Livre
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4,1
604 notas

43 Críticas do usuário

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Willian M.
Willian M.

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3,0
Enviada em 16 de março de 2015
Diretor: Jean-Marc Valleé

Ator/Atriz: Reese Witherspoon

“Usei drogas e sexo como consolo para dor.”

Na bem da verdade, essa história de sair para natureza para se encontrar ou refletir, não soa bem aos MEUS ouvidos. Na bem da verdade, esse filme é bem parecido com outros dois filmes: Na natureza selvagem e 127 horas, esses dois também biográficos. Em comparação a esses dois filmes, a história de Cheryl Strayed se diferencia em um aspecto, e acredito que faça toda a diferença, os porquês.

Entendam, Na natureza Selvagem e 127 horas são filmes onde os protagonistas adoram ir para a natureza, curtem a natureza, procuram a natureza. Diferentemente desses dois exemplos, Cheryl tropeça na natureza.

Sua mãe sempre foi seu ponto seguro, sempre foi seu norte. Após a morte de sua mãe, Cheryl entrou numa onda de autodestruição, que inclui drogas pesadas, sexo com estranhos e prostituição. Tudo que tinha de mais seguro, mais certo, se esvaiu junto com a vida de sua mãe. Então, após se entregar a esse declínio destrutivo de sua vida, Cheryl tenta retomar tudo que se perdeu junto com a morte de sua mãe, através dessa travessia.

Foi aí que a protagonista desse filme tropeça no inesperado. Nessa busca por amadurecimento e superar conflitos internos. Foi o recomeço nesses 1770 km.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse filme foi como ele foi montado, de forma que a história de Cheryl é contada em fragmentos de memórias em desordem, e o mais interessante para eu é que, as memórias não surgem como o algo normal ou simples que vem quando você senta na sacada de sua casa para refletir ou quando você fica 5min a olhar para o horizonte, não.

As memórias vêm em pequenas situações que nos remete a outro estado, partida de um gesto, de um cheiro, de uma música ou de uma simples forma. Essa é a melhor coisa do filme, pois nos remete a outro estado, o estado de realismo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de setembro de 2025
Reese está ótima numa filme sobre descoberta e mudança de vida em meio a tantas decepções e dor! Talvez. Roteiro pudesse ser mais abrangente e ao mesmo tempo integrante, mas peça pelo seu desenvolvimento.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2018
O que chama mais atenção no filme é realmente a determinação da personagem, que mesmo aos desafios conseguiu cumprir seu objetivo.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de março de 2015
Se Cheryl Strayed (Reese Witherspoon, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz), personagem principal do filme “Livre”, dirigido por Jean-Marc Vallèe, tivesse uma frase de cabeceira, com certeza, seria: “Perder-se também é caminho”, de Clarice Lispector. Essa afirmativa resume muito bem a jornada pela qual ela vai passar no decorrer do longa, que acompanha a personagem enquanto ela se aventura, totalmente sozinha, pela Pacific Crest Trail, trilha que possui um total de 4620km e se estende da fronteira dos Estados Unidos com o México até a fronteira deste país com o Canadá.

Da mesma maneira, existe muito de Cheryl no sobrenome que ela adotou após se divorciar de Paul (Thomas Sadoski). A palavra strayed, em inglês, significa extraviado. E foi justamente isso que acabou acontecendo com Cheryl após a morte de sua mãe, Bobbi (Laura Dern, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz Coadjuvante): ela perdeu o contato consigo mesma, passando a vivenciar o seu luto com um comportamento inconsequente, que incluía o vício em heroína e a infidelidade constante ao marido.

O que leva, então, uma pessoa que tem uma vida completamente abusiva a deixar tudo para trás para embarcar, sem experiência passada nesse tipo de situação, para uma aventura solitária em uma das trilhas mais inóspitas existentes nos Estados Unidos? É a essa pergunta que “Livre” tenta responder. Existe dentro de Cheryl um desejo forte e, talvez, mais inconsciente: os 4620km da Pacific Crest Trail representam, para ela, um caminho de penitência, em que ela, além de se permitir vivenciar a dor física do luto que ela negou dentro de si, encontra no contato puro e profundo com a natureza o reencontro consigo mesma e com a pessoa que ela era antes de ela se perder de si.

É uma história que tem um quê filosófico, mas que, na sua essência, nos deixa uma mensagem muito bonita de recomeço e que está relacionada diretamente com uma frase linda de Chico Xavier que diz que: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Foi isso que Cheryl se permitiu: recriar a sua história. Acompanhar esse caminho dela de (re)descobertas, por meio da atuação natural e de entrega de Reese Witherspoon, é inspirador.
Rogério V
Rogério V

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de maio de 2015
Bom filme. Mostra que as vezes precisamos nos desafiarmos para encontrar nosso verdadeiro eu.Para muitos esse filme ou vão gostar ou odia -lo.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
Um filme legal, mas tinha atriz e historia pra ir muito mais longe, para mim não apresentou nenhuma novidade e foi menor que os filmes similares....acho que faltou direção.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de junho de 2016
Músicas nostálgicas embalam filme retratando a trilha de peregrinação de Cheryl Strayed, com lindas atuações de Reese Witherspoon e Laura Dern.
Leandro C.
Leandro C.

20 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Boa atuação para Reese Witherspoon, mas não acho que mereça o Oscar. Fotografia incrível! Roteiro bem adaptado. O filme traz ótimas reflexões pessoais! Sai do monótono ao retratar a história com flashbacks do passado da personagem!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Filme de jornada, repensar a vida, mas essa trilha a PCT é bem interessante, é o que mais chama a atenção, Reese bem, não entendo Lauro Dern ser indicada, sua personagem mal aparece e quando aparece nos flashbacks é rapidamente e com cara de boba, mas no geral é um filme interessante de se assistir, parece documentário do Discovery Channel.
Felipe N.
Felipe N.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2015
Filme bem parado,mas creio eu que conseguiu passar a mensagem sobre a importância do autoconhecimento...
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