Os Últimos na Terra
Média
2,9
160 notas

47 Críticas do usuário

5
4 críticas
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Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

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0,5
Enviada em 2 de março de 2022
Minha opinião: Um filme de 2015 que não havia visto, com elenco de peso; Magort, Chris e Chiwete. Quando vi esta relação de atores, pensei não posso perder de assistir. Seria melhor ter perdido de assistir, que coco de filme. Como atores de renome pode submeter em fazer papéis tão #exdruchilos Um roteiro e estória sem pé e sem cabeça. Ainda se fizessem um filme de zumbi daria muito melhor. Uma aréa milagrosamente não foi afetada pela radiação das bombas nucleares. Vive uma indefesa menina que é bem safadinha e se diz muito religiosa. Aparece um homem que toma banho em uma água radioativa e não morre. Depois aparece um outro cara como se vivesse como homem das cavernas. Eles trabalham para fazer uma roda d’agua para gerar energia. Um faz amor com a moça safadinha e depois vai embora. E deixa a moça de coração partido com o outro homem. Como podem artistas como se submeterem a tais filmes. Mesmo que pagasse muito. Mas acaba queimando o nome deles.
Roteiro: #mediocre
Vale apena assistir? Não Não Não
Nota: 1
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de setembro de 2016
Fim do mundo. Por alguma razão, divina ou não, és o último sobrevivente da Terra e assim como não sabes explicar o motivo pelo qual sobreviveu, tampouco saber como alguns raios de quilômetros aonde você se localiza, também fora poupado. O que lhe restar fazer? Viver! E torcer para que mais alguém tenha sido abençoado..... Diferentemente de PARA MINHA AMADA MORTA (2015) que possui uma narrativa lenta, quase "ponto morto", a boa adaptação sobre a obra homônima de Robert C. O’Brien (publicada em 1975) nas mãos do roteirista Nissar Modi e nos olhos do diretor Craig Zobel, apesar de possuir também uma narrativa lenta, se desenvolve, cria suspense, tensão e há muito na trama para se observar, que não é necessário fixar os olhos sem piscar, apenas curtir a pipoca no sofá. De fato, não temos ação nenhuma e sim uma ansiedade em saber como será o próximo ato. O enredo trata de vários assuntos, desde religião até racismo. E é incrível como relata o mundo selvagem que há entre nós humanos, como por exemplo o macho "alfa" se incomodar com um possível concorrente do bando. Fantástico! Lógico que todo o espetáculo "parado" é de grande parte (se não exclusiva), responsabilidade dos únicos três atores: Margot Robbie (a já eternizada Arlequina dos cinemas e com uma bagagem de 13 filmes. E como ela é linda, PQP! Que olhar! Aiaiuiui.....), Chiwetel Ejiofor (ótimo ator, a cena em que ele se vê livre do traje é tocante! Fez grandes filmes como 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO de 2013, FILHOS DA ESPERANÇA de 2006 e irá atuar em DOUTOR ESTRANHO este ano de 2016. No total até hoje são 34 trabalhos nas telonas) e Chris Pine (o recente Capitão Kirk nos cinemas da saga Star Trek e no currículo possui 27 filmes). Os três formam um intrigante triangulo amoroso, que aos poucos, vai crescendo o desejo e o conflito entre eles. E sobre o título original, fui pesquisar o porquê deste e descobri que é a mais pura religião mostrada "entrelinhas" nesta história do que aparenta (tal como reza a crônica do Livro de Zacarias do Antigo Testamento, este “Zacarias” de Zobel, rouba-lhe a mística da reconstrução material e redenção humana). A Trilha Sonora está perfeita e bem introduzida. A Fotografia é bela por mostrar a solidão dos personagens no campo, em vez de ser em alguma cidade qualquer. E o desfecho pode não agradar alguns, mas eu achei que foi de bom tom, pois deixa que o ponto final seja discutido pelas pessoas "em uma mesa de bar" após assistirem. Foi uma pena que acabou, poderia ter mais tempo. O único problema e ai teria que falar com quem entende, é sobre a água radioativa e se o impacto é o mesmo mostrado na película, eu achei que era mais prejudicial mas.....não sou nenhum Bruce Banner (para quem não o conhece, é o alterego do Hulk). Bom entretenimento! O que poderia acontecer se apenas uma mulher e dois homens fossem o legado do planeta? Não, não pensei em um ménage à trois com a musica do grupo Companhia do Pagode ao fundo: ".....uma mulher no meio e dois homens fazendo sanduiche....." (adaptada)...
Sérgio d.
Sérgio d.

31 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2015
O filme prende do começo ao fim, em um mundo destruído pela radiação, se passa em um vale misterioso onde a radiação não atingiu os seus habitantes, porém todos saem em busca de sobreviventes e não retornam, ficando apenas a linda Ann solitária e trabalhadora quando chega o cientista Loomis, recentemente saído de um bunker do governo em busca de locais sem contaminação... Um filme com apenas 3 atores, mas bem interessante, faz pensar.
Sócrates greko
Sócrates greko

10 seguidores 168 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de abril de 2023
Eu não sei qual o intuito real do filme. Se é sobre aproveitar oportunidades, sobre egoísmo, sobre Adão e Eva e o pecado original..... Só sei que o filme é uma bosta.
Igor Patrick
Igor Patrick

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5,0
Enviada em 11 de abril de 2021
Adorei o filme com a narrativa do fruto proibido e todo o contexto dos atos primitivos do homem, spoiler: gostei muito da sutiliza do filme ao demonstrar que a queda do copo significava que um dos protagonistas foi morto no penhas e a finalização do caos do mundo com o remorso de um assassino
emergidas em uma musica linda tema do filme.
Andiroba da Amazônia
Andiroba da Amazônia

6 seguidores 47 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2021
Com belas imagens de um vale encravado e cadeia de montanhas nevadas na Nova Zelândia, em uma paisagem bucólica que lembra a épica trilogia “Senhor dos Anéis”, por sinal talvez esse seja o único mérito do filme, a trama se concentra no universo do cine apocalíptico sendo que dessa vez o planeta foi destruído, ou melhor, a humanidade foi dizimada, devido a uma sequência de explosões de bombas atômicas que espalhou radiação mundo afora, matando as pessoas mas, um detalhe importante, mantendo as instalações e infraestrutura em perfeito estado, porém tudo contaminado com radiação e insalubre, sem uso, devido ao excesso de metais pesados radioativos. No vale encravado uma jovem pesquisadora, sozinha, um dos primeiros papéis da atriz que interpreta Arlequina do cansativo “Esquadrão Suicida”, a estonteante Margot Robbie, por razões que o roteiro se nega a explicar, ela acredita de verdade que foi Deus que quis sacrificar a humanidade, até que chega um engenheiro negro, o mesmo ator do, igualmente fraco, “12 anos de escravidão”, Chiwetel Ejiofor, que também havia escapado por sorte da radiação, os dois iniciam uma atração óbvia, visto não haver mais ninguém no planeta, até que logo depois chega um branco jovem e lindo igual a ela. Ambos vão fazer ela provar do desejo do fruto proibido em uma sequência triste e repugnante de assistir. Direção de estagiário principiante sem qualquer motivação. Suspense, nem pensar!
Vikingbyheart
Vikingbyheart

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3,0
Enviada em 21 de junho de 2016
Os filmes de ficção científica sempre despertaram interesse dos diretores e roteiristas e aguçaram a imaginação das pessoas. Z for Zachariah (no original, ainda sem título em português), baseado no livro homônimo de Robert C. O'Brien e dirigido por Craig Zobel, é um típico filme pós-apocalíptico que foca no drama e nas relações interpessoais. Ann Burden (Margot Robbie, conhecida por The Wolf of Wall Street - O Lobo de Wall Street - 2013) é uma jovem que sobreviveu a um desastre nuclear, que devastou quase todo o planeta, em um dos únicos pontos não atingidos pela radiação: a fazenda de sua família. Ela vivia sozinha com seu cão Faro até a aparição do cientista John Loomis (Chiwetel Ejiofor, conhecido por 12 Years a Slave - 12 Anos de Escravidão - 2013), que vinha conseguindo resistir à tragédia graças ao seu traje especial. Uma afinidade e um bom convívio são estabelecidos entre eles, mas a chegada de outro sobrevivente, o misterioso Caleb (Chris Pine, conhecido pelos filmes Star Trek - 2009 e Star Trek Into Darkness - Além da Escuridão: Star Trek - 2013), ameaça a relação entre John e Ann e abala a harmonia do lugar.

O ritmo do filme é lento, focado no drama e nos conflitos internos dos três personagens. Ao invés de ameaças externas e grandes cenas de ação e destruição, o enredo aborda as complexidades da mente humana, como o jogo de interesses, a desconfiança, o medo de ficar sozinho e as diferentes reações das pessoas quando submetidas às situações extremas. Dessa forma, o sucesso desse tipo de narrativa depende da tensão e do suspense provocados pelo roteiro conjugados ao trabalho de direção e escolha do elenco. As atuações, diga-se de passagem, não deixaram absolutamente nada a desejar. Chiwetel Ejiofor, consegue passar toda a dualidade de seu personagem John, que é inteligente e cético, mas ao mesmo tempo é possessivo e ainda guarda alguns segredos. Margot Robbie encarna o papel de Ann, uma moça humilde, religiosa, doce e ingênua, que é vulnerável pela inexperiência de vida e pelo medo da solidão. Chris Pine completa o trio de personalidades confusas com o misterioso e manipulador Caleb, que traz consigo um passado obscuro.

A fotografia, com tomadas abertas explorando a bela natureza da região, e a boa trilha sonora são pontos positivos do longa. Mas as pequenas falhas de roteiro e direção acabaram por entregar um filme menor do que ele poderia ser. Os diálogos e o clima de tensão e embate entre os personagens deveriam ser melhor trabalhados, sobretudo no terceiro ato. Há um erro de continuidade bem visível no filme: o cão de Ann simplesmente some após a chegada de Caleb, sem nenhuma explicação. O final, construído de forma ambiciosa para possibilitar reflexão e imaginação do espectador, acaba deixando algumas pontas soltas e provocando a sensação de que faltou o aprofundamento de algumas cenas. Apesar de tudo, Z for Zachariah consegue gerar tensão e drama em alguns momentos, além de contar com ótimas atuações.
Flavius J.
Flavius J.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de janeiro de 2018
Um filme fraco, sem sentido. O diretor se perdeu durante as filmagens. Não há clareza no foco principal do filme, não sabe-se que história estão contando. É um filme sobre um triângulo amoroso? ou sobre sobrevivência? ou sobre a natureza humana?
Cley C.
Cley C.

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2018
Gostei até que os três minutos finais destruíram o filme. De repente o filme acaba sugerindo que um cara matou o outro. Decepção e raiva de ter perdido tempo assistindo isso. Tinha tudo pra ser bom.
Volnei Antonio d.
Volnei Antonio d.

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3,0
Enviada em 20 de setembro de 2015
Personagem principal foi mentalmente afetado pela radiação UM CHAROPE nao sabe o que quer Detestei o final.
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