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CAMILA M.
4 críticas
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5,0
Enviada em 10 de outubro de 2021
Que filme maravilhoso, simplesmente lindo, retrata de maneira belíssima o sofrimento de quem convive com um dependente químico. Todo mundo deveria assistir!
Esperava mais. Entretanto não deixa de ser um filme muito bom. O tema da dependência química é muito bem e profundamente abordado aqui, o filme é triste e bonito ao mesmo tempo. Destaque ao maravilhoso Timothé Chalamet que fez uma interpretação realmente excelente nesse filme, a melhor interpretação dele que eu já vi!
Filme de uma sinceridade arrebatadora! Muitos criticam e apontam para os dependentes mas poucos saberiam lidar e ajudar alguém na situação. Acompanhar o pai na trajetória sobre repreender, deixar seguir, estender a mão, estender de novo, esperar aprender com os erros, aguardar as recaídas, te faz se colocar no lugar que é desconfortável e difícil.
O filme foi baseado nos livros “Beautiful boy” de David Sheff e “Tweak” de Nic Scheff. O diretor belga enfatiza a sentimentalidade da história focando no vínculo entre pai e filho do ponto de vista do pai. O Steve Carell se sai muito bem, ele tentando entender o problema do filho é comovente, e ele percebendo que nada do que ele fizer vai adiantar é desesperador. O Timothée Chalamet (injustiçado no oscar, merecia a indicação de Melhor Ator Coadjuvante) fornece um contraste claro entre duas personas, uma livre das drogas onde ele é carismático e charmoso, e isso intensifica a segunda persona, quando ele se torna uma pessoa que não é ele. A narrativa eh construída como uma montanha-russa, há momentos no filme que está tudo lindo, o clima, a natureza, tem uma cena muito bonita do Nic conversando em um com o irmãozinho, e você jura que vai ficar tudo bem, ai vem outra descida. Uma cena que transmite muito isso é quando a Karen vai de raiva pra tristeza profunda. O filme cumpre seu papel em relação às drogas, mas fica faltando aquele soco, por exemplo na cena em que o pai pesquisa sobre a droga que o filho usa, ou as cenas que mostram o filho usando a substância, por mais que mostrem o que a droga é capaz de fazer ainda fica faltando um pouco.
Filme muito bom, intenso e com excelentes atuações dos protagonistas, é o segundo filme que assisto com atuação do jovem Thimotee, esse menino é muito bom. É impossível não criar empatia com os personagens, um drama intenso, muito bom.
Inspirado em fatos reais, “Querido Menino” é um dos filmes mais lindos e delicados que já vi. Conta com Steve Carell e Timothée Chalamet no elenco. E não é só mais um drama sobre drogas.
David Sheff (Steve Carell) é um jornalista e pai de Nic Sheff (Timothée Chalamet), que está prestes a ir para a faculdade. O filme começa com David perguntando a um médico quais são os danos que a metanfetamina pode causar, percebendo que seu filho está tendo comportamentos diferentes e suspeitando do uso de outras drogas.
O enredo é contado em forma de flashbacks, mas ao decorrer do longa, as cenas vão se juntando até a construção se tornar linear. Essa escolha é fundamental para compreender o longa e os dramas entre pai e filho. Como que um pai tão cuidadoso e amoroso deixou o filho ir ao fundo do poço?
A filmagem do filme ocorre de maneira próxima aos personagens, dando a sensação de que estamos lá pertencendo a família. Há recaídas, vitorias, idas e vindas em clinicas de reabilitação. O drama mostra que a jornada para superar um vício não é só do viciado, mas de todos que estão ao seu redor e o amam.
Tanto a atuação de Timothée quanto a de Steve Carrell estão excelentes, entregando tudo o que o filme quer mostrar. Steve, que é conhecido por seus filmes de comedia, mostra um pai desesperado disposto a lutar pelo filho que tanto ama. Timothée nos entrega um verdadeiro drogado, perdeu peso e passa por surtos de raiva da mesma maneira que um verdadeiro viciado pode ter em crises de abstinência.
O nome do filme também é o titulo da musica de John Lennon, “Beautiful Boy’’ que marca como uma das musicas da trilha sonora do longa, que também é excelente e ajudam bastante na construção do enredo.
O diretor, Felix Van Groeningen, que também ajudou a construir o roteiro, mostra um filme sem tabus sobre as drogas, sem demonizar o usuário e sem soluções mágicas, até porque vicio contra drogas é realmente uma luta, e precisa de tratamento.
O filme não está interessado em glamourizar o uso de drogas, nem em chocar com as consequencias terríveis que o abuso traz. A intenção é fazer um retrato realista da situação, tentando compreender os motivos de um viciado sempre voltar a usar, mesmo ele sentindo os efeito colaterais, cada vez mais prejudicias. O outro lado também é abordado, há um foco importante no pai, muito bem interpretado por Carrell, que consegue transmitir toda a exaustão que está sofrendo, mas mantém-se sempre motivado em querer ajudar o filho. No desenrolar da trama, há sempre um misto de esperança e tragédia eminente, pois tudo pode se esperar do viciado e o filme faz questão de salientar isso em cenas como a dos três C: você não CAUSOU isso, você não pode CONTROLAR isso e não há CURA para isso. Ou seja, o personagem terá que lidar com sua dependência sabendo que nunca será realmente superada.
O que fazer quando um filho adentra o subterrâneo das drogas? O belíssimo filme QUERIDO MENINO tenta conjeturar e, dependendo de uma dose de autodomínio de quem o vê, consegue responder a algumas questões, partindo da devastação de uma família e o quase-sem saída de um rapaz frágil e amoroso. Filme coeso, com interpretações sólidas e que nunca se vale de cenas gratuitamente chorosas. Uma história comum, contada de uma forma tão eficaz que ganha inteiramente nossa empatia. De acordo com a imprensa especializada, foi um dos injustiçados na mais recente temporada norte-americana de premiações, juntamente com BOY ERASED-UMA VERDADE ANULADA e FÉ CORROMPIDA. Filme tristíssimo, mas com um realista traço de esperança.
Filme muito bom sobre o drama de um pai com seu filho dependente químico de drogas. Steve Carell é excelente ator mas acho que convence muito mais em filmes de comédia, não consegue transmitir emoções e sentimentos que seriam esperados de seu papel neste filme e isso acaba diminuindo um pouco a grandeza deste ótimo filme. Timothée Chalamet está excelente como o filho viciado. Recomendo o filme.
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