Antes da Meia-noite
Média
4,1
361 notas

51 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de abril de 2016
Grande filme que finaliza esse grande obra cinematografica, romance de primeirissima qualidade , elenco simples e muito bom, sem falar no roteiro que por sinal, muito bom e de facil linguaja, filme pra vê com se par!!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2014
Nove anos após os eventos de Antes do Pôr-do-sol, Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) vivem juntos em Paris, ao lado das filhas gêmeas que tiveram. Ele busca sempre manter contato com Hank (Seamus Davey-Fitzpatrick), o filho adolescente que teve com a ex-esposa e que vive em Chicago com a mãe. Quando o casal resolve ir à Grécia com as filhas, Jesse decide também convidar Hank para a viagem. Neste contexto, Jesse segue tentando se tornar um romancista de sucesso, enquanto que Celine considera seriamente a possibilidade de aceitar um emprego junto ao governo francês. Muito bom , boas atuações recomendo nota 9.0
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2013
Boa parte do encanto por trás de “Antes do Amanhecer” e “Antes do Pôr-do-Sol”, filmes dirigidos e co-escritos por Richard Linklater, se encontrava no fato de que as duas obras mais insinuavam do que realmente falavam, na medida em que a história de encontros e desencontros envolvendo Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) nos fazia crer que, apesar da conexão entre eles ser única e da atração física e emocional entre eles ser aparente, a relação entre os dois nunca passaria do terreno platônico.

Por isso mesmo, quando foi anunciado o longa que – aparentemente – finalizará esta trilogia, foi grande a preocupação entre os fãs dessa história, pois “Antes da Meia-Noite”, também dirigido e co-escrito por Richard Linklater, finalmente mostraria aquilo que os fãs sempre imaginavam: Jesse e Celine juntos, com uma vida em comum, como casal. A transição do relacionamento da seara platônica para a da realidade deixou na mente dos aficionados pelos dois filmes anteriores a seguinte pergunta: será que isso faria com que a história perdesse aquele seu encanto inicial?

Basta o primeiro ato de “Antes da Meia-Noite” para que esses medos sejam dizimados por completo. O relacionamento que se estabeleceu entre Jesse e Celine, nove anos após os acontecimentos retratados em “Antes do Pôr-do-Sol”, é tudo aquilo que a gente esperava que a união fosse. Casados, pais de duas lindas meninas gêmeas; os dois, antes de serem companheiros, são, acima de tudo, amigos. Conversam sobre tudo, sem medo de magoar um ao outro. Se, antes, as preocupações de Jesse e Celine eram com a vida deles em si e a forma como eles foram se modificando ao longo de todo aquele tempo; agora, eles lidam com problemas maiores, problemas de gente adulta – como os pontos turísticos que as filhas desejam conhecer, o ressentimento de Jesse em não ser um pai mais presente para o filho mais velho e as dúvidas profissionais de Celine, entre outros.

“Antes da Meia-Noite” acompanha o período de férias de Jesse e Celine na cidade de Messínia, no sudoeste da Grécia. Na noite anterior à partida deles para Paris (cidade na qual eles fixaram residência com a família), eles ganham de presente do casal que lhes serve de anfitrião na cidade uma noite no hotel mais legal de Messínia. Boa parte dos 108 minutos de duração do filme acompanha o casal fazendo aquilo que eles sabem de melhor: conversar, durante o passeio que eles fazem pela localidade até chegarem ao quarto de hotel que continua a ser palco de um duelo de palavras, em que Jesse e Celine colocam em pratos limpos tudo aquilo que eles não conseguiam dizer um ao outro por causa do desgaste normal da rotina diária de um casamento que envolve filhos e uma vida profissional agitada.

Já disse isso aqui uma vez, e faço questão de repetir: o maior apelo por trás do casal formado por Jesse e Celine não é nem o fato dos dois personagens terem sido construídos de uma forma quase impecável por Richard Linklater e os atores Ethan Hawke e Julie Delpy; e sim a questão de que essa é uma história que, ao contrário do normalmente visto no cinema, retrata um amor real, com o qual todos podemos nos identificar, uma vez que esta trilogia mostra o amor na sua fase mais sublime (o nascimento), na sua fase mais propícia (quando os dois vértices do relacionamento se encontram na mesma sintonia) e na sua fase mais madura (quando os problemas do dia a dia invadem e o diálogo, a sinceridade e o sacrifício são os ingredientes chaves para a receita de um relacionamento bem sucedido). Tudo isso está perfeitamente ilustrado por uma das cenas do ato final de “Antes da Meia-Noite”, quando Jesse olha para Celine e fala: “se você quer o amor verdadeiro, então é isso aí. E, se você não pode enxergá-lo, então você é cega”.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2013
Um bom filme. Uma terapia de casal, onde conversam de tudo o que os envolve, de bom e de ruim. Bem dirigido e com ótimos atores.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de agosto de 2013
Gosh!!!!!! pela trilogia.. meldels!!!!!! vejam os dois primeiros antes de ver este ultimo.. eles sao absolutamente necessarios juntos..
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de junho de 2013
Poxa, que decepção... Linklater, dessa vez, não errou feio, mas cometeu alguns equívocos. Ou talvez seja tudo questão de perspectiva. Entretanto, não acho que o filme todo possa ser salvo por isso. Isso tudo porque Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol são duas verdadeiras obras-primas, mas Antes da Meia-Noite infelizmente, fica bem abaixo.

[spoilers]

Não acho que o casal foi estragado, mas existem algumas passagens que poderiam sequer existir no filme. A cena na mesa me irritou profundamente. A necessidade desse roteiro de ter e, principalmente, MOSTRAR os personagens coadjuvante é uma verdadeira lástima. Pra quê? Os outros filmes funcionam tão perfeitamente ao focar em apenas Jesse e Celine, por quê, a essa altura do campeonato, inserir personagens a mais só pra situar os dois protagonistas em sua história na Grécia? Completamente desnecessário. Aliás, a cena do almoço foi uma das coisas mais aborrecidas do filme.

São coisas como essa que me fazem tirar alguns pontos do terceiro filme da franquia do Linklater, Delpy e Hawke. Ainda que o roteiro faça conexões o tempo todo com as cenas iniciais, algumas coisas são verdadeiramente irritantes. Passado o choque inicial de saber que Jesse não foi ao aeroporto em 2004 e resolveu ficar com Celine, a história, enfim, pode se desenvolver bem.

O conflito de casal, a deterioração de um relacionamento que é mostrada aqui se coloca em choque com uma pergunta que casais têm que encarar diariamente, e então, podemos ver a real intenção desses realizadores ao trazer esse filme à tona. Mesmo assim, senti que a história dos filmes anteriores, a história do passado foi um tanto quanto negligenciada por Celine e Jesse. E isso antes de começarem a brigar - mas talvez seja apenas efeito da previsão de Celine no carro, em uma das primeiras sequências.

Com o tempo, o filme melhora. Entramos na vibe atual dos protagonistas, e, finalmente, podemos curtir os diálogos, que também melhoram com o tempo. Tanto Celine quanto Jesse têm sua parcela de culpa nesse desgaste e a todo momento, as situações são expostas, de forma bastante coesa. E termina bem. Ainda que em alguns momentos possa ser visto alguns defeitos de montagem, como numa mudança de ângulo durante a cena da discussão no Hotel de Jesse e Celine, em que a iluminação visivelmente sofre um contraste gigante.

No entanto, senti que o filme não foi muito original. Se os dois primeiros são duas obras que influenciaram diversas outras, esse aqui parece ter chupinhado várias predecessoras que trataram do mesmo assunto. A impressão que tenho é que Linklater, Delpy e Hawke viram Namorados Pra Sempre ou Cenas de um Casamento, e resolveram se inspirar em tais filmes pra trazer ao universo criado por eles pra Jesse e Celine 18 anos atrás. E, me digam, pra quê tantas piadas sem graça de cunho sexual? Isso me lembra, profundamente, "2 Dias em Nova York", ultimo filme, apenas bom, escrito e dirigido pela Julie Delpy que usa e abusa desses mesmos subterfúgios pra fazer graça.

E isso me deixa ainda mais com a certeza de que essa saga não vai acabar aqui. A degradação da relação amorosa voltará a ser filmada, e da próxima vez que pudermos encarar Jesse e Celine vamos vê-los se encontrando após uma dolorida separação. E eu espero que daqui a 9 anos, quando a continuação vier, que chegue reencontrada e de volta nos eixos. Espero, profundamente, que surja com muito mais da essência que os dois primeiros filmes tinham pra dar e vender.

PS: Apesar de tudo isso, é aqui o melhor momento de Delpy e Hawke como atores em toda a trilogia. Irrepreensíveis.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
Apesar de ser um clássico,em meio a grandes história d que envolve bons diálogos,o filme não cumpre o que realmente promete ou prometeu.A história do filme não anima em hora alguma,ficando apenas em empacado e falas,junto com fotografias de luxo.A cena inicial,é bem cansativa,onde se passa mas de dez minutos dentro do carro,sem nenhum â Hawke e Julie Delpy,dessa vez não se conectaram com a história e ficaram bem longe de se destacarem nas atuações solo.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2021
Não é o filme perfeito, mas é o final perfeito para a trilogia(se é que realmente será o final).
Muitos romances terminam no momento em que ficam juntos ou que se casam. Esse filme deu a oportunidade de vermos a vida pós 'final feliz', com o pacote completo: amadurecimento, convivência, brigas e decisões profissionais.
Vale muito a pena ver todos os filmes dessa(até o momento) trilogia.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2014
Às vezes me pego pensando sobre o que é eterno. O amor, a amizade, a vida... Na reflexão acabo pensando em coisas que para mim fazem sentido e ao olhar para frente a verdade é que não vejo muito além do presente. Quando acabei de assistir esse filme elaborei uma opinião mais resistente sobre esse tema. Celine, Jesse e seus amigos me fizeram entrar em seu mundo e ver que na essência da vida nada é eterno.
Nessa terceira parte da história de Celine (Julie Delpy) e Jesse (Ethan Hawke) encontramos eles realmente juntos pela primeira vez e já com duas filhas. Jesse se separou de sua mulher nos EUA, mas não conseguiu se acostumar com a distância continental entre ele e seu filho. Nossos protagonistas estão de férias na Grécia e chegou a hora de Jesse deixar seu filho no aeroporto para ele voltar para casa. Após deixá-lo no Aeroporto acompanharemos esse dia na vida do casal.
Através de uma câmera que acompanha o casal de protagonistas como se estivéssemos assistindo um documentário, com poucos cortes, Richard Linklater acerta na fórmula que já fez sucesso nos outros filmes. Filma eles juntos enquanto estão apenas conversando ou se reconciliando e filma separado quando o termômetro indica uma discussão séria. A química entre eles é perfeita. No cinema é difícil ver um casal tão consistente como os dois.
Agora é para valer. Finalmente eles estão juntos. Suas conversas giram entorno da vida de um casal que possui filhos, o envelhecimento, as necessidades de cada um, quem faz mais ou menos dentro de casa etc. Um assunto realmente pertinente a fase de vida em que ele vivem. É interessante como apenas com o roteiro ao mesmo tempo simples (ele conversam o tempo todo) e tão bem elaborado (com questões realmente plausíveis) o filme prende o espectador do início ao fim. Dentre vários assuntos o diretor-roteirista Richard Linklater (Ethan Hawke e Julie Delpy também colaboraram com o roteiro) indaga o quanto pode ser duradouro o relacionamento deles. O quanto é diferente o relacionamento deles agora que estão realmente juntos e com filhos. No diálogo entre eles e seus amigos fica a sensação de que no mundo estamos de passagem e na vida de um casal é importante sermos dois e não um como tantos pregam. Perder a individualidade só pode piorar. A ajuda mútua tem que existir, mas garantir uma vida juntos ninguém pode. Na essência da vida nada é para sempre. A morte por si só tende a nos separar. Bem, se nossas vidas tem um fim (uma separação de qualquer maneira), o que dirá de relacionamentos, amizades etc. O recado então chega para nós. Até Jesse e Celine podem se separar um dia. O importante é mesmo viver, pois tudo vai passar.
Quando chegamos ao fim uma música melancólica, triste nos atinge (Gia ena tango cantada pela cantora grega Haris Alexiou) e passamos a pensar como tudo terminou naquele dia. A história deles pode acabar nesse filme, mas com certeza continuará sempre em nosso imaginário.
Franklin  S.
Franklin S.

68 seguidores 107 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de julho de 2014
Excelente final para essa trilogia,sempre com diálogos afiados,ótima química da dupla principal e sempre com uma bela cidade de pano de fundo,sendo essa cidade agora Gré Antes da Meia-Noite como toda sua trilogia é romance de qualidade que deve ser visto -Recomendo-
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