Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

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Diego S.
Diego S.

21 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Excelente filme, muito bem montado, os efeitos especiais são muito bons, e conseguiu surpreender com uma história que muitos já sabem. Apesar disso deixou a desejar ao deixar de lado alguns fatos e objetos que são característicos da história e personagem.
Arthur A.
Arthur A.

21 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2015
Assistindo ao filme pude concluir uma coisa, Ridley Scott detesta cavalos.
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Questionar a fidelidade de um filme sobre uma passagem bíblica é temerário, afinal, as próprias religiões que nela se baseiam divergem entre si sobre seus postulados. Ora, nesse caso, por que um roteirista precisa ser absolutamente fiel? É dessa premissa que parte "Êxodo: Deuses e Reis". Usa da liberdade criativa, mas não abusa, como fez "Noé". Isto é, o esqueleto é o mesmo, com algumas pitadas de "é assim mesmo que está escrito?". O tempero final é agradável, mas distante da consagração.
O filme apresenta dois equívocos que merecem destaque, conectados um ao outro, ambos relativos ao tempo. O ritmo é inconstante, resultando em um filme que, de tão longo, flerta com o tédio. Ou seja, várias cenas podiam ser abreviadas, resultando em um filme também mais breve. Não é por surpresa que Christian Bale carrega "Êxodo" do começo ao fim. Não fosse o Moisés de Bale, o resultado poderia ter sido desastroso. Não que o ator estivesse inspirado, não foi seu melhor papel - embora um Bale não inspirado seja melhor que a maioria dos hollywoodianos. Mas é o grande trunfo da obra como um todo. Surpreendentemente, Moisés não é um simples pastor que segue as ordens divinas de forma passiva. Ao contrário, Moisés, nas suas conversas com Deus (esse merece uma observação à parte), o questiona e o enfrenta. Não bastasse isso, a história dá a entender (ainda que não explicite) que Moisés, um grande cético, é ateu. Essa, uma das maiores surpresas: Deus teria escolhido um homem cético, questionador e ateu para cumprir uma missão. Irônico, não? Na verdade, não: Deus deixa claro que é justamente por ser racionalista que Moisés foi escolhido. O que poderia ser um defeito, acaba sendo uma virtude. Ok, é bem verdade que Ridley Scott opta por moldar Moisés dessa forma porque é vantajoso. É muito mais interessante Moisés retratado como um guerreiro estrategista e descrente que o tradicional pastor já mais que conhecido. Isso é ser original, o que não é novidade nem para Bale, nem para Scott. E é por isso que Moisés é quase a grande estrela do filme.
A grande estrela é o pequenino que interpreta Deus, nas conversas com Moisés. Se foi surpresa o Moisés cético, surpresa maior foi colocar uma criança para um papel dotado de complexidade como esse. Não é qualquer criança que seria capaz de dar vida a esta personagem (Deus), contracenando com um dos grandes da atualidade (Bale), e fazendo isso com competência digna dos mais experientes. Talento puro do menino.
Os efeitos podem ser sintetizados como qualidade e competência, sem nada de extraordinário. A bem da verdade, extraordinário é um adjetivo que não cabe para esse filme de Ridley Scott. Nem parece o mesmo Scott responsável por "Gladiador", esse sim, no mínimo, diferenciado (e com algumas semelhanças, como o protagonista marcante e várias cenas de ação).
Seria injusto ignorar as pequenas falhas, como a absoluta insignificância do papel de Sigourney Weaver, a atuação rasa de Joel Edgerton e a participação diminuta e (portanto) frustrante de Ben Kingley (que, por outro lado, nas raras falas, mostra muito bem quem é e o porquê da sua fama). Mas também seria injusto condenar o filme por isso, que, não obstante essas três decepções do elenco, tem um John Turturro como nunca antes visto. Uma participação também pequena (só não podem reclamar disso Bale e Edgerton), mas com sobriedade ímpar. O faraó de Turturro (Seti) fez inveja ao de Edgerton (Ramsés), tanto como papel quanto como atuação. As inconsistências do roteiro precisam ser ignoradas, pois o próprio texto-base (a Bíblia) por si só já é bastante dúbio. spoiler: Dois exemplos: Ramsés matou várias famílias de hebreus, querendo que estes entregassem Moisés, mas eles incrivelmente nada fizeram (não havia sequer um hebreu disposto a livrar as famílias?); e as pragas que tanto mal fizeram aos egípcios inexplicavelmente deixaram intactos os hebreus (exceto quando da morte das crianças, cena que tem explicação).

Longe de ser ruim, muito longe de ser ótimo, "Êxodo: Deuses e Reis", analisado como um todo, não empolga, nem decepciona; não entedia, nem emociona. É apenas mais um filme a ser visto, com o condão de entreter sem ficar na memória por muito tempo. Talvez o desafio fosse grande demais para uma história tão repetida (do tipo "um filme sobre Moisés, de novo?"). Um desafio maior que a competência indiscutível de Scott e Bale. Valeu a tentativa.
Alan S.
Alan S.

19 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Excelente filmagem, efeitos e cenas. Mas não é muito fiel a história bíblica, menos pior que Noé mas também distorcido.
Murilo M.
Murilo M.

19 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de abril de 2014
não vejo a hora de chegar o dia da estreia desse filme, vai o filme do ano que sabe até pode ganhar varios oscars
Dannyel S.
Dannyel S.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2015
Um bom filme com produção grandiosa, mas mesmo com 2 horas e meia, fiquei com a sensação que o filme foi muito corrido, ele muitas vezes foca em cenas desnecessárias, fazendo com que as cenas de real importância para o filme fossem mostradas rápidas ou em sequência, ficando até eu diria cansativo para quem o assiste.
Francisco R.
Francisco R.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Aspectos negativos a parte, a forma que a história dos hebreus foi retratada no filme é bem "mais convincente" do que a contata na própria bíblia. Aliás, a que é contada no livro sagrado não é nada convincente. Vale a pena assistir
Gabriella R.
Gabriella R.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
por que foi um otimo filme, fui uma das crianças que assistiu "principe do Egito" que é um desenho semelhante ao filme. MUITO BEM FEITO 
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

22 seguidores 140 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de setembro de 2025
Filme magnífico, que toca a alma, mas aconselho a assistir com o coração, porque sua experiência será completa. Filme longo, mas por ter um roteiro competente e ser muito bem conduzido, você percebe que cada detalhe é necessário. Diálogos muito bem encaixados, ação no ponto certo, além do drama e das supresas que o filme traz. Destaque também para os efeitos. O elenco é ótimo, mas Bale como sempre tem uma atuação perfeita. Ritmo do filme irá te manter em alerta. E que bela história, além de um final impressionante. A mensagem do filme também é ótima. Filme para toda família.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de abril de 2015
Embora criador de belas imagens, Ridley Scott, munido de um roteiro esquemático e previsível, toca uma direção convencional (a associação óbvia de Ramsés e uma serpente para evidenciar sua vilania; Ramsés papeando com seu filho "Você dorme bem porque é amado" - uma cena extremamente constrangedora e deslocada que tenta, com superficialidade, perscrutar a personalidade amarga do irmão de Moisés; Deus que aparece apenas para Moisés, que, na perspectiva dos outros, é como se estivesse falando sozinho; o herói cavalgando solitário por vales e montanhas, em plano aberto). Há matéria-prima suficiente para fazer de Moisés um personagem denso e interessante (poderia ter sido mais bem explorada, por exemplo, sua tormenta interior de se descobrir hebreu, passando de opressor para oprimido), mas Scott prefere o lugar-comum de Moisés-abandona-familia-para-lutar-pelo-povo, um chavão hollywoodiano que não produz os efeitos desejados. Em síntese, o filme tenta se sustentar na produção de grandiosidade bíblica, mas não há nada ali que justifique tanto desperdício.
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