Êxodo: Deuses e Reis
Média
3,7
2053 notas

300 Críticas do usuário

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Rosa Maria Pereira M
Rosa Maria Pereira M

5 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de dezembro de 2014
Assisti a pré-estréia de Êxodo. Um filme grandioso. O enfoque é muito mais histórico do que religioso, mas totalmente fiel a história bíblica. Como o foco era Moisés, o faraó mais importante da história Egípcia, Ramsés II não recebeu o seu devido valor. Sob o seu comendo o Egito tornou-se o maior império do mundo antigo. Christian Bale como sempre impecável.
Leticia G.
Leticia G.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
O filme, diferente do também baseado em uma história bíblica, Noé, é mais fiel ao que tem relatado no livro sagrado. Mostrando o lado mais humano dos personagens ( principalmente o de Moisés) a história é cheia de ação e bons efeitos especiais. Você ficará preso a tela do cinema do início ao fim!
Sueli S.
Sueli S.

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Não há nada demais para ser visto em 3D. Podem ver em 2D tranquilamente. Filme muito bom. Prende a atenção do início ao fim.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Uma das estorias mais envolventes do antigo testamento na Bíblia, Êxodo de Ridley Scott tem tudo pra arrebentar. Grande elenco, efeitos e lindas locações, mas peca justamente no elenco. Grandes nomes envolvidos e o que mais era necessário faltou... emoção. As vezes parece que os atores estão no automático. Bale salva com seu Moisés questionador, que segura o filme do inicio ao fim. A representão de Deus e muito bem bolada e da o tom do filme.
Mônica C
Mônica C

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Fotografia de primeira. Ótimos atores. Vale a pena assistir.
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de novembro de 2015
Achei ótimo! Gostei de como, apesar de retratar uma história bíblica, o filme tentou também mostrar todas as pragas e também a abertura do mar por lados científicos.
A história é coerente e acho que apresenta uma boa versão, afinal, a Bíblia é um livro de mensagens a serem interpretadas.
Ótimas atuações (gostei muito de Joel Edgerton e Christian Bale), efeitos sensacionais (o grande destaque do filme), ótima qualidade sonora e boa direção.
Só lamento não ter visto a versão do cinema, que é mais longa que a exibida na TV, mas acho que não perdi nada que comprometesse a essência da história (pelo menos foi o que meus pais, que assistiram no cinema, me garantiram).
De qualquer forma, é um ótimo filme e vale a pena assistir!
Luciana F.
Luciana F.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Sem comparar com outros filmes Êxodo: Deuses e Reis é uma super produção com ação do início ao fim.
São 150 minutos de adaptação realista da história bíblica do Êxodo, segundo livro do Antigo Testamento.Moisés (Christian Bale está perfeito), nasceu entre os hebreus na época que o faraó ordenava que todos os homens hebreus fossem afogados. Quando se torna adulto, Moisés recebe ordens de Deus (representado por um menino que toda hora aparece no filme e tem momentos que se torna chato) para ir ao Egito, na intenção de liberar os hebreus da opressão, no caminho enfrenta a travessia do deserto e Mar Vermelho auge do filme.
Deixando o lado religioso assista o filme como uma bela história.
Muitos efeitos e emoção Êxodo leva alguma estatueta.
Monika
Monika

12 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2015
A produção do filme é um show, ficamos grudados na telona admirando os detalhes. Quanto a história, novamente não foi respeitado ao pé da letra, como consta na Bíblia, mas sinceramente, numa visão geral é irrelevante as mudanças feitas, enfim gostei bastante.
Rosemary M.
Rosemary M.

11 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Não é fácil fazer um filme com tema bíblico e agradar a um público amplo. Como cristã, não descaracterizando o livro, ou saindo completamento fora, alguma licença poética aceita-se. Pois, a gente não engole, cada roteiro adaptado de livros seculares? Ao meu ver, este filme nesse sentido foi bem. Enxergo como um relato mais para histórico, com incidentes naturais .....nada naturais. Figurino, efeitos especiais, fotografia, excelentes. Christian Bale, maravilhoso como sempre: um Moisés crível, humano e bem atual, que sofreu uma mudança na sua maneira de enxergar toda a vida. John Turturro ( Faraó Seti) e Joel Edgerton (Ramsés), apesar de não me emocionarem, me chamaram para perto, para saber quem eles eram. Ben Kingsley e Aaron Paul foram eficientes. O resto, me pareciam....um blend de nobres ingleses, romanos e egípcios muuito afetados e enfastiados. Era proposital? spoiler: Sigourney Weaver desperdiçada em uma ponta, que não entendi até agora a razão do papel.....
Outra limitação: a fuga de Moisés do Egito, e algumas cenas, eram arrastadas, sem uma necessidade aparente.Compensando, gostei da visão de Deus como criança; a oração apareceu no filme, como é: uma conversa com interlocutores se aproximando e se permitindo conhecer mais e mais. Diferente e interessante, como as pragas foram apresentadas, e como Deus anunciou a Moisés como faria. No geral, eu enxugaria algumas cenas spoiler: . Mas, ficou a sensação de que Ridley Scott está loucamente querendo fazer um novo Gladiador.... e se for essa a motivação dos filmes épicos dele ( Cruzada, Robin Hood)......
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
Baseado no segundo livro do Antigo Testamento, “Êxodo: Deuses e Reis”, filme dirigido por Ridley Scott, retrata a vida de um dos profetas mais importantes da Bíblia: Moisés, que foi criado como um irmão junto de Ramsés, o futuro Rei do Egito; e, quando mais velho, se transformou numa das figuras mais importantes do seu país, até que descobriu sua verdadeira origem como hebreu e a sua consequente missão como libertador de seu povo da escravidão histórica que lhes era imposta pelos egípcios.

Aqui é importante fazer um adendo para falar um pouco sobre a conjuntura histórica na qual se passa o filme. O Egito era a nação mais importante do mundo e usava a mão de obra hebraica escrava para a construção dos seus grandes monumentos e das suas imponentes pirâmides. O grau de sofrimento imposto a esse povo era diretamente proporcional ao ego do governante da vez e, na medida em que Ramsés (interpretado no filme por Joel Edgerton) ascende ao poder, o seu caráter magnânimo faz com que a crueldade imposta aos egípcios seja cada vez maior.

Moisés (interpretado no filme por Christian Bale) se destaca no Egito daquela época por ser alguém muito diferente de Ramsés e por sempre tentar jogar um olhar justo sobre as situações, procurando ouvir os diversos lados para tomar a melhor decisão. Corajoso e um herói nato, é certo dizer que a descoberta sobre a sua verdadeira origem modifica por completo a sua vida. Até que Moisés aceite aquilo que ele sempre foi, ele passará por uma grande jornada de autodescoberta e recomeço, mas o que “Êxodo: Deuses e Reis” retrata é Moisés desempenhando a missão que lhe foi instruída por Deus.

Nesse sentido, é muito impactante ver a maneira como se desenvolve a libertação do povo hebreu. Da evolução entre a vontade de diálogo que existe dentro de Moisés, que visa se aproveitar do convívio e do respeito que sempre existiu entre ele e Ramsés para conseguir cumprir a sua missão pacificamente; da intolerância e repressão demonstradas pelo Rei frente aos pedidos daquele que era considerado seu irmão, impondo ao seu próprio povo as dez pragas avassaladoras que pairaram sobre os egípcios; da relação que ocorre entre Moisés e Deus, em que, ao contrário do visto em “Noé”, em que o personagem principal via a Deus e seus desígnios com uma idolatria que beirava a loucura, assistimos a um verdadeiro embate entre o lado ético de Moisés e a visão implacável do Deus punitivo do Antigo Testamento.

De muitas maneiras, Ridley Scott é o diretor perfeito para essa história. Ele é acostumado a contar a história de personagens que devotam sua vida a algo e que tomam para si uma missão e vão até o fim para cumpri-la. É por causa do excelente trabalho dele como diretor, bem como das ótimas atuações de Christian Bale e de Joel Edgerton, que assistimos a um filme imponente e impactante, com algumas cenas belíssimas (como a do casamento entre Moisés e Zípora) e com outras que justificam a importância da história de Moisés como o líder que levou os hebreus à travessia do deserto, passando pelo Mar Vermelho, rumo à sua liberdade. Não foi à toa que ele foi o escolhido para ser o divulgador da Tábua das Leis, dos 10 Mandamentos que regem a fé católica.
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