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Matheus M.
1 crítica
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3,0
Enviada em 2 de maio de 2016
Depois de efeitos e lutas incríveis a trama principal do filme teve reviravoltas pouco impactantes e de nenhuma inteligência, boa parte do filme o espectador deve se abster da sua capacidade intelectual para engulir os fatos mirabolantes impulsionados por um vilão nada carismático.
Capitão América: Guerra Civil é, inquestionavelmente, um bom filme em termos técnicos, com sequências de ação tão empolgantes como as do filme anterior do personagem título. Entretanto, a cisão e um prometido abalo psicológico dos fãs é trocada por um lugar na zona de segurança.
Apelando à previsibilidade, a narrativa do filme não traz surpresas, sufocando a dramaticidade daquele que era o melhor personagem do Universo Cinematográfico da Marvel em um congestionamento de super-heróis dissolvido em alívios cômicos.
Capitão América: Guerra Civil e a ineficácia dos alívios cômicos em meio a previsibilidade:
Eu sou fã da Marcel e da DC mas de verdade, Nesta nova geração, este foi o pior filme da Marvel lançado até agora tirando o Homem de Ferro 3, muito enrolação, muito vai e volta, história desconectada, heróis ridicularizados como o Visão, o Pantera...na boa, vale a pena assistir mas não vão com uma expectativa muito alta..podem acabar saindo como eu.
Chegamos a um filme que poderia dar errado por juntar mais heróis que o habitual, mas a Marvel nos presenteou com mais uma obra magnífica dentro do seu universo compartilhado. Após uma fatalidade envolvendo civis por culpa dos herói, o governo norte-americano decide controlar as missões e registrar os heróis para manter um controle e saber o que cada um está fazendo, uma forma de mantê-los sob os olhos dos governantes. Esse é o desenrolar do enredo: de um lado um time liderado pelo Homem de Ferro, que aceitam o que o governo está propondo; de outro lado, o time liderado pelo Capitão América, que não aceitam ser controlados, recheado de surpresa e grandes revelações. Duas joias preciosas são adicionadas ao cânone de heróis: Pantera Negra e, finalmente, Homem-Aranha, o maior e mais popular herói da Marvel e o mais bem sucedido.
Para quem se acostumou a assistir aos grandes super-heróis da Marvel na série Vingadores, é até estranho assistir a Capitão América: Guerra Civil, filme dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, que coloca Steve Rogers (Chris Evans) do lado oposto de Tony Stark (Robert Downey Jr.). Entretanto, para aqueles que são mais familiarizados com o universo das histórias em quadrinhos nas quais estas personagens se encontram, a trama do longa não se revela estranha, na medida em que Guerra Civil é baseada numa série lançada pela Marvel nos anos de 2006 e 2007, e que traziam grandes combates entre as personagens mais famosas desse selo.
Tendo dito isso, é importante saber que a trama de Capitão América: Guerra Civil dialoga também com os filmes anteriores da franquia estrelada por Steve Rogers, especialmente o relacionamento dele com o grande amigo Bucky Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, que faz com que ele acabe ficando contra Tony Stark e alguns dos seus novos amigos mais próximos, como Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), Clint Barton (Jeremy Renner) e o Tenente James Rhodes (Don Cheadle).
Ou seja, é o sentimento de lealdade que permeia Capitão América: Guerra Civil. Steve Rogers pagará um preço alto por ser fiel a um amigo antigo, em detrimento de seus amigos mais novos, com quem ele (também) compartilhou grandes feitos e atos heroicos. O conflito interno vivido por Rogers é ainda mais enfatizado pela subtrama do filme, que coloca um órgão de fiscalização à ação dos Vingadores, o que deixa em risco a finalidade deles de defender a humanidade. Tony Stark representa o lado do governo, enquanto que Rogers se mantém firme na defesa do lado romântico dos heróis, que salvam os humanos de grandes perigos.
Por isso mesmo, quando os momentos de divisão entre os dois grupos estão mais claros, é que se tem a sensação de que Capitão América: Guerra Civil é um mini Vingadores, especialmente porque, em tela, passam várias personagens comuns a este universo, da mesma maneira em que ainda nos são introduzidos personagens que poderiam muito bem fazer parte desta turma, como o Homem-Aranha (agora interpretado pelo jovem Tom Holland, numa caracterização mais fiel aos quadrinhos, com um Peter Parker mais irônico, com um senso de humor mais peculiar), o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Homem-Formiga (Paul Rudd), o que faz com que o longa dirigido pelos irmãos Russo não fique devendo em nada ao que é produzido na franquia all-star da Marvel. Capitão América: Guerra Civil é um grande evento cinematográfico.
Capitão américa guerra civil consegue ser um filme um tanto ´´BOM``, não tem comparação com seu antecessor, onde foi muito mais elaborado e muito mais trabalhado. Capitão américa o soldado invernal tem uma trama muito melhor, Bucky Barnes, o confronto entre a S.H.I.E.L.D. e a Hydra. com o ataque de Ultron o governo busca uma maneira de controlar as ações dos vingadores, Tony Stark (Homem de Ferro / Robert Downey Jr) é a favor da iniciativa, mas Steve Rogers (Capitão América) é contra. Então temos um confronto entre os que apoiam o Tony Stark contra os que apoiam o Capitão américa e fica nisso. No fim Tony Stark quer acaba com Bucky pelo o fato de ele ter matado seus pais e o Capitão américa o defende (como ele faz no filme inteiro). Não ter um vilão envolvente conta muito, mais não é oq mais afeta no filme. Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle) estão muito bem no filme, destaque para Tom Holland como Homem Aranha e Chadwick Boseman como Pantera Negra. Portanto Guerra civil consegue ser bom, mas com opiniões pessoais eu esperava mais.
Vejo muitos fãs da Marvel digladiando com os fãs da DC. Ah, mas isso é melhor do que aquilo e por aí vai. O que é o duelo entre Batman e Superman em comparação com o Capitão América e o Homem de Ferro? Acho besteira comparar as duas coisas. Isso sem contar com o papo de #TeamCapitãoAmérica pra cá, #TeamHomemDeFerro para lá... Analiso aqui o filme em si. O universo da Marvel é bem aberto a piadas, um tom leve, mas que busca um pouco mais de profundidade. Apesar de Guerra Civil não ser tão complexo como poderia, são notáveis as habilidades de manter a atenção e motivar o espectador. Os diálogos me pareceram mais elaborados que outrora, embora ainda não sejam extraordinários. O desenvolvimento de alguns personagens é bem fraco. Pantera Negra e Zemo são personagens que pedem uma sofisticação bem maior do que o que foi mostrado, por exemplo. O que é ver um grande ator do naipe de Daniel Brühl limitado a um vilão tão raso e inexpressivo. As motivações de alguns personagens não se mostram fortes o suficiente para suas atitudes, por vezes extremas. Mas o filme, embora com todos esses pequenos deslizes, mostra muito mais qualidades que defeitos. O elenco em geral é muito carismático e é ótimo ver Tom Holland (Homem Aranha) e Paul Rudd (Homem Formiga) juntos à trupe. Os embates são muito interessantes, e várias cenas têm tudo para tornarem-se, de certa forma, icônicas. Vários simbolismos pipocam na tela (não quero dar spoilers) e isso sem dúvida faz com que esses ganchos de dilemas mal resolvidos cativem os espectadores para as próximas aventuras. Algumas coisas deslocadas (como a escolha da ótima Marisa Tomei como Tia May, que virou até même na internet) não chegam a comprometer. Há muita ação, humor, drama e efeitos, sem nunca perder o bom ritmo. Não chega a ser um filme memorável ou épico, mas com certeza eleva o nível dos últimos filmes que vi da Marvel, tentando, ao menos, corrigir os erros anteriores, embora, ainda me pareça faltar consistência. Funciona perfeitamente como o blockbuster que é. Ótimo passatempo.
assisti a semana passada, em resumo eu prefiro o homem de ferro, kkkk capitão América vai ter que se explicar muito no próximo. . . se ainda rodarem algum...
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