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Eduardo Santos
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183 críticas
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1,5
Enviada em 14 de junho de 2015
Pode um filme ser vendido como comédia romântica não ser nem engraçada, e muito menos romântica? Bem, pelo visto sim, pois assim é o novo filme do Cameron Crowe. Ele, que já fez pérolas de sucesso, como Jerry Maguire, Quase Famosos e Vanilla Sky, aqui se aventura nesse suposto filme romântico, que narra a história de um militar (Bradley Cooper), que é enviado de volta para o Havaí para supervisionar o lançamento de um satélite, sendo que lá ele reencontra uma ex-namorada (Rachel McAdams) e se envolve com uma jovem piloto (Emma Stone). Bem, definitivamente o problema do filme não tem relação com os atores. Todos, aliás, estão razoavelmente bem, tentando tirar leite de pedra na verdade, mas há performances dedicadas de Cooper, McAdams e principalmente Stone, contudo é difícil manter um filme com interpretações dignas sem um roteiro bom. Trata-se de um blá-blá-blá extremamente monótono, chato e entediante, onde a verborragia reina. Muito é dito e pouco é realmente relevante. As desventuras amorosas são tão previsíveis, que você meio que fica constrangido com tamanha falta de criatividade do roteirista/produtor/diretor do filme. Algumas boas cenas se destacam na mesmice, como a criativa e interessante cena onde os personagens de Cooper e John Krasinski interagem sem dizer uma só palavra (legendas aparecem descrevendo o "diálogo" sem palavras). Outras boas cenas eventuais acontecem mais devido aos atores que pelo texto em si. Alec Baldwin e Bill Murray fazem pontas de luxo e é isso. Um filme com grande potencial, mas que está um milhão de anos-luz daquilo que promete. Nada mais é que uma série de diálogos ruins e insossos, numa história arrastada e desinteressante que mais causa bocejos do que outra coisa. Mais um filme sem sal para a já insossa filmografia de Crowe.
Aloha é um filme instigante! Um filme completamente diferente de qualquer outro, um filme bem "sem palavras". O filme me deixou com uma sensação esquisita, justamente por ser um longa com uma história muito maluca, é realmente loucura, são 3 histórias juntas que não fazem noção, mas você simplesmente assiste elas com gosto! O filme te prende e é incrível a forma como você começa a ligar para o sentimentos dos personagens. Eu ainda estou meio que sem palavras! O ritmo do filme é bem hawaai mesmo, relax e "susse". E o elenco combina muito com os personagens, é um filme lindo de ver. Me cativou, não sei o motivo, simplesmente cativou.
O elenco do filme é de primeira grandeza, Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams, Bill Murray. Já seria suficiente para um filme dar certo. Com um enredo leve e descontraído e uma história bem convincente, foi o que aconteceu. Um belo e leve filme romântico. A direção não deixou por menos e caprichou. Com certeza vale a pena.
Acertei de novo, antes dos primeiros dez minutos percebi que seria um filme horrível, uma enorme perda de tempo, acertei em cheio. so assisti ate o final porque não gosto de deixar as coisas pela metade, mas ao contrario de muitos outros filmes bons, este é um que jamais voltarei a ver, nunca.
[...] “é muito mais prazeroso assistir a um filme sem saber tanto sobre ele, seja da sua história na frente ou atrás das câmeras”.
Imagine a sensação de estar dormindo em uma cama confortável enrolado em um cobertor quentinho. Pois essa é a sensação de assistir ‘Sob o Mesmo Céu’ (Aloha). Trata-se de um filme, mesmo considerando todos os seus defeitos, bastante agradável de assistir. Sob o Mesmo Céu não tenta ser mais do que se propõe. Com diálogos rápidos, confusos e desconexos, o filme aborda uma questão que cada vez mais exacerbada na era da internet e seus curtos tuites: a falta de palavras. Mesmo que todo mundo queira dizer algo, muitas vezes nada é dito. Woody (John Krasinski) é a personificação disso. Todos os dilemas, todos os problemas do longa se dão pelo fato de que ninguém fala exatamente o que quer dizer, o que repercute em relacionamentos quebrados; tanto pessoais quanto de negócios.Tudo acaba ficando nas entrelinhas. Diversos jornalistas atacaram principalmente a escalação de Emma Stone para o papel de uma descendente de havaianos, por não possuir semelhança física/étnica alguma com eles. Cameron Crowe veio a público pedir desculpas àqueles que se sentiram ofendidos com a escalação da atriz, e afirmou que tinha a melhor das intenções em escolhê-la para dar vida à jovem que é ¼ havaiana e que possui uma salada de nacionalidades em sua árvore genealógica, mas que é extremamente orgulhosa de sua pequena fração de sangue asiático-americano. Seja por influência das polêmicas ou não, ‘Sob o Mesmo Céu’ já é o filme mais fracassado de Cameron Crowe criticamente. Porém, ele está longe de ser essa bomba que a crítica especializada está dizendo que é. Erra a mão em alguns momentos, principalmente no último ato, que mistura a missão de Brian com o romance e o drama e o resultado parece uma confusão de gêneros, mas esse escorregão não chega a comprometer o filme por completo. ‘Sob o Mesmo Céu’ é bastante agradável e tem as marcas do diretor estampadas do início ao fim: a trilha sonora de presença, uma bela fotografia e senso de humor. Leave Aloha alone! Crowe pode não ter acertado por completo com ‘Sob o Mesmo Céu’, mas o filme não perde sua importância em determinar o peso das palavras - tanto àquelas que foram ditas quanto as que ficaram presas e nunca saíram.
“Palavras não ditas carregam um peso tão grande quanto as que são proferidas.”
Na trama, o personagem de Cooper é um militar que depois de fracassar em uma missão retorna ao Havaí, sua terra natal, para um novo trabalho. Lá, ele passa a se ver dividido entre dois amores, uma paixão do passado e uma piloto da Força Aérea. O elenco estrelado é o que garante um pouco de consistência ao longa. Stone se mostra tão confortável no papel da divertida Alisson que é difícil imaginar outra atriz em seu lugar. Intencional ou não, a escolha do cineasta se mostrou acertada pelo menos no campo da atuação e a interpretação da atriz propiciou divertidos momentos ao longo do filme. E quanto aos méritos, devemos mais uma vez ressaltar o quão excelente trilheiro nosso amigo Crowe é. Numa cena de festa onde Murray e Stone se acabam na pista desfilam hits de Tears for Fears e Daryl Hall & John Oats, no que deve ser a "melhor cena nada a ver com o resto do filme" do ano; se tem algo onde Crowe nunca erra é na soundtrack, e aqui não é diferente. Algumas boas cenas se destacam como a criativa e interessante cena onde os personagens de Cooper e John Krasinski interagem sem dizer uma só palavra (legendas aparecem descrevendo o "diálogo" sem palavras). As cenas cômicas e românticas são alternadas de modo orgânico. E por serem muito boas (salvo poucas exceções), o filme se torna gostoso de assistir. Uma grata surpresa do roteiro de Crowe é a quantidade de referências à cultura do país – as crenças desempenham um papel muito importante e são praticamente um personagem do filme -; Cameron as trata com o devido respeito e ainda abre espaço para uma ou outra rápida crítica à relação EUA x Havaí. É quase uma carta de amor à ilha. Em resumo, Aloha não se contenta em ser o filme mais fraco de Cameron Crowe, então faz questão de ser, também, um dos mais ambiciosos. A lição que aprendemos é que é melhor levar uma trama despretensiosa de maneira fantástica do que levar uma trama complexa de maneira insuficiente.
Talvez se a história de fundo (o lançamento do foguete e o relacionamento questionável do exército com o interesse privado) fosse melhor trabalhada, o diretor salvaria o filme. Mas ter um assunto tão denso e preferir usá-lo de forma tão despretensiosa para focar nos romances fracassados do militar Brian Gilcrest é o que torna esse um dos piores trabalhos de Cameron Crowe. Nem a seleção de excelentes atores salva o filme. A dica é preparar e apreciar a pipoca.
Gostei muito do filme. Superou minhas expectativas diante das inúmeras críticas que o longa recebera. Bradley Cooper, Emma Stone e Rachel McAdans estavam muito bem. Achei que Bradley se reencontrou ao conhecer Emma uma capitã da Aeronáutica americana. Quer saber mais? Assista o filme. Eu recomendo demais.
Não acontece absolutamente nada até a metade do filme e logo no início já é possível prever o desenrolar da trama. Elenco de peso para um roteiro arrastado, chato e cansativo até o final. Não é por menos que não arrecadou o valor custo do filme. Até mesmo Rachel McAdams, que conhecida por filmes românticos como Diario de uma paixão, Questão de tempo, Para Sempre foi capaz de salvar o filme. Caso queira se deliciar com um do gênero, fica a dica de três ótimas sugestões.
A história podia ser legal, mas não é crível. Arrastado, arrastado. Uma pena porque o elenco e ótimo. Mas foi difícil aguentar até a metade do filme. Depois a gente quer ver o final porque não acredita que será tão óbvio. Mas o final é o esperado :-(
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