Transcendence - A Revolução
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3,6
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Adriano X.
Adriano X.

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2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Em pleno 2014 o campo da Ficção Científica vem ganhando mais espaços nos cinemas, porque o homem já construiu e evoluiu tantas coisas, que chega um momento da sua vida que você para e pensa, "como foi que chegamos até aqui?". E é exatamente nisso que o filme nos passa como uma grande mensagem as mentes brilhantes que criaram o sistema chamado "Internet".

A ideia de uma máquina controlando as coisas já não é mais novidade no mundo do cinema, mas é sempre bom e curioso assistir produções que trazem esse enredo público. "Transcendence - A Revolução" é aquele filme que começa morno e termina morno, levanta várias questões sobre como o mundo está, e como a tecnologia domina praticamente tudo ao nosso redor. Uma mente humana, seus sentimentos e sua expansão, é muita teoria para uma máquina identificar e compreender. E exatamente isso que o filme tenta passar sua mensagem.

Com certeza é um filme de reflexão, mas poderia ter se expandido muito, assim como nossa mente. Começou e começou, o filme não teve um fim.

Por fim com suas várias mensagens, acaba levantando uma boa reflexão. "Será que toda essa tecnologia que criamos e estamos aperfeiçoando, trás mais benefícios do que malefícios a nos humanos?!"

Podemos ver, refletir e julgar até que ponto se torna saudável trazer a tecnologia a nos, até que ponto a maquina poderia substituir a mente humana! E o melhor, se isso seria algo bom ou ruim em todos os sentidos.

Recomendado: Sim
André M
André M

36 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de junho de 2014
É DIFICIL COMPRAR A IDÉIA, ATÉ MESMO PORQUE ELA É MUITO MAL ABORDADA.
TIVE A IMPRESSÃO DE QUE OS GRANDES ATORES DESSE FILME SÓ ACEITARAM O FAZER PARA GANHAR UMA GRANA.
AGUARDO ANCIOSAMENTE POR UM NOVO FILME BOM DE DEPP, TOMARA QUE NÃO DEMORE.
Ana V.
Ana V.

35 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de junho de 2014
Até que ponto a humanidade está preparada para lidar com o desconhecido?

Numa era em que trailers, pôsters, fotos e qualquer outra publicidade acabam eliminando o "efeito surpresa" dos filmes, é reconfortante ser surpreendido num filme em que a divulgação não foi tão apelativa.

O grande destaque do filme sem dúvidas é o diretor Wally Pfister! Ahá... Achou que eu falaria Jonny Depp né?? Pois bem, Pfister é conhecido por ser o vencedor do Oscar pela fotografia de 'A Origem' e também ser o diretor de fotografia de praticamente TODOS os filmes do Christopher Nolan. Dessa vez, Wally marcou estréia na direção de 'Trascendence', onde desempenhou um apto trabalho. O roteiro veio com uma conceito não muito novo 'Oque aconteceria se alguém fosse capaz de transferir seu cérebro para um computador?' Eu diria, que bastante explorados nos filmes de Ficção científica, mas que nunca deixou de ser promissor.

No longa, Johnny Depp vive o Dr. Will Caster, marido de Evelyn (Rebecca Hall) e amigo do talentosíssimo Paul Bettany com o personagem Max Waters. Cada cientista apresenta visões complementares a respeito da investigação e da evolução do pensamento à cerca da inteligência artificial, até que são confrontados com uma surpreendente fatalidade onde suas convicções serão questionadas.

A história é superlotada de informações complexas e conflituosas, não que isso seja ruim, mas para um extenso repertório de temas abordados em duas horas de filme, acabamos por dispersar a atenção diversas vezes, mesmo que tudo esteja interligado, oque torna Transcendence desafiador para a nossa consciência e intelecto.
Uma indecisão de assuntos abordados como tecnologia, política, filosofia e um trailer totalmente sci-fi. Realmente, ficou bagunçado!

Não posso dizer que estamos perante a um excelente desempenho de Depp, seria expectável demais para os que ainda não assistiu. Sua performance foi simples e linear para quem deveria assumir o papel de protagonista, isso fez com que Rebeca Hall assumisse essa responsabilidade, oque não ficou nada mal. Mesmo assim ainda terminei achando todas as atuações incompletas.
Os atores Cillian Murphy, Kate Mara e Morgan Freeman também estão no elenco e o diretor Christopher Nolan dessa vez cuidou da produção-executiva do filme.

'Transcendence - A Revolução' não foi uma tentativa surpreendente do mais novo diretor do pedaço Wally Pfister, mas é notória a elaboração de detalhes do filme, oque mostra que Hollywood ganhou mais uma pedra bruta a ser lapidada.
Luis R.
Luis R.

24.053 seguidores 759 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2015
Fraco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
FRACO. Eu entendi a historia de Transcedence, é bem interessante por sinal, mas achei que viajaram demais além da conta e até o roteirista se perdeu com que ele próprio escreveu.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de junho de 2014
“Transcendente – A Revolução” é uma ficção-científica dramática cheia de boas ideias. Ela deseja, sobretudo, abordar apartir de uma trama inventiva a tecnologia nos dias de hoje. Os excessos do uso, os avanços no meio, como ela pode ajudar a humanidade, tudo estar lá, mas soterrado por más escolhas cinematográficas. O roteiro se excede na falta de lógica de reviravoltas que nunca se explicam direito, cenas pretensiosamente reflexivas mal contextualizadas (com direito a gotas d’gua em câmera lenta) com a trama e personagens meramente decorativos que não conseguem transparecer emoções verdadeiras (Depp estar em momento especialmente apático). Faltou também o diretor estreante conseguir dar um tom uniforme a trama, que segue irregular tendo momentos pouco inspirados que lembram Michael Bay (franquia Transformers) onde tudo vira um espetáculo pirotécnico de efeitos especiais de explosões e outros que parecem tentar sofrivelemnte lembrar o estilo contemplativo de Terence Malick (A Árvore da Vida). Essa mistura nada orgânica resulta em um filme que não sabendo direito que rumo seguir, acaba não indo para lugar algum. Uma pena, porque havia potencial.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Transcendensce tinha tudo para ser um bom filme, elenco bom, trama boa, efeitos especiais bons mais o filme não é tudo isso que a história oferece pois ele tem uma boa proposta mais não lhe aprofunda tornando o que parece ser uma boa ficção em um drama mais ou menos. Resumindo: fraco para o que pode oferecer.
Davi G.
Davi G.

23 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de junho de 2014
A interação entre humanos e máquinas guiada pelo avanço da tecnologia a favor da humanidade é um tema comum na ficção cientifica, ainda que abordado sob os mais diversos ângulos. Kubrick, no final de década de 70, flertou com este tipo de narrativa, quando uma equipe de astronautas era enviada a uma missão espacial controlada pelo computador Hal 9000, em 2001 – Uma Odisseia no Espaço, um clássico do gênero. Spielberg, com seu A.I. – Inteligência Artificial, trazia para as telas o menino-robô David que, apesar de máquina, fazia de tudo para ser amado por sua suposta “mãe”. No sensívelEla, Spike Jonze narra a história de um homem emotivo que se “apaixona” por um sistema operacional. Porém, como acreditar em uma produção de um diretor estreante cujo protagonista é um ator em progressivo desgaste de imagem?

Não que isto seja regra para que um filme seja um fiasco. Com seu “debut” Beleza Americana, Sam Mendes foi aclamado pelo público e pela crítica, faturando 5 prêmios Oscar (incluindo melhor filme e diretor). John Travolta teve sua carreira revitalizada quando, em 1994, protagonizou Pulp Fiction – Tempo de Violência. Mas Transcendence – A Revolução, de Wally Pfister, que chegou aos cinemas brasileiros nesta semana, não obteve o êxito esperado em nenhum desses pontos, sendo considerado um das piores produções do gênero e amargando duras críticas ao redor do mundo. Partindo da premissa dos limites éticos que envolvem o uso da tecnologia em constante avanço, Transcendence é um filme com potencial que falha absurdamente em sua argumentação.

Na trama, Will Caster é uma celebridade no campo de pesquisa sobre inteligência artificial. Suas teses sugerem a criação de um novo tipo de IA, transcendendo a mente humana – a transferência de sua consciência para o ambiente virtual. Entretanto, Caster é alvo do ataque de um grupo extremista oposto às ideias de avanço tecnológico e, apesar de sobreviver de imediato, logo é diagnosticado com poucos dias de vida. Enquanto aguarda a morte de Will, sua esposa (e companheira de pesquisa) descobre que os estudos do marido estão mais avançados do que supunha e decide realizar os experimentos no esposo moribundo, transferindo a mente de Caster para um computador. O pesquisador inevitavelmente falece, mas retorna à vida agora como “máquina” – e logo se percebe que este tipo de experimento é uma ameaça potencial à vida humana.
Com este roteiro, era de se esperar que tudo aqui desse certo, mas Transcendence não funciona. Tratado com eloquente superficialidade, o longa de estreia de Wally Pfister possui discursos vazios sem bases necessárias em sua argumentação. O produto parece um recorte de várias ideias, que são emendadas previsivelmente e sem explicação para satisfazer as exigências de um roteiro mal desenvolvido – mesmo que isoladamente tais ideias possam chamar a atenção. São tantos conceitos mal formulados (nanotecnologia, inteligência artificial, biotecnologia, computação em nuvem, terror e caos social, ética) que tudo fica ali, meio perdido, aguardando um desfecho que nunca vem - ainda que o filme tente tecer inúmeras explicações a todos estes conceitos.

Talvez a direção inexperiente e pesada de Pfister, que rivaliza com a de Christopher Nolan (que assina a produção executiva e de quem Wally é um fiel colaborador na fotografia de seus longas) possa ser uma das principais causas para o filme não decolar. Mas seu roteiro cheio de falhas não permite muita coisa também, então há de se perdoar o estreante. A fotografia (que remete em alguns momentos a Nolan, inevitavelmente) perde-se em uma desordenada montagem, o que cansa o espectador ao longo de suas duas horas de duração. Nem mesmo o elenco parece colaborar: Johnny Depp, que coleciona seu quarto fracasso seguido, não demonstra o menor interesse em sua personagem, apesar de exibir uma forma física suficiente para um cinquentão. Por sorte (ou sei lá o quê), Depp passa boa parte do filme longe das câmeras – porém, é substituído por uma tediosa narração quando em versão “digital”. Os demais nomes do elenco de estrelas (Rebecca Hall, Morgan Freeman e Cillian Murphy – todos que já trabalharam com Nolan) também parecem estar ligados no modo “automático”, com exceção, talvez, de Paul Bettany, que arrisca um triângulo amoroso com o casal de protagonista. Nem mesmo os efeitos visuais são uma aula de técnica – sendo até mesmo grotescos em algumas sequencias. Apenas a trilha sonora do canadense Mychael Danna deve receber algum elogio – mas como produto isolado.

Cansativo em diversos momentos, a produção está muito mais para um thriller sci-fi do que para um filme de ação – e essa é a razão que deixa o espectador frustrado, pois o longa não cumpre direito sua proposta. Perdido na tentativa de filosofar sobre temas polêmicos,Transcendence se firma como um filme necessário, porém mal aproveitado. Talvez se dirigido por um diretor mais experiente, o longa pudesse ser melhor explorado (o próprio Nolan, por exemplo – aliás, há quem sonhe com uma parceria entre o cineasta e Johnny Depp). Transcendence falha em sua desesperada pretensão de ser inteligente, desperdiçando lamentavelmente um ótimo material e ficando muito abaixo de suas expectativas.

Para finalizar, faço apenas uma pergunta que alude ao título do filme: cadê a revolução?
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
Não é querendo relembrar,mais já temos o caso,de vários filmes obter a ideia que Transcedence obtém.A mensagem pode até parecer positiva para muitos,e bastante interessante,não estou falando que não é).Mais a colocada em prática aqui,é bastante falha,e conta com diversas falhas ao longo.A inteligência de um ser humano consegue comandar outros,sem nenhuma preocupação ou dificuldade.Vimos isso em Lucy,que foi interpretado por Scarlett Johnasson,e também trazia,Morgan Freeman sendo um profissional a frente do caso.Trascendence vive inteiramente de ficção,salvando-se poucas cenas de ação ali no final,mais que não melhora em nada a intensiva.Johnny Depp pode até parecer o principal protagonista,mais ele pena em tentar mostrar um bom trabalho,quando se tem Rebeca Hall,Paul Bettany,Kate Mara e Cillian Murphy!
Diego Marçal
Diego Marçal

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Enredo estranho! cenas curtas e travadas! atores engessados! de bom restam os temas abordados... nanotecnologia e IA.
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