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Lúcio T.
595 seguidores
242 críticas
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4,5
Enviada em 12 de setembro de 2016
Fim do mundo. Por alguma razão, divina ou não, és o último sobrevivente da Terra e assim como não sabes explicar o motivo pelo qual sobreviveu, tampouco saber como alguns raios de quilômetros aonde você se localiza, também fora poupado. O que lhe restar fazer? Viver! E torcer para que mais alguém tenha sido abençoado..... Diferentemente de PARA MINHA AMADA MORTA (2015) que possui uma narrativa lenta, quase "ponto morto", a boa adaptação sobre a obra homônima de Robert C. O’Brien (publicada em 1975) nas mãos do roteirista Nissar Modi e nos olhos do diretor Craig Zobel, apesar de possuir também uma narrativa lenta, se desenvolve, cria suspense, tensão e há muito na trama para se observar, que não é necessário fixar os olhos sem piscar, apenas curtir a pipoca no sofá. De fato, não temos ação nenhuma e sim uma ansiedade em saber como será o próximo ato. O enredo trata de vários assuntos, desde religião até racismo. E é incrível como relata o mundo selvagem que há entre nós humanos, como por exemplo o macho "alfa" se incomodar com um possível concorrente do bando. Fantástico! Lógico que todo o espetáculo "parado" é de grande parte (se não exclusiva), responsabilidade dos únicos três atores: Margot Robbie (a já eternizada Arlequina dos cinemas e com uma bagagem de 13 filmes. E como ela é linda, PQP! Que olhar! Aiaiuiui.....), Chiwetel Ejiofor (ótimo ator, a cena em que ele se vê livre do traje é tocante! Fez grandes filmes como 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO de 2013, FILHOS DA ESPERANÇA de 2006 e irá atuar em DOUTOR ESTRANHO este ano de 2016. No total até hoje são 34 trabalhos nas telonas) e Chris Pine (o recente Capitão Kirk nos cinemas da saga Star Trek e no currículo possui 27 filmes). Os três formam um intrigante triangulo amoroso, que aos poucos, vai crescendo o desejo e o conflito entre eles. E sobre o título original, fui pesquisar o porquê deste e descobri que é a mais pura religião mostrada "entrelinhas" nesta história do que aparenta (tal como reza a crônica do Livro de Zacarias do Antigo Testamento, este “Zacarias” de Zobel, rouba-lhe a mística da reconstrução material e redenção humana). A Trilha Sonora está perfeita e bem introduzida. A Fotografia é bela por mostrar a solidão dos personagens no campo, em vez de ser em alguma cidade qualquer. E o desfecho pode não agradar alguns, mas eu achei que foi de bom tom, pois deixa que o ponto final seja discutido pelas pessoas "em uma mesa de bar" após assistirem. Foi uma pena que acabou, poderia ter mais tempo. O único problema e ai teria que falar com quem entende, é sobre a água radioativa e se o impacto é o mesmo mostrado na película, eu achei que era mais prejudicial mas.....não sou nenhum Bruce Banner (para quem não o conhece, é o alterego do Hulk). Bom entretenimento! O que poderia acontecer se apenas uma mulher e dois homens fossem o legado do planeta? Não, não pensei em um ménage à trois com a musica do grupo Companhia do Pagode ao fundo: ".....uma mulher no meio e dois homens fazendo sanduiche....." (adaptada)...
A dinâmica entre os personagens é bem interessante, constantemente nos levando a nos colocarmos em seus lugaresspoiler: , uma vez que nos conflitos dificilmente parece haver um lado certo ou errado, e sim seus instintos naturalmente prevalecendo sobre a razão . Às vezes pode parecer monótono, mas são momentos necessários para que que haja contraste com as tensões que surgem ao longo da trama.
Um filme, que começa não sei onde e vai para lugar nenhum. Uma total perda de tempo, a não ser que o espectador, queira admirar, a beleza da atriz ou os atores bonitões. Obs.: só tem 3 personagens no filme.
Os Últimos na Terra Depois da terra sofrer com muita radiação, a raça humana é quase extinta, o filme se passa num cenário pós apocalíptico, Ann Burden (Margot Robbie) vive em um sítio a cima das colinas, com apenas seu cachorro, sem energia e com poucos mantimentos, a procura de ovos e pequenos animais para se alimentar, num dia de buscas ela encontra John Loomis (Chiwetel Ejiofor) ele contaminado pela radiação depois de entrar numa cachoeira contaminada, recebe a ajuda de Ann para se recuperar, depois de algum tempo um clima surge entre os dois, mas John é muito inseguro e não tem certeza do que está sentindo, a história melhora quando Ann em outra busca por alimentos, encontra Caleb (Chris Pine) que pode ajudar num plano de contruir um moinho para trazer energia pro sítio, Caleb um jovem bonito desperta desejos e ciúmes e a trama melhora. Bom primeiro pra assistir esse filme você terá que ter muita paciência pois são quase uma hora de paradeira total, mas em alguns pontos vale a pena, pois o trio funciona e faz fluir muitos sentimentos que temos no dia a dia, recomendo principalmente para psicólogos e o público que curtem um bom filme frio e parado, as atuações são boas e a fotógrafia do filme é muito bonita.
Achei um filme bem interessante, sem aquelas funcionalidades de filme de fim do mundo. mas funciona muito bem gosto muito dos três atores do filme e a Margot Robbie vem surpreendendo a cada filme...
muito bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1
Uma verdadeira porcaria. Vou resumir o filme pra vcs, trata-se de um tosco triângulo amoroso, no qual os personagens principais tentam construir um gerador em um período pós-apocaliptíco. Sem brincadeira, o filme é só isso, não percam tempo.
Excelente filme. Ótimo drama pós-apocalíptico. Na verdade, o pós-apocalipse foi apenas um pretexto para isolar os personagens e deixar em evidência o verdadeiro tema do filme, que é o drama e os intintos primivos dos personagens. Um dos melhores filmes que assisti no ano de 2016. Ótima atuação da dupla Ejiofor e Margot Robbie. Em especial para o Ejiofor, que nos passa todo drama sofrido pelo seu personagem. A Margot também se destacou muito positivamente. O Chris Pine só figurou como o rostinho bonito, que ameaça o 'protagonista/antagonista', mas também não comprometeu. Filme que tem um enredo simples, porém bem denso e tenso. Vale a pena assistir.
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