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Wellyton C.
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10 críticas
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2,0
Enviada em 22 de março de 2018
Uma palavra me resume esse filme decepção, sinal de que um bom diretor faz toda diferença, na minha opinião estragaram o filme pelo fato de não ter contado com bons atores, o filme está apenas legal típico daqueles filmes de sessão da tarde!
Nitidamente a tentativa de se tornar uma franquia. A história muito fraca, cheio de clichês, tentando ia criar uma fábrica de brinquedos para venda de fãs. Acho que não valeu nem o preço do ingresso. Decepcionado. Pois o primeiro foi muito bom e.
Regular! Em 2013, Guilherme Del Toro nos deu um filme de qualidade, mas agora, com uma mudança de direção, Círculo de Fogo: A Revolta tem uma qualidade inferior, mostrando que ter uma boa direção faz diferença. E não foi só a direção que mudou, alguns atores que fizeram o primeiro filme não fazem parte desse, como Charlie Hunnam. A história é regular mas cenas de ação são boas, principalmente a cena que os Jeagers lutam contra um enorme Kaiju, e, outra boa cena é entre um Jeager pirata e o Gypsy Avenger. Só aparecem 3 personagens do primeiro filme, que são a Mako, o Newton e o Dr. Herman. Não se explica o que aconteceu com o Raleigh, se ele está vivo ou morto e o que ele está fazendo. Para quem não lembra, Raleigh era o piloto do Gypsy Danger junto com seu irmão que morre. Ele sobrevive lutando com um Kaiju e então deixa de ser piloto. Após um tempo Stacker o localiza e o traz de volta para enfrentar os Kaijus. Ela vira parceira de Raleigh e eles junto com o Stacker vão até o ninho dos Kaijus para destruir. Eles conseguem mas o Stacker morre para salvar o mundo dos Kaijus, ou seja, não tinha motivos para o Raleigh não aparecer nesse longa. Ele só é citado em uma cena e isso é um dos grandes erros do filme. Outro grande erro do filme é não se aprofundar nos personagens, só jogá-los na trama. Os personagem que são desenvolvidos são o Jake Pentecost e a Amara. Jake é filho do Stacker e o longa quase não mostra como era sua relação com seu pai, só mostra que ele queria provar seu valor. Nesse filme se mostra como a Amara perdeu seus pais e por isso ela construiu um próprio Jeager a recrutam para o programa. O filme tem 1h 55 mim, ou seja é curto, assim fazendo algumas partes serem feito nas coxas, mas isso não seria necessário se o longa fosse maior, dando tempo para desenvolver os personagens. O longa perde a essência de Círculo de Fogo, que só é recuperada parcialmente no final do filme. O restante do longa é Jeager contra Jeager, parecendo um filme do Transformers onde é luta de robô contra robô, só que esse longa funciona melhor que o Transformers. O final do filme dá indício que terá uma continuação, pois no final o personagem de John Boyega fala que eles iram atrás dos Kaijus, para destrui- los para sempre. Se filmarem o terceiro filme, espero que recupere a essência de Círculo de Fogo, assim tendo chance de ter o mesmo nível do primeiro longa. Esse filme decepciona, pelo o primeiro ter sido muito bom. Eu não gostei muito desse filme, não recomendo!
O primeiro Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013) tinha no seu diretor Guilhermo Del Toro toda a identidade do filme. Del Toro é nerd como a gente que cresceu vendo filmes de monstros japoneses, animes e robôs gigantes!
Em sua concepção ele usou o termo “homenagem” para criar algo que era bem parecido com o que tínhamos visto na infância mais ideias próprias dele e ficou um filme bem legal!! Com ritmo, carisma, música tema viciante...era o começo desses filmes nostalgia que estamos vendo recentemente.
Bom o filme não fez sucesso na América mas no resto do mundo galera adorou e aí chegamos nessa continuação. Após 10 anos do sacrifício e vitória dos heróis anteriores, Jake Pentecost (John Boyega) filho do Stacker Pentecost (Idris Elba) não sabe como lidar com o legado do Pai e, diferente dele, não é um exemplo de militar. Virou um sucateiro de Jaeger até se esbarrar com a jovem Amara (Caliee Spaeny) e ambos acabam presos. Com um roteiro preguiçoso ao invés de ir para prisão Jake vira instrutor de novos cadetes e Amara vira uma nova cadete (sim, faz todo sentido isso #sqn). E durante uma conferencia um novo e misterioso Jaeger aparece e os ataca!!
Infelizmente Del Toro virou “apenas” produtor do longa...ele se afastou para fazer o seu filme de Oscar A Forma Da Água (The Shape of Water, se não viram ainda da tempo está nos cinemas novamente) e a direção ficou a cargo do estreante no cinema Steven S. DeKnight e talvez aí esteja o maior erro da continuação. O filme vira um Transformers com seus exageros, monstros sem alma, uma penca de robôs inúteis, personagens mal desenvolvidos, Deus EX Maquina para ca e para la. É uma galhofa pura!!
O embrião que tinha no primeiro de uma franquia interessante, o Evangellion Hollywoodiano, foi pro saco! Virou Transformers 2 saporra! Chato e longo para kct!! Nota 4,0!
Infelizmente este filme foi bem inferior ao primeiro. Repete os mesmos erros do primeiro e ainda acrescenta querendo ser um filme mais descolado. Infelizmente o elenco jovem tira qualquer seriedade do filme, assim como emoção, deixando o filme bobo. O ator principal e a atriz principal também não conseguem brilhar. As batalhas também são bem inferiores ao primeiro. Resumindo, é um filme que não consegue empolgar em nenhum momento.
Cria da tremenda criatividade em abusar de elementos diversificados, Círculo de Fogo mais uma vez deu destaque ao diretor Guillermo del Toro ao buscar manter o cinemão sempre em alta pelas histórias puramente focadas no entretenimento. Na continuação do sucesso de 2013, del Toro atua apenas como produtor, talvez reflexo do resultado mediano da segunda parte desta franquia de robôs.
Tendo como base de sustentação os investimentos cada vez mais presentes em tecnologias de combate em grande escala e capazes de render menores riscos aos seus "condutores", o filme traz o proeminente filho de Stacker Pentecost (Idris Elba): Jake (John Boyega), colocado em condicional para liderar uma equipe de pilotos dos grandes Jaegers que, agora precisam enfrentar um vilão com habilidades similares, mas propensos a escolhas duvidosas. A narrativa tem cara de sessão da tarde e pouco incentiva o cérebro a funcionar, mantendo a atração exclusivamente voltada para a ação e efeitos visuais caprichados, nada mais.
Apenas para fãs de Jaspion e Power Rangers. É um filme de luta entre robôs gigantes para salvar o mundo. Bons gráficos e efeitos especiais, mas um filme muito bobo. Gosto de filmes de ação, mas este foi perda de tempo.
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