Aquaman
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4,3
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255 Críticas do usuário

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Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2018
Filme de herói cartunesco e fantasioso, porém um dos melhores do gênero que vi até hoje. Sim! Aquaman é muito bom! O novo longa do consagrado diretor James Wan (Sobrenatural, Invocação do mal) não se trata de terror, mas sim de um super-herói, criticado por muitos por andar em um cavalo-marinho ou por falar com peixes. Aquaman foi uma posta acertada pela DC neste ano, afinal, foi o único longa da editora com o selo Warner de 2018. O filme tem todos os elementos de uma narrativa de HQ, além de contar com a direção competente e fabulosa de Wan, que filma muito bem as coreografias de luta com uma câmera girando ao redor dos atores e com a mistura de ação e CGI - efeitos incríveis - realmente uma produção primorosa. Aqui não temos aquele ar "dark", "sisudo" dos filmes de Zack Snyder, apesar dele ser o produtor, o filme é leve e colorido. A estética de Atlântida é um carnaval de cores que lembra "Tron" ou "Avatar" é alucinante a criação de mundo de Wan, desde as pequenas criaturas até as maiores e aterrorizantes (coisa que ele sabe fazer muito bem). Jason Momoa encarna muito bem o protagonista, sua transformação em Aquaman é majestosa, assim como a utilização dos poderes nas cenas do terceiro ato. É incrível! O filme do rei de Atlântida é um divisor de águas da editora nos cinemas e deve agradar muito os verdadeiros fãs de HQs.
Fique até o final, pois tem cena pós-créditos.
Emerson M.
Emerson M.

29 seguidores 82 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de dezembro de 2018
motivação do heroi? clichê. Trama do vilão? tradicional e sem novidade. CGI? bom mais sem emoção. o filme tem uma introdução de narração do heroi PÉSSIMA para o contexto do filme. umas pequenas amarrações de referencias nao salvam o filme com as piadas pífias e as lutas sem nem mesmo uma musica descente. o filme so nao beira o ruim porque tem belos trajes se é que pode dizer que isso salva o filme
Bruno d
Bruno d

19 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de dezembro de 2018
Direto e muito bom. Ótimas cenas de lutas, cenários impecáveis, sem enrolação e de fácil compreensão (para aqueles que não conhecem o personagem). Talvez peca um pouco na questão do "romance", mas nada que estrague o filme. Sacadas de humor geniais, um Aquaman potente e sim, tem cena pós crédito que deixa um gancho enorme para uma sequência. Pra galera do 3D, vale muito a pena pela qualidade entregue. Acredito que seja melhor que Liga da Justiça e tão bom quanto Mulher Maravilha.
Adauto R.
Adauto R.

15 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2019
Perfeito uma trama bem costurada,elenco perfeito,linda fotografia ,efeitos perfeitos. Um filme d altura do personagem.Os vilões ótimos.10
claytonvinis
claytonvinis

13 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Para mim o melhor filme de herói da DC. vale muito apenas ir ver. Não leva muito fé mais o jason momoa da um diferencial ao personagem boa ação e muito bem trabalhado o filme
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Aquaman aposta alto no colorido e em seus efeitos visuais, não seria exagero dizer que o filme se sustenta apenas nisso, mas até que temos vilões com motivações boas, alguns atores são desperdiçados, o roteiro produz alívios cômicos razoáveis, e o roteiro peca em alguns momentos jogando certas situações aleatórias como o monstro no fim do filme. Aquaman sofre de uma trilha sonora em certos momentos sofrível, mas ainda sim consegue divertir, Aquaman não é ruim e está longe de ser, mas ainda de está um pouco distante de ser o nível de filme que a DC almeja, mas é um bom recomeço, uma boa aventura que garante um bom passatempo, bom filme.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2018
Hoje dia de assistir mais um filme de mais um herói da DC, um herói interessante, que já foi introduzido em um outro filme, e aqui poderia contar a história dele, e ficou bem no poderia. O começo do filme conta a história dos pais do Aquaman, ou melhor, conta uma passagem de como os pais dele se conheceram e como e o motivo que leva a sua mãe sumir por tantos anos. Em duas passagens bem rápidas de sua infância, incluindo uma onde ele revela seus poderes a um grande número de pessoas, a aventura começa. Dois vilões são apresentados, um do mar e outro da terra, em uma sequência de cenas que mistura muita tecnologia, efeitos e até mesmo um pequeno drama, para mostrar que nem tudo é só por acaso. O reino do mar parece bem mais interessante, o sentimento de dominador do vilão é maior, mais exagerado, e ele realmente faz de tudo para ser o maior conquistador do mundo, e assim consegue dar bastante atenção ao Aquaman. O reino dos mares é muito belo visualmente, há efeitos especiais que não acabam mais, e consegue mostrar bem que o reino do mar é muito mais tecnológico. História e motivos ficam muito em segundo plano. Ações, treinamentos e personagens são bem frágeis, mais uma vez, assim como em quase todos os filmes da DC, todos podem fazer tudo, todos ficam sabendo e ao mesmo tem parece que ninguém sabe de nada, inventando certas surpresas e reviravoltas, até mesmo o principal drama do filme é um tanto óbvio da sua resolução. A parte final inventa ainda, para gerar uma certa emoção para as cenas, mas tudo parece bem conveniente para esticar o filme solucionando alguns dramas, a luta final agrada, mais uma vez mais pelos seus efeitos especiais, do que para agregar e valorizar a história. No geral, um filme que segue o mesmo ritmo que a DC vem apresentando nos filmes já lançados, muitos efeitos especiais e lutas bem exageradas, com uma história frágil, com diversos atos quase sem sentido, que não dão muita explicação ao todo, e só serve basicamente para gerar mais lutas e mais efeitos especiais.

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Alexandre S
Alexandre S

92 seguidores 150 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de novembro de 2019
Mais do que um filme de heróis, um filme de amor, traição, luta com muita ação e ótimos efeitos visuais. Valeu a pena.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Aquaman é de uma forma geral um filme muito bom!O visual do filme é lindo e super sofisticado,principalmente no ambiente aquático.As cenas de ação além de belas são muito bem feitas e eletrizantes
A história apesar de algumas vezes parecida com a de outros filmes do mesmo gênero, inova um pouco mais.
O que incomoda um pouco é o rítimo, já que embora não seja um filme cansativo em todo, acaba sendo cansativo e lento em alguns momentos
Achei que o tom do filme ficou muito bom; nem muito sombrio, e nem muito "comédia"As atuações do elenco são boas e atendem ao necessário
No final Aquaman é um excelente filme e mostra que a DC está no caminho certo nos cinemas!
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de agosto de 2019
Depois de várias mudanças em questões temáticas, visuais, narrativas e até mesmo humorísticas, os filmes do universo DC/Warner parecem agora terem tomado um rumo, digamos, “fixo” – se até Batman Vs Superman se sobressaia o tom escuro visualmente, por exemplo, a partir de Liga de Justiça notou-se um cuidado para se “colorir” mais o visual – fugindo do estilo que funcionou tão bem na trilogia genial de Christopher Nolan sobre o Batman – não pertencentes a este universo.

Sob a batuta de Zack Snyder desde O Homem de Aço (2013), a DC nos cinemas só ganhou mais crédito graças as decisões acertadas da direção de Patty Jenkins em Mulher-Maravilha (2017) e – mesmo que com vários problemas – acertou mais em Liga da Justiça (co-dirigido por Joss Whedon) do que nos filmes anteriores de Snyder (com excessão de Homem de Aço, que considero um bom filme) – sendo assim, a noticia boa é que Aquaman consegue ter um estilo próprio e adequado com as mudanças vistas nos últimos dois filmes da franquia – mas a noticia ruim é que o filme solo do super-herói subaquático não deixa de ser um “mais do mesmo”, uma produção que não confere muitas surpresas e nem se preocupa em escapar de inúmeros clichês do gênero.

E digo isso mesmo tendo me surpreendido com o fato de que o diretor James Wan (de Invocação do Mal e Jogos Mortais) conseguiu livrar o personagem do tom quase ridículo (“falar com peixes”) que sempre lhe foi imposto em desenhos animados e até nos quadrinhos (os quais conheço muito pouco) – mesmo que já tenhamos visto Aquaman agindo em Liga da Justiça – com um tom de “garoto rebelde” e com um físico muito bem trabalhado, o personagem de Jason Momoa tem sua origem contada aqui – mas ao contrário da preparação épica que já vimos em filmes como o Superman de Richard Donner ou o Batman de Nolan, Wan apresenta em menos de 15 minutos tudo o que precisamos saber sobre a concepção de Arthur Curry – em 1985, o faroleiro Tom Curry (Morrison) encontra próximo aos rochedos de sua casa a princesa Atlanna (Nicole Kidman) desmaiada – tendo fugido de seu mundo, o reino subaquático de Atlântida, por não aceitar um casamento forçado, eles logo se apaixonam e tem o pequeno Arthur; mas em poucos anos, o rei de Atlântida resolve buscar Atlanna, que aceita voltar, com o intuito de proteger seu marido e filho pequeno – a medida que cresce, Arthur é tutelado pelo guerreiro (e amigo de Atlanna) Vulko (Dafoe), que lhe ensina a dominar seus poderes e proteger os seres dos oceanos – mas ao tomar conhecimento que seu meio-irmão Orm (Wilson) está tentando causar uma guerra entre os reinos aquáticos apenas para atacar os humanos e, com isso, se tornar o rei de Atlântida, Arthur, com a ajuda da guerreira Mera (Heard), tentará encontrar o Trident de um antigo rei, única coisa que poderá ajuda-lo a enfrentar Orm.

Depois de um inicio que resume rapidamente a origem do herói – com uma desnecessária e um tanto apelativa narração em off de Momoa – o filme se aventura pelas tramas envolvendo disputa pelo verdadeiro herdeiro do trono, vilão que é um filho querendo vingar a morte do pai – na figura de Yahua Abdul, vivendo o personagem Arraia Negra com motivações pouco exploradas e estruturadas – alias, sem querer colocar a Marvel no meio para comparar mas já comparando, a disputa entre herdeiro do trono em Pantera Negra era mostrada de forma bem mais interessante do que aqui, por exemplo – deixando o sempre eficiente Patrick Wilson com pouco a demonstrar em seu Rei Orm, devido a pouca personalidade e pouca multifacetação de seu personagem – o que é uma pena, pois ele tem motivos bastante fortes para querer desencadear uma guerra contra os humanos – afinal, quem polui e mata os animais nos mares? Infelizmente, o roteiro não gasta nem um minuto para discutir isso, deixando Orm com mais cara de Dr. Evil do que um vilão com motivações claras e bem fundamentadas – restando, como ponto positivo, sua ligação tortuosa com Arthur – revelando um lado mais emocional de Orm.

Ainda que bem amparado por efeitos especiais muito bem criados – os seres marinhos – sejam os que existem, como tubarões e peixes, e outras criaturas fantásticas e gigantes – são muito bem concebidos, assim como discretos efeitos que funcionam muito bem – como o usado para fazer o cabelo dos atores se movimentarem como se estivessem realmente de baixo da água – inclusive, a direção de Wan é ainda eficiente por conseguir conduzir os atores diante de uma pouco inspiradora tela de fundo verde, deixando o elenco mais envolvido com situações que só são inseridas na tela na pós produção – qualidade do diretor que se estende sobre sua mise-en-scene, conduzindo as cenas de ação com planos abertos e claros, mostrando perfeitamente a ação, coisa que Snyder pecou muito em seus filmes. E mesmo que tenha um visual que ainda lembre outros filmes (como Avatar, em certos pontos), o design de produção de Aquaman é belíssimo e colorido, dando boas características para cada uma das várias espécies de seres de Atlântida que aparecem na trama – algo que cai sobre os figurinos também, sendo muito interessante na pele do herói principal, que passa de seu visual um tanto sombrio (que já conhecíamos desde Liga da Justiça) para as cores clássicas do personagem nos quadrinhos – e, isso, sem problema algum – mesmo que uma ou outra máscara de alguns personagens lembrem mais uma festa a fantasia do que proteção de guerreiros.

Bem servido em seu elenco, Aquaman se sustenta até mesmo com a atuação limitada de Jason Momoa – o ator, que muda muito pouco suas expressões, se dá bem aqui justamente pela decisão do diretor em inserir várias piadas durante o longa, mas sem soar irritantes e gratuitas como alguns filmes da Marvel já fizeram – ainda é bom destacar os trabalhos da sempre magnifica Nicole Kidman, que é uma grata surpresa já no inicio do filme, por mostra sua Atlanna de uma forma bastante forte e destemida – a atriz, com mais de 50 anos, quase não precisou de “retoques digitais” para parecer mais jovem, creio eu – e ainda temos William Dafoe com uma serenidade que nos convence muito bem de que ele é o verdadeiro tutor de Arthur – e com a Mera de Amber Heard temos uma personagem curiosa, que ajuda tocar a trama para frente, mesmo envoltos de situações muito previsíveis – para começar apenas, o flerte entre ela e Momoa tem situações do tipo “esbarro sem querer que acaba em troca de olhar apaixonado” – deixando um pouco de lado a questão de que Mera despreza os humanos, justamente por aquelas razões que mencionei sobre Orm, e que Arthur tenta lhe mostrar motivos para não odiá-los.

Enfim, falando sobre previsibilidade e clichês, é justamente nisso que Aquaman mais se enfraquece – em quase duas horas e meia de projeção, o longa tenta esconder personagens – usando até flashbacks durante o segundo ato, que acabam por pausar a narrativa - pistas obvias de uma espécie de caça ao tesouro aos moldes mais simplificados de Indiana Jones ou até mesmo explosões que surgem do nada, como se fossem apenas deixas para não tornar a trama investigativa parada ou apenas para dar um susto (gratuito) no espectador – sendo isso o maior defeito da direção de Wan – um toque de Michael Bay nada bem vindo ao filme.

Mesmo com problemas de ritmo narrativo e altas doses de previsibilidade e clichês em sua trama, esse mais novo longa do universo DC/Warner consegue ser um divertimento eficiente, dando uma esperança de que os próximos filmes da franquia sigam esse estilo, mas tomando decisões melhores para conceber seus roteiros – Aquaman passa bem longa de ser uma tragédia como Esquadrão Suicida, mas ainda não é uma Mulher-Maravilha da Patty Jenkins – ainda assim, ao final, é o melhor que podíamos esperar ser criado para um filme sobre um super-herói que era mais lembrado por conversar com peixes, não é mesmo?
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