Aquaman
Média
4,3
5080 notas

255 Críticas do usuário

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Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de agosto de 2022
A criança cresce e fica com olhos verdes! Que vacilo!
Filme longo,mas dinâmico.
Mais comédia do que ação.
Princesa Mera shebala de não sei o que é Amber polêmica Heard, que parecia tão plena e boa pessoa! E irmã perdida da Ariel.
Efeitos especiais ok.
Senti um preconceito com o fato do vilão ser negro.
Final meio sem graça com um vilão previsível,somente para justificar o 2.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2020
Aquaman segue logo após os eventos de Liga da Justiça e conta mais da história de sua origem. O povo de Atlântida e suas brigas pelo trono. Muito colorido, interessante conceito debaixo d'água. Efeitos exagerados ao extremo. Batalhas excessivas tornando o filme meio monótono. Muita água para meu gosto. Poderia ser melhor. Bom.
Gabriel C.
Gabriel C.

51 seguidores 74 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de novembro de 2019
Aquaman é o típico filme clichê bem gostoso e divertido de se ver.
Embora não seja nada inovador em um gênero que está em alta, Aquaman cumpre bem o seu papel e diverte bastante.
O longa tem ótimas cenas de combate e ação, o visual é simplesmente espetacular e nos leva ao mundo submerso fantástico com criaturas incríveis. Visualmente talvez seja o filme de herói mais bonito, junto com Dr. Estranho.
Jason Momoa transborda carisma e caiu muito bem no papel de Arthur/Aquaman. Embora eu tenha visto algumas críticas, gostei da dinâmica da Amber Heard (Mera) com o protagonista.
A história é ok, nada demais.
O visual do Arraia Negra é bem legal, gostaria de ter visto ele com um pouco mais de destaque.
Pra mim, até agora foi o filme da DC que eu mais me diverti nessa nova leva e lamento muito o fracasso desse universo compartilhado, porque tanto Aquaman, como Mulher-Maravilha funcionaram bem como filmes solos.
Ansioso por uma nova aventura.
Tarcísio Braga
Tarcísio Braga

34 seguidores 61 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de maio de 2019
Em tese o filme mostrar a história de Arthur que é um atlante e diferente do seu irmão Orm que deseja ser o mestre dos oceanos, o desafio do Aquaman é juntar em uma única paz, a terra e o mar. O filme tem uma história interessante que poderia ser resolvida em menos tempo, o filme mostrar pouco do treinamento do Aquaman é como foi a sua descoberta por poderes o foco como é o primeiro filme deveria ser nisso, a abordagem é um pouco forçada e trazendo cenas paradas e glamourizadas, o roteiro não decolar e entregar mais do mesmo. Um ponto positivo é a direção de câmera que traz novos aspectos para um filme de super-herói e o destaque para uma trilha sonora que encaixa e boas atuações, sendo assim a minha nota é 3,5/5 em sites especializados e na minha lista pessoal é 7,5/10. Assinado por: Tarcísio Braga
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2018
O filme começa muito bem, com boas cenas de ação épicas e com um cenário muito bem elaborado e bonito de se ver. No decorrer da história, fui percebendo falhas bobas no roteiro e algumas falas muito sem noção (chega a ser inacreditável) que não fazem o menor sentido no contexto. Além disso, é muito longo. Não vi necessidade de contar tudo aquilo no mesmo filme. O final foi feito de forma meio preguiçosa, ficou perceptível, empurrando tudo pela barriga para finalizar logo. De uma forma geral, eu me diverti com o filme e valeu o ingresso. Mas faltou capricho em várias partes, o que talvez pudesse ser resolvido com uma história mais sucinta e melhor contada. Se eu fosse o diretor, dividiria em duas partes.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.872 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2019
Filho do humano Tom Curry (Temuera Morrison) com a atlante Atlanna (Nicole Kidman), Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com a vivência de um humano e as capacidades metahumanas de um atlante. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a Arthur a tarefa de impedir a guerra iminente. Para tanto, ele recebe a ajuda de Mera (Amber Heard), princesa de um dos reinos, e o apoio de Vulko (Willem Dafoe), que o treinou secretamente desde a adolescência.

Um dos melhores filmes de heróis já feito realmente vale todo o sucesso que está fazendo, muito bom mesmo ⭐⭐⭐
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de março de 2019
Fruto do relacionamento entre um humano em uma atlante, o agitado Arthur Curry (Jason Momoa) se vê envolto a um complicado dilema quando descobre que suas origens estão sendo colocadas em debate diante de uma possível guerra de seres aquáticos com os humanos. O irmão de Curry, Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar mestre dos oceanos, porém, para isso ocorrer de fato, ele precisará convencer outros reinos aquáticos quanto a suas intenções e ainda enfrentar seu meio irmão, já que que este possui direito ao trono de Atlântida. Cabe a Curry, com auxílio de Mera (Amber Heard) e Vulko (Willem Dafoe), a tarefa de evitar a devastação humana diante de uma violenta guerra entre dois mundos.

AQUAMAN é um filme que vem com a tentativa de restabelecer o universo DC para o público de cinema, em parte consegue graças ao carisma impagável de Momoa e o esforço dos artistas de design em criar algo carnavalesco mas condizente com o universo no qual se inspira. Esses dois elementos por si só representam os maiores atrativos do longa comandado com grande astúcia técnica pelo diretor malaio James Wan, digo isso pela habilidade com que o sujeito tira proveito da atuação do protagonista desde sua divertida aparição em um submarino até a caricata transformação em rei dos mares, sempre envolvendo planos com o objetivo de manter o expectador plenamente inserido nas cenas que se passam, embora algumas debaixo d'água soem confusas diante da dimensão. Cabe destacar, ainda, a cena inicial entre Atlanna (Nicole Kidman) e soldados atlantes, pois tudo foi montado em um plano sequência de cair o queixo até mesmo para o mais acostumados com ousadias cinematográficas.

A história tem seus pontos altos e baixos, sendo que a avaliação dependerá mais da exigência do expectador em aderir ao proposto pela narrativa, muitas vezes passeando pelo drama competente ou pelo romance bobo, além de certas doses de humor também variáveis conforme percepção do público. A ideia como filme de origem é funcional, descrevendo em detalhes como tudo ocorreu até a iminente batalha entre humanos e atlantes, com destaque para detalhes mitológicos como aperitivo.

Há de se constatar também que o filme está longe de ser perfeito, tendo algumas falhas de ritmo graças à tentativa mal sucedida em criar sintonia afetiva entre o casal Curry e Mera, infelizmente isso acaba sendo insistente demais, entretanto, a dimensão de detalhes inseridas no contexto do filme acaba ofuscando seus problemas, gerando um longa divertido e com potencial a longo prazo.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2018
Hoje dia de assistir mais um filme de mais um herói da DC, um herói interessante, que já foi introduzido em um outro filme, e aqui poderia contar a história dele, e ficou bem no poderia. O começo do filme conta a história dos pais do Aquaman, ou melhor, conta uma passagem de como os pais dele se conheceram e como e o motivo que leva a sua mãe sumir por tantos anos. Em duas passagens bem rápidas de sua infância, incluindo uma onde ele revela seus poderes a um grande número de pessoas, a aventura começa. Dois vilões são apresentados, um do mar e outro da terra, em uma sequência de cenas que mistura muita tecnologia, efeitos e até mesmo um pequeno drama, para mostrar que nem tudo é só por acaso. O reino do mar parece bem mais interessante, o sentimento de dominador do vilão é maior, mais exagerado, e ele realmente faz de tudo para ser o maior conquistador do mundo, e assim consegue dar bastante atenção ao Aquaman. O reino dos mares é muito belo visualmente, há efeitos especiais que não acabam mais, e consegue mostrar bem que o reino do mar é muito mais tecnológico. História e motivos ficam muito em segundo plano. Ações, treinamentos e personagens são bem frágeis, mais uma vez, assim como em quase todos os filmes da DC, todos podem fazer tudo, todos ficam sabendo e ao mesmo tem parece que ninguém sabe de nada, inventando certas surpresas e reviravoltas, até mesmo o principal drama do filme é um tanto óbvio da sua resolução. A parte final inventa ainda, para gerar uma certa emoção para as cenas, mas tudo parece bem conveniente para esticar o filme solucionando alguns dramas, a luta final agrada, mais uma vez mais pelos seus efeitos especiais, do que para agregar e valorizar a história. No geral, um filme que segue o mesmo ritmo que a DC vem apresentando nos filmes já lançados, muitos efeitos especiais e lutas bem exageradas, com uma história frágil, com diversos atos quase sem sentido, que não dão muita explicação ao todo, e só serve basicamente para gerar mais lutas e mais efeitos especiais.

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Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de agosto de 2019
Depois de várias mudanças em questões temáticas, visuais, narrativas e até mesmo humorísticas, os filmes do universo DC/Warner parecem agora terem tomado um rumo, digamos, “fixo” – se até Batman Vs Superman se sobressaia o tom escuro visualmente, por exemplo, a partir de Liga de Justiça notou-se um cuidado para se “colorir” mais o visual – fugindo do estilo que funcionou tão bem na trilogia genial de Christopher Nolan sobre o Batman – não pertencentes a este universo.

Sob a batuta de Zack Snyder desde O Homem de Aço (2013), a DC nos cinemas só ganhou mais crédito graças as decisões acertadas da direção de Patty Jenkins em Mulher-Maravilha (2017) e – mesmo que com vários problemas – acertou mais em Liga da Justiça (co-dirigido por Joss Whedon) do que nos filmes anteriores de Snyder (com excessão de Homem de Aço, que considero um bom filme) – sendo assim, a noticia boa é que Aquaman consegue ter um estilo próprio e adequado com as mudanças vistas nos últimos dois filmes da franquia – mas a noticia ruim é que o filme solo do super-herói subaquático não deixa de ser um “mais do mesmo”, uma produção que não confere muitas surpresas e nem se preocupa em escapar de inúmeros clichês do gênero.

E digo isso mesmo tendo me surpreendido com o fato de que o diretor James Wan (de Invocação do Mal e Jogos Mortais) conseguiu livrar o personagem do tom quase ridículo (“falar com peixes”) que sempre lhe foi imposto em desenhos animados e até nos quadrinhos (os quais conheço muito pouco) – mesmo que já tenhamos visto Aquaman agindo em Liga da Justiça – com um tom de “garoto rebelde” e com um físico muito bem trabalhado, o personagem de Jason Momoa tem sua origem contada aqui – mas ao contrário da preparação épica que já vimos em filmes como o Superman de Richard Donner ou o Batman de Nolan, Wan apresenta em menos de 15 minutos tudo o que precisamos saber sobre a concepção de Arthur Curry – em 1985, o faroleiro Tom Curry (Morrison) encontra próximo aos rochedos de sua casa a princesa Atlanna (Nicole Kidman) desmaiada – tendo fugido de seu mundo, o reino subaquático de Atlântida, por não aceitar um casamento forçado, eles logo se apaixonam e tem o pequeno Arthur; mas em poucos anos, o rei de Atlântida resolve buscar Atlanna, que aceita voltar, com o intuito de proteger seu marido e filho pequeno – a medida que cresce, Arthur é tutelado pelo guerreiro (e amigo de Atlanna) Vulko (Dafoe), que lhe ensina a dominar seus poderes e proteger os seres dos oceanos – mas ao tomar conhecimento que seu meio-irmão Orm (Wilson) está tentando causar uma guerra entre os reinos aquáticos apenas para atacar os humanos e, com isso, se tornar o rei de Atlântida, Arthur, com a ajuda da guerreira Mera (Heard), tentará encontrar o Trident de um antigo rei, única coisa que poderá ajuda-lo a enfrentar Orm.

Depois de um inicio que resume rapidamente a origem do herói – com uma desnecessária e um tanto apelativa narração em off de Momoa – o filme se aventura pelas tramas envolvendo disputa pelo verdadeiro herdeiro do trono, vilão que é um filho querendo vingar a morte do pai – na figura de Yahua Abdul, vivendo o personagem Arraia Negra com motivações pouco exploradas e estruturadas – alias, sem querer colocar a Marvel no meio para comparar mas já comparando, a disputa entre herdeiro do trono em Pantera Negra era mostrada de forma bem mais interessante do que aqui, por exemplo – deixando o sempre eficiente Patrick Wilson com pouco a demonstrar em seu Rei Orm, devido a pouca personalidade e pouca multifacetação de seu personagem – o que é uma pena, pois ele tem motivos bastante fortes para querer desencadear uma guerra contra os humanos – afinal, quem polui e mata os animais nos mares? Infelizmente, o roteiro não gasta nem um minuto para discutir isso, deixando Orm com mais cara de Dr. Evil do que um vilão com motivações claras e bem fundamentadas – restando, como ponto positivo, sua ligação tortuosa com Arthur – revelando um lado mais emocional de Orm.

Ainda que bem amparado por efeitos especiais muito bem criados – os seres marinhos – sejam os que existem, como tubarões e peixes, e outras criaturas fantásticas e gigantes – são muito bem concebidos, assim como discretos efeitos que funcionam muito bem – como o usado para fazer o cabelo dos atores se movimentarem como se estivessem realmente de baixo da água – inclusive, a direção de Wan é ainda eficiente por conseguir conduzir os atores diante de uma pouco inspiradora tela de fundo verde, deixando o elenco mais envolvido com situações que só são inseridas na tela na pós produção – qualidade do diretor que se estende sobre sua mise-en-scene, conduzindo as cenas de ação com planos abertos e claros, mostrando perfeitamente a ação, coisa que Snyder pecou muito em seus filmes. E mesmo que tenha um visual que ainda lembre outros filmes (como Avatar, em certos pontos), o design de produção de Aquaman é belíssimo e colorido, dando boas características para cada uma das várias espécies de seres de Atlântida que aparecem na trama – algo que cai sobre os figurinos também, sendo muito interessante na pele do herói principal, que passa de seu visual um tanto sombrio (que já conhecíamos desde Liga da Justiça) para as cores clássicas do personagem nos quadrinhos – e, isso, sem problema algum – mesmo que uma ou outra máscara de alguns personagens lembrem mais uma festa a fantasia do que proteção de guerreiros.

Bem servido em seu elenco, Aquaman se sustenta até mesmo com a atuação limitada de Jason Momoa – o ator, que muda muito pouco suas expressões, se dá bem aqui justamente pela decisão do diretor em inserir várias piadas durante o longa, mas sem soar irritantes e gratuitas como alguns filmes da Marvel já fizeram – ainda é bom destacar os trabalhos da sempre magnifica Nicole Kidman, que é uma grata surpresa já no inicio do filme, por mostra sua Atlanna de uma forma bastante forte e destemida – a atriz, com mais de 50 anos, quase não precisou de “retoques digitais” para parecer mais jovem, creio eu – e ainda temos William Dafoe com uma serenidade que nos convence muito bem de que ele é o verdadeiro tutor de Arthur – e com a Mera de Amber Heard temos uma personagem curiosa, que ajuda tocar a trama para frente, mesmo envoltos de situações muito previsíveis – para começar apenas, o flerte entre ela e Momoa tem situações do tipo “esbarro sem querer que acaba em troca de olhar apaixonado” – deixando um pouco de lado a questão de que Mera despreza os humanos, justamente por aquelas razões que mencionei sobre Orm, e que Arthur tenta lhe mostrar motivos para não odiá-los.

Enfim, falando sobre previsibilidade e clichês, é justamente nisso que Aquaman mais se enfraquece – em quase duas horas e meia de projeção, o longa tenta esconder personagens – usando até flashbacks durante o segundo ato, que acabam por pausar a narrativa - pistas obvias de uma espécie de caça ao tesouro aos moldes mais simplificados de Indiana Jones ou até mesmo explosões que surgem do nada, como se fossem apenas deixas para não tornar a trama investigativa parada ou apenas para dar um susto (gratuito) no espectador – sendo isso o maior defeito da direção de Wan – um toque de Michael Bay nada bem vindo ao filme.

Mesmo com problemas de ritmo narrativo e altas doses de previsibilidade e clichês em sua trama, esse mais novo longa do universo DC/Warner consegue ser um divertimento eficiente, dando uma esperança de que os próximos filmes da franquia sigam esse estilo, mas tomando decisões melhores para conceber seus roteiros – Aquaman passa bem longa de ser uma tragédia como Esquadrão Suicida, mas ainda não é uma Mulher-Maravilha da Patty Jenkins – ainda assim, ao final, é o melhor que podíamos esperar ser criado para um filme sobre um super-herói que era mais lembrado por conversar com peixes, não é mesmo?
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de dezembro de 2018
nao gostei dos dialogos e de como ocorre a trama em algumas cenas debaixo dágua, a nao ser na batalha final entre aquaman e seu irmao e as criaturas, fiquei bastante empolgado, um showzasso de CGI, possui otimas lutas principalmente pela pequena participacao de Nicole Kidman que roubou a cena no comeco do filme, enfim
ALERTA DE #SPOILER #SPOILER #SPOILER
quando as criaturas do submundo aparecem para aquaman e Mera deveria ter tido um suspense ali pois as criaturas eram assustadoras. No MAS o filme é bom principalmente as cenas de acao e perseguicao feitas na superficie e de como a cameras foram registradas nessas cenas, empolgam muito.
nota 3/5
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