Star Trek Sem Fronteiras Capitão Kirk (Chris Pine) está numa missão interestelar ha 3 anos e resolve "apaziguar" as "tretas" entre as raças e resgatando espécies alienígenas que precisam de ajuda, ele recebe um pedido de socorro da capitã Kalara (Lydia Wilson) que perdeu toda sua tripulação na galaxia Nebulosa e leva a Enterprise para ajuda la, chegando la ele é atacado por Krall (Idris Elba) um ser muito malvado que quer destruir todas as espécies, um vilão muito forte que não desiste de encontrar um artefato que está nas mãos de Kirk, a Enterprise é destruída e toda tripulação é se separa num planeta desconhecido, Spock (Zachary Quinto) e Dr McCoy (Karl Urban) ficam isolados numa parte do planeta tentando acharem uma saída e Spock está ferido gravemente e precisa urgente de cuidados, Montgomery Scott (Simon Pegg) se encontra sozinho e sendo atacado, eis que surge a bela alienígena Jaylah (Sofia Boutella) para ajuda lo, mas ela quer seus serviços de engenheiro em troca para consertar sua nave, essa nave é uma nave importante dos humanos que fora atacada 100 anos atrás, muito interessante sua história na trama, Uhura (Zoe Saldana) fica presa com muitos outros prisioneiros de Krall já que ela se sacrificou para deixar Kirk livre, Kirk e Pavel Checkov (Anton Yelchin) e Kalara vão em busca do artefato e verificar a situação da Enterprise e acabam descobrindo que Kalara é uma aliada de Krall que queria entregar o artefato para ter sua tripulação de volta, infelizmente Anton Yelchin se foi ha alguns meses e vai deixar saudades nos próximos filmes, pois seu personagem é muito engraçado e charmoso. Bom galera recomendo esse filme, no inicio ele é bem parado pra explicar toda a trama, mas a cenas de ação são ótimas a trilha sonora e os efeitos de sonoplastia enriquecem muito o filme, os personagens estão muito bem, Spock está menos dramático e mais vulnerável, essa personagem nova a Jaylah ficou excelente na trama, totalmente apaixonante como o Kirk, a história foi muito bem bolada, pois esse artefato parecia insignificante na trama, pois começa o filme com o Capitão Kirk tentando presentear uma especie, alegando ser um presente de paz de outra espécie para não haver guerra, e o objeto poderia se tornar uma arma mortal para o universo todo.
Está cada vez mais difícil dar uma cinco estrelas para um filme hoje. Com Star Trek isso nao acontece. O roteiro nao é digno de um Almodóvar (rsrsrs), mas nao necessita, pois a história que envolve os personagens é fantástica, explorar novos mundos. Embora o filme apresente uma diminuída na velocidade do roteiro, isso nao se torna significativo, e depois, torna-se essencial. A descentralizaçaod e protagonista é uma outra aposta criativa, típica de inovaçao dos filmes anteriores, assim sendo, o roteiro é excelente, e as cenas de açao, ricas em detalhes além de muito bem feitas. Star Trek mantém-se com a qualidade que todos esperavam de quem está no comando, JJ Abram. Pode assistir no cinema sem medo.
"Fico realmente embasbacado em ver como tudo fluiu tão bem no novo filme. O conjunto da obra ficou sensacional, pois em 2009 e 2013 a direção, cinematograficamente falando, de J.J. Abrams foi ótima, mas alguns conceitos não ficaram bons na franquia. Todos esses pontos que incomodaram nos filmes de J. J. foram corrigidos e acertados da maneira correta, sendo que a principal mudança é o visual. A fotografia ficou perfeita, mais limpa e colorida. Antes (no caso dos dois filmes anteriores) parecia que Michael Bay estava produzindo o longa e a Enterprise iria virar um transformer a qualquer momento. Mas finalmente isso foi corrigido, e a nave personagem está lindíssima no filme, dá até dó de ver o que aconteceu com ela."
Muita ação, ficção, efeito visual, bons atores; diversão garantida. Entretanto, o enredo poderia ser melhor. Hoje em dia não se pode esperar muito de Hollywood.
Gegdfejjdbdhejdhrh é uma questão de ser tempo de espera para a sua voz me acalma e o que seu corpo é e é um dos maiores de idade que o tempo todo de branco ou vermelho de um tanto tempo
O filme tem bons momentos de ação, mas nada inovador. A cena do ataque à nave Enterprise é muito bem feita, mas a maior parte do filme não se passa no interior da nave e, sim, em terra firme. O que pode ser visto com bons olhos, ou não. O fato é que esse novo ambiente abre oportunidade para criar novas situações para a equipe.
Em Altamid, os tripulantes acabam se reagrupando em duplas, o que poderia ter sido mais bem explorado, expondo as fraquezas, os dilemas, e rixa entre eles. A tentativa existe mas é superficial. Spock machucado é cuidado pelo médico Leonard "Bones" McCoy. Kirk faz dupla com Checkov, interpretado pelo ator Anton Yelchin, falecido neste ano em um acidente. Uhura e Sulu são mantidos em cativeiro pelos seguidores de Krall.
Um fato inovador é que o personagem Sulu se revela gay em uma cena rápida e natural. A mitologia Star Trek sempre se mostrou a frente do seu tempo, dando espaço a mulheres, negros e, agora, aos gays.
Já o mecânico Montgomery é resgatado pela guerreira Jaylah que também foi vítima de Krall e ajuda os tripulantes da Enterprise nesta grande batalha. Ela deve compor a tripulação da Enterprise nos próximos filmes para aumentar o quantitativo feminino.
A cena final que mostra a reconstrução da Enterprise é muito bonita e emocionante para os fãs do cinema. Não apenas para os Trekkies
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