A Grande Beleza
Média
3,9
311 notas

46 Críticas do usuário

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Vianey D.
Vianey D.

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5,0
Enviada em 20 de dezembro de 2014
Uma obra de arte. O filme que te faz refletir se a vida realmente faz sentido. Paolo Sorrentino atingiu a perfeição neste filme. Toni Servillo, da alma ao filme, atuação simplismente excepcional. Um filme BRILHANTE.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de novembro de 2014
Mais preocupado em fazer um confronto entre o clássico e o moderno do que em contar uma história.
Mauro M
Mauro M

10 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de julho de 2014
COMENTÁRIO: Aqui temos um filme ítalo-francês atual que nos lembra muito as antigas produções de Fellini, como, por exemplo, "A Doce Vida", que aborda uma sociedade moderna (pra aquela época). Aqui temos um filme que nos mostra a decadência da sociedade, das artes e, sobretudo da Igreja Católica. A história nos mostra festas com personagens da alta sociedade, cada qual mais estranho que o outro, com pessoas caricatas, algumas feias ao extremo, vestidas de maneira estranha. Vemos aqui uma anã (editora do escritor), turistas orientais, um jovem suicida, um cardeal que não falava sobre a Igreja, mas só sabia dar receitas de saborosos pratos, uma idosa de quase 105 anos, que pouco falava e suas poucas palavras eram inteligentes e conseguia fazer milagres. Belas paisagens valorizam a fotografia. A trilha sonora é estranha, ora temos um canto gregoriano, depois vem uma música eletrônica que todos dançam de maneira bizarra. A meu ver, o enredo é cansativo e não me acrescentou nada, mas parece que para a crítica o filme tem muito valor, tanto que conseguiu obter a estatueta do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Senti-me com inteligência curta. Como se dizia antigamente: COISAS DE FELLINI!
Denilson Ravenous Mendes
Denilson Ravenous Mendes

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de julho de 2014
O cinema europeu andou meio cambaleante. De uns anos pra cá, vem sendo renovado, com bons diretores estreantes e outros nem tanto. E o que é mais admirável são os modelos narrativos utilizados. Este filme merece ser assistido, mas não se destina àqueles que não tenham já uma bagagem boa de memórias. Pois o filme trabalha em cima da memória e da sabedoria que só a experiência pode dar às pessoas. A Grande Beleza é um filme que cai bem com a leitura de um romance de Gabriel Garcia Marquez, chamado Memórias de Minhas Putas Tristes. A questão é como encarar a vida quando esta está escapando por entre os dedos cada vez mais rapidamente. É um filme animador apesar dessa perspectiva e combina humor e drama em medidas adequadas.
AntonioBitt
AntonioBitt

5 seguidores 11 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de junho de 2014
Filme confuso, meio sem pé nem cabeça. Com algumas belas imagens, mas....alugue ou baixe, pois se dormir, já está em casa mesmo... (rsrsr)
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Filme muito bom.. só não é ótimo por ser um pouco longo para que não é cinéfilo. Mostra uma Roma espetacular..
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de maio de 2014
Ao olharmos de perto uma obra prima nem sempre conseguimos entender ela como um todo. Quando analisarmos a fundo podemos achar muitas coisas que só um olhar atento pode achar. A interpretação de cada um é válida e interessante. O contexto histórico que a obra foi concebida também pode ajudar a se chegar a um denominador sobre a obra. Ao assistirmos A Grande Beleza tive a sensação de estar olhando para uma obra de arte e assim tentar interpretar ao máximo aquele conjunto de imagens maravilhosas que tive o prazer de assistir.
A narrativa se passa em Roma e somos apresentados a Jep Gambardella (Toni Servillo) completando seus sessenta e cinco anos em uma festa muito animada junto de seus amigos. Jep é um escritor que realizou apenas um livro. Desde então entrou para a alta sociedade a qual o reverencia como um grande escritor. Há anos que não escreve e por isso é perguntado o porque ele não escreveu mais nada após sua obra “O Aparato Humano”. Aos poucos descobrimos que Jep teve um caso antigo que aparentemente ainda está mal resolvido em seu interior. Através de seus passeios pela cidade iremos vagar com ele através de imagens lindas e diálogos bem elaborados.
Paolo Sorrentino não tem uma filmografia tão bem elaborada. Dirigiu filmes que não foram tão bem sucedidos. Neste, além de diretor desenvolveu o roteiro com Umberto Contarello e optou por uma narrativa que não poderíamos chamar de não linear, mas que também não é linear. Há certos momentos que parece fugir um pouco da realidade parecendo onírico. Com uma fotografia de Roma inigualável, o diretor de fotografia Luca Bigazzi capta a cidade de maneira que fiquemos apaixonados. É impossível não ficarmos deslumbrados com tamanha obra de arte que é Roma. A beleza é tão grande que um turista acaba morrendo “sufocado” pela beleza da cidade. Ainda há uma trilha sonora com violinos e corais que fundem com a fotografia e enaltecem ainda mais a beleza da cidade. Com interpretações de extrema sensibilidade todos os atores estão bem, mas é impossível não destacar Toni Servillo. Ele da vida a um Jep extremamente cativante que apesar da idade consegue desfilar um charme intelectual que seduz facilmente. Outro destaque na composição do personagem é o tom de voz. Com uma voz que nunca transparece um nervosismo, calma e suave acaba por ratificar uma grande sabedoria em seus diálogos.
O diretor foca a história em uma Roma semelhante a de Fellini e aborda o vazio artístico daqueles que poderiam ser pensadores de uma sociedade (talvez caiba uma comparação com a Roma de Berlusconi). O próprio protagonista entrou para aquela sociedade por ter feito apenas um livro em toda a sua vida. Dessa forma assistimos a festas e bebedeiras de uma alta sociedade artística medíocre que está mais interessada em noites infernais do que em produzir algo substancial. Critica aqueles que querem fazer um tipo de arte tentando um rompimento com tudo já produzido. Acabam realizando algo vazio que nem eles conseguem explicar de maneira concreta o que criaram. Sem contar o incessante desejo de se manter novo que leva as pessoas a cada vez mais ficarem desfiguradas.
Abordando o tema vida e morte de maneira maestra Paolo Sorrentino filma desde o início formas redondas, circulares, que enfatizam como a vida é um ciclo. Com sua câmera tenta elaborar movimentos circulares sobre os personagens corroborando com as circunferências. As imagens de jardins, iluminações e cenários sempre apresentam algo circular. O próprio prédio de Jep tem suas escadas nessa forma. O tema fica evidente. Inclusive isso é um tormento para Jep que começa a ver pessoas morrendo a sua volta e se interroga sobre a vida e a morte chegando a uma conclusão brilhante.
A busca pela grande beleza faz Jep não enxergar o que realmente está a sua volta. Ao chegar no final percebe que na vida muita coisa está escondida em momentos do dia a dia e que se não nos atentarmos não perceberemos os “frágeis e inconstantes vislumbres de beleza” da vida. Assim quando acabamos de assistir ao filme temos a certeza de ter visto um momento de beleza em nossas vidas e que se compara a uma obra de arte.
Angela L.
Angela L.

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4,0
Enviada em 2 de maio de 2014
Achei uma visao melancolica e desesperadamente sem esperanca da vida, muito triste !
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de abril de 2014
Imagine você ser chamado para ter que cozinhar NUM GRANDE RESTAURANTE MUNDIAL. Imaginou?

Pois bem.
Imagina agora que você entra na cozinha do restaurante com uma receita na cabeça que é:
-COZINHAR UM ARROZ MISTURADO COM UM TIJOLO QUEBRADO QUE VOCÊ ENCONTROU JOGADO NO MEIO DA RUA.

Tem nada a ver, né? Que ligação uma coisa tem com a outra?

Bom, então vamos lá.

Para facilitar o seu entendimento, vamos então entrar NA ARTE?

Imagine então, você ter que desenhar um quadro.

Imaginou já?

Pois bem, imagine agora que esse quadro terá que ter uma LIGAÇÃO(conexão, junção) de alguma forma com o primeiro quadro que você já tinha desenhado.

Imaginou já? Pow, tu é rápido hem???

Continue lendo que vc vai entender A BOMBA QUE VEM POR AÍ.

Imagina agora que você terá que desenhar UM TERCEIRO quadro que terá que ter sintonia e conexão com o segundo quadro e com o primeiro QUE VOCÊ JÁ TINHA DESENHADO.

Foi? Imaginou???? Conseguiu visualizar?

Então, aí vem A BOMBA:

O GRANDE DIA DE VOCÊ TER QUE APRESENTAR OS 3 QUADROS QUE terão que ter sintonia, ligação, conexão TODOS ENTRE SÍ.

Aí, abrem-se as cortinas, luzes ligadas, câmeras em ação:

-Você apresenta o 1º quadro que é um SORVETE DE MORANGO, um segundo quadro que é um ELEFANTE VOADOR e um terceiro quadro que é UMA TELEVISÃO COM O VIDRO DA TELA QUEBRADO.

Aí, ninguém entende nada, pois todos aguardavam uma CONEXÃO entre os 3 quadros, não é?

O diretor do espetáculo te pergunta no microfone:

-Fulano, o que o 1º quadro tem a ver com o 2º quadro e que por sua vez tem a ver com o 3º quadro?

Aí você responde:

-Não sei, senhor, só sei que eu fiz, e ta aí.

Então galerinha, o filme A GRANDE BELEZA em nada tem conexão com nada.
Tudo é sem sentido, tudo é meio doido.
Tudo começa e termina de um modo que vc nem sabe que terminou.
Pessoas vão se levantando da sala de cinema e indo pra casa no meio do filme.
Eu estava no cinema e só ouvia as pessoas falando baixinho:

-Que filminho ridículo hem????

Outra senhora falava:

-O que tem a ver uma coisa com a outra?

Daí, como o fim da picada, uma moça disse:

-Que decepção de filme !!!!!!

Pois bem, e esse filme FOI INDICADO AO OSCAR gente????

Na boa, tenho me decepcionado muito nessa vida, mas fazer eu me deslocar para prestigiar UMA INDICAÇÃO AO OSCAR RIDÍCULA DESSAS?

Bom, por favor, após ler essa minha crítica, ao sair, APAGUE A LUZ.
Lucas A.
Lucas A.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de março de 2014
cenário, figurino e trilha sonora mais que perfeita. Tem um jeito de clássico e ao mesmo tempo pós moderno. Muito bom!
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