O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
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4,5
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318 Críticas do usuário

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Maya LBS
Maya LBS

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5,0
Enviada em 12 de dezembro de 2014
Elenco maravilhoso, super produzido, e acredito que Peter Jackson mereceria o Oscar 2015 pela direção do filme. A batalha dos cinco exércitos fechou muito bem a trilogia. Certamente, como ocorre com a maioria dos filmes baseados em livros, quem leu o livro ficou com a sensação de que "faltou alguma coisa", porém não deixou a desejar, a expectativa foi superada!
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de abril de 2015
Uma Longa Batalha

Quando a New Line anunciou a produção de uma das mais adoradas obras da literatura mundial, muitos fãs de John Ronald Reuel Tolkien entraram em pânico pela possibilidade de o resultado não ser lá grande coisa. Pois bem, o diretor neozelandês Peter Jackson não só dirigiu a trilogia O Senhor dos Anéis como também fez deles grandes conquistadores de bilheterias mundiais e oscars.

Com esse histórico, nada mais justo do que apostar todas as fichas na empreitada baseada no livro O Hobbit do mesmo autor J. R. R. Tolkien. Porém, o primeiro susto veio com o fato de que a obra de teor bem infantil seria dividida em três partes e em segundo que criariam um vilão inexistente no livro. Bom, dada a qualidade técnica dos envolvidos, a expectativa de que teríamos algo bom era alta, isso é fato.

O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS começa exatamente onde o filme anterior, A Desolação de Smaug, termina, com o dragão chegando na Cidade do Lago. A sequência, embora esteticamente bem orquestrada, já mostra os excessos em CGI que vem sendo usados desde a primeira parte da trilogia. Não que isso estrague a experiência, mas a grande duração da cena passa sensação total de artificialidade. Pelo menos o divertido Smaug, em rápida ponta neste episódio, consegue manter seu carisma e poderio sobre os reles mortais, causando a total destruição da vila em questão de minutos. Pelo menos isso serviu para que Bard (Luke Evans) seja imediatamente elevado ao status de salvador, já que responde pela morte do saudoso cospe fogo.

Apesar da rápida cena inicial findar uma história que começou no filme anterior, o roteiro já pula para a razão do filme existir: Erebor. A montanha citada é imediatamente tomada pelo grupo de anões que, liderados por Thorin (Richard Armitage) assumem o local como algo de direito natural. O grande problema disso é que outros também tem interesse no local, não só pela grande fortuna presente em ouro e pedras preciosas, mas sim pela posição altamente estratégica. Dadas as circunstâncias, temos aí o começo da Batalhas dos Cinco Exércitos.

As brigas que ocorrem por conta da tentativa de manter/tomar o controle da montanha são dignas de nota, principalmente pela dimensão. Os exércitos que lutam entre si travam uma batalha imensa, envolvendo um enorme número de personagens e armas, culminando, evidentemente, na morte de muitos orcs, humanos, elfos e animais. É de se destacar também que, o apuro técnico do diretor Peter Jackson e de sua equipe ajudam a criar maior impacto, principalmente pelo visual, pois as lindas locações da Nova Zelândia e planos aéreos, como os vistos na trilogia original, respondem enormemente pelo impacto da película.

Ainda falando sobre aspectos técnicos, a qualidade das CG's são soberbas, com grande variação de ambientes, texturas e animais, todos com boa qualidade e movimentos naturais, mostrando o que Peter aprendeu com os filmes anteriores a essa trilogia. Os aspectos sonoros, pra variar são excelentes, com destaque para a trilha sonora composta or Howard Shore, sempre encaixando bem na situação para criar tensão ou alegria.

Quanto ao elenco, temos muitos personagens marcantes, mesmo que em ocasiões homeopáticas, como Radagast, o marrom; Saruman; Galadriel; Elrond e por aí vai... Ou mesmo aqueles fundamentais para o roteiro como Gandalf; Bilbo; Thorin; Légolas e tantos que trazem drama ou mesmo alegria em suas atuações. O fato é que, assim como a primeira trilogia, o grandioso elenco de personagens e figurantes surpreendem pela boa logística da equipe, embora o abuso de computação gráfica para ampliar os exércitos soam artificiais e desnecessários, ainda mais por saber que O Senhor dos Anéis nos trouxe figurantes em número absurdo e com resultado muito melhor.

Nitidamente sustentado pelo sucesso alcançado na produção anterior, O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS é uma longa batalha com mais de duas horas de duração, orquestrando grandiosas sequências de ação ao som de melodias pra lá de bem produzidas. Com a épica e triste conclusão desta terceira parte, fica a sensação de que o universo de Tolkien já foi visitado o suficiente e que, nem sempre mais tende a ser melhor em produções milionárias.
João Vitor Pereira
João Vitor Pereira

14 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2015
Uma história como a do Hobbit merecia por direito uma adaptação épica mas assim como qualquer adaptação infelizmente não é totalmente fiel, mas se levar pelo lado da história transmitida pelo filme considerando o contexto do livro com certeza é fascinante. Final sensacional...
Everton T. Soares
Everton T. Soares

13 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
Claro que esperávamos mais no final de "O Hobbit". Pois o segundo filme vendeu o terceiro e nos encheu de empolgação. Peter Jackson continua talentoso, não por ser o meu diretor favorito, mas sim por da conta do recado. Fiquei um pouco triste pela falta de dragão, ou por outras cenas e historia serem muito adiantadas, deveria ter focado mais na doença do dragão ou mesmo nos personagens que tentaram inserir, assim poderíamos até criar mais vinculo com a história. Com todos esses problemas, "A Batalha dos Cinco Exércitos" encerra bem, sendo melhor que o primeiro filme e inferior ao segundo. Num ano como 2014 em que ficamos com muita expectativa e fomos decepcionado, "O Hobbit" cumpriu bem seu papel.
Alex K.
Alex K.

9 seguidores 30 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
No nível de O Senhor dos Anéis. Pela primeira vez gostei mais do filme que do livro. Os outros 2 eram bons, mas não chegam aos pés do terceiro. O filme é pura ação, do início ao fim. Com batalhas sensacionais. 5 estrelas são pouco!
Jeniffa S.
Jeniffa S.

9 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de dezembro de 2014
Nossa! O que falar do filme tão aguardado por mim e que me fez arrepiar dos pés à cabeça com um final já conhecido. Maravilhoso e perfeito, do jeito que o Peter imaginou, mas que valorizou ainda mais a historia do livro. Pena que acabou!
João Vitor P.
João Vitor P.

14 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
É hora de dizer adeus. O último filme da terra-média chegou aos cinemas, muitos reclamaram que um único livro foi transformado em uma trilogia de filmes, mas agora ''A Batalha dos Cinco Exércitos'' chegou para calar a boca de muita gente. Devo ser sincero e admitir que fiquei um tanto relutante em ''O Hobbit'' ter sido transformado em uma trilogia, mas depois desse filme magnífico minhas dúvidas foram embora. ''A Batalha dos Cinco Exércitos'' começa bem onde ''A Desolação de Smaug'' terminou, algo raro em produções hollywoodianas, logo após essa cena o filme foca na loucura de Thorin que começa á ter a doença do dragão, uma doença que torna a pessoa louca e obcecada pelo seu ouro. Eu particularmente achei que a doença de Thorin foi muito bem explorada no filme. Logo após essas cenas iniciais o filme foca mais na batalha, que devo dizer foi uma batalha grandiosa e magnífica! Principalmente feita em HFR 3D (High Frame Resolution) o famoso ''48fps''. Há o personagem que é o assistente do Rei da Cidade do Lago que eu achei que ficou tempo demais no filme e só para encher linguiça, ele foi o alívio cômico no filme que em poucas cenas funciona. Eu acho que eles poderiam ter parado com aquele romantismo entre ''Kili'' e ''Tauriel'' também, mas não é relevante, pois foram poucos os pontos fracos do filme. Os efeitos especiais estão incríveis e entre os três filmes este foi o mais fiel e melhor de todos! Amei o filme, o nosso querido diretor ''Peter Jackson'' mitou demais nesse desfecho de trilogia, e quando chegam os créditos finais e toca a música ''The Last Goodbye'' as lágrimas irão escorrer dos olhos de fãs.
Mateus M.
Mateus M.

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5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
É um filme bem diferente e fantástico ... Acompanhando a trilogia você se sente de parte do filme... Emocionante !! Recomendo
Airlan C.
Airlan C.

11 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Curti a "moral da historia" e cate blanchet com chtistopher lee são a maior delas. Fechei o ano com ótima mensagens. Filme muito acima da media
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
O universo grandioso de J.R.R. Tolkien é narrado mais uma vez na telona, talvez seja a última participação dessa franquia maravilhosa contada pela visão megalomaníaca de Peter Jackson. "O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos" é a última parte da trilogia de um livro só, talvez o elo mais fraco do conjunto, levando em consideração que é um filme que não tem base no cânone, foi escrito com o propósito de preencher uma lacuna decorrente da megalomania de Hollywood por trilogias. Assim como James Cameron, Peter Jackson é um diretor de grandes espetáculos visuais, é inegável sua loucura por grandes projetos, como exemplo temos o belíssimo "Senhor dos Anéis", inspiração perfeita para o último filme de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman), uma forma que o diretor viu de agradar os fãs. Em seu novo longa o diretor não poupa esforços para proporcionar uma aventura fantástica ao público com CGI de altíssimo nível, Slow Motion, Close-Ups e Coreografias de luta de tirar o fôlego, porém a sua cegueira por grandes batalhas (espetáculo) acaba deixando o filme com clichês como: A ganância de Thorin (Richard Armitage) pelo tesouro (Pedra Arken), pode ser comparada ao Anel do poder de Sauron que todos querem, além de sempre enfatizar a presença de Sauron como uma ameaça iminente, fazendo uma ligação direta com Senhor dos Anéis, coisa que O Hobbit não é. Faltou no longa um frenesi semelhante a sequência inesquecível das cenas nas Minas de Moria (A Sociedade do Anel), no Abismo de Helm (As Duas Torres), na caverna dos goblins (Uma Jornada Inesperada) ou no riacho da Floresta das Trevas (A Desolação de Smaug). Enfim, o último filme da terra-média, apesar de ter como ápice "A batalha" (45 min), possui outros apetrechos interessantes como o belíssimo dragão Smaug (Benedict Cumberbatch), a magia eloquente de Gandalf (Ian McKellen), a força Azog - O orc pálido, as peripécias do arqueiro mágico Legolas e o alívio cômico presente, principalmente, na pele de Alfrid (Ryan Gage), muito hilário. Apesar dos pesares, O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos é um bom filme, mas uma grande contribuição de Jackson ao cinema.
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