Alien: Covenant
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3,3
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103 Críticas do usuário

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Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de julho de 2017
Alien: Covenant... Ridley Scott volta a dirigir mais um filme da franquia, sendo este, uma sequência de Prometheus, que dividiu opiniões na época, e aqui, infelizmente temos um filme apenas mediano que irá cair no esquecimento rapidamente. O filme se passa em 2104 e conta a história de 17 tripulantes de uma nave cujo objetivo era chegar no planeta Origae-6. Um acidente cósmico faz com que o androide Walter (Michael Fassbender) desperte os tripulantes e eles vão parar em um planeta desconhecido, mas ao chegarem lá, todos percebem que esse planeta é habitado por seres mortais. A direção é do Ridley Scott e ele faz uma escolha muito inteligente de voltar ao gênero de terror, além de nos apresentar movimentos de câmera muito bem precisos, principalmente no ato final. Infelizmente o roteiro conta com diálogos terrivelmente mal escritos e uma história um tanto genérica, além de um segundo ato arrastado e cansativo. Sobre as interpretações, o Michael Fassbender faz o melhor trabalho, pois nenhuma das outras atuações chamam a atenção. O visual do filme é muito bom, os efeitos visuais são muito bem feitos e o filme tem uma trilha sonora interessante, mas nao memorável. O filme em geral tem um primeiro ato divertido, um segundo ato cansativo e mal escrito e um terceiro ato bagunçado. Alien: Covenant não é uma catástrofe completa, nem mesmo é o pior filme da carreira de Ridley Scottl, mas não deixa de ser bastante decepcionante.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de maio de 2017
Com os mesmos defeitos de Prometheus, só que com melhores picos de ação e efeito, realmente contar a origem do monstro mais famoso dos cinemas é bem desinteressante.

Critica completa no blog ParsaGeeks.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de junho de 2017
É a continuação do fraco Prometheus, que fica mais fraca ainda. Um roteiro muito banal, sem criatividade, com poucos sustos e atuações desastrosas. A Katherine Waterston não empolga como mocinha do filme e isso derruba bastante o interesse ao longo do tempo. Michael Fassbender também não consegue salvar as coisas e, mesmo em dose dupla, não é a grande atração do filme, na verdade nem o alien se destaca, sendo assim o resumo é que o filme é bem fraco e não honra a história da franquia iniciado no final do anos 70.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de maio de 2017
Ridley Scott retorna mais uma vez à franquia acomodado em apenas replicar o que funcionou nos dois primeiros – e melhores – longas, fazendo pouco caso das perguntas soltas em Prometheus.

Leia a crítica completa no blog Plano Extra.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Quando acenderam as luzes da sessão em que eu estava assistindo Alien: Covenant não consegui acreditar que tinha acabado de assistir uma obra vinda de um diretor que já nos proporcionou obras-primas como Blade Runner, Thelma & Louise, Os Duelistas ou o próprio Alien original – mas acreditei se tratar de algo vindo de um cineasta que conseguiu decepcionar com coisas do nível de Até o Limite da Honra ou Robin Hood – a verdade é que eu torcia para que fosse no mínimo um entretenimento apenas “ok” – como a prequel deste filme, Prometheus, ou até mesmo o superestimado Gladiador – sei que me arrisco ao falar assim deste último.

Enfim, Alien: Coventant. O pior filme da franquia Alien. E não é preciso pensar muito para constatar isso – por mais que as partes 3 e 4 tenham sido desastrosas, ao menos, havia alguma boa intenção de criar algo diferente por trás – o que, em nenhuma escala, ocorre com este novo longa da série. O roteiro incrivelmente sem originalidade de John Logan e Dante Harper não é nada mais do que uma cópia do original de 1979, mesclando/adicionando a melhor coisa que sobrou de Prometheus: o androide David de Michael Fassbender. É ele que abre a história, em uma cena com seu criador, o Dr. Weyland (Guy Pearce, sem a maquiagem de idoso que estava no filme anterior e, inclusive, ainda sem explicar o porquê de usar um ator jovem para interpretar um personagem tão velho), que, aparentemente, dava os primeiros “ensinamentos” a David – o tal momento é um flashback na verdade, em meio aos créditos iniciais – que se finalizam tentando resgatar a abertura do clássico, com as letras formando o titulo e a trilha original.

Se passando cerca de 10 anos depois dos eventos de Prometheus, a trama situa-se no ano 2104, onde a nave estelar Covenant viaja no espaço em direção ao planeta Arigae-6 em uma missão de colonização, com cerca de 2000 passageiros a bordo e em direção a este mundo com condições de vida para os humanos. Em certo ponto antes da chegada, o computador central da Covenant detecta um sinal – não identificado, mas de possível socorro, em um planeta próximo – e que também aparenta ter condições de vida. Seduzido pela hipótese de iniciar a colonização logo ali – evitando uma viagem mais longa – o capitão atual (já que o anterior faleceu em um acidente pouco antes de despertarem do hipersono), Oram (Crudup), decide ir até o tal planeta, mesmo contra a vontade da Dra. Daniels (Waterston), esposa do falecido ex-capitão. Chegando lá, encontram a nave que a Dra. Shaw (Rapace) e David fugiram do planeta do filme anterior – e vão descobrir também que estranhas criaturas habitam e atacam tudo que encontram no desolado planeta em que chegaram.

O roteiro até tenta continuar a discussão filosófica iniciada em Prometheus de ir em busca de nossos criadores (e tentar entende-los) quando foca em Walter (interpretado por Michael Fassbender também), o androide da Covenant, mais especificamente quando este encontra David – resultando, infelizmente, em alguns diálogos decepcionantes – do tipo “eles são gentis, basta serem gentis com eles”, se referindo aos ainda em formação Aliens, que nos já sabemos que NUNCA serão gentis, por tudo que fizeram nos filmes anteriores e com histórias passadas no futuro de Covenant – enfim, essa é só a ponta do iceberg das falhas do filme.

Se Prometheus pecava por começar interessante e descambar para soluções comuns da metade pro final, Covenant é comum do inicio ao fim – não existem surpresas (há a tentativa de uma bem cretina ao final), não há nada que justifique ser tido como uma ficção científica que faça pensar – o que torna ridículo as cenas que tentam mostrar como os nativos do planeta recém descoberto foram mortos – aliado ainda a conduta extremamente sem sentido que David adquiriu – dá onde realmente vem seus ditos sentimentos? Ou sua capacidade de julgar a raça humana e ser juiz e executor ao mesmo tempo? Mesmo sendo até curioso notar as diferenças de comportamento entre os dois androides – Walter não é arrogante como David, por exemplo – aparentemente, com o roteiro escrito as pressas, não houve tempo para desenvolver bem isso.

Mas a falta de originalidade atinge o resto dos personagens – e com mais força ainda. A Dra. Daniels de Katherine Waterston é uma personagem incrivelmente fraca e (não achei uma palavra melhor) chorona – soando irritante muitas vezes, já que é impossível sentir pena dela pela morte do marido se o roteiro o matou antes mesmo de nos o conhecermos – tornando difícil sentir a dor da personagem – que, de resto, tenta (é claro) ser durona igual a Ripley de Sigourney Weaver, em uma composição que nunca foge do comum – não por culpa da atriz, creio eu. E o Oram de Billy Crudup, que tenta impor respeito dos demais tripulantes apenas por se sentir inferior – o que o leva a tomar decisões precipitadas e se mostrar (mais um) medroso – daquele tipo de personagem que se torna um “tanto faz” para a narrativa. Os demais (não leia as próximas linhas se ainda não viu o filme) são apenas criações para morrer mais tarde – com exceção do Tennesse de Danny McBride, que compõe, no terceiro ato, uma certa relação de amizade interessante com a Daniels – mas é só – e, vale lembrar, Alien e Aliens, O Resgate se sobressaiam muito com relação a criação precisa de personagens, que, de fato, despertavam no público uma vontade de torcer por eles – coisa que NENHUM consegue em Covenant.

Parece que a falta de fôlego em contar uma boa história afetou tanto Scott que ele deixou de lado até as cenas de ação e tensão – se o visual da criatura do Alien se mostra comum – nada muito diferente dos filmes passados – é ainda mais triste notar os movimentos um tanto estáticos em algumas passagens – numa aparente falta de capricho por parte dos animadores digitais, que deixam os aliens um tanto... infantis, ou com um aspecto que nos remete a isso – e acaba não impressionando também pela concepção pouco original do design interior (idêntico ao de Alien, O Oitavo Passageiro, mas isso não é um problema) e exterior (lembrando muito a nave de Interestelar e/ou Gravidade até) da Covenant – até mesmo as reconstituições das ruínas do planeta encontrado se mostram bem comuns – nada diferente de ruínas do império romano – jamais se aprofundando em continuar a história dos Engenheiros, vistos em Prometheus.

Com poucos sustos e surpresas – com uma violência moderada até mesmo para a série – é decepcionante notar como Scott conduz de forma pouco inspirada uma cena que remete ao clássico momento onde o Kane de John Hurt “concebia” o alien – sim, tem tentativa de susto com pulo na cara do “facehugger”, o alien ainda pequeno tentando “procriar”. Mas nada que me deixou tão envergonhado quanto a cena em que um certo personagem tenta medicar um outro, infectado pelo vírus alien – com direito a trapalhadas do tipo escorregar no sangue, prender o pé na porta, chorar de um lado pro outro perguntando o que fazer... enfim... uma das muitas tentativas frustradas de fazer suspense – assim como uma quase patética cena do alien interrompendo o sexo de dois personagens no chuveiro – no pior estilo Sexta-Feira 13. Sem falar na solução final que simplesmente é a mesma coisa de outros três filmes da franquia. Triste.

Ridley Scott acaba por manchar seu currículo e a franquia Alien, fazendo um filme tão comum e banal que é difícil acreditar que tenha sido realizado por um cineasta tão experiente. O fato de já ter feito grandes filmes no passado elevou demais seu convencimento de que é um “diretor brilhante” – prova disso é ter aproveitado tão mal Michael Fassbender e seu personagem, que eram a melhor coisa de Prometheus, realmente. Covenant não tem “melhor coisa”. Só resta um final pedindo uma continuação – de forma desleal, já que tenta “enganar” o espectador, que dificilmente estará disposto a esperar a próxima desventura de seus personagens tão mal elaborados e pouco marcantes.
Eduardo M.
Eduardo M.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de maio de 2017
Prometheus, que já estava fora da curva Alien original, foi melhor. spoiler: Muito android pra pouco alien só dá David na parada.
Luiz Fernando M.
Luiz Fernando M.

19 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de maio de 2013
Filme fraco e todo baseado na idéia da franquia Alien. Dá a nítida impressão que mudou apenas o elenco e algumas tramas, mas quase que 80% do filme é nesta linha, a começar pelo inicio do filme com a mesma abertura dos filmes de Alien e os mesmos caracteres de abertura.
Thiago B.
Thiago B.

14 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de maio de 2017
Decepcionante! Isso resume a espera por uma chance de redenção, após o fiasco que foi Prometheus. O roteiro é muito fraco, os arcos são praticamente inexistente, os personagens não são desenvolvidos, a trama é superficial e a narrativa segue a mesma lógica do prequel. Várias cenas do filme são extremamente previsíveis. Outras cenas tão aguardadas, como por exemplo aquela que mostra spoiler: o extermínio dos Engenheiros ou a morte da Dra. Shawn
são minimizadas a flashbacks preguiçoso que porcamente justificam a sequência dos fatos. A fotografia do filme é linda, tal qual a do seu sucessor. Os efeitos audiovisuais também são sensacionais! Mas como fã Alien eu esperava uma história mais densa, um roteiro mais envolvente, personagens mais interessantes e quiçá um verdadeiro filme de terror espacial.
Nelson J
Nelson J

51.029 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de maio de 2017
Filme apresenta muitos efeitos especiais e cenário grandioso, mas a estória é fraca e totalmente previsível, não se comparando ao original, que mesmo com a limitação tecnológica era muito mais impactante.
Neste filme, David, um humanoide com inteligência artificial ganha sensibilidade e sentimentos, mas questiona a submissão aos humanos que são mortais e se autodestroem. Nesta aventura ele encontrará outro semelhante, mais atualizado tecnicamente, mas desprovido de emoções, seguindo apenas comandos e usando de racionalidade. Neste embate, as emoções serão um fator decisivo, assim como a constatação da necessidade de destruição da humanidade, pois David consegue se relacionar até com as criaturas que dão título ao filme, sem violência, mas os humanos só sabem atirar e refletir pouco. Filme explora os limites civilizatórios do homem.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de julho de 2017
Após o tão badalado retorno de Ridley Scott à franquia que o consagrou ter dividido opiniões quando entrou em cartaz em 2012, a recém-lançada sequência daquela não muito bem-sucedida prequel parece repetir a decepção, mas desta vez cometendo outros erros. Se Prometheus não cumpriu o prometido, Alien Covenant nem sabe o que prometer. Apesar de ter seus bons momentos, este novo filme da série parece se perder no roteiro tanto quanto seus personagens se perdem no inóspito planeta onde vão parar.
A premissa era tão boa, partindo dos mistérios deixados à deriva no já confuso filme anterior, envolvendo os Engenheiros e toda a conceitualização pseudo-filosófica-religiosa-existencial que permeou quase todo aquele longa. Nesta sequência, portanto, acreditávamos que iríamos descobrir, afinal, “qual é” a daqueles seres, o que queriam, e como os temíveis e sanguinários xenomorfos evoluíram para o formato clássico que conhecemos, enquanto que a narrativa, desta vez mais visceral, continua avançando cronologicamente rumo a 2122, ano em que ocorrem os eventos relatados pela Tenente Ellen Ripley a bordo da Nostromo no Alien original, de 1979. Alguns itens da frase anterior não são respondidos neste novo longa... e os que são, carecem de uma criatividade autoral mínima que se esperava do tão prestigiado cineasta britânico que fez dos xenomorfos os aliens mais famosos do cinema, o veterano Ridley Scott.
Covenant (cuja tradução literal seria aliança ou pacto) é o nome da nave-mãe que, no ano 2103, transporta, além de sua tripulação, cerca de 2.000 pessoas, em estado criogênico, rumo a um planeta cuidadosamente estudado e aprovado pelas indústrias Weiland (a famosa “Companhia”) para ser a mais nova colônia de terráqueos. Após um incidente que desperta os tripulantes antes da hora, um sinal supostamente humano é detectado em um planeta próximo. É o suficiente para que todo o trabalho de pesquisa e planejamento envolvendo a missão seja simplesmente deixado de lado para que uma nova rota seja traçada (!). Eles chegam, portanto, ao mesmo planeta onde a sobrevivente da nave Prometheus, Elizabeth Shaw, foi parar, dez anos antes, juntamente com o androide David. Não demora muito para os recém-chegados perceberem a presença de estranhas e agressivas criaturas perambulando por aquelas terras. Como se isso não bastasse, parece haver ainda na região uma terrível infecção de origem desconhecida e com consequências mortais...
A sucessão de ataques que se vê em seguida, apesar de nada originais, e ambientados em cenários igualmente pouco inspirados, pode, sim, provocar alguns sustos, e a variedade de “espécies” também contribui para a criação de tensão em algumas cenas. É o que ocorre em dado momento em que não sabemos como determinado alien, sendo confrontado face a face com certo personagem, vai reagir a tal situação. Já quanto à utilização do CGI para a concepção visual das criaturas, se por um lado pecar pela artificialidade, podendo desagradar aos fãs mais puristas, saudosos das fantasias de borracha utilizadas no primeiro filme (que assustavam de verdade), por outro faz com que apresentem uma agilidade animalesca e um dinamismo locomotivo que dimensionam o perigo a um nível mais imediatista, principalmente os face huggers (que ainda mantém os conceitos visuais básicos instituídos pelo visionário artista plástico surrealista H. R. Giger, que desenhou o Alien para o clássico de 1979), cuja rapidez ameaçadora inevitavelmente remete não só ao primeiro, como também ao segundo filme da série, lançado em 1986, o extraordinário Aliens – O Resgate, de James Cameron (que utilizava efeitos animatrônicos!). É claro que tais cenas apenas lembram as de outrora, o que nos leva ao outro grande problema deste filme, o elenco que, somado ao roteiro, proporciona verdadeiras pérolas!
Os humanos principais da trama formam a equipe de colonização mais insegura, inconsequente e desastrada que já se viu no cinema nos últimos anos. Algumas de suas atitudes beiram o ridículo, como, por exemplo, tocar em um ovo alien que se abre e OLHAR lá dentro, apenas minutos depois de ter matado um espécime adulto e ter visto do que eles são capazes. E se a suposta heroína da vez, vivida por Katherine Waterson (vista recentemente em Animais Fantásticos e Onde Habitam), carece de carisma, o que dizer dos demais? (...)
Os cinéfilos do mundo inteiro, porém, já perceberam nos últimos anos que, se um tal de Michael Fassbender está no elenco de um filme, sua atuação pode render os melhores momentos da produção, e é o que vemos neste longa. A maneira minuciosa com que o ator alemão interpreta os dois androides sintéticos da trama com personalidades tão distintas, o ambíguo David (oriundo de Prometheus, que possui uma predileção pelo sotaque britânico, explicada naquele filme) e o prestativo Walter (servindo à equipe da nave Covenant), desde a introdução do longa, em flashback, envolvendo o primeiro, passando pela interação entre eles no segundo ato, até culminar no surpreendente destino dado aos dois no desfecho, compõem alguns dos melhores momentos do filme.
Por fim, se colocado na balança, medindo seus prós e contras, Alien Covenant
não é assim tão ruim quanto se tem alardeado por aí, embora esteja obviamente a anos-luz de distância da genialidade do original. Irônico é que ambos tenham sido dirigidos, em um intervalo de 38 anos, pelo mesmo cineasta. E Ridley Scott não larga o osso alienígena, o diretor afirma já estar trabalhando na continuidade da franquia com o próximo episódio que talvez ainda não seja o último desta sequência de prequels. Nós tivemos fé, fomos perseverantes, nos empolgamos com os trailers, vimos declarações entusiasmadas de elenco e equipe, acreditamos que poderíamos estar diante de um novo clássico que redimensionasse a carreira deste tão respeitado cineasta. Não foi desta vez... Se existe uma lição que há anos o cinema nos dá com alguns de seus mais aguardados lançamentos é a de que: quanto menor a expectativa, menor a decepção. Ridley, você não me ilude mais. Mesmo assim, me prove que estou errado... e me surpreenda no próximo Alien!
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