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Sarah F.
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0,5
Enviada em 31 de agosto de 2013
Filme fraco, roteiro pobre. Esperava mais dos atores. Sem necessidade de 3D... não percebi nenhuma risada durante o filme, infelizmente. Aliás, para uma estréia, 8 pessoas?
O PRIMEIRO FILME LIVE-ACTION 3D BRASILEIRO ESTREOU NOS CINEMAS SEMANA PASSADA,DEIXANDO VÁRIAS PESSOAS CURIOSAS SOBRE COMO SERIA UTILIZADO O EFEITO NO FILME,DO QUAL APARECE EM APENAS EM DUAS OU TRÊS CENAS,SENDO USADA APENAS PARA ENCARECER O PREÇO DO INGRESSO. O FILME CONTA A TÍPICA HISTÓRIA REPETITIVA SOBRE UM PAI QUE NÃO DÁ TANTA ATENÇÃO AO FILHO....MAS ISSO NÓS JÁ VIMOS DIVERSAS E DIVERSAS VEZES!O FOCO CENTRAL DO FILME SE PASSA EM MOSTRAR A RELAÇÃO DE JOÃO COM SEU FILHO,MAS TODOS DO CINEMA JÁ SABEM O QUE IRÁ ACONTECER,OU SEJA,O PAI VAI VIRAR AMIGO DO FILHO,ELES VÃO BRIGAR E DEPOIS VOLTAM A SER AMIGOS,E O FILME NÃO EXPLORA ISSO COM ORIGINALIDADE NO ROTEIRO. EM MINHA OPNIÃO,O CINEMA BRASILEIRO AINDA TEM MUITO PARA EVOLUIR,E SE CONTINUAR NO RITMO EM QUE ESTÁ,NÃO VAI EVOLUIR NUNCA. O DIRETOR NÃO CONSEGUE NEM SE FOCAR EM UMA HISTÓRIA SURPREENDENTE,QUE MOVA O FILME PARA OUTROS RUMOS,DIFERENTES DO QUE O PÚBLICO ESTÁ ESPERANDO. ENFIM,APENAS NOS RESTA ESPERAR QUE O CINEMA BRASILEIRO EVOLUA E NÃO TENTE COPIAR OBRAS JÁ FEITAS,O QUE É O CASO DO FILME SE PUDER....DIRIJA! NOTA DO FILME : 4/10 2/05
Muito fraco, sem graça, medíocre. ... não vale apena assistir, não pode ser classificado como infantil, infanto-juvenil ou para adultos, pois não prende a atenção de nenhuma das categorias!
Com um elenco desses só não ri quem não quer, com essa gama de excelentes atores da comédia Brasileira você vive dentro de cenas hilariantes, a cena no carro com o menino e o moleque é demais. Claro que quem vê um filme com Luiz Fernando Guimarães não pode querer que seja uma história maravilhosa e empolgante, mas é uma delícia de comédia, aquelas de ficar voltando cenas para assistir 1000 vezes. Não recomendado para ranzinzas e mal humorados. É mais um filme para deixar o Cinema brasileiro orgulhoso.
O filme ao todo não é lá uma mega produção de arrasar quarteirões. No entanto, mesmo com uma história simples e um roteiro que deixa um pouco a desejar, o longa merece destaque com a inovação do uso 3D, sendo o primeiro filme brasileiro a explorar a ideia, e faz isso de maneira muito bem, com jogos de câmera e fotografias bem organizadas e planejadas, coisas que muitos filmes americanos com mega patrocínios pecam e feio, mas é claro, não espere ver efeitos especiais mirabolantes ou cenas 3D de tirar o fôlego, afinal, o filme é de comédia. Só que, por outro lado, a "comédia" do filme deixa muito a desejar, e fica evidente o esforço, sem se tornar natural. Como é o caso do Leandro Hassum, que parece ter sempre apenas 1 personagem em todos os filmes que participa. Contudo, longe de ser um besteirol brasileiro, alguns risos ainda são tomados do público em cenas "nosense" como a do assalto ou mesmo a do Reynaldo Gianecchini e Lívia de Bueno. Embora seu roteiro não seja de todo mal, com reações em cadeias e uma história bonitinha por detrás de toda essa confusão, o enredo deixa MUITO a desejar, já que acontecem erros gritantes aqui e ali que tiram a naturalidade e veracidade do filme, e reforçam a ideia de ser apenas mais um filme qualquer para tentar puxar atenção do público que não tem nada melhor programado. Então, se você espera por mais uma produção brasileira de conquista nacional, melhor nem ver, mas se for descompromissado e quiser conferir o primeiro filme 3D brasileiro, vale a pena conferir. Mesmo que os patrocinadores abusem no merchandise, o 3D merece aplausos se comparado ao contexto em que se é utilizado o recurso atualmente. E de quebra, você ainda se diverte com toda essa confusão do guardador de carros e a música final de Skank.
o filme é bom mas uma abordagem da relação do pai com o filho da um toque especial no filme e serve mas uma vez de elerta pros pai que não sabem ser pai., A escolha da atriz Lavínia Vlasak, é que foi péssima essa menina não tem expressão alguma sem contar com o tible de voz insuportavel passa uma ideia de artificialidade a cena. É um dia de cão pro personagem do João mas ele tira de levra com bom humor.
Não se tem muito a dizer desta comédia simpática, massacrada pela crítica especializada ... mas que na minha modesta opinião conquista muito mais pela simpatia do que pelos méritos do Diretor Paulo Fontenelle. Talvez o maior absurdo do marketing equivocado deste filme fora mencionar uso de efeitos especiais... pasmém! Que efeitos? Uma câmera rápida acompanhando carros numa estrada? De qualquer forma ainda continuo achando apesar de todos os equívocos, uma passatempo muito do simpático! Acho um exagero as críticas, mas respeito. Continuo rindo do Hassun - que sempre faz o mesmo personagem - e a única coisa que quase não dá pra engolir é atuação fraca do garoto... ou será moleque? Divertido.
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