Livre
Média
4,1
604 notas

43 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 21 de setembro de 2015
Quantos filmes já vimos com essa temática de caminhada ao ar livre,aventura solitária.Mas algo é novo em "Livre".Temos uma protagonista feminina.Resee Whiterspoon desde que atuou em "Johnny & June" não faz algo tão brilhante assim.Aqui,ela tem um espaço totalmente pra si.Grita,chora,sofre...tudo com perfeição,digna de ser indicada ao Oscar.Acompanhamos uma história impressionante,de como uma mulher foi levada a fazer aquilo,(já que o filme é baseado em fatos reais).Viajamos juntos em seus pensamentos,desde sua infância sofrida,ao lado da mãe e irmão,até sua separação com namorado infiel.Ao longo do caminho Cheryl (Resee),encontra sim outros personagens,de fato acaba sendo algo esporádico,sem muita ação na mudança da história.Além de atuar,Resee produz o longa,viveu horas intensas pesquisando passo a passo sobre o acontecimento.E não esquecendo,temos a ótima direção de Jean-Marc Vallée,o mesmo de "Clube de Compras Dallas".Fotografia,trilha sonora e filme de um personagem só,recomendadíssimo.

-Filme assistido em 21 de Setembro de 2015- Nota 8
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de outubro de 2015
Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico. Muito Bom , Livre tem uma Boa Trilha Sonora , Boa Historia ,o Filme e Tenso , Reese Witherspoon esta Excelente Nesse Filme , Recomendo Nota 9.0
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Um bom filme, bem feito e dirigido. Reese Witherspoon está muito bem. Um drama e aventura pessoal de uma mulher que procura respostas na solidão da caminhada de 90 dias por locais inóspitos dos EEUU. O enredo ficou legal, a medida que ela avança em sua caminhada, flashes de sua vida, de seus erros e suas dores e perdas, vão acontecendo. Vale a pena.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Reese Witherspoon foi a vencedora do Oscar 2006 por "Johnny & June / Walk the Line" de 2005 e quase dez anos depois obtém sua segunda indicação ao apresentar sua melhor performance como atriz até o momento. É quase impossível assistir "Livre / Wild" de 2014 e não comparar com "Na Natureza Selvagem / Into the Wild" de 2007, mas o mais recente, além de conseguir ser "Girl Power", talvez tenha mais conteúdo social na bagagem. O diretor Jean-Marc Vallée, que em 2013 dirigiu "Clube de Compras Dallas / Dallas Buyers Club", rendendo prêmios de melhor ator e coadjuvante para Matthew McConaughey e Jared Leto, neste ano pode ser que emplaque um prêmio da academia para uma atriz principal.

O filme é a cinebiografia de um período da vida de Cheryl Strayed, que após o falecimento da mãe - interpretada por Laura Dern em uma atuação inspirada - começou a levar um modo de vida autodestrutivo. Após trair o marido, Paul (Thomas Sadoski) com diversos homens, utilizar heroína e suspeitar estar grávida de um pai desconhecido, ela resolve radicalizar para se livrar desta fase. Decide percorrer sozinha 1.800 km da Pacific Crest Trail, trilha que se estende da fronteira dos estados unidos com o México até o limite com o Canadá.

Poucos afirmariam que os prêmios recebidos por Witherspoon em 2006, Globo de Ouro, Oscar, entre outros, não foram merecidos de alguma forma. Mas é evidente que Hollywood gosta de premiar jovens atrizes, como uma espécie de incentivo ao seu mercado. Alguns questionariam se foi o caso, no ano em que ela foi vencedora, assim como diz-se de outras, como Jennifer Lawrence em 2013. Porém no filme de 2014 (2015 no Brasil) o que vemos é uma atriz madura e em plena forma dramática, que faz jus a indicação, sem sombras de dúvidas.

Assim como no longa-metragem dirigido por Sean Pen em 2007, a fotografia e as paisagens de Livre são bucólicas e expressam cada sentimento da personagem. Apesar de os dois se passarem em um cenário inóspito, em "Wild" o ambiente se torna mais agressivo, por tratar-se de uma mulher num local frequentado, na sua maioria, por mais testosterona. O irônico é que não é a vida selvagem que oferece o maior perigo, mas sim os próprios seres humanos masculinos, neste caso. Tememos que Cheryl possa ser estuprada cada vez que ela se encontra sozinha com um ou mais homens, preocupação que não tínhamos com Chris McCandless / Alexander Supertramp (Emile Hirsch) em "Into the Wild", por motivos óbvios.

Isto pode nos fazer questionar o que é ser selvagem, são estes aspectos que tornam a jornada de Strayed mais carregada de significados sociais. Durante seu caminho vemos que o que ela carrega na mochila não é apenas o peso das roupas e materiais de sobrevivência, que quase a impedem de seguir em frente. O que mais pesa é a culpa e a sensação de impotência. A cada item que ela vai deixando pelo caminho para ficar mais leve é um passo a mais que ela segue em direção a aceitação de si mesma e das convenções da civilização.

A direção de Vallée é muito competente em comunicar o que ele quer expressar. Cada movimento de câmera, como close-ups ou panorâmicas, transmitem momentos de reflexão ou solidão. Os flashbacks inseridos de modo não-linear e catárticos, em várias partes da edição, também expressam momentos onde os pensamentos da personagem aparecem sem sua vontade. Escolhas simples, como a verdadeira Cheryl transportando Reese - na cena de sua primeira carona, dando o início a sua jornada, gerando um tom metalinguístico - que confere credibilidade a obra, quase como se a protagonista real passa-se um bastão de cumplicidade para seu alter ego, preparando-a para uma experiência similar.

A atriz principal vem de trabalhos menos expressivos nos últimos anos, como "Água para Elefantes / Water for Elephants" de 2011, "Amor Bandido / Mud" de 2012 e destacando-se novamente em "Sem Evidências / Devil's Knot" de Atom Egoyan, também de 2014 e igualmente com uma atuação muito diferente das anteriores. É uma retomada na sua carreira de forma muito contundente e que provavelmente vai render novos bons trabalhos. Ainda neste ano, ela estará em "Vício Inerente" de Paul Thomas Anderson e já está confirmada no elenco de "Downsizing", próximo filme de Alexander Payne . Ela vai disputar o Oscar de melhor atriz de 2015, com Marion Cotillard, Felicity Jones, Julianne Moore, Rosamund Pike e apesar de não haver uma favorita, não seria nenhuma injustiça se vencesse.
Otavio M.
Otavio M.

28 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de setembro de 2015
bela atuação da Reese, com uma história que faz você repensar sobre sua vida.
Vale a pena assistir o filme e saber o quanto as mulheres são capaz e o quanto elas são brilhantes.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de março de 2015
Se Cheryl Strayed (Reese Witherspoon, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz), personagem principal do filme “Livre”, dirigido por Jean-Marc Vallèe, tivesse uma frase de cabeceira, com certeza, seria: “Perder-se também é caminho”, de Clarice Lispector. Essa afirmativa resume muito bem a jornada pela qual ela vai passar no decorrer do longa, que acompanha a personagem enquanto ela se aventura, totalmente sozinha, pela Pacific Crest Trail, trilha que possui um total de 4620km e se estende da fronteira dos Estados Unidos com o México até a fronteira deste país com o Canadá.

Da mesma maneira, existe muito de Cheryl no sobrenome que ela adotou após se divorciar de Paul (Thomas Sadoski). A palavra strayed, em inglês, significa extraviado. E foi justamente isso que acabou acontecendo com Cheryl após a morte de sua mãe, Bobbi (Laura Dern, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz Coadjuvante): ela perdeu o contato consigo mesma, passando a vivenciar o seu luto com um comportamento inconsequente, que incluía o vício em heroína e a infidelidade constante ao marido.

O que leva, então, uma pessoa que tem uma vida completamente abusiva a deixar tudo para trás para embarcar, sem experiência passada nesse tipo de situação, para uma aventura solitária em uma das trilhas mais inóspitas existentes nos Estados Unidos? É a essa pergunta que “Livre” tenta responder. Existe dentro de Cheryl um desejo forte e, talvez, mais inconsciente: os 4620km da Pacific Crest Trail representam, para ela, um caminho de penitência, em que ela, além de se permitir vivenciar a dor física do luto que ela negou dentro de si, encontra no contato puro e profundo com a natureza o reencontro consigo mesma e com a pessoa que ela era antes de ela se perder de si.

É uma história que tem um quê filosófico, mas que, na sua essência, nos deixa uma mensagem muito bonita de recomeço e que está relacionada diretamente com uma frase linda de Chico Xavier que diz que: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Foi isso que Cheryl se permitiu: recriar a sua história. Acompanhar esse caminho dela de (re)descobertas, por meio da atuação natural e de entrega de Reese Witherspoon, é inspirador.
Rogério V
Rogério V

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de maio de 2015
Bom filme. Mostra que as vezes precisamos nos desafiarmos para encontrar nosso verdadeiro eu.Para muitos esse filme ou vão gostar ou odia -lo.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Livre é um filme para se ver quando não tem nada pra fazer,O Filme é bom,Não é só um filme comum de jornada,Também mostra o passado da personagem,No começo isto é meio confuso mas depois vai se acustumando,O Filme é legal,Só o final que foi meio sem graça mas é bom na maior parte.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
Um filme legal, mas tinha atriz e historia pra ir muito mais longe, para mim não apresentou nenhuma novidade e foi menor que os filmes similares....acho que faltou direção.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de maio de 2016
Livre é uma jornada pessoal e solitária de uma mulher real em busca de redenção, percorrendo mais de 1.600km do deserto americano até a fronteira com o Canadá.
Inspirado na vida da Cheryl Strayed, no filme interpretada pela atriz Reese Witherspoon e na sua história autodestrutiva após a morte de sua mãe Bobbi (Laura Dern), e envolve divórcio, sexo imprudente e vício em heroína.
Sem nunca cair no sentimentalismo e na pieguice, a obra é poderosa em sua concepção simples com temas complexos e nas atuações precisas das atrizes, assim como na sua mensagem de determinação e no poder transformador da natureza.
Curiosidade. Reese foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz e Laura Dern de Melhor Atriz Coadjuvante.
Nota do público: 7.2 (IMDB)
Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $37 milhões
Mundo - $52 milhões
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