Círculo de Fogo: A Revolta
Média
3,2
579 notas

53 Críticas do usuário

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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de abril de 2018
Filho de Stacker Pentecost, responsável pelo comando da rebelião Jaeger, Jake Pendergast era um promissor piloto do programa de defesa, mas abandonou o treinamento e entrou no mundo do crime. Quando uma nova ameaça aparece, Mako Mori assume o lugar que era do pai no comando do grupo Jaeger e precisa reunir uma série de pilotos. Ela procura o irmão Jake e decide lhe oferecer uma segunda chance para ajudar no combate e provar seu valor.

tinha até que gostado do primeiro filme e da mesma forma como esse segundo Achei um filme mediano nada muito surpreendente e nesse ainda teve ainda uma pegada de Transformers no geral foi um filme médio⭐⭐⭐
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de março de 2018
Concluo que o primeiro é mais adulto e essa sequência mais infanto-juvenil. Mas de todo modo, é um bom filme, bastante ação, bela edição de som e boa trilha sonora. Não chega a ser favorito como o primeiro, mas sim vale a diversão.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de março de 2018
Diverte até diverte um pouco, tem efeitos impressionantes e limpos, mas perdeu toda a essência criada por del Toro no primeiro longa de 2013.

critica completa no link abaixo, só juntar a url:
http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/03/cinema-463 -circulo-de-fogo-revolta. html
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de julho de 2018
Cria da tremenda criatividade em abusar de elementos diversificados, Círculo de Fogo mais uma vez deu destaque ao diretor Guillermo del Toro ao buscar manter o cinemão sempre em alta pelas histórias puramente focadas no entretenimento. Na continuação do sucesso de 2013, del Toro atua apenas como produtor, talvez reflexo do resultado mediano da segunda parte desta franquia de robôs.

Tendo como base de sustentação os investimentos cada vez mais presentes em tecnologias de combate em grande escala e capazes de render menores riscos aos seus "condutores", o filme traz o proeminente filho de Stacker Pentecost (Idris Elba): Jake (John Boyega), colocado em condicional para liderar uma equipe de pilotos dos grandes Jaegers que, agora precisam enfrentar um vilão com habilidades similares, mas propensos a escolhas duvidosas. A narrativa tem cara de sessão da tarde e pouco incentiva o cérebro a funcionar, mantendo a atração exclusivamente voltada para a ação e efeitos visuais caprichados, nada mais.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de julho de 2018
Se o primeiro filme tinha tudo para dar errado mas graças ao competente Guillermo del Toro foi um filmaço, este não consegue nem de perto manter o nível. O roteiro é fraco, a fotografia é muito clara, os efeitos visuais são ótimos mas as cenas de lutas do primeiro são mais criativas. Creio que tenha faltado mais audácia ao diretor DeKnight, faltou aquela batalha a ser lembrada, como a cena do barco no primeiro filme, talvez seja pelo fato do diretor estar acostumado ao clima mais fechado da TV onde trabalha com mais frequência.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de abril de 2018
Eu gostei, o filme cumpre oq promete, tem muita ação e boa lutas, e é bem entrentido, roteiro não muito expressivo, mas é bem executado, fugiram um pouco da Drama, mas também não apelaram para a comédia, enfim o bom filme de efeitos especiais.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de dezembro de 2018
"Círculo de Fogo: A Revolta, é um filme mais para entretenimento do que uma obra da sétima arte".

Para quem adora efeitos visuais arrojados, muito barulho e destruição, ta aí um filme perfeito para ser assistido.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de setembro de 2018
Hoje dia de assistir à continuação de um filme que poderia ser somente uma cópia dos seriados japoneses com robôs gigantes, mas que se saiu muito bem e realmente merecia uma continuação, mas só foi mudar o diretor, que parece que toda a empolgação do primeiro filme foi para o esgoto com essa troca. O começo do filme mostra um clima muito diferente do primeiro filme, toda a luta pela sobrevivência, a esperança da humanidade, foi trocada por um conjunto de adolescente quase bizarros, num futuro apocalíptico besta e sem nenhuma ligação com o primeiro filme, se a garra da humanidade foi uma das grandes chaves do primeiro filme, aqui se mostrou um mundo quase feito por gente idiota. Logo depois do primeiro ato, o protagonista, e o roteiro se voltam aos robôs gigantes, ou quase isso. Com uma boa justificativa, os robôs não são mais necessários, e o filme foca muito nas relações pessoais, com alguns dramas, mortes e reinvenções, dando outro sentido ao filme, fugindo quase completamente da sensação de sobrevivência, parecia ser mais um filme de evolução tecnológica, até mesmo a parte de ação e aventura parece ter sido trocado por um drama de gente com medo dessa evolução. Na metade do filme o filme finalmente lembra que os Kaijus eram importantes para a história, mesmo assim, a ideia é porcamente mal encaixada, deixando a ideia de perigo gerada por eles de lado. Em muitos momentos o filme tenta repetir as cenas do primeiro, e como falta emoção e contexto, nada fica bem encaixado, parecendo uma cópia muito malfeita do primeiro, do que uma continuação. A história da uma reviravolta interessante no seu final, mesmo que sejam com personagens muito secundários e com menos identificação, fez algum sentido. Logo o protagonista se torna uma espécie de herói (até os 15 minutos finais era difícil ele ser algo interessante no filme) e a luta final parece uma mistura de Power Rangers com Godzilla, com direito a uma cópia bem avacalhada de fusão para formar algo maior, se a coisa era bem ruim, aqui o clímax foi uma coisa bem pior do que poderia se imaginar. Até mesmo a grande vitória final é bem ruim de sentir uma empolgação, tanto pela ideia de perigo, quando pelos personagens, era melhor terminar logo do que esperar mais coisas ruins que poderiam aparecer. No geral, um filme que não gera uma sensação de continuação, o roteiro reinventa muita coisa sem o menor sentido, vários pontos que o primeiro mostra são completamente esquecidos, dando lugar a uma espécie de Power Rangers de adolescentes revoltados, se A Revolta do título quis dizer algo, não é nada em relação aos Jaegers, Kaijus ou associado a alguma ideia do primeiro filme.

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Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de agosto de 2020
Continuação mudou pela metade o conceito que o Círculo de Fogo tinha construído ao longo da primeira parte. Desde vez vimos Kaiju se tornar um vírus capaz de infectar os gigantes Robôs e transmutar para outra forma. Uai! Lembrei-me de Digimon é coincidência ou não. Deixo meu ponto positivo para luta de robôs que são bem coreografadas e a imagem bem nítida. Vale a pena assistir na tela Imax. Não sei explicar o motivo do fracasso deste filme que faturou menos quo o original.
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de novembro de 2019
Apenas para fãs de Jaspion e Power Rangers. É um filme de luta entre robôs gigantes para salvar o mundo. Bons gráficos e efeitos especiais, mas um filme muito bobo. Gosto de filmes de ação, mas este foi perda de tempo.
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