Antes da Meia-noite
Média
4,1
359 notas

51 Críticas do usuário

5
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2013
Um bom filme. Uma terapia de casal, onde conversam de tudo o que os envolve, de bom e de ruim. Bem dirigido e com ótimos atores.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de junho de 2013
Poxa, que decepção... Linklater, dessa vez, não errou feio, mas cometeu alguns equívocos. Ou talvez seja tudo questão de perspectiva. Entretanto, não acho que o filme todo possa ser salvo por isso. Isso tudo porque Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol são duas verdadeiras obras-primas, mas Antes da Meia-Noite infelizmente, fica bem abaixo.

[spoilers]

Não acho que o casal foi estragado, mas existem algumas passagens que poderiam sequer existir no filme. A cena na mesa me irritou profundamente. A necessidade desse roteiro de ter e, principalmente, MOSTRAR os personagens coadjuvante é uma verdadeira lástima. Pra quê? Os outros filmes funcionam tão perfeitamente ao focar em apenas Jesse e Celine, por quê, a essa altura do campeonato, inserir personagens a mais só pra situar os dois protagonistas em sua história na Grécia? Completamente desnecessário. Aliás, a cena do almoço foi uma das coisas mais aborrecidas do filme.

São coisas como essa que me fazem tirar alguns pontos do terceiro filme da franquia do Linklater, Delpy e Hawke. Ainda que o roteiro faça conexões o tempo todo com as cenas iniciais, algumas coisas são verdadeiramente irritantes. Passado o choque inicial de saber que Jesse não foi ao aeroporto em 2004 e resolveu ficar com Celine, a história, enfim, pode se desenvolver bem.

O conflito de casal, a deterioração de um relacionamento que é mostrada aqui se coloca em choque com uma pergunta que casais têm que encarar diariamente, e então, podemos ver a real intenção desses realizadores ao trazer esse filme à tona. Mesmo assim, senti que a história dos filmes anteriores, a história do passado foi um tanto quanto negligenciada por Celine e Jesse. E isso antes de começarem a brigar - mas talvez seja apenas efeito da previsão de Celine no carro, em uma das primeiras sequências.

Com o tempo, o filme melhora. Entramos na vibe atual dos protagonistas, e, finalmente, podemos curtir os diálogos, que também melhoram com o tempo. Tanto Celine quanto Jesse têm sua parcela de culpa nesse desgaste e a todo momento, as situações são expostas, de forma bastante coesa. E termina bem. Ainda que em alguns momentos possa ser visto alguns defeitos de montagem, como numa mudança de ângulo durante a cena da discussão no Hotel de Jesse e Celine, em que a iluminação visivelmente sofre um contraste gigante.

No entanto, senti que o filme não foi muito original. Se os dois primeiros são duas obras que influenciaram diversas outras, esse aqui parece ter chupinhado várias predecessoras que trataram do mesmo assunto. A impressão que tenho é que Linklater, Delpy e Hawke viram Namorados Pra Sempre ou Cenas de um Casamento, e resolveram se inspirar em tais filmes pra trazer ao universo criado por eles pra Jesse e Celine 18 anos atrás. E, me digam, pra quê tantas piadas sem graça de cunho sexual? Isso me lembra, profundamente, "2 Dias em Nova York", ultimo filme, apenas bom, escrito e dirigido pela Julie Delpy que usa e abusa desses mesmos subterfúgios pra fazer graça.

E isso me deixa ainda mais com a certeza de que essa saga não vai acabar aqui. A degradação da relação amorosa voltará a ser filmada, e da próxima vez que pudermos encarar Jesse e Celine vamos vê-los se encontrando após uma dolorida separação. E eu espero que daqui a 9 anos, quando a continuação vier, que chegue reencontrada e de volta nos eixos. Espero, profundamente, que surja com muito mais da essência que os dois primeiros filmes tinham pra dar e vender.

PS: Apesar de tudo isso, é aqui o melhor momento de Delpy e Hawke como atores em toda a trilogia. Irrepreensíveis.
Gaby Morgana M.
Gaby Morgana M.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Acho que se ele tivesse levado suas meias até o cesto de roupas o filme não teria acontecido! O pior é que observo que esse perfil dos dois é muito comum entre os casais jovens! Achei mais fraco que os filmes anteriores, mas acho interessante para quem tem interesse nas sequências.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de junho de 2023
Capítulo que mostra o amadurecimento dos personagens.Visitamos os dramas de ada um e suas novas fases e rotinas.
Richard Linklater,novamente,realiza uma das melhores direções de sua vida.
cassiotrunkl
cassiotrunkl

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de julho de 2013
o filme é bom mas o público feminino tende a gostar mais já que grande parte do tempo os protagonistas ficam discutindo relações.
Naiana S.
Naiana S.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2016
este filme fecha a trilogia fielmente ao estilo único de caminhadas com longos diálogos sobre relacionamentos. O que gostei neste filme foi a realidade exposta dos conflitos de gêneros. As diferenças biológicas e também diferenças impostas por uma cultura de opressão a mulher, podem minar e complicar totalmente um relacionamento. Pra mim vale lembrar que a mensagem do filme se resume em uma frase dita no diálogo do almoço: Estamos de passagem! Um bom filme.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 882 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de abril de 2026
Antes da meia-noite é o terceiro e último filme da trilogia e aconteceu 9 anos após o 2° filme. A direção segue com Richard Linklater e o roteiro com Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke. Na trama, continuamos a acompanhar Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy), que agora estão casados e com 2 filhas gêmeas. Ambos vivem em Paris, mas decidem passar o final das férias de verão na Grécia. Lá decide discutir e tomar uma decisão com relação ao rumo da relação. É de fato o filme mais maduro da trilogia, pois os protagonistas estão finalmente juntos e precisam se deparam com problemas reais. O roteiro de forma inteligente procura se afastar dos contos de fadas do que foi o primeiro filme ( isso já vinha sendo claro no segundo filme). A ideia aqui é tirar o "viveram felizes para sempre" que é convencional em filmes de romance. O cenário tbm muda. Nao temos mais as belas paisagens de Viena e nem de Paris, mas ruínas gregas de um passado romântico e filosófico. Por falar nisso, pouco temos de conteúdo filosófico no filme. E isso deu uma queda na qualidade dos diálogos. Ao menos o humor seco e rápido ainda permanecem na trama. Nao diria que o casal perdeu profundidade pelos diálogos, pois toda a estrutura entre ambos já foi construída nos filmes anteriores, a missao nesse filme é de mostrar o desgaste do amor. Percebemos a insegurança de Celine com relação ao seu emprego e de nao querer estar condicionada a ir morar em Chicago com Jesse por conta do filho dele do primeiro casamento. Ao passo que Jesse busca uma forma de estar mais presente com relação ao seu filho em meio a ter ficado famoso com seus livros de romance. O casal parece mesmo estar em uma sintonia diferente e objetivos opostos em vida. O desgaste era inevitável. O terceiro ato inteiro é de uma discussão quente entre ambos e foi o melhor momento do forma comp a direção foi construindo o filme até chegar nessa discussao foi muito boa e de forma muito desfecho é propositadamente em aberto com a ideia de que possivelmente vao tentar novamente, mesmo diante de tudo: desgaste, traição, questao de emprego etc. O filme perde no conteúdo filosófico, mas amadurece na questão amorosa, mostrando que o amor é conhecer o outro, é aceitar o outro como ele é. Em geral, o amor proporciona uma saída do Eu em direção ao Outro.
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