Transcendence - A Revolução
Média
3,6
1744 notas

95 Críticas do usuário

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Marco G.
Marco G.

538 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de junho de 2014
Este filme superou minhas expectativas, além de Johny D estar ótimo como sempre, o filme consegue ser de ficção com uma história um pouco mais coerente e fáctivel de que os filmes do gênero. Ótima diversão e um questionamento sobre o eventual abismo da "Internet".
Mauro M
Mauro M

9 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de agosto de 2014
História interessante, bem criada, e que aproveita a evolução tecnológica dos dias de hoje, sobretudo com o desenvolvimento da Física Quântica, que é utilizada nos experimentos aqui criados. O filme é instigante, desperta ideias no espectador, mesmo não sendo aprovado por determinados críticos. O fato de alguém poder penetrar na memória virtual de vários aparelhos é curioso, contudo traz o perigo de uma única pessoa tomar conta de todos os sistemas e causar bloqueio total no acesso pelos demais. E é aí que tudo se divide em duas facções: uma a favor e outra contra este tipo de evolução tecnológica, fato que nos deixa em dúvida sobre qual poderia ser melhor. O assunto lembra-nos o cultuado "Ela", indicado para o Oscar de Melhor Filme de 2013. Podemos considerar o tema também como parcialmente espiritualista, pelo fato do corpo morrer e a parte que adquiriu inteligência durante a vida ficar em comunicação com os demais. Johnny Depp faz um papel mais contido do que costuma fazer em outros filmes. Os demais atores também são medianos. Lukas Haas faz um curtíssimo aparecimento, como o homem que atira em Caster.
Jeferson A.
Jeferson A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2014
"As pessoas temem o que não entendem."
Filme de Ficção científica , Suspense, com Johnny Depp e Morgan Freeman!
Bruna D.
Bruna D.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de junho de 2014
Sou fã do Johnny, adoro o Morgan Freeman, gostei muito da ideologia do filme, porém esperava mais do final, deixou um pouco a desejar, mas é bom.
Huebert M.
Huebert M.

23 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de junho de 2014
Transcedence – A Revolução, filme sci-fi dirigido pelo estreante Wally Pfister que costuma ser o fotografo das produções de Christopher Nolan, cujo filme também produz, conta a história do (Johnny Deep) e sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) que criam o experimento baseado em Inteligência Artificial que consegue transportar a consciência humana para uma máquina, transformando-o numa espécie bondosa da Rainha Vermelha (o holograma de Resident Evil Hóspede Maldito). Depois de levar um tiro, consegue ter sua consciência salva em uma máquina e passa a controlar todo tipo de tecnologia conectada à rede através da internet. Seu desenvolvimento intelectual consegue ir além da inteligência humana e começa a desenvolver pesquisas a frente de nosso tempo baseado em nanotecnologia. A partir daí, criamos uma sensação de certo e errado do protagonista que divide as vezes nossa opinião em suas atitudes de controle sobre todas as coisas.

Parece real e muito possível que toda construção ideológica da trama seja compreendida e justificada pelos métodos conhecidos de nossa tecnologia. Há uma verdade contada que nos transpõe literalmente para uma época possível e condescendente dessa realidade aparentemente absurda de se fazer upload da consciência humana. Afinal, essa definição nos isenta de crenças e conceitos religiosos, humanísticos e descontrói a compreensão da alma como parte de nossa existência em contextos atuais.
Há uma passagem no filme onde somos questionados “Dr. Você quer criar um Deus?” e ele responde “Não é isso que estamos tentando fazer?”

E na minha opinião me questiona o limite de todas as nossas atitudes. Certo ou errado? Bom.
Aliás, isso deve ter sido pensado quando o argumento do também estreante roteirista Jack Paglen, decidiu escrever uma narrativa rica e as vezes perdida em suas duas horas de filme. O que se vê são elementos as vezes mal justificados em boa parte do longa, atitudes dos personagens mal compreendidas em um roteiro que corre para explicar tudo que surgi. Deep, ainda não encontro um papel que volte a ganhar o brilho que sempre teve, Joseph Tagger (Morgan Freman) era para ser um mentor, mas o que vi foi um personagem com mais dúvidas do que com respostas para aconselhar alguém, Max Waters (Paul Bettany) é o coitado e melhor amigo dos cientistas que tenta fazer um triangulo amoroso mal sucedido pelo roteiro, e Evelyn (Hall) é uma mulher iludida pelo sonho de mudar o mundo junto do marido.
Calma, isso não é ruim! Parece mas não é. O que vejo são pessoas criticando a forma pela qual Transcedente foi conduzida, e muitos justificam tal feito como o fracasso de bilheteria no seu país natal. Quando saí da sala do cinema minhas primeiras palavras resumiram a trama: fantástica.

Primeiro porque minha interpretação para o que vi se resumiu numa metáfora bem elaborada sobre o quanto estamos ligados e dependentes da tecnologia, o filme é quase uma reflexão sobre isso. E suas cortinas inserem nos primeiros minutos o epilogo “O mundo ficou vazio sem a internet”. E se? Como seria?

Não vou me aprofundar no quanto o diretor Wally Pfister e seu roteirista podem ter falhado com seus personagens e atores, se a fotografia deveria ter tido uma qualidade melhor, se a maquiagem estava borrada ou o continuísta esqueceu de algo, não, não! Tudo foi normal. Porque há uma necessidade de entender que precisamos nos abster de propriedades técnicas em tramas como essa e entender a complexidade do elemento comunicador para vê-lo como uma denúncia. Somos todos formadores de opinião e vivemos no caos online da vida que já está transcendendo.

Eu sei que posso morrer pelo que estou prestes a dizer, mas a sensação é que Transcedence me pareceu também uma introdução medieval das narrativas eruditas de Star Wars, Jornada nas Estrelas e todo sci-fi que vemos e estamos numa época moderna e cheio de engenhocas úteis que facilitam nossa vida, é quase como um “foi assim que começou”, no entanto digo mais uma vez: isso pode ser bom, pode ser ruim, o nosso limite é a consciência do fazer, através do o longa mostrou que o assunto é mais complexo do que parece, e talvez precisasse mais ou de menos tempo para conta-lo. De fato estou falando dos meios e métodos que o longa usou para dizer algo simples: estamos evoluindo. A critério do fique em casa ou vá ao cinema não há critica a fazer a Transcedente, porque o filme já é uma crítica a nossa atual sociedade, e ao nosso futuro. Então, vou me unir aos críticos burgos para não ser escandalizado e me manter vivo a assim dizer: poderia ter sido melhor, mas vá assistir! O filme é sensacional.
Walace R.
Walace R.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2014
Um filme muito inteligente, muito bom. Quem não tem a mente aberta nem assista.
Sidney  M.
Sidney M.

29.729 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de dezembro de 2014
Quando você vai assistir a um filme que teve um rendimento péssimo nas bilheterias e que não teve uma boa aceitação do público, suas expectativas ficam bem baixas. Mas não se enganem, Transcendence não é tão ruim assim. O filme aborda algumas teorias interessantes sobre ciência e tecnologia. Sobre a direção Wally Pfister, olha, digo que fiquei satisfeito, até por que é o seu primeiro longa metragem como diretor. Transcendence é um bom filme de ficção, tem uma ideia interessante, mas que poderia ser melhor aproveitada, mas mesmo assim, é interessante.
Enilson S.
Enilson S.

148 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2014
Um filme inteligente e bom Johnny Depp, é basicamente o melhor é difícil achar um filme ruim dele, confesso que demorei um pouco pra entender pois o roteiro do filme é muito diferente e inovador, diferente até demais ao qual o espectador não está muito acostumado.
Mr. Dean Corso
Mr. Dean Corso

37 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Uma enxurrada de críticas, assim podemos definir as reações ao filme Transcendence - a revolução. Obviamente, não se trata da melhor obra de Johnny Depp até aqui, porém, existem pontos muito positivos a destacar, e como filme de ficção, traz a tona fatos interessantes de pesquisas que, antigamente consideraríamos apenas obra de cinema (sim, o filme fala, com liberdades artísticas, sobre uma pesquisa real).
O tema abordado em Trancendence é o da regeneração do tecido humano, e ao mesmo tempo, a transferência da consciência humana para uma máquina, fazendo assim, um computador inteligente, com a mente de uma pessoa, que o corpo acabara de falecer, dois pontos que vem sendo estudados pela ciência, e vem sendo tratados como uma possibilidade para daqui a 50, 60 anos talvez.
Nesse quesito, o filme obteve sucesso, apesar é claro, de alguns exageros, mas que são irrelevantes se considerarmos a mensagem em si.
O grande problema do filme em minha opinião, é que, com uma grande quantidade de astros, muitos deles tiveram atuações apagadas. Johnny Depp mesmo, não entrega sua melhor atuação, embora esteja longe de ser ruim. Rebecca Hall também tem boa participação no longa.
Paul Bettany e Morgan Freeman tem atuação bastante apagada.
Em alguns momentos, o filme transcorre em um ritmo bastante lento, e para alguns, pode se tornar cansativo.
Em resumo, na minha opinião, um bom filme, porém recomendo para aqueles que estejam interessados em conhecer um pouco mais sobre essas pesquisas científicas, ou a pessoas que possam assisti-lo sem preconceitos pelos comentários. Assistam e tirem suas conclusões, eu particularmente gostei.

Nota: 7.0
Heredia A.
Heredia A.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2014
Na boa, muito bom ele é meio parado mai ficou sensacional.
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