O começo do filme,parece que irá nos pregar uma peça.Diferente dos anteriores,o terceiro capítulo de Busca Implacável,vimos o agente Bryan (Neeson) bem descontraído,e não preocupado,como os filmes anteriores mostravam.É uma pena,que essa história é uma daquelas que vai caindo o rendimento ao longo das continuações.Não temos sequestro,mas temos um misterioso assassinato,que rende toda a história do filme.Liam Neeson está bem mais uma vez.Comanda boas cenas de ação,que já é a cara dele.(5/10)
Busca Implacável 3 segue uma linha diferente dos dois primeiros. Enquanto Taken 1 e 2 focaram numa premissa de sequestro, aqui a trama é de que Brian premissa descobrir quem armo o assassinato para ele, e também precisa fugir da policia. Por esse lado o roteiro é até bem elaborado, mesmo tendo alguns clichês e algumas coisas previsíveis. Mas o que me incomodou foi no lado técnico. Aqui o diretor adota o estilo câmera na mão para dirigir as cenas de perseguição de carro e lutas, o que não funcionou direito. Os combates mal conseguir ver o que estava acontecendo, tornando as vezes chatos. A única cena que realmente empolga, é a cena final envolvendo um porsche. Taken 3 não é ruim, só é mal editado, com algumas coisas técnicas bagunçadas. Vale assistir realmente só por causa de Liam Neeson.
O ex-agente do governo norte-americano Bryan Mills (Liam Neeson) tenta tornar-se um homem família, mas vê tudo ruir quando Lenore (Famke Janssen) é assassinada. Acusado de ter cometido o crime, ele entra na mira da polícia de Los Angeles. Desolado e caçado, ele tenta encontrar os verdadeiros culpados e proteger a única coisa que lhe resta: a filha Kim (Maggie Grace).E o mais fraco da trilogia, busca implacável 3 tem atuações fracas a medianas, cenas de ação razoáveis, para mim não era necessário fazer um 3 filme. Recomendo. Nota 4.5/10
A formula do filme continua a mesma de seus antecessores,as cenas de ação continuam boas,mas dessa vez o roteiro do filme não agradou com uma carga dramática fraca e desnecessária.
Roteiro todo esburacado, mesmo matando um personagem fixo da franquia, não conseguiram deixar intenso esse fato, só ação salva, mas parece roteiro feito de qualquer jeito durante o filme mesmo.
Uma bela virada na história perto do encerramento, agente secreto Mills (Liam Neeson) lidera mais uma aventura com sua família maluca. Gostei da obra, apesar de que nesse momento começa a linha principal da história a ficar um pouco saturado. Dificilmente veremos o Neeson de novo na série com seus 70 anos de idade (a menos que o mesmo queira continuar por vontade própria) nesse estilo de filme de ação, é uma pena. Achei a história do vilão muito ocultado diferente dos dois primeiros filmes que sabia-se quem estava lidando prejudicando a filha ou a mulher do Mills nesse filme, a Famke Janssen sai de cena em poucos minutos e não causa muito impacto na evolução da história. O Forest Whitaker fez uma participação maestral como figura de policial, achei muito bacana, mas fica esse dual Neeson e Whitaker que achei não tão interessante. O próximo filme vai ter que dar uma alterada provavelmente repetindo a mesma história no entorno da Kim e Mills vai ser um problema, para trazer uma história diferente que prenda tanta atenção como o BI 2 e principalmente o primeiro BI (2008). Esse filme aqui ainda assim ta show.
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