Círculo de Fogo: A Revolta
Média
3,2
579 notas

53 Críticas do usuário

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Vinícius M.
Vinícius M.

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2,0
Enviada em 26 de março de 2018
O primeiro Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013) tinha no seu diretor Guilhermo Del Toro toda a identidade do filme. Del Toro é nerd como a gente que cresceu vendo filmes de monstros japoneses, animes e robôs gigantes!

Em sua concepção ele usou o termo “homenagem” para criar algo que era bem parecido com o que tínhamos visto na infância mais ideias próprias dele e ficou um filme bem legal!! Com ritmo, carisma, música tema viciante...era o começo desses filmes nostalgia que estamos vendo recentemente.

Bom o filme não fez sucesso na América mas no resto do mundo galera adorou e aí chegamos nessa continuação. Após 10 anos do sacrifício e vitória dos heróis anteriores, Jake Pentecost (John Boyega) filho do Stacker Pentecost (Idris Elba) não sabe como lidar com o legado do Pai e, diferente dele, não é um exemplo de militar. Virou um sucateiro de Jaeger até se esbarrar com a jovem Amara (Caliee Spaeny) e ambos acabam presos. Com um roteiro preguiçoso ao invés de ir para prisão Jake vira instrutor de novos cadetes e Amara vira uma nova cadete (sim, faz todo sentido isso #sqn). E durante uma conferencia um novo e misterioso Jaeger aparece e os ataca!!

Infelizmente Del Toro virou “apenas” produtor do longa...ele se afastou para fazer o seu filme de Oscar A Forma Da Água (The Shape of Water, se não viram ainda da tempo está nos cinemas novamente) e a direção ficou a cargo do estreante no cinema Steven S. DeKnight e talvez aí esteja o maior erro da continuação. O filme vira um Transformers com seus exageros, monstros sem alma, uma
penca de robôs inúteis, personagens mal desenvolvidos, Deus EX Maquina para ca e para la. É uma galhofa pura!!

O embrião que tinha no primeiro de uma franquia interessante, o Evangellion Hollywoodiano, foi pro saco! Virou Transformers 2 saporra! Chato e longo para kct!! Nota 4,0!
Charly L.
Charly L.

10 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de março de 2018
Gostei muito do filme. É um filme de ação, portanto, não deve-se esperar um filme intenso, etc. É ótimo para uma ida no cinema para diversão. As cenas de ação são muito boas.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

22 seguidores 139 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de abril de 2025
Infelizmente este filme foi bem inferior ao primeiro. Repete os mesmos erros do primeiro e ainda acrescenta querendo ser um filme mais descolado. Infelizmente o elenco jovem tira qualquer seriedade do filme, assim como emoção, deixando o filme bobo. O ator principal e a atriz principal também não conseguem brilhar. As batalhas também são bem inferiores ao primeiro. Resumindo, é um filme que não consegue empolgar em nenhum momento.
jolamaria
jolamaria

8 seguidores 9 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de março de 2018
Não perca seu tempo nem seu dinheiro.
Historia muita fraca!! Tem mais drama do que ação!! Uma continuação totalmente desnecessária!!!
Guilherme A.
Guilherme A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de março de 2018
Esse diretor estragou o filme . No primeiro filme era bem melhor não tem comparação com esse filme . Estou arrependito com esse filme!
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de agosto de 2020
Continuação mudou pela metade o conceito que o Círculo de Fogo tinha construído ao longo da primeira parte. Desde vez vimos Kaiju se tornar um vírus capaz de infectar os gigantes Robôs e transmutar para outra forma. Uai! Lembrei-me de Digimon é coincidência ou não. Deixo meu ponto positivo para luta de robôs que são bem coreografadas e a imagem bem nítida. Vale a pena assistir na tela Imax. Não sei explicar o motivo do fracasso deste filme que faturou menos quo o original.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de julho de 2018
Cria da tremenda criatividade em abusar de elementos diversificados, Círculo de Fogo mais uma vez deu destaque ao diretor Guillermo del Toro ao buscar manter o cinemão sempre em alta pelas histórias puramente focadas no entretenimento. Na continuação do sucesso de 2013, del Toro atua apenas como produtor, talvez reflexo do resultado mediano da segunda parte desta franquia de robôs.

Tendo como base de sustentação os investimentos cada vez mais presentes em tecnologias de combate em grande escala e capazes de render menores riscos aos seus "condutores", o filme traz o proeminente filho de Stacker Pentecost (Idris Elba): Jake (John Boyega), colocado em condicional para liderar uma equipe de pilotos dos grandes Jaegers que, agora precisam enfrentar um vilão com habilidades similares, mas propensos a escolhas duvidosas. A narrativa tem cara de sessão da tarde e pouco incentiva o cérebro a funcionar, mantendo a atração exclusivamente voltada para a ação e efeitos visuais caprichados, nada mais.
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de novembro de 2019
Apenas para fãs de Jaspion e Power Rangers. É um filme de luta entre robôs gigantes para salvar o mundo. Bons gráficos e efeitos especiais, mas um filme muito bobo. Gosto de filmes de ação, mas este foi perda de tempo.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de julho de 2018
Se o primeiro filme tinha tudo para dar errado mas graças ao competente Guillermo del Toro foi um filmaço, este não consegue nem de perto manter o nível. O roteiro é fraco, a fotografia é muito clara, os efeitos visuais são ótimos mas as cenas de lutas do primeiro são mais criativas. Creio que tenha faltado mais audácia ao diretor DeKnight, faltou aquela batalha a ser lembrada, como a cena do barco no primeiro filme, talvez seja pelo fato do diretor estar acostumado ao clima mais fechado da TV onde trabalha com mais frequência.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de setembro de 2018
Hoje dia de assistir à continuação de um filme que poderia ser somente uma cópia dos seriados japoneses com robôs gigantes, mas que se saiu muito bem e realmente merecia uma continuação, mas só foi mudar o diretor, que parece que toda a empolgação do primeiro filme foi para o esgoto com essa troca. O começo do filme mostra um clima muito diferente do primeiro filme, toda a luta pela sobrevivência, a esperança da humanidade, foi trocada por um conjunto de adolescente quase bizarros, num futuro apocalíptico besta e sem nenhuma ligação com o primeiro filme, se a garra da humanidade foi uma das grandes chaves do primeiro filme, aqui se mostrou um mundo quase feito por gente idiota. Logo depois do primeiro ato, o protagonista, e o roteiro se voltam aos robôs gigantes, ou quase isso. Com uma boa justificativa, os robôs não são mais necessários, e o filme foca muito nas relações pessoais, com alguns dramas, mortes e reinvenções, dando outro sentido ao filme, fugindo quase completamente da sensação de sobrevivência, parecia ser mais um filme de evolução tecnológica, até mesmo a parte de ação e aventura parece ter sido trocado por um drama de gente com medo dessa evolução. Na metade do filme o filme finalmente lembra que os Kaijus eram importantes para a história, mesmo assim, a ideia é porcamente mal encaixada, deixando a ideia de perigo gerada por eles de lado. Em muitos momentos o filme tenta repetir as cenas do primeiro, e como falta emoção e contexto, nada fica bem encaixado, parecendo uma cópia muito malfeita do primeiro, do que uma continuação. A história da uma reviravolta interessante no seu final, mesmo que sejam com personagens muito secundários e com menos identificação, fez algum sentido. Logo o protagonista se torna uma espécie de herói (até os 15 minutos finais era difícil ele ser algo interessante no filme) e a luta final parece uma mistura de Power Rangers com Godzilla, com direito a uma cópia bem avacalhada de fusão para formar algo maior, se a coisa era bem ruim, aqui o clímax foi uma coisa bem pior do que poderia se imaginar. Até mesmo a grande vitória final é bem ruim de sentir uma empolgação, tanto pela ideia de perigo, quando pelos personagens, era melhor terminar logo do que esperar mais coisas ruins que poderiam aparecer. No geral, um filme que não gera uma sensação de continuação, o roteiro reinventa muita coisa sem o menor sentido, vários pontos que o primeiro mostra são completamente esquecidos, dando lugar a uma espécie de Power Rangers de adolescentes revoltados, se A Revolta do título quis dizer algo, não é nada em relação aos Jaegers, Kaijus ou associado a alguma ideia do primeiro filme.

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