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Luiz Antônio N.
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1.298 críticas
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1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2018
acompanha um grupo de astronautas internacionais a bordo de uma estação espacial que, após ativarem um acelerador de partículas para tentar solucionar a crise energética da Terra, devem encontrar um caminho de volta para casa após viajarem acidentalmente para uma dimensão alternativa.
já tinha visto os outros dois mas para falar a verdade esse aqui pensei que seria até que melhor nunca vi um filme para dar tanto sono que nem esse toda vez que eu começava assistir o sono pegava porque de resto a história não gostei nem um pouco achei muito cansativo ⭐
História confusa, que não consegue fazer ligações com as obras anteriores. Apesar do bom elenco, nenhum transmite carisma suficiente para você torcer por eles.
Diante do fato de que a terra já está com seus recursos praticamente escassos, surge uma alternativa cujo experimento principal envolve o uso de um gigantesco acelerador de partículas. Instalado em uma estação espacial, o aparato passa por repetidas e frustradas tentativas de uso, até que a equipe em órbita decide reajustar procedimentos e alcança sucesso, porém, trazendo consigo algumas situações inesperadas e inconclusivas do ponto de vista científico, levando-os a descobertas vitais sobre quem vive ou morre.
Cronologicamente, O PARADOXO CLOVERFIELD visa funcionar com uma prequel do filme de 2008, mas não é bem isso que consegue fazer. Para começar, o grande problema ocorrido no experimento tem relação com algo próximo da física quântica, que pouco é explicado pelo enredo preguiçoso, deixando a sensação de que o expectador precisa de bagagem anterior para aproveitar decentemente o filme. As variações e sugestões que envolvem dimensões paralelas é interessante, mas falta audácia do diretor para explorar algo tão complicado para mostrar em menos de 2 horas de duração.
O elenco tem artistas competentes, tais como Gugu Mbatha-Raw, David Oyelowo, Daniel Brühl e John Ortiz, todavia eles não tem muito a oferecer em cena, já que seus papéis são rasos e, como exceção de Mbatha-Raw, a tripulação é quase descartável para a história. Para quem curtiu os longas anteriores, pode funcionar como entretenimento, desde que não torça o nariz para falhas bobas e falta de conexão lógica com a mitologia criada pela franquia.
Ao contrário da maioria esmagadora... eu gostei! uma ficção científica com vários elementos intrigantes e instigantes... recomendo para os apreciadores do gênero!
Nos três filmes eles contam histórias paralelas... Ficou um pouco forçado que é quase impossível associá-lo ao primeiro, parece que se está vendo um filme independente e não parte de uma franquia
"Em órbita sobre um planeta prestes a entrar guerra, cientistas testam uma possível solução para a crise de energia, mas acabam em uma realidade alternativa" Direção: Julius Onah
Pensa num filme fraco e desnecessário. Por isso não foi para o cinema e a Netflix teve a coragem, se assim posso definir, ou a loucura de comprar esse filme por $50Milhões de dólares.
É um filme que quer a todo tempo mostrar-se inteligente, porém, a todo tempo é fraco até nas suas teorias. Ou seja, anda, anda e nunca sai do lugar.
É um filme da fraquia, "The Cloverfield", que eu não recomendaria!
Daniel Bruhl (Schmidt) foi o que teve de melhor no filme. Teve ótima atuação, mesmo sendo um filme tão fraco!
Sem espaços tá? - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/04/11/rezenha-critica-o-paradoxo-cloverfield-2018/
Na vibe de seus excelentes e surpreendentes antecessores há um tempinho assisti ao terceiro filme do universo Cloverfield. Demorei para escrever sobre porque nem o tempo valia a pena ser perdido para tal. O que fica de curioso e o Paradoxo nos traz explicado é de como originou-se este universo maluco, confiram a “rezenha” crítica de O Paradoxo Cloverfield.
Em órbita sobre um planeta prestes a entrar em guerra, cientistas testam uma possível solução para a crise de energia, mas acabam em uma realidade alternativa.
Sim, a origem de tudo é aí, por conta de um experimento de energia renovável alternativa. Depois de um trágico teste é aberto um portal onde várias dimensões entrelaçam-se entre si, inclusive aquelas no qual os personagens vivem em outra linha do tempo, daí de onde conseguimos entender o porquê do monstro do primeiro filme e da treta do segundo filme.
Fora isso o filme é uma decepção no ponto de vista do suspense, atuações e efeitos visuais. Nada cativa fora os easter eggs espalhados pela obra, no caso, as ligações com os dois primeiros no qual peguei alguns e depois pesquisando descobri outros. Dinâmica muito arrastada. Algumas cenas são muito vergonhosas no meu ponto de vista e o final apesar de ser plausível é bem exagerado.
Na mão de um diretor do ramo o filme teria sido muito mais bem desenvolvido, munição tinha, infelizmente chegou perto disso.
Ainda bem que não li os comentários antes de assistir. Falaram tão mal que teria desistido. Eu não assisti os outros que comentam mas, então achei que esse prendeu a atenção . É um filme clichê. Não é um filme excelente mas não é ruim. A gente ficou curioso e querendo assistir pra saber o desfecho . Uma diversão pra uma quarta a noite ou domingo a tarde #Spoiler Pena que o desfecho não seja legal. Divirtam-se
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