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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cineweb
Seja no carismático elenco, exuberante figurino [...], a competente trilha sonora [...] ou mesmo na opulenta recriação do antigo Egito [...], a versão de Scott [...] é uma poderosa reflexão sobre moral e fé.
Folha de São Paulo
"Até que ponto séculos de escravidão devem ser punidos de um jeito que afeta principalmente os inocentes? Tal tensão entre justiça e misericórdia é um dos grandes dilemas da tradição bíblica, e o filme, apesar de suas falhas, acerta ao revisitá-la.
Instituto Moreira Salles
Talvez ainda mais interessante seja examinar o novo "Êxodo" em face da história contemporânea de Israel e da crise do Oriente Médio. É um terreno explosivo, e todo cuidado é pouco ao caminhar por ele.
The Hollywood Reporter
Espetacularmente filmado e intermitentemente bem atuado, embora não tão divertidamente campy quando a versão de DeMille, o filme parece apto a atrair uma público considerável, ainda que as vozes de alguns líderes religiosos protestem.
Cinema com Rapadura
“Êxodo – Deuses e Reis” é filme grandioso em aspectos técnicos, possui boas atuações, conta sua história com sobriedade e é realmente distinto dentro do gênero, mas não tem coração [...], às vezes esquece seu potencial dramático e no fim das contas acaba soando como um trabalho de produtor e não de autor.
Cinemascope
A história parece fragilmente arrematada pelo deslumbre visual. Não se engane pela maquiagem toda, "Êxodo" é um filme competente, mas fica extremante aquém do que Ridley Scott pode oferecer.
CineClick
O maior erro de Ridley Scott foi se esforçar para fazer o público entender a injustiça e horror da forma como os judeus eram tratados [...] Apesar dos problemas, "Êxodo: Deuses e Reis" tem méritos por abordar a história clássica de forma diferente, sem pisar na bola como acontece em "Noé".
Diário de Pernambuco
"Êxodo: Deuses e Reis" é o mais equilibrado entre os épicos bíblico-mitológicos lançados nos cinemas este ano. Ele não tem os excessos melosos de "Noé" e nem o artificialismo digital de "300: A Ascensão do Império", assim como tem mais conteúdo do que "Hércules" e mais qualidade dramática do que "Pompeia".
Estado de Minas
Com sua mistura às vezes bem azeitada entre fatos bíblicos e fenômenos inexplicáveis, [Ridley] Scott consegue segurar duas horas e meia de um filme de ação. A longa cena em que milhares de hebreus atravessam o Mar Vermelho, por sinal, vale o ingresso do 3D, apesar de um inesperado arremate.
Instituto Moreira Salles
Se a abertura do Mar Vermelho é menos sensacional que a de filmes anteriores, o seu “fechamento” aqui é um tsunami de tirar o fôlego, com pelo menos um plano antológico: o de um minúsculo cavalo correndo à frente de uma muralha gigantesca de água.
New York Times
"Exodus" é grotesco apenas por acaso, o que não é muito divertido e é o sinal mais seguro do que poderíamos chamar de "sensibilidade do Novo Testamento" empregado. [...] Para ser justo, também há coisas boas. Scott é um grande contador de histórias e perito em grandes efeitos.
Omelete
Êxodo: Deuses e Reis não é o primeiro épico que interessa ao diretor por sua oportunidade de conciliar política e espetáculo. Diante deste filme, inclusive, dá vontade de rever o subestimado Cruzada, para colocá-los em perspectiva.
Papo de Cinema
Deleite para os olhos e com boas cenas de batalha, mas com trama esticada e que perde a atenção do espectador de tempos em tempos, "Êxodo: Deuses e Reis" é apenas um trabalho correto, sem a maestria costumeira de Ridley Scott.
Rolling Stone
Infelizmente, em "Êxodo" o roteiro não consegue abordar com eficácia as fricções da dupla principal formada por [Christian] Bale e [Joel] Edgerton. Não há tempo para desenvolver a complexidade dessa relação dos dois [...]. Mas, sempre que há espetáculo, Ridley Scott se dá bem e cria imagens inesquecíveis.
Rubens Ewald
Enquanto Christian Bale convence bem como Moisés, devidamente sofredor e heroico, o mesmo não se pode dizer de seu irmão de adoção, o filho do faraó Ramsés. Não apenas o ator australiano Joel Edgerton é discutível, mas como sua maquiagem beira o ridículo.
The Guardian
O épico de Moisés em 3D feito por Ridley Scott é muito longo, muito brega e muito sombrio. Mas pelo menos ele não ofende - a não ser pela [péssima trilha sonora com flautas].
Variety
O que é mais notável no imponente psicodrama de Scott sobre o Antigo Testamento é o grau com que ele consegue oferecer momentos poderosos de espetáculo [...] enquanto transforma o seu próprio ceticismo em uma poderosa fonte de conflito moral e dramático.
A Tarde
"Êxodo" tem bons momentos de articulação cinematográfica, como a introdução às pragas e a perseguição final, em que os hebreus veem-se diante do Mar Vermelho. Mas, a despeito de todo o esforço, falta encantamento, ao filme que traz um polêmico Deus criança, interpretado pelo australiano Isaac Andrews.
Almanaque Virtual
O resultado é um filme mal resolvido e indeciso entre os aspectos épico, bélico, político e aventuresco que a narrativa possibilitava. Sem saber para onde correr, “Êxodo: Deuses e Reis” não emociona os cristãos nem empolga o público comum, algo que fica claro na anticlimática cena da travessia do Mar Vermelho.
Chicago Sun-Times
Um espetáculo em 3D entorpecente e sem alma, em que imagens gerada por computador passam freneticamente, "Exôdo: Deuses e Reis", de Ridley Scott, apresenta um conto eterno de modo a bater com o mesmo sobre nossas cabeças.
O Globo
A abordagem de Moisés está mais para um guerrilheiro à la Che Guevara do que para conhecida figura mítica. E Christian Bale cria um personagem em constante dúvida sobre Deus e seu papel no imbróglio. O ator faz o que pode a partir do script modorrento.
Zero Hora
[...] "Êxodo: Deuses e Reis" talvez supere diante do espectador problemas como a construção narrativa um tanto frouxa e o elenco que, exceto por Christian Bale no papel de Moisés, cumpre expediente com mais afetação do que empolgação.
Screen International
Errando na quantidade massiva de imagens digitais e nas atuações austeras para tornar a História mais séria, o último filme de Ridley Scott tenta contar a história de Moisés com a amplitude de um blockbuster e a alma de um drama de personagens. [... O diretor] enterra o ícone em excessos e extravagâncias.