Devo ter assistido há muito tempo e não me lembro bem. Foi ótimo reviver esses momentos de tensão e terror na mansão mal assombrada,os efeitos são bem legais para a época. As melhores cenas são da escada (dá muita aflição) e o final,que é bem diferente dos demais filmes do gênero. O filme é uma refilmagem de Desafio do além que ainda não vi e são baseados no livro de Shirley Jackson ,que deve ser muito bom,até porque já fizeram a série adaptada " A Maldição da Residência Hill " na Netflix.
Pensei que só eu tinha me decepcionado pelo não relacionamento das 2... desde que a Theo (Zeta): disse que tinha namorado e namorada, disse que adorava como a Nell (Lili) penteava o cabelo, deu eu presente a Nell e quando ela disse pra Nell sair da casa que as 2 poderiam viver juntas no seu apartamento em NY (só as 2); eu JURAVA que elas iam ficar juntas!!! Também achei a história bem fraquinha e, que, se não tivesse a participação da Catherine Zeta-Jones, o filme seria bem pior... (mas comentário de fã, o que me inclui, não conta)
No princípio, quando aceitei a hipótese de assistir a esse filme, fui preparado para mais um filme de terror padrão. Aqueles filmes de acontecimentos imprevistos que fogem do controle de quem esperava ter o controle total. No caso o cientista Dr. David Marrow (Liam Neeson). Na verdade, realmente esse filme segue o padrão. Nada de grandes surpresas ou sustos maiores para quem já está acostumado com essa temática. A fotografia, os quadros de filmagens como também o cenário nada inova. Bem, estamos em 2012 e estou comentando sobre um filme de 1999. É claro que muitas coisas mudaram na arte cinematográfica. Nós, os amantes da película, aprendemos a curtir as novas possibilidades que a telona pode nos proporcionar. Então, é por isso que me animei a escrever um comentário. Não dá para comparar esse filme com "o grito" (The Grudge - 2004), por exemplo. Mas o que me atraiu no longa foi a atuação de Lili Taylor como Eleanor Lance. Passou-me verossimilhança e prezo muito por isso. Gostei também de Theo (Catherine Zeta-Jones) colocando um pouco mais de sensualidade na trama sem chegar ao vulgar dos filmes de hoje. Mas Liam Neeson e Owen Wilson ficaram como realmente grandes coadjuvantes. Melhores foram os empregados da casa do que o Dr. e o Playboy inconsequente. Podem até me questionar. O que você entende de filme? Quais são os estudos que teve para dizer algo parecido? Está apoiando-se em quem para dizer uma coisa dessa? E respondo que minha atuação crítica começa a partir da minha percepção de leitor/espectador e não de meus estudos teóricos ou algo parecido. Até porque prezo muito a reação do público que diz gosto ou não gosto, do que aqueles que aparecem com gráficos e tabelas para comprovar racionalmente que o filme foi bom. E, é isso aí.
Suspense e mistério bem meia boca. Não é ruim, mas também não é espetacular. Tem uma falha grave no roteiro: o Dr. tem a chave do portão pra poder liberar sua assistente que se machucou pra ir ao hospital, mas depois não tem mais e precisa esperar o caseiro voltar pra abrir. 路♂️
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