Transcendence - A Revolução
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3,6
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96 Críticas do usuário

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Bruno R.
Bruno R.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de julho de 2014
O filme é bom para quem gosta de ficção científica, na verdade não tem um ótimo enredo, e se tratando do Nolan em que seus filmes faz você pensar um pouco, nesse não tem muito disso, mas o filme retrata coisas sobre a revolução científica em que não passa de um sonho bem distante, mas gostoso de se imaginar...não foi um dos melhores do Nolan, nem Johnny Depp, nem Morgan Freeman, mas foi bom. 3 estrelas pq spu fã desse tipo de filme. Abç
fabiano decol
fabiano decol

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de julho de 2014
Filme em que eu particularmente esperava muito, já que Jhonny Deep não vem fazendo filmes tão bons quanto antes, mas achei um filme apenas regular e de estória interessante, as atuações estão muito boas apesar do enredo complexo, nota 3,5.
Conexao D.
Conexao D.

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de julho de 2014
E ai, galera. Tudo de boinha?

Você já se imaginou sendo transportado para a grande teia mundial? Não. Meu papo não é sobre Peter Parker, o carinha do webdesigner, é sobre a internet mesmo. Pensa na loucura que seria acordar em todos os lugares ao mesmo tempo e ainda podendo fazer todos os upgrades e conhecendo todas as senhas possíveis e imagináveis. Isto é papo que só mesmo o Johnny Depp ou o Neo prá conseguir.

Saca só o lance do filme TRANSCENDENCE que eu vi com a Conexão Dorsey no Shopping Tacaruna, em Recife. O Daddy até aproveitou para contar a piadinha do português preso na escada rolante quando faltou energia. O maninho Link ficou azedo, mas eu ri pacas da cara dele.

Mas vamos voltar a fita. O Johnny e a Rebeca Hall fazem o casal perfeitinho da cena. São loucamente apaixonados um pelo outro e têm o mesmo trabalho. E nem brigam quando estão fazendo suas pesquisas, o que é algo meio insano de acreditar. Eles querem desenvolver uma Inteligência Artificial, ou seja, um ser cibernético que tenha conhecimento de si mesmo.

Como em todo filme as coisas só começam a dar certo quando dão erradas o trabalho deles é fechado, mas a doutora toma emprestado os HDs da maquinha conhecida como PINN. Pode parecer loucura, mas todas estas siglas do cinema têm um significado, e PINN é uma cópia de Personal Identification Number(Número de Identificação Pessoal), mais conhecido como senha.

E a senha que eles encontram é que a voz da máquina não é um programa de computador e sim a consciência de um macaco que foi feita um download. Calma, pelo menos esta parte vocês têm de fazer de conta pro negócio ficar maneiro. Pense porém nas maquininhas de comunicação de Star Trek nos anos 60 e talvez não seja tão doido assim, alguém ser transferido para uma máquina no futuro.

Só que o grande doutor Will Caster leva um tiro envenenado e antes de morrer tem sua mente transferida para a internet e fica igualzinho a dupla Pink e Cerebro: “nós vamos dominar o mundo”. Só que nessa roubada, a doutora Evelyn, de grande amor de sua vida, passa a ser somente sua escrava particular.

Em resumo, você vê na tela um upgrade de qualquer tragédia grega sem solução boa para nenhum personagem. Ele faz milagres curando pessoas com problemas de saúde que ficam mais super que o Clark Kent, meu coleguinha de High School, mas são apenas robôs comandados pela máquina Will Caster.

Pirado o lance? Acha que ninguém nunca tentou fazer uma consciência coletiva artificial? Pois isto acontece desde que o primeiro bocó tentou ficar mais esperto do que era comendo uma tal fruta proibida. Saca só se este lance não é exatamente o que queria fazer um cara chamado Adolf Hitler.

Ele queria que as pessoas fossem iguais, pensassem igual, tivessem os mesmos desejos e sonhassem o mesmo sonho. E a solução para quem não fosse igual era um tanto ardida. Só que esse papo de “coletivo” é uma asneira tão sem noção que ele colocou como garota propaganda da grande raça Ariana o bebê perfeito: uma menina judia.

Então quando você sentir que alguém tá vindo pra cima de você com um papo de coletivo isto, coletivo aquilo, pode sacar que é primeiro uma armação prá te dominar, e depois que é uma asneira sem tamanho que sempre vai acabar pior do que computador como aqueles programinhas para acelerar a velocidade. Trava tudo.

Aqui é Vinny Dorsey, seu cyber brother. Continue ligado na Conexão Dorsey.
Junior C.
Junior C.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2014
Ficção, sonho, possível futuro ou ameaça eminente? Todos estes pontos são as bases para esta trama intitulada Transcendente. Mais do que envolvente é um filme que prende a sua atenção, engana suas percepções e te faz pensar se tudo era uma ilusão ou uma verdade não compreendida pelo medo.

Mais do que um filme que trata do tema da Inteligência Artificial, ele apresenta uma visão diferenciada, acrescentando um elemento humano. Tradicionalmente visto em filmes deste tema, uma máquina com um software de alto nível busca dominar o mundo para torna-lo um lugar melhor a sua maneira, ok. Mas, se desta vez não fosse um software e sim um ser humano, ou pelo menos a sua mente, e fosse transferida para uma máquina possibilitando a ele desenvolver sua inteligência e agregar novos conhecimentos e avanços para a sociedade? Ele ainda seria ele ou não?

Sinopse By Adoro Cinema

O dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais famoso pesquisador sobre inteligência artificial da atualidade. No momento ele está trabalhando na construção de uma máquina consciente que conjuga informações sobre todo tipo de conteúdo com a grande variedade de emoções humanas. O fato de se envolver sempre em projetos controversos fez com que Caster ganhasse notoriedade, mas ao mesmo tempo o tornou o inimigo número 1 dos extremistas que são contra o avanço da tecnologia - e por isso mesmo tentam detê-lo a todo custo. Só que um dia, após uma tentativa de assassinato, Caster convence sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu melhor amigo Max Waters (Paul Bettany) a testar seu novo invento nele mesmo. Só que a grande questão não é se eles podem fazer isto, mas se eles devem dar este passo.

Pontos de destaque do filme, além da temática da história e da grande criatividade em características polemicas/conflitantes do roteiro, são os atores de grande renome que atuam no filme, os efeitos especiais bem equilibrados e a ambientação dos locais onde o filme foi gravado, que não são nem exagerados e nem insuficiente, são praticamente na medida correta.

Sem dúvida, uma obra maravilhosa que lhe proporcionará boas duvidas e reflexões.

Recomendo e muito.

Bom filme.
Jeanne M.
Jeanne M.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2014
Um disperdicio com o talento de Johnny Depp... Um filme razoável e que é ótimo para sessão da tarde rsrsrs
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Para a filosofia, transcendente é algo que transcende a nossa própria consciência, permitindo, desta forma, que a nossa mente constitua objetos para nos fazer experimentá-los como objetos em primeiro lugar, da maneira como eles foram concebidos. Para o Dr. Will Caster (Johnny Depp), personagem principal de “Transcendence: A Revolução”, filme dirigido por Wally Pfister, o conceito de transcendência está diretamente relacionado com a inteligência artificial, na medida em que uma máquina tem o poder de, por meio de sua capacidade analítica, superar qualquer inteligência coletiva na sua forma humana em qualquer tempo da nossa história.

É uma premissa complexa, mas é a essa discussão que o filme se dedica em seus 119 minutos de duração, fazendo aquelas típicas concessões aos clichês hollywoodianos de forma a atrair uma plateia o mais diversa possível. “Transcendence: A Revolução” faz uma reflexão em cima de uma questão bastante conhecida no universo do gênero de ficção científica: a do uso da tecnologia pelo homem, especialmente nos seus limites éticos.

Entretanto, a uma discussão muito batida, “Transcendence: A Revolução” acrescenta elementos novos, como a existência de um grupo extremista (liderado pela personagem interpretada por Kate Mara) que luta contra os avanços tecnológicos utilizando, muitas vezes, táticas de guerrilha; e as pitadas de uma história de amor que é determinante para os acontecimentos principais vistos no filme, uma vez que é a impossibilidade de imaginar uma vida sem o ser amado que faz com que Evelyn Caster (Rebecca Hall) transforme a sua própria vida num grande experimento, em que ela é a prisioneira dos caminhos que escolheu.

Porém, existe algo mais importante na trama de “Transcendence: A Revolução” e é a isso que o filme se prende. A abordagem da dualidade entre o lado bom e ruim da inteligência artificial poderosa resultante da mente do Dr. Will Caster passa pela sua finalidade principal ao se perpetuar na rede, influenciando e modificando as vidas das pessoas com as quais entra em contato. Se o uso da tecnologia, de forma responsável e ética, tem o poder de mudar o mundo, por que não fazê-lo, como um grande – e verdadeiro – ato de amor?

“Transcendence: A Revolução” marca a estreia de Wally Pfister como diretor. Está claro que a sua maior influência foi o diretor Christopher Nolan, com quem ele teve a oportunidade de trabalhar em sete filmes. Pfister faz de seu filme um longa que é uma verdadeira peça de quebra-cabeças, com o (bom) uso da trilha sonora como suporte para os momentos de maior intensidade e que, seguindo a linha de “A Origem”, usa o amor como a força motriz para os conflitos principais de seus protagonistas. O problema é que, ao contrário de Christopher Nolan, que consegue sofisticar até o que é relativamente simples; Pfister não consegue “complicar” e intrigar, na medida em que o roteiro de Jack Plagen tem alguns buracos que ficam sem preenchimento.
karina r.
karina r.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Muito bom o tema do filme, usar a spoiler: tecnologia para curar o mundo
, interessante quando eles mostram que spoiler: as pessoas temem o desconhecido e por isso , querem acabar com essa evolução
.
O filme poderia ter mais ação , mais impacto e ser um pouco menos resumido. Mas é uma bela história que mistura ficção cientifica com um pouco de romance e reflexão. Valeu a pena ter assistido.
Bruno A.
Bruno A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de junho de 2014
O filme tem boas cenas, no entanto promete muito mais do que realmente é. Durante toda a exibição cria se uma expectativa de um aprofundamento maior na estoria o que não acontece, no fim passa se a impressão de que faltou algo na trama.
Angela C
Angela C

6 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de junho de 2014
Alguém aí ouviu que seria um filme romântico?
Tudo pelo verdadeiro amor, engraçado isto em meio a um tema tão frio e temeroso.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2014
Tão satisfeitos com seu jeito de ser e viver e com as posses e poderes que o sustentam, os americanos levam para o cinema que produzem seus fantasmas, seus medos diante das potenciais e imaginárias ameaças ao american way of life, alçado ao ponto de chegada das conquistas universais em termos de sustentação e organização da vida em sociedade. Não raro, forjam nas telas os heróis imaginários, alguns com superpoderes, que os acalmam diante do “outro” (o bárbaro, o infiel). Na berlinda, ora o índio que detém o progresso, ora o imigrante fora-da-lei, ora o russo inimigo da liberdade... Na falta deles, uma epidemia devastadora ou um asteroide sem freio, sempre ameaçando toda a Humanidade e o planeta. Em Transcendence – A Revolução, o perigo iminente é a possível inteligência artificial.
O mote do filme é a criação de um Frankstein pós-moderno: a versão virtual do Dr. Will Caster (Johnny Depp). Sim, porque agora já não se trata mais de simplesmente infundir vida a um corpo humano do qual ela já expirou, mas sim de transferir uma inteligência humana para um programa de computador, criando, assim, uma inteligência artificial com atributos humanos: sentimentos, incertezas, medos, ambição. O desafio é outro, outros também os riscos. Frankstein poderia ser uma ameaça somente aos que dele se aproximassem, enquanto que a PINN (a máquina mesclada com o “disco rígido” do Dr. Will) tende a dominar o mundo.
Tudo começa com o brilhante Dr. Will e sua equipe desenvolvendo um projeto de inteligência artificial (PINN). “Ao contrário de minha esposa, não estou interessado em mudar o mundo, mas em entender como a coisa funciona”, diz ele na conferência após a qual leva um tiro de raspão, desferido pelos opositores do projeto, um grupo que teme a transposição da fronteira do conhecimento a ponto de alçar o humano a uma condição semelhante à de um deus. A bala, envenenada, deixa poucos dias de vida ao pesquisador agora cheio de fãs, entre os quais sua parceira e esposa, que não aceita a morte do amado a quem venera e procura, com ajuda bem-sucedida de outro colega de laboratório, manter viva a mente do Dr. Will, mesclando-a à PINN: fusão de criador e criatura.
Os talentosos e renomados atores, e os cenários futuristas que vão se erguendo na trilha da ascensão de PINN/Will (em contraposição aos ambientes precários e decadentes em que se movem as alarmadas e alertas inteligências humanas) tornam o filme atraente e agradável, enquanto a trama e o roteiro suscitam temas inquietantes (embora não originais): o conflito natureza versus cultura potencializado na disputa entre inteligência humana e inteligência artificial; a impossibilidade de um afeto transcendental entre duas inteligências, quando uma delas se torna artificial e superpoderosa (Ou seria a possibilidade? Ou será que nem entre duas naturais seria possível?); a conveniência das curas medicinais e o risco de sua descoberta levar a mutações indesejáveis, a ponto de gerar uma nova espécie – humana, mas imortal ou quase, excessivamente forte; o medo de um ser (ou uma máquina) tornar-se capaz de agir como um deus em meio à sociedade humana (onipresente, capaz de milagres, um criador e regenerador, ressuscitador) – ou seja, o medo de o transcendente estar aqui, agora, junto de nós, e, pior, não manifestar a bondade e perfeição dele esperada, sendo melhor permanecermos com nossas imperfeições, medos, sofrimentos, finitude.
Quem conhece Pierre Lévy e Jacques Ellul bem pode ter a impressão de que duelam em Transcendence – A Revolução, eles, cujos leitores podem ver como antípodas na avaliação dos avanços tecnológicos: o primeiro, otimista; o segundo, pessimista e antagonista. E quem conhece e lembrou da lei marxista do desenvolvimento em progresso das forças produtivas (cognome avanço tecnológico) transformando as relações humanas graças às mudanças nas condições materiais de vida, deve ter pensado: caramba, o capitalismo, se conseguir levar à inteligência artificial, pode destruir não só a si (máquina substituindo força de trabalho e matando a “galinha dos ovos de ouro” que é a mais –valia, ou seja, trabalho humano não pago), mas pode até mesmo acabar com a humanidade, sobrepondo a ela um tipo de ser que nem é homem, nem é máquina... (riso – e riso humano, como resultado de cócegas no conjunto de miolos a que chamamos cérebro).
Mas, sem desilusões descabidas e inoportunas! O amor – esta imperfeição - haverá de triunfar, na vida, como na sétima arte (afinal ele é o maior “sonho” de qualquer máquina que se torne perfeita e completamente inteligente): quem quiser saber como, não deve perder a ocasião de ver Transcendence – A Revolução, uma película original por, em pleno século XXI, apostar na trama e não nos efeitos especiais, no gênero ficção científica.
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