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Benedicto Ismael C. Dutra
92 seguidores
145 críticas
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3,5
Enviada em 26 de julho de 2016
A lenda de Tarzan, recebeu uma nova versão mais realista inserindo a África no contexto da exploração feita pelo homem “civilizado”. Tarzan, criado na floresta tinha seus sentidos mais desenvolvidos, força física e agilidade. Respeitava a floresta e os animais, aos quais se sentia intimamente ligado. Entre eles havia amizade pura e confiança, o que não ocorria com os conquistadores que invadiram o Congo sequiosos de riquezas, as quais julgavam ter direito, mesmo precisando matar e dizimar animais e tribos inteiras de africanos, roubando-lhes a liberdade, escravizando-os. Do marfim, que se obtinha matando manadas de elefantes, ao diamante e outras preciosidades, que obtinham saqueando, matando e trucidando. Triste memória do Rei Leopoldo da Bélgica e seus asseclas sanguinários, que tudo faziam para arrancar a riqueza para satisfazer sua cobiça. Mas não só Bélgica, várias nações europeias se embrenharam pela África para extrair suas riquezas com o uso da força, sem oferecer nenhuma retribuição. O filme agrada por que, mostrando belos cenários da natureza, segue a lei da vida, dando a cada um a merecida colheita de tudo o que semeou.
"A lenda de Tarzan" é aquele típico filme que quer fazer dinheiro com algo já conhecido pelo público e que, muitas vezes, não entrega algo satisfatório. Tarzan e Jane são os mesmos Tarzan e Jane de sempre, o vilão é fraco e esquecível, além de que ps efeitos especiais são muito ruins. Nos primeiros 15 minutos eu achei que seria um filme interessante, com alguns elementos de época, mas logo tudo é abandonado e o filme decide focar -se na África onde o Tarzan é o Tarzan. A partir daí o filme fica cansativo e esquecível.
Filme muito bom! História bem contada, e consegue te prender a atenção. Em certos momentos conseguiu me emocionar que não irei contar para não dar spoilers
A história tem uma carga de drama muito forte, quem se acostumou com o clássico desenho da Disney vai estranhar, do meio para o fim o longa melhora muito devido a ação e os efeitos.
Fato, o cinema não se cansa de fazer releituras de grandes clássicos literários que já reinaram nas telinhas. Tarzan é mais um desses ícones que vez ou outra surge readaptado em formato cinematográfico, tendo muitas liberdades tomadas em prol da criatividade narrativa, algo que volta a ser usado nesta produção comandada por David Yates.
Nesta nova adaptação da cria de Edgar Rice Burroughs, Tarzan (Alexander Skarsgård) encontra-se "adaptado" à vida em sociedade, morando em Londres com sua esposa Jane (Margot Robbie). Em paralelo à sua vida tranquila na cidade, a Republica do Congo faz um convite ao parlamento Britânico para que Tarzan simbolize a paz em um território fechado de forma ditatorial pelo então presidente Belga, Leopoldo. Relutante, ele aceita o convite, mas descobre que trata-se de uma estratégia armada pelo Capitão Rom (Christoph Waltz), vassalo de Leopoldo que planeja muito mais com Tarzan do que supostamente pregar a paz.
Embora já tenha início com um protagonista adulto em vida social, supostamente consolidada, o roteiro de Adam Cozad e Craig Brewer se esforça para fazer jus à origens do personagem ao contar seu passado ao longo do filme em forma de flashbacks. Isso até pontua bem seu objetivo, mas em nada adiciona ao desenvolvimento do protagonista, pois muitas vezes soa como desculpa narrativa para encaixar em um momento que nem sempre condiz com o flashback.
Bom, se problemas de cronologia podem ser deixados de lado em prol da diversão, nesse caso Tarzan pode ser um deleite. Seu grandioso orçamento faz jus a sua ostentação visual. O homem das selvas tem a seu lado um rico universo povoado por animais e plantas em CG misturadas com ambientes reais que, muitas vezes surpreende pela qualidade, em especial dos símios. A ação que se desenrola nesse ambiente usa e abusa de recursos cinematográficos para impressionar, nem sempre alcança seu resultado pela artificialidade, mas funciona.
O elenco carismático ainda conta com Samuel L. Jackson e seu divertido George Washington Williams e Djimon Hounsou como o líder congolês Mbonga.
Apesar de não ser uma obra prima, tampouco acrescentar à mitologia do personagem, A LENDA DE TARZAN é um bom filme que não merece ser descartado por sua falhas. Embora os efeitos visuais primem como o foco principal, a produção ainda diverte.
Fui sem esperar muita coisa desse filme e tive uma boa surpresa. Uma ótima história de ação com momentos bem engraçados e o trunfo de mostrar um Tarzan retornando para floresta ao invés do contrário. O roteiro é bem amarrado, os atores atuam de acordo com suas limitações e não forçam a barra. Ou seja vale para se entreter nessas tardes frias de inverno.
Um filme muito bom para assistir com a família, não é a historia do Tarzan como nos longas em que ele se perde pequeno na selva, mas que passam em flashes e relembram, Agora ele já na Europa, Tarzan retorna a selva enganado, assisti muitos filmes este ano mas esse está entre os melhores.
Bons atores e bons efeitos, mas o roteiro é uma tragédia. Tarzan, agora lorde inglês, volta para a selva em uma armadilha e terá de salvar sua Jane de traficantes de escravos. Muita explosão, luta, força, mas pouco cérebro. A estória de Tarzan reforça a ideologia do dominador, com um protagonista branco, inglês, conseguindo falar e liderar os animais, embora os africanos lá estivessem por milhares de anos e nunca o conseguiram (Mohammed Ali).
O que dizer desse filme?? Simplesmente maravilhoso! Elenco Top! Que Jane foi essa? Atriz perfeita para o papel, Margot Robbie cada vez mais espetacular! Samuel L. Jackson dispensa comentários! Alexander Skarsgard, como Tarzan, Belo e preciso! Filme muito bem produzido, e roteiro excelente! Top.
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