As Bruxas de Zugarramurdi
Média
3,1
11 notas

5 Críticas do usuário

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Luciano J.
Luciano J.

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3,5
Enviada em 21 de abril de 2016
Uma comédia no melhor estilo labirinto de fauno, lúdico e sensacional amei.... super recomendo, da para a família assistir sem problemas...
Flavio D.
Flavio D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de agosto de 2015
Diversão garantida! Altas gargalhadas! Assisti no Netflix.
Lyu M
Lyu M

21 seguidores 6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2015
Fiquei indignado como este filme rebaixa, humilha e degrada a imagem de uma Religião tão antiga.
Usam a imagem da Vênus de Willendorf como sendo a mais pavorosa Deusa da Bruxaria.
Nota - 0, mereciam ser processados por tamanha ignorância e desrespeito a crença Pagã.
Taylma O.
Taylma O.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de setembro de 2014
pelo o que eu vi é um filme muito louco e vai conquistar os fans de ficção e aventuraa ja me conquistou e principalmente pq tem o mario casas otimo ator u-u
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de setembro de 2014
Anárquico, irreverente, debochado, inteligente, inovador, surpreendente. Há vários outros adjetivos para definir o cinema deste cineasta singular que é Iglesia. Desde de sua obra prima, O Dia da Besta, o diretor tem mantido sua tradição com filmes camaleônicos, daqueles que você sabe como começa, mas jamais, repito, jamais saberá como termina. Ele é um dos poucos diretores que consegue misturar de forma fantástica vários gêneros num só filme, o que torna muitas vezes tarefa difícil classificar suas obras. Terror com humor (Ação Mutante), romance com terror (Balada do Amor e do Ódio) , faroeste de ação ( Perdita Durango), drama sobrenatural (Presença do Mal) e vai por aí. Mas não se deixe enganar! Por trás de toda a anarquia proposta, se esconde sempre uma ácida e inteligente crítica à sociedade e seus costumes, à política, à religião e à cultura pop. O ritmo frenético também é sua marca registrada. Não dá tempo para se recuperar de uma cena e já entra outra no mesmo molde, além é claro das famosas reviravoltas, visual kitsch, enfim!
Com este As Bruxas não foi diferente, é um terror cômico de ação. Sacou? Pois é, primeiramente é preciso aceitar a proposta maluca do diretor, só assim você irá curtir o humor negríssimo marcante nas cenas ora nonsense, ora bizarras. Um grupo de assaltantes amadores liderados por Jose (Silva) e seu filho de 12 anos resolvem assaltar uma pequena loja de ouro em Madrid. O plano não sai como o esperado e eles são obrigados a fugir para a França. No caminho, acabam adentrando num bosque amaldiçoado, onde vive uma pequena comunidade liderada por um família de bruxas cuja matriarca está à espera do predestinado. Não é aconselhável contar algo mais para não estragar as surpresas. Iglesia usa o fantástico e o sobrenatural para brincar com a velha guerra dos sexos, escancara seu humor negro em cenas fantasticamente dirigidas e de quebra inicia o longa com uma sequência de ação de tirar o fôlego (o assalto) e muito, muito inusitada e engraçada. Não fez outra obra-prima, mas fez um filme que certamente está muito acima da média do que é despejado nos cinemas semanalmente. Um dos meus diretores favoritos. Uma pena que ainda não obteve o merecido reconhecimento aqui no Brasil.
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