Transcendence - A Revolução
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3,6
1763 notas

96 Críticas do usuário

5
26 críticas
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14 críticas
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Malena H
Malena H

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Muito parado, tedioso e sem graça, não consegui ver ate o final. Esperava muito mais por ter atores tão incríveis, decepcionada
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2015
Fraco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
FRACO. Eu entendi a historia de Transcedence, é bem interessante por sinal, mas achei que viajaram demais além da conta e até o roteirista se perdeu com que ele próprio escreveu.
Ricardo B.
Ricardo B.

25 seguidores 23 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
Eu esperava por esse filme por um motivo bem específico: essa era a estreia de Wally Pfister como diretor. Ele é um dos melhores cinematógrafos trabalhando atualmente e fez parceria com Christopher Nolan, um dos meus diretores preferidos, nos filmes "Batman Begins" (2005), "O Grande Truque" (2006), "O Cavaleiro da Trevas" (2008), "A Origem" (2010) e "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (2012). Ele recebeu o Oscar de Melhor Fotografia por "A Origem" e foi indicado mais três vezes.

Então, levando em conta que ele já trabalhou com Christopher Nolan algumas vezes, eu presumi que Pfister estava preparado para dirigir o seu próprio filme. E como eu estava errado! "Transcendece: A Revolução" foi uma grande decepção. Mesmo que Pfister saiba como criar uma bela imagem, ele ainda não estava preparado para coisas mais complexas, como desenvolvimento de personagens, construção de estrutura narrativa e ritmo. Os personagens são todos bidimensionais e eu não consegui me importar com nenhum deles.

E parte da culpa disso tudo deve cair em cima do roteirista também, um tal de Jack Paglen, para o qual "Transcendece: A Revolução" também era o seu primeiro trabalho. Se Wally Pfister tivesse feito uma parceria com um roteirista mais experiente, a sua estreia como diretor poderia, com certeza, ter sido muito melhor, mas, infelizmente, aconteceu comigo o que aconteceu com muita gente ao assistir esse filme: eu estava entediado ao ponto de quase dormir.

O conceito é muito legal. A ideia de carregar a consciência de alguém para um computador a fim criar a primeira inteligência artificial do mundo é interessante, mas, depois que isso é acontece, eles não fazem mais nada com esse conceito. Esse filme poderia ter sido uma origem não intencional para a Skynet, da franquia do Exterminador do Futuro (1984-2015), mas depois que Will tem a sua consciência carregada para o computador, nada mais de interessante acontece. Nunca. Tudo que ele faz é encher a conta da Evelyn de dinheiro, curar algumas pessoas de algumas doenças, ferimentos ou disfunções e criar um exército de híbridos de humanos e nanotecnologia. Mas tudo isso é contato através de uma narrativa tão chata e entediante, que eu estava lutando para não dormir. E quanto mais a trama se arrastava, menos ela fazia sentido.

Quanto à atuação, Johhny Depp é Johnny Depp. Qualquer um poderia ter feito o papel por ele e não faria diferença alguma, pois eu já vi muitas interpretações de inteligências artificiais, e ele não trouxe nada de original ou único. E, além disso, eu já estou farto de pessoas lambendo o saco dele por nada, mesmo que ele não tenha feito nada de momorável em anos. Rebecca Hall estava muito boa. Na verdade, ela é uma ótima atriz, mas a personagem dela era tão rasa, que eu simplesmente não conseguia me importar com ela. A sua personagem não tinha nenhum tipo de profundidade e não teve tempo algum dedicado ao seu desenvolvimento. Morgan Freeman e Cillian Murphy estão no filme, mas nada foi lhes foi dado. Eles foram extremamente mal usados. Cillian Murphy é um ótimo jovem ator, eu adoro ele, mas não consigo me lembrar nem o que o seu personagem estava fazendo no filme. E Morgan Freeman é um ator fantástico, mas a impressão que eu tive é que ele estava ali só para coletar o pagamento pela sua voz, nada mais.

O único personagem que chegou a quase despertar o meu interesse foi Max Waters (Paul Bettany). Além de ele ser um ótimo ator e eu adorar o seu sotaque, o seu personagem foi o que teve mais profundidade (na verdade, ele foi o único que teve qualquer tipo de profundidade) e passou por mais conflitos e transformações. Mesmo assim, ele não recebeu a atenção que deveria ter recebido. Nem do diretor, nem do roteirista.

E Wally Pfister tentou dar ao filme um final ambíguo, como Christopher Nolan em "A Origem", mas acabou sendo só mais um fracasso. Eu não me importava e só queria que o filme acabasse de uma vez, antes que eu entrasse em coma.

No final das contas, "Transcendece: A Revolução" tinha muito potencial para ser um ótimo thriller de ficção científica, mas é cheio de personagens rasos e irrelevantes. A premissa é interessante, mas todas as oportunidades de explorá-la passaram completamente despercebidas aos olhos do diretor e do roteirista. E é por isso que, infelizmente, "Transcendece: A Revolução" recebe um nota 2 de 5.

Curiosidade: um amigo de um crítico que eu acompanho trabalhava como revisor de roteiros em Hollywood e disse que leu o rascunho original do roteiro de "Transcendece: A Revolução" e disse que poderia ser uma ótima aventura de ficção científica. Ao assistir o filme, ele disse que aquele rascunho original massacrado. O que aconteceu com esse rascunho original? Nós nunca saberemos.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
Não é querendo relembrar,mais já temos o caso,de vários filmes obter a ideia que Transcedence obtém.A mensagem pode até parecer positiva para muitos,e bastante interessante,não estou falando que não é).Mais a colocada em prática aqui,é bastante falha,e conta com diversas falhas ao longo.A inteligência de um ser humano consegue comandar outros,sem nenhuma preocupação ou dificuldade.Vimos isso em Lucy,que foi interpretado por Scarlett Johnasson,e também trazia,Morgan Freeman sendo um profissional a frente do caso.Trascendence vive inteiramente de ficção,salvando-se poucas cenas de ação ali no final,mais que não melhora em nada a intensiva.Johnny Depp pode até parecer o principal protagonista,mais ele pena em tentar mostrar um bom trabalho,quando se tem Rebeca Hall,Paul Bettany,Kate Mara e Cillian Murphy!
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Transcendensce tinha tudo para ser um bom filme, elenco bom, trama boa, efeitos especiais bons mais o filme não é tudo isso que a história oferece pois ele tem uma boa proposta mais não lhe aprofunda tornando o que parece ser uma boa ficção em um drama mais ou menos. Resumindo: fraco para o que pode oferecer.
Adriano X.
Adriano X.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Em pleno 2014 o campo da Ficção Científica vem ganhando mais espaços nos cinemas, porque o homem já construiu e evoluiu tantas coisas, que chega um momento da sua vida que você para e pensa, "como foi que chegamos até aqui?". E é exatamente nisso que o filme nos passa como uma grande mensagem as mentes brilhantes que criaram o sistema chamado "Internet".

A ideia de uma máquina controlando as coisas já não é mais novidade no mundo do cinema, mas é sempre bom e curioso assistir produções que trazem esse enredo público. "Transcendence - A Revolução" é aquele filme que começa morno e termina morno, levanta várias questões sobre como o mundo está, e como a tecnologia domina praticamente tudo ao nosso redor. Uma mente humana, seus sentimentos e sua expansão, é muita teoria para uma máquina identificar e compreender. E exatamente isso que o filme tenta passar sua mensagem.

Com certeza é um filme de reflexão, mas poderia ter se expandido muito, assim como nossa mente. Começou e começou, o filme não teve um fim.

Por fim com suas várias mensagens, acaba levantando uma boa reflexão. "Será que toda essa tecnologia que criamos e estamos aperfeiçoando, trás mais benefícios do que malefícios a nos humanos?!"

Podemos ver, refletir e julgar até que ponto se torna saudável trazer a tecnologia a nos, até que ponto a maquina poderia substituir a mente humana! E o melhor, se isso seria algo bom ou ruim em todos os sentidos.

Recomendado: Sim
Diego L.
Diego L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de setembro de 2014
Estou muito decepcionado com este filme, no começo apresentou uma ótima idéia para um filme, algo que eu ansiava ver, o que eu acredito que seja o próximo passo da evolução humana, uma inteligência sem limites, toda informação disponível e pronta para ser usada, mas essa idéia foi destruída e destroçada após uns 40 minutos de filme, e foi trocada por um romance deplorável.
Márcia C.
Márcia C.

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de julho de 2014
tinha tudo p ser um mega filme. Contudo fica monótono no meio e o final é previsível. Alguns dormiriam.
Diego Marçal
Diego Marçal

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Enredo estranho! cenas curtas e travadas! atores engessados! de bom restam os temas abordados... nanotecnologia e IA.
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