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The Playlist
"Entourage" não é um filme muito bom. São apenas homens passeando, exibindo seu privilégio, enquanto as mulheres têm pouca roupa e nenhuma personalidade. [...] No entanto, ele poderia ser muito, muito pior.
O Globo
A variação feita para a tela grande não sustenta de modo totalmente satisfatório essa fórmula vencedora. Uma das razões é que esticar ou multiplicar os fatores nem sempre resulta em um produto atraente para o cinema.
Rolling Stone
Isto não é exatamente um filme – é mais uma extensão da série da HBO [...]. Não existe nenhum problema nessa adaptação de "Entourage" – é um triunfo para esse elenco afiado que inicialmente ganhou a nossa afeição na tela pequena.
The Guardian
Embalado por participações especiais de todo tipo, de Jessica Alba a Mark Wahlberg, e feito para aqueles com lapso de atenção muito curto, o primeiro filme na telona sobre a amada série sobre irmãos em Hollywood, de alguma maneira, funciona. [...] É difícil odiar um bromance entre quatro pessoas.
The Hollywood Reporter
A boa e má notícia para os fãs [...] é que eles vão achar esse retrato da Hollywood hedonista o mesmo que sempre foi. Do seu visual ao seu ritmo episódico, o filme é como uma temporada nove comprimida – uma temporada que tem seus momentos, mas não estaria entre as melhores da série.
Variety
Às vezes engraçado, muitas vezes estúpido, mudo, com doses similares de referências internas de beisebol e ampla homenagem à camaradagem, "Entourage" será amado por fãs e desprezado por seus detratores, possivelmente pelas mesmas razões.
CineClick
O grande problema do filme é que ele força demais piadas ofensivas, no melhor estilo Charlie Sheen, e apela para glorificação do estilo materialista e inconsequente de Los Angeles, quando seria mais interessante satirizá-lo.
Papo de Cinema
"Entourage: Fama e Amizade" é um presente para os fãs da série, mas qualquer desavisado que se deparar com esse filme dificilmente verá despertar em si interesse para ir além do que estes tipos tem a oferecer.
ScreenCrush
Sempre que as coisas ameaçam ficar sérias, a série de TV (e agora, o filme) apresentava uma participação especial de celebridade, distraía o público durante alguns minutos, e depois continuava como se nada tivesse acontecido.
The Playlist
Este episódio expandido da série é para os fãs e apenas eles, oferecendo bastante cenas de uma familiaridade agradável, mas com poucos conflitos novos sobre os personagens, a indústria ou a própria franquia.
Almanaque Virtual
Os homens são o foco das câmeras e as personagens femininas são completamente descartáveis, muitas vezes diminuídas e negativamente estereotipadas – um completo machismo. Aliás, os próprios personagens masculinos, em sua maioria, são machistas.
Chicago Sun-Times
Quatro anos após “Entourage” ter saído do ar (embora pareçam muito mais), o criador Doug Ellin está de volta com a inevitável versão cinematográfica de sua série, continuando os mesmos problemas de tom das últimas temporadas do programa, só que numa forma mais longa, mais ampla e mais misógina.
Cineweb
Se o espectador lembrar das propagandas nacionais de cerveja, não será por nenhuma semelhança visual e sim pelo machismo incrustado em Entourage, cujas aparições de mulheres de biquínis disputam espaço acirradamente com a lista de participações especiais de famosos...
Folha de São Paulo
Como a ostentação de bons contatos em Hollywood ainda não virou critério artístico, "Entourage" precisa ser encarado pelo que ele é: derivação desnecessária de uma série de TV de sucesso que não acrescenta nada ao original.
Omelete
"Entourage - Fama e Amizade" não funciona sozinho e precisa de uma certa familiaridade do público com a série de TV para a compreensão total da obra. Menções a personagens e situações do programa são feitas o tempo todo, tornando tudo mais uma produção de referências do que de nostalgia.
Zero Hora
"Entourage" fala, especialmente, com aos fãs, saudosos dos personagens quatro anos depois do fim. É, portanto, um filme perfeito para quem tem alguma intimidade com a trama. [...]. Sem este referencial, rir muito vai ser um pouquinho mais raro.
Boston Globe
Tem a classe de "Gente Grande 2". Ressuscita uma chucreza de macho e pueril realização de desejos que é menos charmosa agora do que [...] em 2011. Num ponto em que documentários como "The Hunting Ground" expõem as consequências de tais atitudes, tal humor parece, na melhor das hipóteses, datado.
Critikat.com
"Entourage" contribui diretamente à lógica que ele denuncia, e não tem nada a oferecer além de mais um capítulo da série que já conta com 76 episódios. Gasta até não dar fim, sua mensagem impressiona pelo anacronismo.
New York Times
Quando chegou ao fim na HBO, em 2011, "Entourage" havia crescido mais bolorenta que um Axe body spray da noite passada. Uns anos a mais não melhoraram o aroma. Assistir ao filme é como encontrar a edição velha de uma revista para rapazes de segunda linha — nem mesmo uma Maxim, mas Loaded ou Nuts — no banheiro de hóspedes da casa de um amigo. Você se pergunta como aquilo foi parar ali. Você se pergunta como você foi parar ali.
Rubens Ewald
Meu conselho: não precisa perder tempo com um filme tão banal que só mostra a mentira sobre Hollywood, é decorativo nos interiores e fraco nas piadas.
Screen International
Uma tediosa celebração aos excessos de Hollywood e ao hedonismo masculino. [...] Tentando arrancar risos de um nauseante apelo sexo-e-estrelato [...], "Entourage" se mostra, consistentemente, como amargo, superficial e misógino.
The Guardian
Alguns filmes satirizam o vazio de Hollywood. Este horrível spin-off da [série de] TV, sobre uma estrela extremamente indulgente e seus tediosos amigos, apenas chafurda nisso. [...] Odiosamente sem graça.
Télérama
Doug Ellin, criador de "Entourage", esqueceu de ter um mínimo olhar cinematográfico. Ele constrói um episódio longo demais, recheado com carrões, mansões luxuosas e convidados de grife.
Washington Post
Ari e "Entourage" poderiam ser apenas um tipo de escabrosa crítica autorreferencial do complexo da indústria de entretenimento [...]. Mas, como Vince e seus amigos, "Entourage" se contenta em ficar à superfície brilhante de um mundo que é muito mais interessante em seu interior, como o íntimo de Ari.