Transcendence - A Revolução
Média
3,6
1761 notas

96 Críticas do usuário

5
26 críticas
4
20 críticas
3
22 críticas
2
14 críticas
1
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Bruno R.
Bruno R.

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3,0
Enviada em 15 de julho de 2014
O filme é bom para quem gosta de ficção científica, na verdade não tem um ótimo enredo, e se tratando do Nolan em que seus filmes faz você pensar um pouco, nesse não tem muito disso, mas o filme retrata coisas sobre a revolução científica em que não passa de um sonho bem distante, mas gostoso de se imaginar...não foi um dos melhores do Nolan, nem Johnny Depp, nem Morgan Freeman, mas foi bom. 3 estrelas pq spu fã desse tipo de filme. Abç
Vinny D.
Vinny D.

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4,0
Enviada em 6 de julho de 2014
E ai, galera. Tudo de boinha?

Você já se imaginou sendo transportado para a grande teia mundial? Não. Meu papo não é sobre Peter Parker, o carinha do webdesigner, é sobre a internet mesmo. Pensa na loucura que seria acordar em todos os lugares ao mesmo tempo e ainda podendo fazer todos os upgrades e conhecendo todas as senhas possíveis e imagináveis. Isto é papo que só mesmo o Johnny Depp ou o Neo prá conseguir.

Saca só o lance do filme TRANSCENDENCE que eu vi com a Conexão Dorsey no Shopping Tacaruna, em Recife. O Daddy até aproveitou para contar a piadinha do português preso na escada rolante quando faltou energia. O maninho Link ficou azedo, mas eu ri pacas da cara dele.

Mas vamos voltar a fita. O Johnny e a Rebeca Hall fazem o casal perfeitinho da cena. São loucamente apaixonados um pelo outro e têm o mesmo trabalho. E nem brigam quando estão fazendo suas pesquisas, o que é algo meio insano de acreditar. Eles querem desenvolver uma Inteligência Artificial, ou seja, um ser cibernético que tenha conhecimento de si mesmo.

Como em todo filme as coisas só começam a dar certo quando dão erradas o trabalho deles é fechado, mas a doutora toma emprestado os HDs da maquinha conhecida como PINN. Pode parecer loucura, mas todas estas siglas do cinema têm um significado, e PINN é uma cópia de Personal Identification Number(Número de Identificação Pessoal), mais conhecido como senha.

E a senha que eles encontram é que a voz da máquina não é um programa de computador e sim a consciência de um macaco que foi feita um download. Calma, pelo menos esta parte vocês têm de fazer de conta pro negócio ficar maneiro. Pense porém nas maquininhas de comunicação de Star Trek nos anos 60 e talvez não seja tão doido assim, alguém ser transferido para uma máquina no futuro.

Só que o grande doutor Will Caster leva um tiro envenenado e antes de morrer tem sua mente transferida para a internet e fica e igualzinho a dupla Pink e Cerebro: “nós vamos dominar o mundo”. Só que nessa roubada, a doutora Evely, de grande amor de sua vida, passa a ser somente sua escrava particular.

Em resumo você vê na tela um upgrade de qualquer tragédia grega sem solução boa para nenhum personagem. Ele faz milagres curando pessoas com problemas de saúde que ficam mais super que o Clark Kent, meu coleguinha de High School, mas são apenas robôs comandados pela máquina Will Caster.

Pirado o lance? Acha que ninguém nunca tentou fazer uma consciência coletiva artificial? Pois isto acontece desde que o primeiro bocó tentou ficar mais esperto do que era comendo uma tal fruta proibida. Saca só se este lance não é exatamente o que queria fazer um cara chamado Adolf Hitler.

Ele queria que as pessoas fossem iguais, pensassem igual, tivessem os mesmos desejos e sonhassem o mesmo sonho. E a solução para quem não fosse igual era um tanto ardida. Só que esse papo de “coletivo” é uma asneira tão sem noção que ele colocou como garota propaganda da grande raça Ariana o bebê perfeito: uma menina judia.

Então quando você sentir que alguém tá vindo pra cima de você com um papo de coletivo isto, coletivo aquilo, pode sacar que é primeiro uma armação prá te dominar, e depois que é uma asneira sem tamanho que sempre vai acabar pior do que computador como aqueles programinhas para acelerar a velocidade. Trava tudo.

Aqui é Vinny Dorsey, seu cyber brother. Continue ligado na Conexão Dorsey.
Joaquim P.
Joaquim P.

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5,0
Enviada em 27 de julho de 2014
O filme é muito interessante e bastante curioso. Os efeitos especiais sao magnificos tornando a história mais envolvente. aconsellho bastante!
Conexao D.
Conexao D.

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3,5
Enviada em 10 de julho de 2014
E ai, galera. Tudo de boinha?

Você já se imaginou sendo transportado para a grande teia mundial? Não. Meu papo não é sobre Peter Parker, o carinha do webdesigner, é sobre a internet mesmo. Pensa na loucura que seria acordar em todos os lugares ao mesmo tempo e ainda podendo fazer todos os upgrades e conhecendo todas as senhas possíveis e imagináveis. Isto é papo que só mesmo o Johnny Depp ou o Neo prá conseguir.

Saca só o lance do filme TRANSCENDENCE que eu vi com a Conexão Dorsey no Shopping Tacaruna, em Recife. O Daddy até aproveitou para contar a piadinha do português preso na escada rolante quando faltou energia. O maninho Link ficou azedo, mas eu ri pacas da cara dele.

Mas vamos voltar a fita. O Johnny e a Rebeca Hall fazem o casal perfeitinho da cena. São loucamente apaixonados um pelo outro e têm o mesmo trabalho. E nem brigam quando estão fazendo suas pesquisas, o que é algo meio insano de acreditar. Eles querem desenvolver uma Inteligência Artificial, ou seja, um ser cibernético que tenha conhecimento de si mesmo.

Como em todo filme as coisas só começam a dar certo quando dão erradas o trabalho deles é fechado, mas a doutora toma emprestado os HDs da maquinha conhecida como PINN. Pode parecer loucura, mas todas estas siglas do cinema têm um significado, e PINN é uma cópia de Personal Identification Number(Número de Identificação Pessoal), mais conhecido como senha.

E a senha que eles encontram é que a voz da máquina não é um programa de computador e sim a consciência de um macaco que foi feita um download. Calma, pelo menos esta parte vocês têm de fazer de conta pro negócio ficar maneiro. Pense porém nas maquininhas de comunicação de Star Trek nos anos 60 e talvez não seja tão doido assim, alguém ser transferido para uma máquina no futuro.

Só que o grande doutor Will Caster leva um tiro envenenado e antes de morrer tem sua mente transferida para a internet e fica igualzinho a dupla Pink e Cerebro: “nós vamos dominar o mundo”. Só que nessa roubada, a doutora Evelyn, de grande amor de sua vida, passa a ser somente sua escrava particular.

Em resumo, você vê na tela um upgrade de qualquer tragédia grega sem solução boa para nenhum personagem. Ele faz milagres curando pessoas com problemas de saúde que ficam mais super que o Clark Kent, meu coleguinha de High School, mas são apenas robôs comandados pela máquina Will Caster.

Pirado o lance? Acha que ninguém nunca tentou fazer uma consciência coletiva artificial? Pois isto acontece desde que o primeiro bocó tentou ficar mais esperto do que era comendo uma tal fruta proibida. Saca só se este lance não é exatamente o que queria fazer um cara chamado Adolf Hitler.

Ele queria que as pessoas fossem iguais, pensassem igual, tivessem os mesmos desejos e sonhassem o mesmo sonho. E a solução para quem não fosse igual era um tanto ardida. Só que esse papo de “coletivo” é uma asneira tão sem noção que ele colocou como garota propaganda da grande raça Ariana o bebê perfeito: uma menina judia.

Então quando você sentir que alguém tá vindo pra cima de você com um papo de coletivo isto, coletivo aquilo, pode sacar que é primeiro uma armação prá te dominar, e depois que é uma asneira sem tamanho que sempre vai acabar pior do que computador como aqueles programinhas para acelerar a velocidade. Trava tudo.

Aqui é Vinny Dorsey, seu cyber brother. Continue ligado na Conexão Dorsey.
Alemachado4
Alemachado4

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de agosto de 2022
Assisti, eu adorei.
Gostei tudo, cenário, figurino, atores, direção, da história, ahhh esse eu adorei.
Nota 1000
Diego L.
Diego L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de setembro de 2014
Estou muito decepcionado com este filme, no começo apresentou uma ótima idéia para um filme, algo que eu ansiava ver, o que eu acredito que seja o próximo passo da evolução humana, uma inteligência sem limites, toda informação disponível e pronta para ser usada, mas essa idéia foi destruída e destroçada após uns 40 minutos de filme, e foi trocada por um romance deplorável.
Davvy V.
Davvy V.

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5,0
Enviada em 31 de outubro de 2014
O Filme e muito bom,alguns vao dizer que nao tem nexo,mas acredito que elas nao entenderam o sentido do filme,pois faz refletir de forma abstrata das coisas,uma reflexao humana, o que nao entendemos e nao acreditamos queremos destruir.
gabrielly d
gabrielly d

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de maio de 2019
Muito bom esse filme!!!!! Deveria ter sido um sucesso. Todos filmes do johnny são bons otima ficção cientifica
Leonard N.
Leonard N.

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de dezembro de 2015
Um simbolismo profundo sobre a relação entre homem e máquina, criador e criatura em termos tecnológicos e religiosos
Guilherme R.
Guilherme R.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Adorei o filme, não entendo porque há tantas críticas negativas. E o Will estava certo.
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