Homem-Aranha: De Volta ao Lar
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4,3
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297 Críticas do usuário

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Kalani B.
Kalani B.

5 seguidores 31 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de novembro de 2017
N ESPERE MUITO DESSE FILME...HÁ 3 BOAS SEQUÊNCIAS DE AÇÃO,MAS O FILME NUNCA FICA ENJOADO...O TOM HOLLAND SE DIVERTE BASTANTE,ALGUNS PERSONAGENS TEM PRESENÇA, PORÉM O VILÃO NÃO IMPRESSIONA
Breno B.
Breno B.

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de julho de 2017
cara esse é simplesmente o melhor homem aranha q eu assisti, super recomendo ..................................
André H.
André H.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de julho de 2017
Divertido e moderno, deixa a desejar no climax final quando Spiderman luta contra o vilão da vez. A intertextualidade com Guerra Civil deu uma atmosfera muito legal e a participação de Downey Jr elevou o nível do filme.
Michaela L.
Michaela L.

9 seguidores 45 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de julho de 2017
um filme extremamente divertido e cativante... Bem dinâmico e sem muita enrolação. Com certeza, Holland é o melhor homem-aranha que já teve, no sentido de ser o mais parecido. A história é uma espécie de apadrinhamento Stark, mas atinge seu objetivo de introduzir o personagem no mundo Marvel. AINDA BEM QUE NÃO CONTARAM DE NOVO COMO ELE FOI PICADO. O pós-crédito é o mais bem pensado em algum tempo... Deu para dar boas gargalhadas!
Diogo T.
Diogo T.

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de julho de 2017
Homem Aranha de volta ao lar , apresenta simplesmente o melhor Homem Aranha , mais jovem e bem mais engraçado. O vilão, o Abutre , foi um ótimo antagonista que deu muito trabalho para o Aranha. E não poderia esquecer do Homem de Ferro, e como sempre, sendo engraçado e muito maneiro !
E a última cena pós crédito foi a mais engraçada de todos os filmes da Marvel , em minha opinião
Gustavo S.
Gustavo S.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de julho de 2017
o filme em geral é muito bom... não teve como errar, mas é a mesma historia de todos os filmes, claro que mudou bastantes, os personagens e a historia foi muito parecida mas criaram situações diferentes para não ficar repetido demais, o filme é bastante engraçado e divertido, mas não me trouxe emoção... justamente por eu saber qual seria o final ...
Mateus W.
Mateus W.

10 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2017
Homem-Aranha: De volta ao lar (2017) - Em sua terceira adaptação diferente para o cinema, nosso herói aracnídeo tem o duplo desafio de trazer novos elementos e, agora, realmente ser inserido no sólido Universo Cinematográfico Marvel (UCM). Optando por uma versão mais nova do Aranha, a parceria Sony/Disney faz um belo trabalho, levando o espectador a realmente acreditar que o Amigão da Vizinhança já estava ali no Universo o tempo todo, só não era o escolhido da vez. É engraçado também fazer um parâmetro com uma das maiores piadas que existiu sobre o UCM e a presença do herói em diversos ‘memes’ sobre ele nunca ser escolhido/chamado para compor o time principal da casa: os Vingadores, com o filme usando fortemente esse mote. O universo do Aranha é bem trabalhado, com grande destaque para suas cenas como Peter Parker, no seu universo colegial. O tom humorístico – presente fortemente nos quadrinhos do herói – aqui também ganha força e é bem colocado, sem exageros. Uma das maiores reclamações dos filmes da Marvel é em relação ao seus vilões. Neste novo reboot, o Abutre – vilão da vez – é bem desenvolvido e traz um motivo bem justificável para suas ações. O filme não foge da fórmula Marvel, mas cumpre muito bem o seu papel, encaixando todas as peças para que Peter Parker esteja, definitivamente, de volta ao lar!
Luigina O.
Luigina O.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2017
Bom, divertido, dinâmico, mas peca em algumas cenas de ação.... poderiam ter sido feitas mais claramente, no 3D ficou bem embolado algumas vezes.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de julho de 2017
Hoje dia de curtir mais um filme do homem aranha, tudo para ser o reboot perfeito, para finalmente colocar o aracnídeo na linha, mas infelizmente não foi dessa vez, e acho que passou longe de ser. A introdução do filme situa onde o filme se passa, e como o vilão surge com suas ideias e até certos motivos, e que até pode causar certa empolgação, principalmente por dar continuidade dentro do universo Marvel. Logo depois o protagonista é apresentado, de uma forma um tanto bagunçada e frágil, algo que até poderia ser explicável durante o filme, mas no sentido de dar uma introdução ao personagem duas coisas falharam com certa intensidade: a continuidade e o amadorismo. Na continuidade, durante todo o filme é fácil perceber que não há uma certa inteligência, seja ela em relação as atividades que o filme apresenta, quanto ao sentimentalismo dos personagens, tudo parece muito frágil, onde o mundo não parece se importar em nada com o que está acontecendo, somente o Homem Aranha, em certos momentos até dá para entender, mas na grande maioria das cenas, tudo parece bizarramente estranho de ninguém ver e se interessar pelos acontecimentos. Além disso, algumas passagens do filme parecem ser muito esticadas, dando a impressão de estar enrolando para acontecer algo, que no fim acaba demorando ainda mais para acontecer. No amadorismo, é literalmente dizer que esse Homem Aranha é um completo amador, não sabe ser herói, não se interessa em ser minimamente esperto ou inteligente para tomar as decisões um pouco mais corretas, e toma atitudes adolescentes demais até mesmo no momento onde o filme se coloca, a quantidade gigantesca de ações pouco evolutivas do protagonista chega a irritar. O único ponto forte do filme é a parte da comédia, estereótipos são mostrados de forma cômica para não deixar todo mundo entediado, e alguns coadjuvantes fazem bem seus papéis nesse ponto, mesmo que não façam muito sentido para a história ou continuidade. No geral, um filme muito fraco para ser de um super-herói, uma produção que esquece de vários conceitos simples como uma história concreta e empolgante dentro de uma continuidade que não seja boba, restando dar risada das piadas que são até um tanto constante, resultando numa experiência praticamente sofrível.

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Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de julho de 2017
Muito se falou da atmosfera juvenil envolvendo a terceira releitura do Homem-Aranha nos cinemas, que marca também a estreia do terceiro ator a protagonizar um filme do tão popular personagem em um período de quinze anos. O Aranha da vez, agora muito mais online, tem como grande diferencial estar devidamente inserido no MCU, graças ao acordo firmado entre a Sony e a Marvel Studios (que ano passado já causou tremenda euforia nos fãs ao proporcionar uma rápida e ótima participação do "pirralho" em Capitão América: Guerra Civil). Desde então, a imagem do herói no cinema tem sido vinculada à daquele estudante nerd visto em suas primeiras histórias em quadrinhos, lá nos idos dos anos 1960. Essa associação é ótima, pois grande parte da trama do novo filme se passa mesmo no colégio, com o óbvio upgrade em relação às clássicas HQs de que agora os alunos estão devidamente inseridos na era digital, permeada por youtubers e redes sociais, o que nos remete às aventuras quadrinisticas de um outro Homem-Aranha! As situações acadêmicas vividas por Peter Parker e seus colegas no filme são até divertidas, resgatando aquele gostinho de nostalgia a lá Sessão da Tarde dos anos 1980. A estratégia de marketing do filme, contudo, que tanta questão fez de salientar essa ambientação jovem e antenada, corre o risco de, com isso, afastar uma parcela do público que pode ficar com receio de ir ao cinema e se decepcionar ao dar de cara com uma versão “supereroica” de Malhação, e não é o caso. Homem-Aranha: De Volta ao Lar tem mais a oferecer.
Um dos maiores acertos do longa, sem dúvida, foi a abordagem coesa dada ao vilão Abutre, interpretado com honestidade por Michael Keaton, que volta a trabalhar em um filme de super-heróis 25 após ter sido o Homem-Morcego “burtoniano” pela segunda e última vez em Batman – O Retorno (1992), e dois anos após ter sido indicado ao Oscar de Melhor Ator por Birdman (2014), filme que acabou ganhando quatro estatuetas, inclusive as de Melhor Filme e Melhor Diretor para o mexicano Alejandro González Iñárritu, cineasta que ganhou de novo no ano seguinte com O Regresso (2015). Mas voltando ao filme do Aranha, o Adrian Toomes vivido por Keaton é um trabalhador comum como eu e você, um engenheiro pai de família que, logo após o ataque alienígena ocorrido na ilha de Manhatthan e visto em Os Vingadores (2012), se vê vitimado pelo sistema capitalista e corporativista do governo norte-americano. Dos destroços de suas desilusões é que surgem suas motivações e, à medida que a trama avança, vamos compreendendo melhor o que se passa pela mente deste tão bem-escrito personagem.
Enquanto isso, no Queens, Peter Parker vive com sua tia May (Marisa Tomey) e administra o tempo (ou pelo menos tenta) entre os deveres escolares e as suas atividades “extracurriculares” ao vestir seu traje tecnológico que ganhou de presente e agir como o entusiasmado – embora ainda um pouco inseguro – Amigão da Vizinhança, devidamente apadrinhado por quem construiu a vestimenta, o seu “tutor” Homem de Ferro. Ao contrário do que a (mais uma vez) exagerada campanha de marketing sugeriu, e aliviando os temores dos fãs do Aracnídeo, o Tony Stark de Robert Downey Jr. aparece sem exageros no filme, e não compromete o protagonismo do herói-título, encarnado com extremo carisma por Tom Holland (atualmente com 21 anos), que corresponde às expectativas.
O jovem diretor Jon Watts já tinha deixado evidente em suas declarações que uma de suas inspirações para a realização deste novo Aranha seriam as comédias oitentistas dirigidas por John Hughes. O Capitão América perceberia facilmente as referências, incluindo uma rápida e bem bolada citação à Curtindo a Vida Adoidado (1986) que, afinal, tem muito a ver com o estilo “Aranha” de ser. Porém, em relação ao núcleo colegial, especificamente, apenas o amigo inseparável de Peter, o geek superantenado Ned Leeds (Jacob Batalon) se destaca. Até a misteriosa Michelle vivida por Zendaya parece mais interessante do que o suposto par romântico da vez de Peter, a Liz de Laura Harrier. Em contrapartida, essa opção pela diversidade étnica no elenco de um filme de grande apelo comercial como é o caso deste se mostra uma escolha bem-vinda em meio a um cenário mundial que tem lutado e começado a conquistar a igualdade em vários segmentos, inclusive no cinema.
As difíceis escolhas da juventude que Peter tem que tomar, somadas ao desenvolvimento do vilão Abutre vão se cruzando até culminarem em um surpreendente plot twist ainda no segundo ato que redefine completamente o andamento da história. A partir daí, tudo se torna mais sério. Fazem-se presentes ainda os dilemas de Parker envolvendo responsabilidade (sem Tio Ben) e o senso de compromisso que o faz querer ser mais adulto do que é (no filme, Peter tem apenas 15 anos) e se mostrar digno da confiança que Stark depositou nele. São emoções que, somadas, não tumultuam a narrativa, ao contrário, a enriquecem.
Embora Homem-Aranha 2 (2004) provavelmente ainda permaneça na mente dos fãs como o melhor filme do Escalador de Paredes até o momento, essa sua “volta ao lar” vale o ingresso, muito mais pelo roteiro e pela ambientação – diferente de todas as anteriores – do que pela ação propriamente dita. O subtítulo do filme ganha ainda mais relevância quando, desde os primeiros segundos da projeção, o espectador se dá conta de que está vendo mais uma história do Universo Cinematográfico Marvel, cujas citações transbordam na tela de tal forma que nos fazem acreditar que, por trás daquela porta irá sair certo personagem, vivido por um ator ou atriz que já vimos de outros filmes e cuja aparição inesperada nos permitirá ter uma surpresa a mais. Jon Watts, contudo, também cita outros filmes do gênero, alguns discretamente, outros de forma escancarada. Há uma alucinante sequência neste novo longa ambientada no obelisco de Washington que inevitavelmente nos remete ao trágico destino de Gwen Stacy em O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014). Já quanto ao hilário interrogatório que o ainda iniciante Cabeça de Teia perpetra a um capanga, fica difícil não associá-lo ao ameaçador Batman de Cristian Bale e aquele seu sinistro timbre de voz!
Se as novas sequências de ação não são tão empolgantes quanto algumas de outrora (que tal um novo Dr. Octopus?), elas não decepcionam. Ao fim da projeção o espectador terá visto um filme que conseguiu dosar na medida certa vários ingredientes, e o resultado foi uma bela mistura de ação com aventura juvenil bem-humorada e permeada por dilemas adolescentes e discussões (ainda que rasas) sobre capitalismo, responsabilidade, confiança e até mesmo umas liçõezinhas de moral com um certo patriota. Ah! Desta vez temos duas cenas pós-créditos, a primeira é muito, muito séria. Quanto à segunda, eu diria que... fica por sua própria conta e risco... depois não diga que não avisei! É muito bom o Homem-Aranha ter voltado ao seu lar, pois a Marvel Studios está cuidando muito bem do Teioso. Vamos acompanhar os futuros desdobramentos dessa parceria Sony/Marvel e ver até quando ela pode durar. Se depender dos fãs, já podem anunciar: Homem-Aranha: Continuado no Lar.
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