2015
Não li o livro, mas curti muito o filme e a história de superação do Zamperini. Começa com muita ação, depois tem bastante drama e a luta pela sobrevivência. Gostei e recomendo!
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2019
Invencível é um bom filme. Você se identifica pelo personagem e torce por ele. O roteiro tem vários clichês, o que talvez seja o grande problema do filme, a trilha sonora também não é das melhores. As atuações no geral são boas, com exceção do general pássaro, é muito estranha.
Invencível ganha força por conta muito de sua linda história, poderia ser um filme muito melhor, a carreira de atleta de Louis é mal construída, e o ato da deriva com tubarões é bastante Hollywoodizado. No mais temos uma linda fotografia e uma ótima edição e mixagem de som. Invencível é um bom filme, é daqueles filmes que o público deve gostar muito e deve ficar sem entender o porquê de uma nota tão baixa da crítica especializada, em minha opinião, é um bom filme, que consegue transmitir sua mensagem e consegue nos prender na tela.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Um filme bem feito e direção apenas razoável. Um drama da segunda guerra, envolvendo os EEUU e o Japão. Feito com muito cuidado e com endereço certo, criar mais um herói e justificar as bombas atômicas jogadas no Japão e todas as barbaridades cometidas por suas tropas lá e em outros países. Com certeza é um filme da indústria de guerra daquele país. Fazer um filme de prisioneiros de guerra americanos é ser sádico e querer criar um trauma na sociedade americana. Provavelmente os prisioneiros inimigos que ficaram sobre o jugo dos americanos devem ter sofridos horrores piores que esses do filme. Se tiverem dúvidas leiam sobre a prisão de abul grhaib, no Iraque, onde os americanos torturavam seus prisioneiros. O filme é quase todo em cima do sofrimento de alguns militares americanos. Primeiro quando ficaram perdidos no mar por 45 dias. Depois quando foram resgatados por militares japoneses e levados para um campo de prisioneiros. Para piorar, o personagem principal, Louis Zamperini foi especialmente perseguido e tratado com crueldade por Watanabe, responsável pelo campo de prisioneiros. É claro que tudo isso é um exagero, embora com o rótulo de história real. Uma das cenas finais, quando Zamperine é obrigado a levantar um tronco de madeira, como castigo, a intenção era compará-lo com Jesus Cristo, carregando a cruz. Achei muita apelação.
Anderson A
Anderson A

28 seguidores 87 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de julho de 2015
FILMAÇO, diz tudo! Excelentes fotografias, cenários deslumbrantes, motivação, perseverança, tudo isso e muito mais, pois tem também a grata surpresa da Direção de ANGELINA JOLIE, que muitos criticaram,mas que na minha humilde opinião ela desbancou muitos estreantes de Direção. Claro que não podia deixar de citar, que sendo uma história real, nos motiva e ensina muita coisa, bela mensagem.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2015
Louis Zamperini foi salvo duas vezes. A primeira, quando ele era criança (e um menino problema na vizinhança onde residia), e seu irmão mais velho Pete (John D’Leo quando mais jovem e Alex Russell quando mais velho) enxergou o potencial na velocidade de Louie ao correr de policiais após se meter em encrencas, inscreveu-o na equipe de atletismo da escola, transformando-o, quando adolescente, num dos atletas mais rápido dos Estados Unidos – Louis chegou até mesmo a participar dos Jogos Olímpícos de 1936, em Berlim, na Alemanha, onde ele confirmou ser uma das grandes promessas do esporte.

A segunda vez foi já adulto, quando, no dia 08 de maio de 1945, foi formalizada a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, e Zamperini foi resgatado, com mais uma centena de prisioneiros de guerra, dos campos em que eles se encontravam na cidade de Tóquio, após anos de maus tratos sofridos pela tropa japonesa, que via aqueles prisioneiros como inimigos número um de seu país. É a essa história que assistiremos durante “Invencível”, segundo filme dirigido pela atriz Angelina Jolie.

Louis Zamperini (interpretado por C.J. Valleroy quando jovem, e por Jack O’Connell quando mais velho) se torna um prisioneiro de guerra quando o avião em que ele se encontrava para realizar uma missão de resgate cai em pleno mar. A luta constante de Louie é pela sobrevivência, uma vez que ele e mais dois amigos, Phil (Domhall Gleeson) e Mac (Finn Wittrock), ficam confinados em um bote salva-vidas, esperando pelo socorro que só chega após 47 dias em pleno mar.

Resgatado pela Marinha japonesa, e jogado nos campos de prisioneiros mantidos pelo país, sofrendo as maiores humilhações e atos de violência por parte do líder do campo (Takamasa Ishihara) que não vai com a sua cara, é nesse momento em que se destacam em Louis Zamperini a sua resiliência e a força com a qual ele enfrenta as adversidades que se colocam em seu caminho. É sem dúvida, uma história de vida inspiradora e heroica, claramente próxima ao coração de sua diretora Angelina Jolie.

Está claro durante os 137 minutos de “Invencível” o respeito e o cuidado que Jolie possui pela história de Zamperini. Por isso mesmo a decisão dela por enfatizar a força física e psicológica que Louie possuía e que, com certeza, foram fundamentais para ajudá-lo a sobreviver a tudo pelo que ele passou. Chama também a atenção no filme, o ótimo trabalho desenvolvido pelo jovem Jack O’Connell, que passa, de uma forma contida, muitas vezes expressa no olhar, todo o peso que Zamperini passou a carregar advindo das experiências que viveu. O fato de Louis Zamperini ter sobrevivido e ter transformado toda essa carga negativa em amor e perdão mostram que existe muito mais em comum entre ele e Angelina Jolie do que a gente pensa, por isso que ela quis contar essa história. De uma certa maneira, ela também foi salva.
João Baron
João Baron

29 seguidores 54 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2015
A história de Louie Zamperini (Jack O'Connell) é realmente impressionante. O veterano da 2ª Guerra merece o respeito de todos pelo que passou e pelo sentimento deixado para seus "inimigos" após as atrocidades sofridas. Uma grande história na mão de uma atriz brilhante, porém uma diretora iniciante. Angelina Jolie tinha uma uma ótima história de patriotismo nas mãos e um desafio imenso em transformar essa linda e triste história numa produção que rendessem louros para ela e toda a equipe envolvida. Ela até certo ponto conseguiu, mas faltou alguma coisa. Esse é o sentimento que eu e acredito que muitos sentiram após verem os créditos finais da película. O filme é extenso (até demais), a trilha sonora falha na maioria das vezes que não pode falhar, a fotografia é bela, assim como as atuações (com exceção do protagonista). O filme não é ruim, entretanto, em seu interior existem muitos clichês que poderiam ser diminuídos e até eliminados, o roteiro insiste em frases de efeito e de heroísmo, o que cairia bem em certos pontos, mas em outros nem tanto. Me surpreendeu as atuações do estreante Miyavi (o Pássaro) e de Domhnall Gleeson (Phil). Apesar de ter potencial na direção, faltou experiência para a nossa adorada Angie alcançar o que queria, o reconhecimento como uma convincente diretora e realizadora, acredito que com um pouco mais de tempo nessa nova função ela vai conseguir o que quer, porém nesta produção ela ainda deixou a desejar. Apesar das falhas, o longa emociona em algumas partes e não faz feio, mas poderia ter sido mais "tocante" pela história que foi desenvolvida. Contudo, acho que o verdadeiro "Zamp" gostou de ver sua história de superação, compaixão e força ser mostrada para todo o mundo nessa mediana produção de Hollywood. Uma merecida homenagem.
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de novembro de 2015
Sabe aquele filme que quando termina te faz chorar e repensar sobre o sentido da vida, Unbroken traduzido ao pé da letra inquebrável, Invencível conta a história de um jovem de origem italiana que cresce nos EUA, infância sofrida se torna atleta olímpico e vai para guerra lutar pelo seu país, passa por maus bocados até sofrer um acidente de avião e ficar mais de 50 dias no meio do oceano lutando contra a fome, sede e tubarões, e depois de tudo ser resgatados por tropas inimigas e se tornar prisioneiro de guerra, os japoneses tentaram quebrá lo, mais no fim de sua história o que eles conseguiram foram somente o seu perdão, dirigido pela Angelina Jolie e produzido pelos irmãos Coen um filme que se ensina muito sobre carácter e honra. ‪#‎Recomendo‬.
Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de maio de 2015
Excelente filme, ótimo trabalho, até entendo algumas cenas meios que nada haver como aquele japonês chorando. não ficou legal. Mais mana estraga disso estraga o filme. Realmente é um filme extraordinário, Angelina Jolie conseguiu passar com clareza a mensagem do filme. invencível, nunca desistir, e é suficiente para pararmos pra pensar como estamos vivendo nossas vidas tendo do bom e do melhor
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de janeiro de 2015
Filme de guerra muito bem feito, dirigido por Angelina e com história incrível, vale o espetáculo.
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