O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
Média
4,5
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318 Críticas do usuário

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Alberto V.
Alberto V.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
Boas cenas de ação, alguns diálogos sofríveis. Tem bons momentos.
David B.
David B.

18 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de dezembro de 2014
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos é muito bom, tem várias cenas de ação e não chega a cansar, ri em vários momentos e me emocionei em outros, apesar de saber que era o último filme, não estava preparado pra me despedir do Bilbo e a companhia dos anões. ;)
Marcelo A.
Marcelo A.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
Sensacional, simplesmente incrível, não tão quanto o livro; mas tão lindo e impressionante quanto.
Sidny B.
Sidny B.

32 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
spoiler:
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spoiler:


Sobre a O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
A história não começa e não termina com O Senhor dos Anéis. Retrocedemos sessenta anos antes da batalha do Um Anel, para vermos como tudo se revelou. Veremos novamente ele, o herói dos heróis, mesmo sendo o menor dentre os outros, Bilbo Baggins é o ladrão mais engenhoso que alguém já pode contratar. Encontramos a solidária e sábia companhia de Gandalf, o mago mais conhecido da Terra-média. Aquele que guia, que ajuda e que tem sempre boas intenções. Nos deparamos com a grandiosa companhia de Thorin Escudo de Carvalho, o Rei sob a montanha, aquele que veio reivindicar o tesouro que um dia foi roubado pelo maior vilão de Arda, aquém é intitulado de sua magnitude, oh, Smaug, o estupendo", "o Tremendo", "o Impenetrável" e "Maior e Mais Importante das Calamidades". Então, é aí que a história da grande jornada dos treze anões, um mago e um ladrão chamado, Bilbo Bolseiro começa.
Meus ouvidos e meus olhos já estão formigando de tantos comentários prós e contras sobre O Hobbit: A Batalha Dos Cinco Exércitos. Não é fácil duelar ou confrontar milhares e milhares de fãs que lutam por uma obra fílmica coerente e concisa com as obras escritas. Mas já estamos carecas e cansados de saber que nem tudo o que está no livro, é levado para as telas. Por mais que os diretores – Peter Jackson está entre eles – sejam fãs de tal obra e estudam-na por anos e anos, de cabo a rabo, sempre teremos um fio solto, uma pontinha da lã que levará a um acontecimento faltoso, como a forma diferente que um personagem é descrito ou até mesmo quando este é apagado, deletado, exterminado do mapa. Para os fãs fiéis, é uma injúria, um desacato, “uma puta falta de sacanagem”. Mas cá entre nós, tudo, mas tudo tem uma explicação.
Muitos fãs apelam em defender que Peter Jackson não deveria ter transformado O Hobbit em uma trilogia. Por vários e vários motivos, que seja até irrelevante citar todas aqui – pois cada um deve ter suas opiniões do que deveria entrar ou não -. Eu, particularmente, acredito que o que desagradou não foi só a divisão fílmica, e sim a forma com que a obra cinematográfica foi se desenrolando. De antemão, não se pode mais usar como molde universal as obras de Tolkien como o produto bruto para a produção dos filmes de Peter Jackson, pelo menos fica muito obvio em O Hobbit. Como por exemplo, a aparição do Elfo, Legolas, e uma mais relevante delas, o acréscimo genuíno de uma criação de um novo personagem, a Elfo Tauriel. Mais relevante que isso, o que foge exatamente da premissa literária de O Hobbit, é o relacionamento amoroso da mesma com um dos Anões da companhia, Killi.
Podemos citar as curtas aparições de personagens fundamentais na história. Uma delas, é Smaug, que praticamente sua presença no filme não foi respeitada, nem muito menos dada o necessário valor que ele tem no livro. Não é à toa que o chamam de Smaug, oh Estupendo. Viu-se no final de Uma Jornada Inesperada, a promessa de algo tenebroso, algo que traria e faria uma grande diferença nos filmes seguintes. O grande olhar de Smaug submerso em puro ouro, latejava e compartilhava uma certa avidez para o espectador. Já no segundo, chegamos a sua tão temida desolação, onde prometeu muito mais e apenas nos deixou mais desolados. Nem todo aquele seu vozeirão, seu olhar aniquilador, seu quente coração e sua sede por morte foi o suficiente para ter se tornado uma grande ameaça. Smaug entrou em cena como um figurante e saiu como um figurante. Prometeu mais no design de suas escamas douradas, seu tamanho e seu olhar fulminante. Quem leu o livro, vê a tensão que gira em seu entorno, desde o seu enfrentamento até a sua morte. A cena de Bard matando Smaug, se ganhasse um destaque a mais, seria tão épica quanto Éowyn matando o Rei dos Bruxos. Talvez não tenha sido relevante ter dado tanta ênfase na Batalha, pois enquanto no livro a batalha em si nem é narrada com grandes detalhes. Não me desfaço da emoção que algumas cenas proporcionaram, como a morte de Killi, que supera até mesmo a própria morte de Thorin e Filli juntos.
Desde o primeiro filme da trilogia, só se consegue criar uma expectativa positiva em um personagem, o qual a história leva o nome. Mesmo com um dragão tenebroso, revestido com uma ameaça colossal, mesmo com milhares e milhares de Orgs ou Orcs, ou até mesmo uma batalha onde pleiteiam cinco raças, os olhares só se direcionam definitivamente para a menor figura da trama: Bilbo. O Senhor Bolseiro roubou não só a Pedra Arken, mas roubou as cenas diversas vezes fielmente, assim como roubou o nosso coração também. Foi feito de sua pessoa um verdadeiro herói. Como foi e devia ser. Um personagem centrado, que teve um começo, um meio e um fim dignamente previsível. Gandalf em si, na história, sempre será um dos personagens mais deslocados e cativantes, mesmo não tendo tanta participação, só em vê-lo na tela, já sentimos uma terna segurança. Ainda mais quando sua aparição tem como participação especial a Dama Galadriel.
Uma das cenas mais marcantes e memoráveis do Hobbit, que mais entusiasmou, foi o confronto de Galadriel com Sauron. E mais adiante, a aparição de Elrond, Saruman e Radagast, que vierem para dar uma mãozinha e trazendo uma nostalgia de O Senhor dos Anéis.
Bem, diria que Peter Jackson tirou muitas balas de várias crianças e as deu em troca, legumes e verduras. Algo que não foi muito fácil de engolir, mas por fim, não se pode julgar uma obra ruim, pelo contrário, deve-se levar em consideração, mesmo com as decepções e as faltas, as grandes tecnologias que Peter Jackson fez uso, e o esforço em tentar preencher um vazio que ficou há anos guardado, quando presenciamos um último filme da primorosa trilogia, o esplêndido Retorno do Rei. Quem é admirador das fabulosas e memoráveis histórias da Terra-média, entende profundamente que por mais que seja dado o último adeus, sempre haverá em nós um espirito aventureiro, graças ás grandes narrativas de Tolkien.
Diego Y.
Diego Y.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
Ufa... ainda bem que o Sr não nos decepcionou, Peter Jackson.
Um final empolgante para uma trilogia mais que cativante, O filme já valeria só pela cena de Sauron, que foi... sem palavras, 5 estrelas para o Richard Armitage interpretando o Thorin, Em fim, ao vermos o condado... voltamos para casa. obg Sr Peter Jackson!
Lucas V.
Lucas V.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Trilogia muito boa apesar do primeiro filme não ser tão bom assim.
Bia F.
Bia F.

16 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Filme incrível, fotografia maravilhosa, atores impecáveis, final digno da Terra Média.
Jaime P.
Jaime P.

26 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Tão lindo qto bom...! Os efeitos especiais são incríveis e o roteiro é excelente
Murilo M.
Murilo M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Fui no cinema na quinta-feira para estreia do Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos e voltei após ver exatamente aquilo em esperava. O filme é uma adaptação do livro do Tolkien e como em toda obra cinematográfica advinda deste modelo, vão existir comparações, no entanto, me atrevo a dizer que a parte final da saga de Bilbo e dos anões ficou melhor que no livro.A fita já começa com a destruição da Cidade do Lago pelo dragão Smaug, numa participação não muito grande na obra geral, mas proporcional ao que ocorre no livro.
O Hobbit não tem mais que 300 páginas, muito pouco para um trilogia com mais de 7h de duração, logo Peter Jackson teve que acrescentar muita coisa na história original para atingir seus objetivos cinematográficos e de bilheteria. As tramas adicionais eram um pouco arrastadas no primeiro e no segundo filme da trilogia, mas agora elas entraram no ritmo e garantiram bons momentos ao capítulo final da saga.O romance entre a elfa Tauriel e o anão Kili, que parecia forçado durante a Desolação de Smaug, foi um dos pontos que me chamou a atenção no final, colocando uma importância e um efeito na spoiler: morte do anão
, pouco citada no livro. spoiler: Até mesmo a morte de Thorin
ganhou um ar mais épico no cinema com belas cenas durante a luta com Azog na Montanha do Corvo. Ele por sinal foi muito bem interpretado pelo ator Richard Armitage garantido bons diálogos com Martin Freeman (Bilbo), que convenceu mais que o Frodo da trilogia Senhor dos Anéis.
Por sinal, a qualidade de imagem do Senhor dos Anéis foi mantida, inclusive durante a batalha que dá nome ao filme e que lembra as épicas batalhas da outra trilogia.Outro ponto acertado da adaptação cinematográfica foi a participação de Bilbo durante a batalha, o hobbit não fica desacordado durante grande parte deste evento como no livro, ele vai a luta e mostra que Jackson sobre aproveitar um pouco mais seu protagonista. Outro ponto para o diretor foi a ligação com o evento seguinte na linha do tempo da Terra-Média, o retorno de Sauron, o que conclui a busca de Gandalf pelo verdadeiro inimigo lá nos primeiros dois filmes. O tom mais obscuro, que lembra o Senhor dos Anéis, foi utilizado neste terceiro capítulo, contrastando com o ar mais alegre do primeiro filme e mostrando uma evolução que direciona até os demais eventos de O Senhor dos Anéis.
No entanto o filme tem alguns detalhes que não atingiram as expectativas. A atuação de Legolas na história tentando fazer mais do que um papel secundário, fica um pouco forçada e o pouco desenvolvimento do personagem Bard no filme deixa um vazio durante as negociações ao pé da Montanha Solitária. Beorn , que não participou do segundo filme como no enredo do livro, tem uma breve aparição durante a batalha se tornado mais um personagem subdesenvolvido. Contrastando a isso tivemos a participação em muitas cenas de um personagem que nada acrescentou a história, servindo apenas de alívio cômico.
Enfim, O Hobbit 3 cumpriu a batalha épica que prometeu e conseguiu fazer a ligação com a obra-prima na filmografia de Peter Jackson. Bilbo teve sua importância mantida, sendo ele responsável pelas frases de efeito na produção e sua volta para o condado consegue o tom de nostalgia tão divulgado pelo marketing da Warner. No final resta uma bela obra que encerra um ciclo, pois ''numa toca no chão vivia um hobbit".
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Não é novidade para ninguém que a trilogia “O Hobbit” é um todo orgânico irregular. Principalmente quando se faz a inevitável comparação com “O Senhor dos Anéis”. Em “O Hobbit” notamos uma sensível queda de qualidade, ruídos, excessos, saltos de ritmo. Enquanto n’O Senhor dos Anéis, Peter Jackson primou pela síntese – e isso foi favorável à harmonia dos três filmes –, n’O Hobbit ele quis trilhar o caminho oposto – e, por essa razão, pouco se sustenta por si só. Em seu tão esperado desfecho, essa escolha de Jackson grita demais.

O filme “A Batalha dos Cinco Exércitos” passa uma sensação de inchaço, principalmente na overdose de pancadaria digital. De fato, o quebra-pau faz jus ao título, mas chega a sufocar o drama das personagens, a poesia de Tolkien, a emoção do público. Às vezes, Jackson perde a mão, e somado com seu gosto pelo bizarro, o filme vira um mero videogame.

Aplaudido como o homem que trouxe uma revolução técnica ao cinema, maior do que George Lucas e James Cameron, Peter Jackson também é interessante quando se aproxima do núcleo de atores, principalmente nas cenas iniciais, onde vemos os habitantes da Cidade do Lago aportando em terra firme, após verem suas casas serem destruídas pelo fogo de Smaug. São cenas que lembram um pouco daqueles seriados televisivos e filmes feitos numa época em que a falta de tecnologia de efeitos especiais obrigavam os diretores a dar belas panorâmicas com multidões reais atuando. E isso traz mais força dramática que as “trolladas” da computação gráfica utilizada na película.

Em “A Batalha dos Cinco Exércitos”, a melhor atuação talvez seja a de Richard Armitage – o rei anão Thorin. Não será exagero admitir que a história praticamente toda se passa por ele, e é por causa dele que a história caminha. Seu drama também é pessoal, pois, ao sofrer o “mal do ouro”, Thorin começa a manifestar um jogo complexo de sentimentos contraditórios, incrementando o suspense no longa. E, aos 45 do segundo tempo, quando ele finalmente decide sair da montanha, Thorin salva o filme da pasmaceira, da batalha interminável.

Luke Evans também está ótimo como Bard, o herói que matou o terrível dragão Smaug, mas, na estrutura do filme, Bard perde espaço e importância para um Thorin trágico, dividido entre a honra e a loucura, o heroísmo e a covardia. Bard tinha de tudo para ser melhor delineado, mas a história tomou uma abordagem que o desfavoreceu injustamente.

No entanto, o inchaço do filme pouco prejudica os redentores minutos finais, quando o ciclo se fecha e as duas trilogias se casam, com sutileza, emocionando como todo bom cinema. Sem esses momentos, a relação seria frágil demais.

Já há quem chame as duas trilogias de Jackson de “hexalogia do anel”. A comparação com “Star Wars”, embora pareça exagerada, não é vã. Tanto a hexalogia de Lucas quanto a de Jackson tem problemas parecidos. Principalmente porque, se a primeira trilogia historicamente falando lançaram os fundamentos para o sucesso, para cravar seu espaço na cultura pop, a trilogia tardia quis “pegar onda” de um sucesso consolidado, e daí soaram como estrelas menores.

“Hobbit” não termina à altura de “Senhor dos Anéis”, pois para ter força, precisa de todo o cabedal já construído pela trilogia veterana. Mas tem um mérito: dá fôlego para que os personagens de Tolkien ainda povoem as nossas mentes e os nossos corações por muito tempo. Mesmo em tom de despedida, Jackson não deixa o Tolkien cair no esquecimento.
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