Clube da Luta
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4,6
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André Da Costa Silva
André Da Costa Silva

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5,0
Enviada em 22 de abril de 2024
Jack (Edward Norton) é um executivo jovem, trabalha como investigador de seguros, mora confortavelmente, mas ele está ficando cada vez mais insatisfeito com sua vida medíocre. Para piorar ele está enfrentando uma terrível crise de insônia, até que encontra uma cura inusitada para o sua falta de sono ao frequentar grupos de auto-ajuda. Nesses encontros ele passa a conviver com pessoas problemáticas como a viciada Marla Singer (Helena Bonham Carter) e a conhecer estranhos como Tyler Durden (Brad Pitt). Misterioso e cheio de ideias, Tyler apresenta para Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.
Sr Meliodas
Sr Meliodas

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2024
O filme da luta é simplesmente incrível! Desde a sua narrativa envolvente até as performances excepcionais do elenco, é uma obra-prima do cinema. A maneira como aborda temas complexos como identidade, masculinidade e alienação social é profundamente impactante. E claro, quem pode esquecer da primeira regra do clube da luta: não falar sobre o clube da luta.
Rafael Silva Ferreira
Rafael Silva Ferreira

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de novembro de 2023
Filme épico, eu amei em todos os aspectos. A cinematografia desse filme é de primeira, o roteiro é muito bom e os personagens são cativantes. O plot-twist é muito bom e você vai percebendo ao longo do filme. Nota 10
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2023
Filme perfeito!!! Eu confesso que nunca li o livro de Chuck Palahniuk, mas é um filme que me deixou de queixo caído. As atuações de Pitt, Norton e Carter são fenomenais, e entrega uma história sensacional com um final surpreendente. Faz tempo que eu queria assistir esse filme, e só enrolava. A primeira regra do Clube da Luta é: Não se fala do Clube da Luta. Obra-prima!!
anderson santana
anderson santana

4 seguidores 69 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de outubro de 2023
A primeira regra do clube da luta é: você não fala sobre o clube da luta.

Clássico dos anos 90, e para mim o melhor filme que tanto Edward Norton como Brad Pitt participaram em suas carreiras. Norton da vida a um homem que não aguenta mais a própria rotina, enquanto Brad Pitt é o maluco Tyler Durden, que juntos fundam o Clube da Luta, lugar onde desconhecidos se encontram para literalmente sair na porrada (o filme é muito mais complexo do que isso rs).

Acredito que muitos já assistiram (vale assistir de novo!), mas para os que ainda não tiveram a oportunidade, recomendo a experiência.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2023
Demorei demais para assistir essa pérola. Pura catarse. Pura raiva. Pura revolta. É um registro de memórias e emoções. É liberação. Tão impressionante que parece loucura. Ótimo!
Fernando Oliveira
Fernando Oliveira

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de novembro de 2022
A maneira em que clube da luta te faz entrar na mente do Narrador é dificilmente retratada de maneira que traz ao expectador tanta angústia.
a maneira como o longa se desenrola levando a um final explosivo e caótico fez deste filme uns dos melhores que já assisti em minha vida.
digno de cinco estrelas.
pra quem espera a mistura de ação , suspense de maneira psicológica profunda pode contar com este filme.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2022
Clube da Luta (Fight Club)

"Clube da Luta" foi lançado em 1999, dirigido por David Fincher, adaptado por Jim Uhls (roteirista de "Jumper", 2008) e estrelado por Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter. O longa-metragem é baseado no romance de mesmo nome de Chuck Palahniuk de 1996. Um homem deprimido que sofre de insônia conhece um estranho vendedor de sabonetes chamado Tyler Durden (Brad Pitt) e se vê morando em uma casa suja depois que seu perfeito apartamento é destruído. A dupla forma um clube com regras rígidas onde homens lutam. A parceria perfeita é comprometida quando uma mulher, Marla (Helena Bonham Carter), atrai a atenção de Tyler.

Recentemente eu comentei na crítica de "O Sexto Sentido" do quanto o ano de 1999 foi importante e maravilhoso para o cinema, lançando verdadeiras pérolas como o próprio "O Sexto Sentido", "Matrix", "À Espera de um Milagre" "Garota, Interrompida" e "Beleza Americana". E aqui temos mais uma obra-prima daquele ano de ouro para a sétima arte - "Clube da Luta" - simplesmente o melhor filme de toda a carreira do diretor David Fincher.

"Clube da Luta" faz uma crítica ácida à sociedade capitalista e, principalmente, ao modo de vida consumista e vazio que as pessoas acabam levando e que corrói suas almas. Portanto, o longa não traz somente uma crítica severa ao consumismo, mas também abrange o condicionamento social, a masculinidade tóxica, a individualidade, a dualidade, a sociedade caótica, o ódio, a opressão, a ambição e o capitalismo. A mensagem aqui não é propriamente sobre ganhar ou perder. Trata-se antes de combater seus medos internos, seus traumas, suas obsessões e seu grande vilão, você mesmo. A grande briga e o maior desafio na vida acontece dentro de você, ou seja, o nosso maior inimigo somos nós mesmo. Na vida real não há vitórias ou derrotas, porém, precisamos alcançar o nosso equilíbrio mental e espiritual antes de mais nada.

David Fincher foi completamente cirúrgico ao abordar o alter ego, a dualidade, o nosso "eu interior", a libertação dos nossos próprios demônios, ou seja, uma forma de libertação da nossa própria escravidão mental. E justamente dentro desse contexto que encontramos as pessoas que estão aprisionadas em crenças disfuncionais que limitam a forma de enxergar e atuar no mundo. Aos poucos elas vão criando o seu próprio cativeiro mental, encarcerando seus próprios sonhos por conta de ideias que herdaram e que já não servem mais - exatamente como somos apresentados a personalidade dúbia do protagonista, pois ele criou um superego perdedor para se sentir melhor.

Fincher tinha a clara intenção em nos passar um olhar mais crítico, mais ácido, mais dissecado sobre a realidade das mazelas de uma sociedade totalitarista e controlada pelo consumismo. A ideia inicial de Fincher era que seu longa servisse como alusão, como metáfora entre os conflitos de uma sociedade com os conflitos de uma geração baseado em um sistema de valores, principalmente pela violência abordada durante o filme. Exatamente a forma idealizada por Tyler Durden, que acredita ter encontrado uma maneira de viver fora dos limites da sociedade e das regras sem sentido em um mundo caótico.

O maior trunfo do "Clube da Luta" é a forma como é abordada e analisada a personalidade anônima do protagonista (ou Narrador), que nos mostra o homem comum, a personalidade genérica, ou seja, a forma como qualquer pessoa se identifica. O Narrador é apenas um sujeito comum, trabalhando em uma empresa de seguros e levando uma vida confortável, porém vazia e medíocre, o que o leva a viver em uma crise existencial, uma falta de propósito, uma autodestruição imposta por si próprio e por estar preso em uma rotina repetitiva em seu cotidiano (como a maioria das pessoas se identificam). Além da crise existencial que ele enfrenta, outro problema em sua vida é a insônia, que chega a deixá-lo dias sem dormir. Ao longo da trama o Narrador expõe características semelhantes ao Transtorno Dissociativo e de Identidade (TDI), anteriormente conhecido como Transtorno de Personalidade Múltiplas. O Narrador sofre de esquizofrenia, ele elabora uma desestruturação psíquica, alterações comportamentais, sofre uma clivagem no ego, na qual, parte da realidade é substituída por uma alucinação que melhor se relacione com os seus desejos íntimos.

David Fincher, que começou a sua carreira como diretor sendo bastante contestado em "Alien 3" (1992), já nos entregou obras maravilhosas como "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008) e "A Rede Social" (2010). Porém, na minha opinião nada chega perto da proporção e da perfeição que ele atingiu em "Clube da Luta". Fincher desenvolveu um trabalho colossal, apoteótico, como uma direção segura, enérgica, arrojada, onde incluiu um excelente trabalho de câmeras e inúmeros takes bem trabalhados. O diretor usou cerca de 1500 rolos de filme, mais de três vezes do que a quantidade normal utilizada em um filme de 120 minutos - ou seja, um verdadeiro perfeccionismo no maior estilo Stanley Kubrick. O roteirista Jim Uhls adapta perfeitamente a essência presente na obra de Chuck Palahniuk, pois o próprio autor afirmou que o filme é uma boa complementação ao seu livro. E realmente temos aqui um dos maiores e mais importantes roteiros da história do cinema.

Com relação ao elenco, temos aqui um verdadeiro trio de ouro!
Edward Norton (o eterno Incrível Hulk) vive, talvez, um dos seus melhores personagem da carreira. Norton se entregou de corpo e alma para o projeto, se destacando com sua excelente narração, que contou com uma incrível quebra da quarta parede, e por se submeter a perder cerca de 8 quilos para atuar no filme. Ele tinha ganhado muita massa corporal para interpretar um skinhead em seu filme anterior, "A Outra História Americana" (1998). Brad Pitt (que recentemente protagonizou o filme "Trem-Bala") é sem dúvida o melhor personagem do filme. Pitt estava em seu auge, em sua melhor forma, e aqui ele nos impacta com uma belíssima atuação. Pitt e Norton estavam em uma ótima sintonia, ambos se completavam perfeitamente em cena. Tanto que ambos estavam realmente alcoolizados na cena em que seus personagens aparecem bêbados rebatendo bolas de golfe. Helena Bonham Carter (a eterna Bellatrix Lestrange) é uma lady, uma dama, tem uma atuação requintada, peculiar, ao mesmo tempo enérgica e avassaladora. Bonham Carter faz o contraponto perfeito com Norton e Pitt, ela consegue alcançar uma química perfeita com ambos, sempre sendo a peça-chave na história e se destacando notavelmente. Pelo seu ótimo desempenho, Helena Bonham Carter venceu o Empire Award na categoria de Melhor Atriz Britânica, em 2000. Ainda tivemos a participação de Jared Leto (que no mesmo ano esteve em "Garota, Interrompida") como Angel Face, se destacando em uma cena um tanto quanto curiosa.

Tecnicamente o longa de David Fincher é perfeito!
Temos uma excelente trilha sonora bastante arrojada e compenetrada. A fotografia é um show à parte, principalmente durante às cenas de lutas, onde ela se destacava ainda mais em meio aquela violência sem nenhum pudor. Uma direção de arte muito bem organizada. Uma montagem perfeita. Uma edição muito limpa. Uns efeitos sonoros bem destacados. Tecnicamente "Clube da Luta" é uma obra-prima.

Como o ano de 1999 foi o ano responsável por um dos melhores Plot twists da história do cinema - obviamente estou me referindo a obra-prima "O Sexto Sentido" - "Clube da Luta" não fica atrás e também nos entrega um Plot inovador, intrigante, avassalador, daqueles que nos fazem pensar por semanas, daqueles que nos surpreende como um verdadeiro soco no estômago.

spoiler: A grande reviravolta na trama acontece quando o Narrador (Edward Norton) quer dar um basta nas proporções que o clube tomou. Nesse momento, Tyler Durden (que até então era o Brad Pitt) desaparece e o Narrador descobre que ele e Tyler são a mesma pessoa, fruto do seu distúrbio de personalidade. Tyler, o duplo, criado pela personagem de Norton é uma alucinação, pois, só existe enquanto produção imaginária do seu criador.


"Clube da Luta" foi um filme que ficou conhecido por algumas polêmicas e algumas curiosidades:
Como por exemplo a controvérsia à respeito do nome do Narrador (Norton). Muitos acreditam que ele se chama Jack por causa da frase "I am Jack's...", mas outros argumentam que "Jack" é apenas um apelido que ele escolheu usar após ler o nome em algum lugar. Curiosamente, na época do lançamento, um catálogo promocional foi entregue para a imprensa em que o personagem de Norton era chamado de Jack. Além disso, no roteiro original, Jim Uhls se refere a ele como Jack. Por outro lado, nas legendas originais do filme ele é chamado de Rupert.

"Clube da Luta" foi comparado com os filme "Juventude Transviada" (1955) e "A Primeira Noite de Um Homem" (1967), como um tema de conflito entre a Geração X (que é uma expressão que se refere, segundo alguns, aos indivíduos nascidos entre meados da década de 1960 e o início da década de 1980) e o sistema de valores da publicidade.

O longa de David Fincher ficou estigmatizado aqui no Brasil pelo "Massacre no Morumbi Shopping" em São Paulo, que ocorreu no dia 3 de novembro de 1999. Quando um psicopata efetuou vários disparos que matou 3 pessoas que estavam na sala durante a sessão e feriu outras 4. Naquela época houve uma grande polêmica em cima do filme, pelo fato da sua violência explícita, e a sua capacidade de despertar e incentivar o lado violento das pessoas.

"Clube da Luta" teve inúmeras críticas e recebeu reações polarizadas dos críticos. Além de não atender às expectativas do estúdio nas bilheterias. Foi classificado como um dos filmes mais controversos e discutido da década de 1990. O jornal The Guardian o classificou como um prenúncio de mudança da vida política americana, e descreveu o seu estilo visual como inovador. O filme tornou-se mais tarde um sucesso comercial com o lançamento do DVD, que o estabeleceu como um clássico Cult, e fazendo com que a mídia revisitasse o filme. Em 2009, no décimo aniversário do lançamento do filme, o The New York Times o consagrou de "filme Cult que define o nosso tempo". O longa-metragem é considerado amplamente como um dos maiores e mais influentes filmes de todos os tempos.

Entre várias polêmicas e críticas, o longa de David Fincher obteve apenas uma indicação no primeiro Oscar dos anos 2000 - Melhores Efeitos Sonoros.

Considerado como um verdadeiro clássico moderno desde sua publicação em 1996, "Clube da luta" consagrou Chuck Palahniuk como um dos mais importantes e criativos autores contemporâneos, além do próprio livro como um cânone da cultura Pop. Em 2013, o autor anunciou, durante a edição da ComicCon de São Diego, uma continuação de seu romance homônimo. A continuação foi lançada em maio de 2015, intitulada "Clube da Luta 2". Porém, até o momento, não há nenhum rumor sobre uma possível versão cinematográfica.

"Clube da Luta" continua sendo um filme extremamente popular, e muito por seus arquétipos niilistas, seu humor negro, sua abordagem sobre o alter ego, sobre a crise existencialista, sobre a autodestruição, que envolve uma sociedade consumista e uma masculinidade tóxica. Além, é claro, por provocar nos espectadores reflexões profundas acerca da nossa sociedade e a forma como vivemos.
"Clube da Luta" é um verdadeiro clássico do cinema moderno. Uma verdadeira aula cinematográfica. Um clássico Cult. Uma obra-prima icônica. Uma lenda da sétima arte. Uma obra que está entre os melhores filmes dos saudosos anos 90, e entre os melhores filmes de todos os tempos.

"Clube da Luta" foi lançado no Brasil dia 29/10/1999. Temos aqui um aniversário de 23 anos de lançamento.
[28/10/2022]
Samuel
Samuel

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2022
filme fantástico, quando você entende a mensagem que esse filme te passa é muito foda, assisto todo mês quando posso e já perdi as contas de quantos vezes vi, atores fantásticos. e lembre-se nunca fala sobre o clube.....
Malu
Malu

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2022
Clube da luta na minha humilde opinião é uma obra de artes, O jeito que o filme aborda situações que consideramos "normais" e "comun" é incrível! A questão da insônia, da insatisfação na vida. ele aborda uma vida cheia de insatisfação e solidão do ( acreditamos que seja jack). A insatisfação leva a uma ansiedade e depressão imensa, Isso causa impacto na relação de "jack" com a sociedade. A questão dele precisar ir em grupos de apoio para colocar sua insatisfação e solidão para fora e algo que admiro, admiro os planos concluídos da produção, da questão de ligar isso ao clube da luta. A relação dele com Marla me intriga e me fascina ao mesmo tempo, ele acredita que quem está tendo relações sexuais com ela é Tyler, quando na verdade é ele que está transando com ela. O final do filme em que ele precisa atirar na sua face para se "livrar" da sua segunda personalidade ou seu amigo imaginário Tyler. só prova que nossa mente tem um poder inimaginável, Acredito que "jack" não criou Tyler por que quis, acredito acredito tenha sido em um dos momentos em que eles estava totalmente fora de si. ele chegou a esse ponto por motivos que consideramos "comuns". a insônia, os dias em que estamos insatisfeitos com o trabalho, dias que nos sentimos sozinhos, Esses dias se tornam meses, anos. Durante o período de solidão vc começa imaginar como vc seria se fosse poderoso, se fosse corajoso, se fizesse tudo que vc tem vontade, até chegar em um ponto irreconhecível. "Jack" precisou criar uma personalidade imaginaria para se torna quem desejava. Ele criou uma personalidade que admirava, ele criou um deus para ele. isso me faz pensar, será que a sociedade é capa de chegar ao ápice da loucura para se tornar quem mais deseja? O filme deixa essa questão ao final, o quão louco vc é capaz de enlouquecer para se sentir poderoso? E eu deixo essa questão a quem um dia já chegou ou está quase chegando ao ponto de "jack", na via das dúvidas, faça sabonetes (obs: use a bases glicerinada de óleos e gorduras animais ou vegetais.)
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