Sem dúvidas, um dos melhores filmes que já foram feitos. A melhor versão. Para quem gosta de diálogos profundos estilo E O Vento Levou e Casa Blanca, este filme vale uma vida!
Idos do século XIX. Vivendo juntos desde crianças, quando o pai de Cathy (Wooton), Sr. Earnshaw (Kallaway) trouxe Heathcliff (Downing) para uma família feliz, apesar do despeito do irmão de Cathy, Hindley (Scott). Após a enfermidade e morte do Sr. Earnshaw, no entanto, o ainda infante Hindley se torna um verdadeiro tirano rebaixando Heathcliff a categoria de mero cocheiro. Com o passar dos anos, a atração entre Cathy (Oberon) e Heathcliff (Olivier) continua intensa, porém dada a extrema disparidade social entre ambos, Cathy casa-se com o aristocrata Edgar Linton (Niven). Heathcliff retorna e compra o Morro dos Ventos Uivantes, cenário de sua paixão juvenil, transformando o alcoólatra Hindley (Williams) em seu mero agregado.
Uma obra prima do cinema, com direção do mestre William Wyler e a presença de Laurence Olivier, o filme se transforma em um grande espetáculo com fotografias belíssimas, diálogos profundos e atuações marcantes. De todas as versões da obra de Emily Brontë, essa sem dúvida é a mais focada e marcante (A versão de 2026 é a pior, chegando a ser ridícula e apelativa). Esse grande clássico da literatura inglesa e única obra da autora foca no amor obsessivo e vingativo de Heathcliff (Olivier) por Catherine Earnshaw (Merle Oberon) e todo o seu drama e tristeza que cerca a relação. A versão das telas de 1992 também é muito boa, mas assistir esse clássico é suficiente para entender toda a beleza da obra.
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