Livre
Média
4,1
604 notas

43 Críticas do usuário

5
8 críticas
4
15 críticas
3
15 críticas
2
2 críticas
1
2 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Lilia C.
Lilia C.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2015
Muito bom o filme. Encaixa em alguns pontos da vida.
Thomaz d.
Thomaz d.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de maio de 2015
O filme é inspirador e profundo. A edição cansa um pouco por ser muito picada e não linear e poderia haver recursos para orientar melhor o espectador sobre para "quando" fomos mas faz sentido quando se saca o paralelo com a "bagunça" da vida dela.
Reese está excelente e esquecemos que ela já fez papel de mocinha bonita antes. Está crua, real, sem maquiagem e sofrida.
É uma obra de reflexão e admiração.
Lembrar que é uma história real, traz uma nova camada de respeito ao que se passa na tela.
Felipe N.
Felipe N.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2015
Filme bem parado,mas creio eu que conseguiu passar a mensagem sobre a importância do autoconhecimento...
Lucas Augusto Campos
Lucas Augusto Campos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Leia a crítica do filme LIVRE no link do blog a seguir:
Olivia S
Olivia S

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de março de 2015
Boa atuação da Reese. Uma história de superação. Fazer essa trilha é pra poucos. Eu não teria coragem.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de março de 2015
Se Cheryl Strayed (Reese Witherspoon, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz), personagem principal do filme “Livre”, dirigido por Jean-Marc Vallèe, tivesse uma frase de cabeceira, com certeza, seria: “Perder-se também é caminho”, de Clarice Lispector. Essa afirmativa resume muito bem a jornada pela qual ela vai passar no decorrer do longa, que acompanha a personagem enquanto ela se aventura, totalmente sozinha, pela Pacific Crest Trail, trilha que possui um total de 4620km e se estende da fronteira dos Estados Unidos com o México até a fronteira deste país com o Canadá.

Da mesma maneira, existe muito de Cheryl no sobrenome que ela adotou após se divorciar de Paul (Thomas Sadoski). A palavra strayed, em inglês, significa extraviado. E foi justamente isso que acabou acontecendo com Cheryl após a morte de sua mãe, Bobbi (Laura Dern, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz Coadjuvante): ela perdeu o contato consigo mesma, passando a vivenciar o seu luto com um comportamento inconsequente, que incluía o vício em heroína e a infidelidade constante ao marido.

O que leva, então, uma pessoa que tem uma vida completamente abusiva a deixar tudo para trás para embarcar, sem experiência passada nesse tipo de situação, para uma aventura solitária em uma das trilhas mais inóspitas existentes nos Estados Unidos? É a essa pergunta que “Livre” tenta responder. Existe dentro de Cheryl um desejo forte e, talvez, mais inconsciente: os 4620km da Pacific Crest Trail representam, para ela, um caminho de penitência, em que ela, além de se permitir vivenciar a dor física do luto que ela negou dentro de si, encontra no contato puro e profundo com a natureza o reencontro consigo mesma e com a pessoa que ela era antes de ela se perder de si.

É uma história que tem um quê filosófico, mas que, na sua essência, nos deixa uma mensagem muito bonita de recomeço e que está relacionada diretamente com uma frase linda de Chico Xavier que diz que: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Foi isso que Cheryl se permitiu: recriar a sua história. Acompanhar esse caminho dela de (re)descobertas, por meio da atuação natural e de entrega de Reese Witherspoon, é inspirador.
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
"Livre", recebeu duas indicações ao Oscar 2015. Uma, exagerada, a outra, talvez não. Reese Witherspoon concorre a melhor atriz (prêmio que já ganhou com "Johnny e June"). Sua personagem, Cheryl Strayed, ninguém menos que a protagonista, tem sim seu charme e carrega o filme nas costas. Sim, Witherspoon foi bem no papel. Mas longe, muito longe de uma atuação extraordinária. Indicação exagerada. Laura Dern concorre a melhor atriz coadjuvante. A indicação é justa, o prêmio, se conseguir, será também exagerado.
O filme como um todo é morno e niilista. Morno porque mesmo as cenas mais intensas não chegam a chocar ou emocionar, tudo é apresentado com flashes rápidos. De explícito mesmo apenas a nudez de Witherspoon, mas também de forma rápida. Sem grandes emoções, um filme que tenta reunir tudo em um só (suspense, romance, drama, comédia) e acaba não sendo nada. Até mesmo o relacionamento familiar é um raspão na história. E niilista porque, ao contrário do que legitimamente se esperaria, acaba sendo vazio. A moral é: se você tem problemas, jogue tudo para o alto e fuja deles (!). Uma decepção para um filme que tentou flertar com o cult sucesso de bilheteria. Não é ruim, mas está distante de ser bom.
Celso C.
Celso C.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Um filme extremamente: Não sei porque fizeram!
Todo mundo está perdido nele. Principalmente quem assiste.
A protagonista na estrada que não sabe bem porque, o que ou para onde esta indo ou tentando ir.
O Diretor que, acredito, achava que estava fazendo um grande filme, estava igualmente perdido.
Todos os caminhos levam para um nada que se repete todo momento.
Um tédio, nos primeiros 20 minutos tentei me suicidar 2 vezes!
Joguei minha cerveja e meus petiscos no lixo.
spoiler: Tirando a cena do hotel com a tentativa da protagonista em levantar as tralhas e colocá-las nas costas
, o resto e tédio, tédio, tédio.
A fotografia vale pelo que vale.
Música tediosa do começo ao fim.
Resumindo: Um filme para que ainda está com dúvida no suicídio, seja ele qual for, no álcool, nas drogas, num buraco de golf, dentro de um cano de esgoto, chingando a sogra.
Na metade do filme já tinha colocado na mente que se alimentar é uma grande besteira e eu posso viver sem comer ou beber alguma coisa por anos.
Se você tiver coragem e paciência eu recomendo: assista.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de março de 2015
Diretor: Jean-Marc Valleé

Ator/Atriz: Reese Witherspoon

“Usei drogas e sexo como consolo para dor.”

Na bem da verdade, essa história de sair para natureza para se encontrar ou refletir, não soa bem aos MEUS ouvidos. Na bem da verdade, esse filme é bem parecido com outros dois filmes: Na natureza selvagem e 127 horas, esses dois também biográficos. Em comparação a esses dois filmes, a história de Cheryl Strayed se diferencia em um aspecto, e acredito que faça toda a diferença, os porquês.

Entendam, Na natureza Selvagem e 127 horas são filmes onde os protagonistas adoram ir para a natureza, curtem a natureza, procuram a natureza. Diferentemente desses dois exemplos, Cheryl tropeça na natureza.

Sua mãe sempre foi seu ponto seguro, sempre foi seu norte. Após a morte de sua mãe, Cheryl entrou numa onda de autodestruição, que inclui drogas pesadas, sexo com estranhos e prostituição. Tudo que tinha de mais seguro, mais certo, se esvaiu junto com a vida de sua mãe. Então, após se entregar a esse declínio destrutivo de sua vida, Cheryl tenta retomar tudo que se perdeu junto com a morte de sua mãe, através dessa travessia.

Foi aí que a protagonista desse filme tropeça no inesperado. Nessa busca por amadurecimento e superar conflitos internos. Foi o recomeço nesses 1770 km.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse filme foi como ele foi montado, de forma que a história de Cheryl é contada em fragmentos de memórias em desordem, e o mais interessante para eu é que, as memórias não surgem como o algo normal ou simples que vem quando você senta na sacada de sua casa para refletir ou quando você fica 5min a olhar para o horizonte, não.

As memórias vêm em pequenas situações que nos remete a outro estado, partida de um gesto, de um cheiro, de uma música ou de uma simples forma. Essa é a melhor coisa do filme, pois nos remete a outro estado, o estado de realismo.
Leandro C.
Leandro C.

20 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Boa atuação para Reese Witherspoon, mas não acho que mereça o Oscar. Fotografia incrível! Roteiro bem adaptado. O filme traz ótimas reflexões pessoais! Sai do monótono ao retratar a história com flashbacks do passado da personagem!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa