Star Wars: A Ascensão Skywalker
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Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2020
A saga dos Skywalkers em Star Wars chega ao fim. Star Wars: A Ascensão Skywalker (Star Wars: The Rise of Skywalker) chegou aos cinemas com controversas e dividindo os fãs, mas o que não podemos negar é que mesmo assim vamos sentir saudades dos personagens clássicos e das histórias da família Skywalker.

Muito foi dito até agora sobre Ascensão Skywalker, com fãs adorando e odiando o filme de J.J.Abrams. Um tipo de sentimento que não é exclusivo de Star Wars, já que ultimamente os fãs de diversas sagas estão ficando muito divididos, alguns amam e outros odeiam aquilo que um dia crescemos adorando e reverenciando.

Mas vamos deixar essas polêmicas para discutir em nosso podcast, e falemos mais sobre o filme que neste capítulo discute o poder da amizade e como o bem sempre vence o mal. Uma mensagem simples feita para tocar o coração das crianças, lembrando que Star Wars é um filme feito para crianças, além da redenção de personagens odiosos, que já faz parte de toda a saga, e momentos clichês nunca são deixados de lado. Esses artifícios são bastante utilizados em Ascensão Skywalker, mas isso não deixa o filme menos divertido, já que a aventura está presente em todo o filme, que quase não possui nenhum momento de respiro, e é ação seguida de mais ação.

Os personagens principais dessa trilogia são muito bem explorados e os atores se entregam de maneira muito intensa em suas interpretações. Daisy Ridley (Rey) está impecável e nos entrega uma das melhores atuações de toda a Saga, e com isso vemos o desespero e as dúvidas de Rey apenas nas feições e olhares da atriz. Jhon Boyega (Finn) e Oscar Isaac (Poe Dameron) continuam com uma ótima química e finalmente temos momentos emblemáticos quando o trio está junto na tela.

O “vilão” Kylo Ren (Adam Drive) tem o arco mais interessante de toda a trilogia e se mostra como um dos personagens mais interessantes e profundos de Star Wars, uma pena que não vimos mais de Kylo Ren e Leia Organa juntos, já que a atriz Carrie Fisher faleceu antes das filmagens do longa. A personagem seria parte fundamental nas mudanças de seu filho.

E uma coisa é certa nesta nova trilogia, o filme anterior ” Os Últimos Jedi” (Episodio 8) realmente não conversa com “O Despertar da Força” (Episódio 7), e que por sua vez, não conversa com “Ascensão Skywalker” (Episódio 9). Isso faz com que o último filme perca muita força, já que muito é explicado de maneira rápida e sem profundidade, entre eles a aparição de Palpatine, ou mesmo o fato de Finn ser sensitivo a força, além de outros pontos apresentados que podem sim ser vistos como furo de roteiro.

Outros pontos negativos do longa são os diálogos muito rasos, lembrando que muito teria que ser explorado e havia a necessidade de se aprofundar mais nessas explicações. A batalha final foi fraca e muito corrida se assemelhando muito a franquias de sucesso de super-heróis, além é claro, do uso da força que não conta com regras e tudo é “explicado” com apenas uma frase uma palavra, fazendo com que a Força seja tratada como uma magia ou um super poder de super-herói.

Star Wars: A Ascensão Skywalker agrada aqueles que vão ver uma aventura espacial, sem grande profundidade, também agrada aqueles que vão ver uma aventura com sua família, e agrada também os novos fãs de Star Wars, e provavelmente veremos o reflexo disso em um futuro próximo, com crianças adorando e crescendo amando Star Wars assim como nós ficamos apaixonados por essa história “sem sentido”, mas que mexeu com nossos corações e nos faz arrepiar ao som do Sabre de Luz.
tiaguenes
tiaguenes

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4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2019
Com a difícil missao de encerra a trilogia sequel,fica bem claro que JJ Abrams tenta(com sucesso)concertar as péssimas escolhas feitas pelo Rian Johnson em Os últimos Jedi.A ascensão skywalker é um filme onde a nostalgia e o fan-service se encontram,e de uma maneira linda e épica.Em muitos momentos do filme, é possível perceber que a fotografia,trilha sonora,ação e o roteiro são bem trabalhados.As lutas entre Kylo ren e Rey são bem intensas(dignas de se encontrarem entre as melhores da saga) e a batalha espacial é muito bonita e bem trabalhada.Palpatine mostra porque merecia estar no episódio 9 e volta bem mais vilanesco.Mas,o filme apresenta um problema que é a pressa do roteiro em terminar o filme e não explora todos os personagens afim de fazer o telespectador se interessar por eles,além disso o filme também apresenta cenas que poderiam ser desnecessárias para a narrativa.Resumindo:A ascensão skywalker é um filme que encerra de uma forma bem digna uma saga que durou 42 anos.Mas,apresenta problemas seríssimos em sua narrativa,mas não impedem o fã de gostar e se divertir com o filme.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de dezembro de 2019
Quando foi anunciado que a Disney assumiria os direitos da franquia Star Wars, muitos se sentiram receosos com o que poderia vir na nova trilogia proposta pelo estúdio – será que os novos personagens estariam à altura do legado dos três filmes originais? A resposta foi uma bela surpresa para todos (bom, pelo menos a maioria) – os novos protagonistas fizeram de O Despertar da Força um filme exemplar para a série – mesmo que (habilmente) se aproveitando da estrutura narrativa do episódio IV, mas servindo perfeitamente para introduzir estas novas caras para o público – já em Os Últimos Jedi, sob o roteiro e direção de Rian Johnson, está nova fase do universo de Star Wars ganhava um caminho mais novo – utilizando-se levemente de elementos dos episódios V e VI – e, assim, mantendo a ótima qualidade do filme anterior de J.J. Abrams, que retorna agora, para concluir está nova trilogia – o cineasta criador da série Lost consegue com sua boa condução de trama fazer o que pode com um roteiro que desaponta por decisões forçadas e soluções decepcionantes para alguns de seus vários personagens – tanto os novos quanto os antigos.

Ao termino da sessão deste Episódio IX, não pude deixar de notar que o roteiro de Chris Terio e do próprio Abrams parece uma sucessão de tentativas em explicar pontas soltas dos filmes anteriores – lamentavelmente, não conseguindo amarra-las bem sempre – bom, para inicio de conversa, está é a sinopse: A Resistência Rebelbe liderada por Léia Organa (Fisher) descobre que o Imperador Palpatine ainda está vivo e se prepara para tentar recriar o Império Intergaláctico, para dizimar de vez qualquer tentativa de livrar os povos da galáxia da tirania imposta pela atual Primeira Ordem – com Rey (Ridley) ainda finalizando seu treinamento Jedi, Poe (Isaac) e Finn (Boyega) tentam ir atrás da localização do misterioso local onde Palpatine se esconde – enquanto que Kylo Ren (Driver) tem planos para eliminar o antigo Imperador para conseguir tomar a galáxia só para ele – precisando confrontar Rey para isso.

Em se tratando de uma franquia que chega ao seu nono episódio, não deixa de soar estranho o fato de um personagem nem ter sido citado nos dois filmes passados e agora aparecer como “chefão de fase” – é um tipo de furo que atinge até mesmo as estruturas dos filmes passados – afinal, o Snoke de Andy Serkis era uma figura inútil, se Palpatine já estava por trás dele – ou o simples fato de pensarmos em como o Imperador escapou da morte no final de O Retorno de Jedi – e, por falar neste, Abrams tenta usar a formula que usou no episódio VII – mas falha aqui pela repetição – repare como até mesmo o planeta de Endor aparece na trama ou até a maneira como a batalha final se assemelha com a batalha do longa de 1983 – sem falar que nem todos os personagens são bem aproveitados – a participação de Billy Dee Williams como o piloto Lando Calrissian praticamente não tem função para a trama – somente um “fan service” – o General Hux do ótimo Domhnall Gleeson tem uma participação simplificada e uma conclusão quase absurda – a Rose de Kelly Marie Tran (personagem importante em Os Últimos Jedi) é relegada a uma participação que mais parece uma figuração – e nossa saudosa Carrie Fisher como Léia tem funções importantes na trama – mas é notório como certas inserções de diálogos parecem estar incompletas ou simplificadas – provavelmente nem todas as suas cenas foram finalizadas, antes da morte da atriz – já a participação de Mark Hamill como Luke realmente não surpreende, é só o que se podia esperar - e Ian McDiarmid faz o que fez em suas aparições passadas como Palpatine, que parece estar ali de mentira – como se estivesse substituindo algo ou alguém – tenho certeza que já era uma ideia pensada desde o inicio desta trilogia inseri-lo, mas que não funciona bem, não funciona – evidente que isso agrada os fãs, que tem a chance de revisitar os poderes do maligno Sith – mas enfraquece o retrato da suada luta de Rey, Finn e Poe contra a Primeira Ordem.

Mas acredite: mesmo com essas falhas graves, A Ascensão Skywalker ainda se prova um bom filme – afinal, a base de tudo destes novos longas está intacta aqui: o foco nos quatro personagens principais garante que cada um deles tenha bem mostrado suas emoções e características – o Finn de John Boyega começa a se sentir finalmente fora de sua antiga “profissão” de Stormtrooper – o Poe de Oscar Isaac coloca em pratica suas noções de ser um líder e motivar seus pilotos e soldados – o roteiro só peca aqui por inserir rasteiramente um affair de Poe com a misteriosa personagem de Keri Russell – Finn e Poe, mesmo que com menos foco do que nos filmes passados, aparecem bem, com as boas atuações de ambos – mas, o que realmente faz o filme andar é a ligação entre Rey e Kylo Ren – com Daisy Ridley bastante segura em sua composição, ela consegue demostrar o fardo de ser uma das poucas pessoas a conseguir enfrentar Palpatine e de ser uma das últimas representantes dos Jedi – e a forma como ela encara algumas revelações de seu passado demonstram a versatilidade da atriz – trazendo a tensão sexual entre e ela e o Kylo Ren de Adam Driver – um ator excelente que com certeza compõe o personagem mais complexo de toda a franquia – Ren vai além de alguém indeciso e pressionado por valores externos – ele passa por uma busca por descobrir quem ele é de fato – simultaneamente com a mesma indagação que Rey faz a si mesma – de fato, este tipo de relacionamento não havia sido mostrado em Star Wars antes – fazendo da luta de sabres de luz dos dois em cima dos restos de uma famosa nave sobre um turbulento mar um dos momentos mais belos do filme.

E já que falamos da parte técnica, este novo capitulo da saga se mostra mais uma vez perfeito – a decisão desde o episódio VII de misturar efeitos digitais com efeitos práticos mais uma vez surpreende – seja pela recriação das naves da Resistência e da Primeira Ordem, ou pelos animais que surgem em tela – o pequeno boneco que representa um tipo de “programador de computadores” é um toque de humor bacana – nesta parte, o filme só desliza por não demonstrar bem o real tamanho da frota de Palpatine em seu planeta – me pareceu confuso, ou um mero exagero para impressionar – mas o design de produção acerta em criar cenários em torno do temível Imperador – bastante curiosa a forma de fazer o rosto do Sith parecer estar mudando de expressões com algumas piscadas de luz do ambiente um tanto destruído em que ele vive – a misce-en-scene de Abrams garante que as grandiosas cenas de batalhas e disputas de sabre de luz sejam bem compreensíveis – Rey se esquivando do caça de Kylo Ren no deserto é uma das cenas mais belas do filme (e da franquia).

O longa conta com as boas aparições cômicas do C3PO de Anthony Daniels e de Chewbacca de Joonas Suotano – este dois clássicos personagens, inclusive, chegam a fazer nossos corações ficarem abalados em certos momentos – assim como as participações sempre adoráveis de R2-D2 e o xodó desta nova trilogia, BB-8 – entretanto, tais ligações mais profundas ou emotivas se dão pelo legado que eles nos trazem pelos filmes anteriores – A Ascensão Skywalker perde pontos por parecer, muitas vezes, um desenvolvimento superficial de bons personagens – falha que os dois filmes passados não cometiam – alias, Abrams simplesmente ignora certas coisas que Rian Johnson havia colocado no Episódio VIII – as crianças de Canto Bright nem sequer são mencionadas, por exemplo; assim como o fundo de critica social – algo que vem lá de trás na franquia – como o discurso contra o fascismo – são coisas praticamente ignoradas agora – o que é uma pena.

Infelizmente, a ousadia ficou para trás e deu espaço para agradar apenas os fãs - que talvez também não aprovem tudo. Afinal de contas, Star Wars vai bem além do que naves e sabres de luz se encontrando e fazendo barulho – e, ao menos com seus fortes protagonistas, consegue ser um final correto para uma nova fase da saga que tinha começado de forma tão formidável.
Paulo C.
Paulo C.

14 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de dezembro de 2019
Essa nova trilogia já não tinha me empolgado tanto, apenas o primeiro filme foi assistível. O segundo foi horrível, esse foi legal, mas apenas isso. O enredo, todo o contexto que envolve os personagens é muito mal construído, os romances, a história, tudo em si é bem difícil de engolir. Os personagens estão parecendo os X man, voam, soltam raio, fazem tudo, nunca vi tanta apelação em um filme só. É um filme legal, pq apesar disso não é chato, é até divertido, mas a história é muito ruim em relação aos outros, e como se fosse um velozes e furiosos nas estrelas, feito de qualquer maneira para arrecadar dinheiro.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de março de 2020
Star Wars episódio 9, sofre de uma grave facilitação de roteiro chamado A FORÇA, são diversas situações que a força é usada de forma aleatórias, com funções que nem sequer sabiamos que existia. Aliás, Star Wars virou algo completamente aleatório, nada mais faz sentido, jogaram os filmes das duas primeiras trilogia na lata do lixo.
Mas, os problemas do filme não estão só aí, o roteiro é ok, sofre várias vezes de um didatismo que irrita, os atores e atrizes estão no modo automático, Rey é uma personagem sem sal, assim como Finn, o final é uma vergonha alheia impressionante, e as batalhas corpo a corpo são bem fracas.
De bom talvez, fique a trilha sonora, os efeitos visuais e o fan service, que eleva nossa nostalgia. Um dos piores Star Wars que já fizeram.
Samuel Dantas
Samuel Dantas

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0,5
Enviada em 23 de dezembro de 2019
A indústria norte-americana precisa entender que não se deve hollywoodizar patentes consagradas, e sim utilizar toda a sua estrutura para construir o que for melhor para o filme. Torna-se torturante assistir ao filme que possua excesso de efeitos gráficos, cenas de ação, enredos pobres e finais perfeitamente felizes, onde todos os personagens “vomitam arcos-íris”
Fábio V.
Fábio V.

19 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de dezembro de 2019
Ainda sem fôlego. Simplesmente surpreendente. Chorei, aplaudi, vibrei. A verdade sobre a Rey é de cair o queixo, literalmente (foi como fiquei no cinema). Fora as outras surpresas. Há de se destacar o milagre q JJ Abrams fez com a Carrie Fisher, a Princesa Leia, nesse filme. Sua participação foi MUITO maior do q se poderia imaginar. E pra fechar, Palpatine é pra mim a estrela de Star Wars. Sua trama e forma de agir são chocantes. Ele foi de fato o único e verdadeiro vilão dos 9 filmes.
Udala
Udala

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0,5
Enviada em 16 de maio de 2020
J.J Abrams tá de brincadeira né roteiro preguiçoso cara tem mais capacidade só fez o que não deveria no filme Ray palpatine tá de sacanagem
Fernando B.
Fernando B.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2019
De todos os filmes com certeza este está no meu top 3. conseguiu captar a energia dos filmes antigos muito fanservice e um final brilhante realmente vale a pena a ver é um pouco corrido muitas informações
Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2020
Um filme que divide opiniões! Na minha visão temos um filme com um designer de produção e efeitos espetaculares, assim como sua fotografia e trilha sonora. Elenco é muito bom e estão bem. Temos um filme que praticamente virou seriado, com muitos filmes e alguns falharam desde sua premissa, aqui temos sim entretenimento, com muita ação ou seja tem sim suas qualidades.
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