The Cloverfield Paradox
Média
2,4
265 notas

41 Críticas do usuário

5
4 críticas
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Ricardo R.
Ricardo R.

5 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2018
A Paramount fez um ENORME favor à humanidade, lançando esse filme na Netflix. Com certeza, minha consciência ficaria pesadíssima se eu desperdiçasse o meu dinheiro com esse filme no cinema. Diálogos entediantes, mesmo que a história seja interessante no começo, é fácil perder o interesse meia hora depois. Os eventos paranormais são sem sentido, você não sabe o que aconteceu, porque aconteceu. Nem a boa atuação e dedicação do elenco, faz a gente perder o sono.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2018
Confuso. Rápido. Visual. Espaço. Diferente. Sem sentido. Explicações. ET. Família. Dimensões. Não entendi.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2018
História confusa, que não consegue fazer ligações com as obras anteriores. Apesar do bom elenco, nenhum transmite carisma suficiente para você torcer por eles.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de dezembro de 2018
Diante do fato de que a terra já está com seus recursos praticamente escassos, surge uma alternativa cujo experimento principal envolve o uso de um gigantesco acelerador de partículas. Instalado em uma estação espacial, o aparato passa por repetidas e frustradas tentativas de uso, até que a equipe em órbita decide reajustar procedimentos e alcança sucesso, porém, trazendo consigo algumas situações inesperadas e inconclusivas do ponto de vista científico, levando-os a descobertas vitais sobre quem vive ou morre.

Cronologicamente, O PARADOXO CLOVERFIELD visa funcionar com uma prequel do filme de 2008, mas não é bem isso que consegue fazer. Para começar, o grande problema ocorrido no experimento tem relação com algo próximo da física quântica, que pouco é explicado pelo enredo preguiçoso, deixando a sensação de que o expectador precisa de bagagem anterior para aproveitar decentemente o filme. As variações e sugestões que envolvem dimensões paralelas é interessante, mas falta audácia do diretor para explorar algo tão complicado para mostrar em menos de 2 horas de duração.

O elenco tem artistas competentes, tais como Gugu Mbatha-Raw, David Oyelowo, Daniel Brühl e John Ortiz, todavia eles não tem muito a oferecer em cena, já que seus papéis são rasos e, como exceção de Mbatha-Raw, a tripulação é quase descartável para a história. Para quem curtiu os longas anteriores, pode funcionar como entretenimento, desde que não torça o nariz para falhas bobas e falta de conexão lógica com a mitologia criada pela franquia.
Rafael P.
Rafael P.

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2,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2018
Comeca MUITO legal, com varios elementos criativos e estranhos. Aquela sensação QUE CARAMBA ESTA ACONTECENDO AQUI? Adoro filmes malucos assim. Porem o último ato eh detestável. Caindo em cliches preguicosos, sem criatividade nenhum, sem sabor. Da aquela vergonha alheia
Caique T.
Caique T.

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2018
Quando soube que iria ter um novo filme do Cloverfield até fiquei animado com a ideia pois gostei do primeiro filme. The Cloverfield Paradox é bem confuso, muitas vezes fica um ar de "sem sentido" e em diversas cenas senti um vazio por parte dos personagens que não demonstram emoção. A personagem mais desenvolvida na trama foi a Ava e nada mais. Os acontecimentos são um monte de coisas aleatórias que vão ocorrendo e ocorrendo sem chegar a uma conclusão, meio que uma coisa forçada. Eu esperava um final melhor e mais chocante, porém ocorreu o previsível.
Carlos Douglas N.
Carlos Douglas N.

8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de outubro de 2020
O filme até tem uma ideal inicial legal, mas foi mal conduzido. O filme tenta criar vínculo com os dois filmes anteriores e com isso alguma lógica para a trilogia, mas fracassou em vários pontos, beirando o ridículo.
Se estamos falando de um filme que mistura a ideia de alienígenas, relação espaço x tempo e multi dimensões, imaginamos encontrar uns clichês dos filmes dos gêneros... Mas, o filme tem algumas cenas que não fazem sentido algum, por mais heterodoxo que sugere ser.
Segue algumas falhas do filme, que não explica os filmes anteriores da série e que chegam a ser incrivelmente ruim:
spoiler: 1. A aparição de Jensen atrás da parede com cabos de energia passando pelo corpo: além de não afetar órgão vital algum, a aparição tão longe da Terra vai contra a queda da estação na mar que matou seus parceiros em sua dimensão; 2. A viagem dimensional da estação: A nave foi lançada em outra dimensão, num local espacial bem longe da Terra, mas em um período semelhante, afinal até o nome dos personagens são os mesmos em ambas as dimensões. Pq não houve uma viagem temporal ? 3. O braço com vida própria de Mundy: até parece um filme pastelão, talvez fosse a ideia de dar um toque cômico ao filme. Não há lógica alguma da amputação, sem dor e sem sangue, do braço de Mundy e ainda mais o braço continuar a ter vida própria. 4. As minhocas e o giroscópio: A ideia do filme é a viagem dimensional e a interação entre duas dimensões e não faz sentido as minhocas e o giroscópio aparecer dentro de Volkov. Pois, as minhocas e o giroscópio da dimensão original desapareceram e nada mais desapareceu, então sugere que estes sejam da nave e os três estavam em lugares diferentes da nave, furando a lógica da interação entre partículas de várias dimensões, mesmo se um ou os dois itens viesse da nova dimensão, estariam em lugares diferentes. 5. A mensagem para Terra no final do filme: Durante o filme ficou claro que eles conseguiam receber mensagem da Terra e não enviar, mas em poucos segundos, depois de todo tempo da trama, Hamilton conseguiu mandar uma mensagem sem esforço algum. 6. O monstro no fim do filme: Se a viagem da estação foi meramente (bi)dimensional, sem relação a tempo e presença de vidas alienígenas, pq do monstro na Terra na volta ?
Lucas R.
Lucas R.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2018
De razoável a péssimo filme, não posso julgar muito pois não assisti os 2 primeiros, vou ver eles e depois venho comentar nesse, pois, esse terceiro filme não teve nexo algum, cenas sem sentido que não se auto explicam no filme, personagens que não demonstram curiosidade sobre fatos que acontecem no desenrolar da trama...
Rodrigo O.
Rodrigo O.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de março de 2018
A ideia do filme é boa, mas a história termina com algumas pontas soltas. Por exemplo o braço do Mundy, alguém estava escrevendo, mas optaram por não mostrar.
Célio O.
Célio O.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2018
Se Cloverfield Paradox fosse um episódio de Black Mirror ou um filme que não tivesse relação com os anteriores da franquia, se tornaria um filme bom para se assistir como passatempo (nada de espetacular, mas "assistível"). Mas ao tentar de maneira forçada se encaixar no mesmo universo, acaba se tornando um fiasco. spoiler: Nos dois filmes anteriores não foi relatado em nenhum momento que o mundo sofria uma grave crise energética
, e o terceiro filme já se inicia com essa informação, e vai seguindo um roteiro que faz com que o telespectador não consiga enxergar nada que se encaixe no universo "Cloverfield", além do nome do filme. E a direção do filme deve ter notado tanto isso, que resolveu nos últimos segundos (de maneira muito forçada), spoiler: mostrar um monstro gigante
para que ninguém se esquecesse que se tratava de Cloverfield.
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