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Sidney M.
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1.082 críticas
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4,0
Enviada em 4 de dezembro de 2014
Quando você vai assistir a um filme que teve um rendimento péssimo nas bilheterias e que não teve uma boa aceitação do público, suas expectativas ficam bem baixas. Mas não se enganem, Transcendence não é tão ruim assim. O filme aborda algumas teorias interessantes sobre ciência e tecnologia. Sobre a direção Wally Pfister, olha, digo que fiquei satisfeito, até por que é o seu primeiro longa metragem como diretor. Transcendence é um bom filme de ficção, tem uma ideia interessante, mas que poderia ser melhor aproveitada, mas mesmo assim, é interessante.
Um bom filme, mas poderia ser melhor. O tema é bem recorrente no cinema, o homem contra a máquina. A luta contra a máquina é inglória. Existe há milênios e o homem sempre perdeu. Se não fossem os inventos e inovações o homem nem estaria onde está hoje. Viver sem elas é apenas especulações de filósofos, não há como. O enredo pecou em não dar realce aos combatentes da tecnologia e ao apoio do governo para a eliminação da ameaça. Outro detalhe do enredo que ficou capenga foi a não participação das outras nações no cataclisma, dá a impressão que só existe os EEUU. Muitos trechos sem sentido e um final com o desastre pouco explorado.
Para a filosofia, transcendente é algo que transcende a nossa própria consciência, permitindo, desta forma, que a nossa mente constitua objetos para nos fazer experimentá-los como objetos em primeiro lugar, da maneira como eles foram concebidos. Para o Dr. Will Caster (Johnny Depp), personagem principal de “Transcendence: A Revolução”, filme dirigido por Wally Pfister, o conceito de transcendência está diretamente relacionado com a inteligência artificial, na medida em que uma máquina tem o poder de, por meio de sua capacidade analítica, superar qualquer inteligência coletiva na sua forma humana em qualquer tempo da nossa história.
É uma premissa complexa, mas é a essa discussão que o filme se dedica em seus 119 minutos de duração, fazendo aquelas típicas concessões aos clichês hollywoodianos de forma a atrair uma plateia o mais diversa possível. “Transcendence: A Revolução” faz uma reflexão em cima de uma questão bastante conhecida no universo do gênero de ficção científica: a do uso da tecnologia pelo homem, especialmente nos seus limites éticos.
Entretanto, a uma discussão muito batida, “Transcendence: A Revolução” acrescenta elementos novos, como a existência de um grupo extremista (liderado pela personagem interpretada por Kate Mara) que luta contra os avanços tecnológicos utilizando, muitas vezes, táticas de guerrilha; e as pitadas de uma história de amor que é determinante para os acontecimentos principais vistos no filme, uma vez que é a impossibilidade de imaginar uma vida sem o ser amado que faz com que Evelyn Caster (Rebecca Hall) transforme a sua própria vida num grande experimento, em que ela é a prisioneira dos caminhos que escolheu.
Porém, existe algo mais importante na trama de “Transcendence: A Revolução” e é a isso que o filme se prende. A abordagem da dualidade entre o lado bom e ruim da inteligência artificial poderosa resultante da mente do Dr. Will Caster passa pela sua finalidade principal ao se perpetuar na rede, influenciando e modificando as vidas das pessoas com as quais entra em contato. Se o uso da tecnologia, de forma responsável e ética, tem o poder de mudar o mundo, por que não fazê-lo, como um grande – e verdadeiro – ato de amor?
“Transcendence: A Revolução” marca a estreia de Wally Pfister como diretor. Está claro que a sua maior influência foi o diretor Christopher Nolan, com quem ele teve a oportunidade de trabalhar em sete filmes. Pfister faz de seu filme um longa que é uma verdadeira peça de quebra-cabeças, com o (bom) uso da trilha sonora como suporte para os momentos de maior intensidade e que, seguindo a linha de “A Origem”, usa o amor como a força motriz para os conflitos principais de seus protagonistas. O problema é que, ao contrário de Christopher Nolan, que consegue sofisticar até o que é relativamente simples; Pfister não consegue “complicar” e intrigar, na medida em que o roteiro de Jack Plagen tem alguns buracos que ficam sem preenchimento.
Um filme inteligente e bom Johnny Depp, é basicamente o melhor é difícil achar um filme ruim dele, confesso que demorei um pouco pra entender pois o roteiro do filme é muito diferente e inovador, diferente até demais ao qual o espectador não está muito acostumado.
Filme indicado para aqueles que gostam de ficção científica, porém a "viagem" é muito grande. A história poderia ser plausível. Bons atores ajudaram a segurar este filme.
Uma enxurrada de críticas, assim podemos definir as reações ao filme Transcendence - a revolução. Obviamente, não se trata da melhor obra de Johnny Depp até aqui, porém, existem pontos muito positivos a destacar, e como filme de ficção, traz a tona fatos interessantes de pesquisas que, antigamente consideraríamos apenas obra de cinema (sim, o filme fala, com liberdades artísticas, sobre uma pesquisa real). O tema abordado em Trancendence é o da regeneração do tecido humano, e ao mesmo tempo, a transferência da consciência humana para uma máquina, fazendo assim, um computador inteligente, com a mente de uma pessoa, que o corpo acabara de falecer, dois pontos que vem sendo estudados pela ciência, e vem sendo tratados como uma possibilidade para daqui a 50, 60 anos talvez. Nesse quesito, o filme obteve sucesso, apesar é claro, de alguns exageros, mas que são irrelevantes se considerarmos a mensagem em si. O grande problema do filme em minha opinião, é que, com uma grande quantidade de astros, muitos deles tiveram atuações apagadas. Johnny Depp mesmo, não entrega sua melhor atuação, embora esteja longe de ser ruim. Rebecca Hall também tem boa participação no longa. Paul Bettany e Morgan Freeman tem atuação bastante apagada. Em alguns momentos, o filme transcorre em um ritmo bastante lento, e para alguns, pode se tornar cansativo. Em resumo, na minha opinião, um bom filme, porém recomendo para aqueles que estejam interessados em conhecer um pouco mais sobre essas pesquisas científicas, ou a pessoas que possam assisti-lo sem preconceitos pelos comentários. Assistam e tirem suas conclusões, eu particularmente gostei.
Provavelmente, essa será minha primeira crítica escrita. Não darei a sinopse do filme, não direi os diretores e nada de ficha técnica ou coisa do gênero. Vim para falar do filme em si, da história contada e principalmente das entrelinhas que o espectador só percebe se tiver uma visão mais ampla de tudo. Transcendence - A Revolução é um filme que nos faz pensar em como a tecnologia tomou lugar na vida de todos de uma maneira tão brusca que, realmente, nós criamos um novo Deus. Bem, eu sou suspeita para falar apenas o lado positivo do filme, afinal sou fã do protagonista Johnny Depp a minha vida toda. Mas, acho que se fosse outro ator no lugar dele, o filme continuaria sendo bom. O romance entre Dr Will Caster (Johnny) e Evelyn (Rebecca Hall) nos faz pensar que no fundo, o amor consegue vencer todas as barreiras, e que o que importa de verdade é esse sentimento magnífico. spoiler: É lindo perceber que no final de tudo, era a consciência dele que estava nos computadores e que ele resolveu deixar se infectar pelo vírus para tentar salvar a sua mulher. O que ele sempre quis foi apenas ficar junto dela para sempre. Apesar de toda a confusão, percebemos que a tecnologia pode ser nossa aliada em tudo, só que deve ser monitora da é como tudo na vida, dosada para não gerar problemas. É um filme que no geral ninguém amou, que recebeu as piores críticas,nao tinha uma direção maravilhosa e que sim: o trailer realmente nos deixou esperando mais. Porém, nos deixa muito o que pensar e refletir sobre nossas vidas, e isso também é importante.
Entao tinha tudo pra ser um filmaço. Tudo! Mas faltou ação,nao tiro e morte mas no sentido de agir mesmo Muita teoria Pouca ação da nanotecnologia No fim nao aconteceu nada demais Achei confuso Amei o enredo mas o final do filme me deixou com lacunas vazias Esperei mais do filme e da atuação do Depp
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