O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
Média
4,5
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Roberto H.
Roberto H.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
E finalmente chega aos cinemas a despedida de Peter Jackson da Terra-Média.
Em “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, temos a aguardada conclusão da jornada dos anões, acompanhados pelo mago Gandalf (Ian McKellen) e o hobbit Bilbo Bolseiro (Martin Freeman).

O filme parte exatamente de onde o anterior nos deixou, quando o dragão Smaug (Bendict Cumberbach) decide queimar a cidade do lago. Não demora muito para que o mesmo não seja o único problema, já que uma guerra está para acontecer entre homens, elfos, anões e orcs.

Toda a agitação e expectativa em cima deste projeto era gigantesca. É o último filme que veremos da Terra-Média no cinema (pelas mãos de Peter Jackson, pelo menos), já que os outros livros de Tolkien não tem autorização para versão cinematográfica (nada impede de explorar mais coisas do Senhor dos Anéis, quem $abe). Todas as belas tomadas da Nova Zelândia fazem com que você sinta saudade antes mesmo do filme terminar. Em questão de beleza visual e técnica, A Batalha dos Cinco Exércitos consegue cumprir a promessa. MAS tem aqueles problemas, sabe…

Sabemos que Peter Jackson não foi totalmente fiel a obra original, principalmente em “A Desolação de Smaug”, por isso continua usando apêndices e complementos (alguns que Tolkien nunca criou) para justificar uma trilogia. Neste último episódio, o filme sofreu bastante com uma edição corrida e o fraco desenvolvimento de personagens. Esperamos que isto seja corrigido com a versão estendida.

Alguns complementos que deram certo, como o Conselho Branco (uma das melhores cenas – mesmo curta e com pequenos problemas cronológicos, vale a pena) e Radagast (Sylvester McCoy), tiveram muito pouco espaço, enquanto outros desnecessários como a elfa Tauriel (Evangeline Lilly, desnecessária desde sua criação, nunca abandona a paixão ~forçada~ que sente) e Legolas (Orlando Bloom, atuando como uma divindade suprema que desafia a própria gravidade – o que a este ponto não parece novidade) brilhavam em praticamente toda cena na qual participavam – seja ela importante para o filme ou não. Mesmo assim, alguns personagens pequenos tiveram um tratamento interessante, como o alívio cômico de Alfrid (Ryan Gage), que estava hilário.

Ação é a palavra e a lei do filme, e olha que a ação é surpreendente. O CGI está mais aceitável e a “batalha” do título é realmente grandiosa, de uma beleza visual incrível e acaba sendo uma das poucas partes em que Jackson dedicou tempo e paciência (poderia ter sido melhor? Sim. Poderia ter sido estilo cavalgada para Morte? Sim. Mas a gente deixa essa passar). Mas para dedicar tanto tempo em batalha, o drama teve de ser sacrificado, menos em uma parte: Thorin (Richard Armitage). O personagem foi construído de maneira eficiente, conseguindo passar por sentimentos de dor, raiva e loucura em uma única cena. Ele faz parte do tema principal do filme, a ganância, representada também em Bilbo e Thranduil. Este tema foi bem aproveitado, mesmo em um roteiro “fraco” (o mais fraco da nova trilogia) – o que não deveria acontecer, já que é baseado na obra de um dos melhores autores de fantasia, talvez o melhor (ah, vá, é o melhor).

No fim, “A Batalha dos Cinco Exércitos” é um bom desfecho para a aventura -ou jornada, nesse caso-, mas não chega a ser satisfatório. A cena final, mais contida e sem grandes surpresas, é uma bela homenagem para aqueles que assistiram a trilogia original (se não sabe que parte, então não é spoiler). O problema reside na decisão que Jackson tomou no início do projeto. Três filmes para um único livro fizeram com que o diretor fosse obrigado a complementos desnecessários em prol do lucro (bem parecido com um personagem do filme). Assim que os créditos rolaram, a música de Billy Boyd, The Last Goodbye, parece ter sido o momento mais honesto e emocionante da obra.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Sabe quando falaram que o Hobbit não era estória pra 3 filmes, pois é... Era isso mesmo. Não estou desmerecendo o filme, que achei muito bom por sinal, mas parece que se arrastou pra conseguir cumprir com a comercial 3° parte. Os 2 primeiros tem um andamento muito bom, mas quando chegamos ao final do segundo, eu acho que foi a mancha na trilogia, parecendo um corte mal feito, afinal, o início de "A Batalha dos Cinco Exércitos" é justamente a sequência que faltou em " A Desolação de Smaug". Os efeitos continuam incríveis, mas faltou "aquela sequência memorável" como nos anteriores. Em alguns momentos, a sequência do combate dos 5 exércitos parece uma cutscene de um game. Para fãs da Terra Média, vale o passaporte. Recomendo assistir em uma sala "D-Box", pois a experiência é incrivelmente melhor.
Humberto Zani
Humberto Zani

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Aparentemente Francisco Russo teima um pouco em notar que é uma tendência das sequências atrelar um filme ao anterior obrigando o espectador assistir o anterior. Assim foi Harry Potter e as Relíquias da Morte, O Senhor dos Anéis e assim o é O Hobbit. Afinal é uma "sequência" e não um filme novo. Eu mesmo, juntamente com minha filha assistimos os outros dois Hobbit's no fim de semana para então assistir "A batalha dos cinco exércitos" hoje, segunda-feira.
O filme é o melhor dos três, tanto em se tratando dos problemas psicológicos de Thorim, como o romance de etnias muito diferentes entre o anão e a elfa, ou mesmo a perseverança de Legolas.
Fez-se a ligação com "O senhor dos anéis" com o retorno de Sauron e sua conexão com Saruman, O Branco. É Óbvio que parece loucura que o pequeno grupo de anões entrasse em uma guerra sem as mínimas chances contra os Orc's, mas eis que chegam as águias para dar vantagem aos anões, homens e elfos.
Uma coisa que foge do contexto, e não sei como isso é disposto no livro, é o fato das águas sempre aparecerem quando a situação está perdida. Ora então Gandalf poderia ter chamado as águias para dar uma de taxi aéreo do Condado até a Montanha Solitária economizando bastante sofrimento. Isso também poderia ter resolvido o problema do anel para Frodo.
Renata R.
Renata R.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
o filme e lindo incrível simplesmente d+ o efeitos sao a melhor parte agora podemos realmente entende a história toda dos senhor dos anéis tudo faz sentido
KaiqueSilva
KaiqueSilva

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
VAI DEIXAR TANTAS SAUDADES ESSE MUNDO DA TERRA MÉDIA. CHORO SÓ DE PENSAR O QUANTO FOI MARAVILHOSO LER E VER O QUE ESSE MUNDO ME PROPORCIONOU, PODE SER UM FILME OU LIVRO, MAIS QUEM CONHECE SABE A IMPORTÂNCIA DE UMA OBRA.
J.R.R. TOLKIEN OBRIGADO POR ESSE MUNDO PERFEITO... UM DIA ALGUEM DARA A CONTINUIDADE QUE ELE MERECE...

ADEUS TERRA MÉDIA, ADEUS HOBBITS, ANÕES, ORCS, ELFOS, SMAUG... ADEUS GANDALF...

QUE A TERRA MÉDIA ESTA SEMPRE CONOSCO... SEMPRE ESTARÁ EM NOSSOS CORAÇÕES.
Pedro M.
Pedro M.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
deve ser bm De +++++ eu vou assistir pq eu amo a trilogia do Senhor dos aneis agr e a trilogia de O Hobbit
Patrick R.
Patrick R.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
spoiler: O Hobbit – A batalha dos cinco exércitos estreou no Brasil no dia 11/12/2014, última quinta feira, pondo um fim à história de Bilbo Bolseiro em sua aventura para ajudar Thorin e sua companhia a recuperar Erebor e também foi a despedida de Peter Jacson das adaptações dos livros de J. R.R Tolkien. Desde o lançamento de “Hobbit – Uma Jornada Inesperada” e “Hobbit – A desolação de Smaug” os fãs aguardavam o desfecho dessa história. Há de ressaltar que os fãs dos livros de Tolkien aguardavam ainda com um pouco mais de ansiedade. Dúvidas com relação à adaptação sempre foi uma incógnita constante. Mas e o filme? Dando continuação ao final da segunda parte da trilogia o filme já começa com Smaug, o magnífico, chegando à cidade do lago e tocando o terror, literalmente. Ele incendeia a cidade causando pânico e terror. Em meio a tudo Bard (que havia ajudado os anões a chegar à cidade do Lago) foge da prisão e com a ajuda de seu filho consegue disparar a flecha negra em seu tronco descoberto enquanto o dragão avançava para matá-los. Smaug agoniza uns minutos e morre. Bem, achei que a forma como a flecha havia sido lançada foi bem exagerada (exageros é o que não falta nesse terceiro filme) e o momento da morte de Smaug muito mal aproveitado. Após isso acontecer a história é concentrada nos anões na sua tentativa de defender a montanha e seu tesouro. Thorin Escudo de Carvalho é acometido da doença do dragão e não abre mão do tesouro para cumprir com suas promessas. E quanto ao Bilbo, o pequeno hobbit? Bilbo consegue encontrar a tão desejada Pedra Arken e a esconde de todos. Após a queima da cidade do lago os homens vão para a cidade do vale, que fica próximo a montanha e recebem a ajuda dos elfos da floresta. Thranduil e Bard vão reclamar o cumprimento da promessa por parte de Thorin com o intuito de evitar uma guerra. Thorin nega, pede a ajuda ao seu primo, Dain pé-de-ferro, e uma guerra estoura. PAUSA PARA RESPIRAR. A história inicialmente é centrada em dois núcleos: a montanha e Dol Guldur. Nesse segundo núcleo Gandalf está preso e recebe a ajuda de Galadriel, Saruman e Elrond. Eles libertam Gandalf com a ajuda de Radagast e, então, os espectros do anel aparecem e uma batalha começa entre os três e os nove espectros. Achei essa curta luta bem melhor que toda a batalha dos cinco exércitos (Sim, me julguem). Depois disso Gandalf parte para Erebor. Tá, mas e a batalha dos cinco exércitos? E por que cinco exércitos? Após a recusa de Thorin os elfos se preparam para investir contra os anões presos na montanha. No exato momento Dain (que é muito mais daora que Thorin) chega para ajudar seu primo e se preparam para uma batalha com os elfos e homens. Quando o início da batalha chega os exércitos de Orcs também chegam, sendo ajudados pelos exércitos de Wargs. Pronto! Aí estão os cinco exércitos: Anões, elfos, homens, orcs e lobos e, mais tarde, as Águias.


A batalha é excessivamente longa e cansativa. O filme é rodado praticamente todo em CGI e parece que isso chama muito mais atenção do que a história propriamente dita. De qualquer forma, o filme cumpre o que promete, afinal tem uma gigantesca batalha de quase 50 minutos, mas que no livro dura uns 10 minutos. Por falar em livro, e adaptação?

Gosto de dizer que o hobbit é um bom filme, mas uma péssima adaptação. A única coisa que parece ser adaptada do livro é apenas o objetivo daquilo tudo. Peter Jackson optou por bastante licença poética alterando datas e eventos. Alterou fatos de modo a criar um antagonismo nessa trilogia. Azog, por exemplo, havia sido morto na batalha pela recuperação das minas de moria, mas Peter Jackson optou por colocá-lo nos filme e antagonizar a campanha da comitiva dos 14 companheiros. Da mesma forma acontece com Bolg, seu filho, que foi morto por Légolas (que inclusive nem mesmo aparece no livro), mas na história original foi morto por Beorn. Já que falamos de Beorn não podemos deixar de citar a sua fraca participação tanto em “A desolação de Smaug” quanto na “Batalha dos Cinco Exércitos”.

Os filmes do hobbit são incrivelmente extensos e com passagens desnecessárias. Dentre eles o romance entre Tauriel e Kili que é inexistente, ainda mais considerando o histórico de ódio entre anões e elfos. Além disso, o filme ainda deixa algumas pontas soltas, como o destino da pedra arken após a batalha, como ficou o pagamento das promessas de Thorin, o que aconteceu com a montanha de Erebor, dentre alguns outros bem pequenos.

Peter Jackson tentou forçar uma ligação com a trilogia anterior, Senhor dos Anéis, recriando cenas dos filmes anteriores, colocando frases que remetiam à trilogia do anel e, ainda, moldando todos os eventos para a volta de Sauron. Por fim, ao final do filme o diretor tenta sugerir que o mago Gandalf sabia da existência do anel mágico, entretanto, o mesmo afirma no filme “A Sociedade do Anel” que não percebeu um anel com seu amigo Bilbo.

O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos é um filme divertido que prende a atenção, possui ação, violência e certo grau de descontração. Pode não agradar aos fãs mais exigentes e deve ser visto como um universo diferente daquele criado por J.R.R Tolkien.
rafaelanastacioalves
rafaelanastacioalves

25 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
A riqueza de detalhes no filme impressiona, tal qual em o Senhor dos Anéis. Para quem leu o livro, uma oportunidade de relembrar a história.
Para os fãs ortodoxos, o filme peca por inserir personagens que não existem no livro. Talvez tornar o enredo mais interessante, haja vista que ele foi filmado em 3 longas.
Outra ponto negativo foi a gafe spoiler: de colocarem o Frodo velho no final, quando sabemos que ele tinha aparência mais jovem em o Senhor dos Anéis - cujos eventos se sucedem aos do Hobbit.

Um filme muito bem elaborado que vale a pena ser visto. Tanto para fãs quanto para leigos, que poderão conferir uma aventura muito rica de detalhes.
Maurício  P.
Maurício P.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Excelente!!! Super Produção!!! Assistir em 3D capta melhor ainda todos os efeitos especiais.
João Vitor P.
João Vitor P.

14 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
É hora de dizer adeus. O último filme da terra-média chegou aos cinemas, muitos reclamaram que um único livro foi transformado em uma trilogia de filmes, mas agora ''A Batalha dos Cinco Exércitos'' chegou para calar a boca de muita gente. Devo ser sincero e admitir que fiquei um tanto relutante em ''O Hobbit'' ter sido transformado em uma trilogia, mas depois desse filme magnífico minhas dúvidas foram embora. ''A Batalha dos Cinco Exércitos'' começa bem onde ''A Desolação de Smaug'' terminou, algo raro em produções hollywoodianas, logo após essa cena o filme foca na loucura de Thorin que começa á ter a doença do dragão, uma doença que torna a pessoa louca e obcecada pelo seu ouro. Eu particularmente achei que a doença de Thorin foi muito bem explorada no filme. Logo após essas cenas iniciais o filme foca mais na batalha, que devo dizer foi uma batalha grandiosa e magnífica! Principalmente feita em HFR 3D (High Frame Resolution) o famoso ''48fps''. Há o personagem que é o assistente do Rei da Cidade do Lago que eu achei que ficou tempo demais no filme e só para encher linguiça, ele foi o alívio cômico no filme que em poucas cenas funciona. Eu acho que eles poderiam ter parado com aquele romantismo entre ''Kili'' e ''Tauriel'' também, mas não é relevante, pois foram poucos os pontos fracos do filme. Os efeitos especiais estão incríveis e entre os três filmes este foi o mais fiel e melhor de todos! Amei o filme, o nosso querido diretor ''Peter Jackson'' mitou demais nesse desfecho de trilogia, e quando chegam os créditos finais e toca a música ''The Last Goodbye'' as lágrimas irão escorrer dos olhos de fãs.
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